Silvia Oliveira

Na categoria Estados Unidos

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Nova York bairro a bairro: Harlem

Harlem Apollo Theater

Você não precisa de guia ou roteiro para conhecer o Harlem. Apenas compreender um pouco da história do maior reduto da cultura afro-americana já basta para viver uma experiência única em Manhattan. Prometo ser o mais objetiva possível no textão introdutório. (Mas sem ele fica difícil entender e dar o devido valor ao bairro!)

O Harlem era essencialmente agrícola. Foi povoado por holandeses, recebeu imigrantes judeus e latinos e, por ter aluguéis mais baratos, foi se consolidando como uma referência para os negros que vinham do sul dos Estados Unidos fugindo do preconceito e da segregação racial.

Na década de 20, foi do auge — com o Harlem Renaissance (uma explosão cultural que tinham nomes como Louis Armstrong à frente) —  à decadência total com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929, o crash que deu todo o sentido à frase comer o pão que o diabo amassou.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

F.A.Q. | Como tirar o visto americano: perguntas frequentes

Vista de Manhattan desde o Brooklyn

Há anos o sistema de emissão do visto americano se modernizou e o processo ficou bem mais fácil e rápido.(Veja nosso passo a passo ilustrado para tirar o visto aqui, aqui e aqui.) Mesmo assim, ainda é necessário passar por várias etapas burocráticas e reunir diversos documentos que comprovem sua situação financeira e vínculos com o Brasil. Além disso, salvo os que estão isentos, é obrigatório passar por uma entrevista presencial no consulado. Seguem as perguntas e repostas com as dúvidas mais frequentes nas caixas de comentários!

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PLANEJAMENTO

1. Quais são os documentos necessários para solicitar o visto americano?

Antes de começar a preencher formulário DS-160 tenha em mãos o passaporte com validade mínima de seis meses, CPF e o visto antigo, se houver. Em seguida você deve preencher o formulário DS-160 (veja aqui o post com o preenchimento passo a passo), pagar a taxa consular MRV e agendar a entrevista (veja aqui o post de como pagar a taxa e agendar a entrevista.).

2. Um amigo meu tirou o visto e teve que fazer upload de uma foto digitalizada. Mas no meu processo não aparece esta opção, o que eu faço?

Não é mais necessário fazer upload da foto durante o processo. Sua foto será tirada no CASV juntamente com a coleta das suas digitais (biometria). Mas, mesmo assim, o consulado recomenda levar uma foto 5 x 7 com fundo branco, sem óculos, sem franja, sem sorrir e mostrando as orelhas.

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3. Meu filho tem menos de 16 anos. Ele precisa comparecer ao CASV para tirar a foto?

Não. Menores de 16 anos e maiores de 66 anos NÃO precisam comparecer ao CASV. Um responsável pode entregar a documentação, não precisa ser nem o pai ou a mãe. Neste caso leve duas fotos 5 x 7 com fundo branco, sem óculos, sem franja, sem sorrir e mostrando as orelhas. Caso queira levar seu filho, não há problemas, eles tiram a foto na hora. No entanto, se seu filho tem menos de dois anos o consulado recomenda levar as fotos, mesmo que a criança esteja com você. É que, neste caso, como a criança é muito pequena é melhor garantir uma foto antecipadamente com calma. Atenção: alguns sites dizem que pode tirar a foto com óculos. Mas NÃO pode. Se você chegar lá com uma foto da criança com óculos terá que providenciar outra.

4. Não tenho passaporte, posso solicitar o visto?

Não. Você precisa do número do passaporte para colocar no preenchimento do formulário DS-160.

5. Já dei entrada no processo do passaporte, posso preencher a DS-160 só com o número do protocolo?

Não. Você precisa do número do passaporte para colocar no preenchimento do formulário DS-160.

6. Quem está isento da entrevista no consulado?

Toda e qualquer pessoa que estiver renovando e teve visto emitido após 1º de janeiro de 2008 e menores de 16 anos e maiores de 66 anos. Nestes casos, só é necessário levar a documentação ao CASV. Menores de 15 anos e maiores de 66 não precisam sequer comparecer ao CASV. Um terceiro pode levar a documentação.

7. Qual o tempo de espera para conseguir o visto?

O governo americano adotou medidas para agilizar a emissão dos vistos, o que reduziu — e muito — o processo. O prazo para agendamento da entrevista é de duas semanas a 30 dias. Mas geralmente ocorre bem antes disso. No meu caso, assim que paguei a taxa consular o próximo dia útil que aparecia para a entrevista era 48 horas depois. De qualquer maneira, é muito recomendável que você providencie tudo com pelo menos três meses de antecedência antes de viajar.

8. Posso marcar viagem antes de solicitar o visto?

Poder, você pode. Mas não recomendo de jeito nenhum. O próprio consulado pede que o solicitante NÃO marque suas viagens até ter o visto em mãos.

9. Posso renovar meu visto mesmo que ele ainda não tenha vencido?

Sim.

10. Se eu mandar minha solicitação por um despachante terei mais chances de obter o visto?

Para o consulado americano nenhuma pessoa ou empresa tem preferência. Se algum despachante disser isso a você, é mentira.

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+ Como usar o metrô de Nova York

PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO

11. O consulado recomenda não marcar a viagem antes de obter o visto, mas pergunta no formulário onde eu vou me hospedar. O que eu coloco?

Coloque o nome do hotel onde você pretende se hospedar. Se você mudar de hotel quando realmente for aos Estados Unidos não há problema algum. Agora, cuidado. Se você declara que ganha R$ 4.500,00 não vá selecionar um hotel cuja diária é de US$ 800. Escolha algo compatível com sua realidade financeira, pode ser até um hostel (albergue).

12. Os formulários são diferentes para homens e mulheres?

Sim. O questionário dos homens costuma ter mais perguntas que o das mulheres e o formulário para menores de 16 e maiores de 66 anos costuma ser mais sucinto.

13. Por um descuido não anotei meu ID do formulário e não consigo dar prosseguimento ao processo. O que eu faço?

Ligue para o CASV (veja os números no fim deste post) e tente falar diretamente com o consulado.

14. Depois de preenchido e enviado percebi um erro de informação no formulário. Tem como corrigir?

Depois que o formulário foi enviado não tem como corrigir. Se for um errinho de número de telefone, por exemplo, não há problema. Mas os nomes, número de passaporte, data de nascimento, entre outras informações pessoais, não podem conter erros de jeito nenhum. Neste caso você deve preencher OUTRO formulário DS-160.

15. Mas eu só percebi o erro depois que eu já havia agendado a entrevista. Tenho que pagar novamente a taxa?

Não. Depois de preencher um novo DS-160, volte ao site onde agendou a entrevista e atualize com novo código de confirmação (ID) que é iniciado com AA00. Será gerada uma nova confirmação de agendamento Não precisa cancelar o agendamento.

AGENDAMENTO DA ENTREVISTA

16. Depois de pagar a taxa consular (MRV) quanto tempo eu tenho para agendar a entrevista?

Você poderá agendar sua entrevista até um ano após o pagamento da taxa. Depois deste período você perde a taxa e tem que pagar novamente.

17. Posso agendar minhas entrevistas no CASV e no Consulado para o mesmo dia?
O consulado de São Paulo não permite agendar uma entrevista no CASV no mesmo dia de sua entrevista no consulado. (Mas há leitores que relatam que conseguiram fazer isso em outros CASVs, como no Rio de Janeiro.) Após agendar o CASV você pode marcar sua entrevista de um a oito dias depois. É possível, também, agendar entrevistas em dias consecutivos no CASV e no Consulado, por isso os CASVs estarão abertos aos domingos para facilitar esse processo. Se não existir um CASV próximo à residência do solicitante, infelizmente, ele terá que se deslocar duas vezes ou permanecer por uma noite na cidade escolhida para a entrevista. Os CASVs funcionam de segunda a sexta, das 7h às 18h, e abrem aos domingos das 13h às 18h. Não funciona aos sábados.

18. Posso agendar a entrevista para mim e para minha família no mesmo horário?

Sim, você pode agendar uma entrevista para até dez pessoas da mesma família no mesmo horário. No entanto, você terá que preencher um formulário DS-160 e pagar uma taxa de solicitação de visto (MRV) para cada membro da família. Após a finalização de inscrição do formulário aparece um botão “Incluir membro da família”.

19. Não consigo incluir todos os membros da minha família no mesmo horário. O que fazer?

Agende a entrevista separadamente, mas no mesmo horário dos outros membros. E compareçam todo juntos. Tanto no CASV quanto no consulado eles não separam as famílias. É só chegar e informar a situação. Caso não consiga agendar todos para o mesmo dia e horário será necessário cancelar o agendamento anterior e tentar novamente até que todos sejam cadastrados juntos.

20. Comecei a preencher o formulário e não consegui terminar? Quanto tempo tenho para concluir o processo?

A cada etapa de preenchimento do formulário você deve salvar o documento (existe um botão específico para isso durante o processo). Caso não consiga concluir o preenchimento salve tudo e você terá até 30 dias para finalizar o pedido.

21. Necessito mudar a data da minha ida ao CASV e/ou Consulado. É possível?

Sim. Você pode fazer esta alteração diretamente no site até 24 horas antes do horário  agendado.

22. Quantas vezes posso remarcar/cancelar minha entrevista?

Não existe um número limitado, apenas lembre-se de que você deve concluir todo o processo em até um ano após o pagamento da taxa consular (MRV).

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IDA AO CASV

23. Quais são os documentos necessários para levar ao CASV?

— Passaporte com validade mínima de seis meses.

— Passaporte com visto antigo, se houver.

— Página de confirmação de preenchimento do DS-160. É uma folha impressa com o código de barras que aparece após o envio da DS-160. Não precisa levar o formulário preenchido.

— Página de confirmação de agendamento do CASV (onde aparecem dois códigos de barra no final).

24. Vou levar ao CASV a solicitação de visto para um sobrinho (filho, amigo), preciso de alguma autorização para entregar os documentos?

Não.

25. Posso entrar com bolsa ou mochila no CASV?

Sim, mas o celular deve estar desligado. Se eles pegarem seu celular ligado dentro do CASV o seu processo é cancelado. Já no consulado pode levar bolsa (desde que pequena), mas o celular (ou qualquer aparelho eletrônico, até fone de ouvido) não entra mesmo que desligado. Tanto nos arredores do CASV quanto do consulado há guarda-volumes que cobram entre R$ 5 e R$ 10 pelo período.

ENTREVISTA NO CONSULADO

26. Quem deve comparecer ao consulado para fazer a entrevista?

Todos os solicitantes que não se enquadrem em um dos critérios de isenção de entrevista (menores de 16 anos e maiores de 66 anos) ou que não estejam renovando o visto deverão comparecer pessoalmente à Embaixada ou ao Consulado Americano para fazer a entrevista.

27. Quais documentos necessito levar para a entrevista no consulado?

Documentos obrigatórios:

— Passaporte com validade mínima de seis meses

— Passaporte anterior caso ele tenha um visto americano vencido ou que está prestes a vencer

— Confirmação do formulário DS 160 (aquela folha com o código de barras)

Documentos opcionais, mas que são recomendados levar:

— Comprovante de renda (IR, carteira de trabalho, contra-cheques, pró-labore, entre outros.)

— Extrato bancário dos últimos 3 meses (tanto da conta corrente quanto da poupança, se houver)

— Comprovante de matrícula em faculdade, escola, colégio, MBA e afins

— Carta convite de uma pessoa/empresa dos EUA caso você esteja indo participar de um congresso, por exemplo

— Comprovante de residência

— Comprovante de imóveis próprios

28. Outra pessoa irá pagar minhas despesas. Que documentos necessito levar?

Você precisa levar documentos que comprovem que esta pessoa tem condições financeiras para pagar todas as suas contas. (Veja na pergunta anterior quais são estes documentos). Além disso, ela tem que preparar uma declaração por escrito com firma reconhecida em cartório dizendo que se responsabiliza pelos seus gastos durante sua viagem. Mas nem sempre o consulado pede esta tal carta.

29. Que tipo de roupa devo usar para fazer a entrevista?

O ambiente do consulado, embora sisudo, é informal. Homens não precisam ir de terno gravata e mulheres não precisam ir de vestido e salto. Vista-se adequadamente como se estivesse indo a uma reunião entre amigos. Apenas, evite chinelos, bermudas e vestidos curtos.

30. Ainda não completei 18 anos, posso fazer a entrevista sozinho?

Não. Você vai precisar da presença de um dos seus pais ou responsável legal. Lembrando que menores de 15 anos estão isentos da entrevista.

31. Tenho que falar inglês na entrevista?

Não, a entrevista pode ser em português.

32. Quais são as principais perguntas durante a entrevista?

O agente vai perguntar seu propósito de viagem (turismo), com quem vai, quanto tempo pretende ficar, se já visitou os Estados Unidos anteriormente, se já conhece outros países, onde você trabalha, se estuda ou se é casado.

33. Meu visto não foi negado, mas também não foi concedido. Ele entrou em “processamento administrativo”. O que é isso?

Alguns vistos entram neste processo porque o agente consular julgou necessário um prazo maior para avaliar a concessão ou não do visto. Você será informado sobre essa necessidade durante a entrevista. Este processo pode demorar até 60 dias (e seu passaporte ficará retido durante este tempo).

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VISTO CONCEDIDO

34. Meu visto foi concedido. Como receberei meu passaporte?

Durante o processo de agendamento no CASV você escolheu a forma de entrega do seu passaporte que poderá ser feito em um endereço indicado por você ou retirado pessoalmente.

35. Qual é o prazo de devolução do passaporte com visto?

Geralmente são 10 dias úteis após a entrevista, a não ser que seja instaurado um processo administrativo que é quando o visto não foi negado, mas ainda se encontra em análise. Por isso, é importante NÃO marcar nenhuma viagem em que você necessite do passaporte até que o processo seja finalizado.

36. Recebi o visto e descobri que havia um erro. O que devo fazer?

É muito raro aparecer um erro nos dados do visto. Mas se isso acontecer você terá que levar seu passaporte ao posto consular que o emitiu para fazer a verificação e correção.

37. Meu passaporte expirou, mas o visto continua válido. O que tenho que fazer?

Você terá que viajar com os dois passaportes, o passaporte expirado com o visto válido e o passaporte novo.

38. Meu passaporte com o visto válido foi roubado/perdido/danificado. É possível tirar uma segunda via?

Infelizmente, não. Caso isso aconteça você terá que tirar um novo passaporte e pagar novamente a taxa. Em caso de roubo ou perda é necessário, ainda, anexar ao processo uma cópia do boletim de ocorrência.

39. O visto garante minha entrada nos Estados Unidos?

Não. O visto é obrigatório, mas não garante sua entrada. Na imigração, o agente é quem decide se você entra ou não. Mas estando com todos os documentos certinhos (passagem de ida e volta, reserva de hotel, seguro de saúde, dinheiro, cartão de crédito) não há porque ter problema.

40. Após minha entrada nos EUA poderei ficar quanto tempo no país?

Mais uma vez será o agente de imigração quem vai decidir. Mas, normalmente, o prazo concedido é de seis meses.

41. Qual a validade do visto americano?

Geralmente o visto tem validade de 10 anos. Mas o agente consular pode emitir, por razões que desconhecemos, um visto com validade menor. Mas é difícil que seja menos de 5 anos.

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VISTO NEGADO

42. Tive meu visto negado. Quanto tempo devo esperar para solicitar o visto novamente?

Não há um prazo específico. Em tese você pode solicitar um novo visto a qualquer momento. No entanto, é necessário haver alguma mudança significativa no seu status financeiro, social ou profissional. E quando for preencher o novo formulário NÃO minta dizendo que nunca teve um visto negado. Estes dados já estão armazenados e mentir é crime grave durante o processo, o que resultará em nova negativa.

 43. Se meu visto for negado posso pedir o reembolso da taxa?

Não, nenhuma taxa é devolvida, uma vez que o processo foi concluído.

DÚVIDAS GERAIS

44. Já comprei minha passagem e reservei o hotel. Se eu levar esses comprovantes para a entrevista aumentam minhas chances de ter o visto aprovado?

Não. O próprio consulado recomenda NÃO comprar nada relativo à viagem antes de ter o visto em mãos.

45. Estarei em trânsito no aeroporto nos Estados Unidos? Preciso de visto?

O visto de entrada nos EUA é necessário para todo o cidadão brasileiro, inclusive crianças, mesmo que simplesmente em trânsito em um aeroporto nos Estados Unidos. Neste caso é necessário solicitar o visto C 1 (visto de Trânsito), específico para este propósito.

46. Não quero fazer o pagamento on-line da taxa consular com cartão de crédito. Há outro meio?

Sim, boleto bancário. Neste caso, você terá que esperar, pelo menos, 24 horas para retornar ao site e concluir o processo de agendamento porque será necessário esperar a compensação do boleto.

47. Existe atendimento preferencial no CASV ou no consulado?

Sim, há tratamento preferencial para pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo (menores de dois anos). Ao chegar tanto ao CASV ou ao consulado você será encaminhado para a fila correta.

48. O consulado faz consulta ao SPC ou Serasa?

Não.

49. Estou com o nome sujo na praça, posso solicitar meu visto?

Sim.

50. Eu não tenho renda fixa, não declaro imposto de renda e tenho poucos vínculos comprovados com o Brasil. Será que eu consigo tirar o visto?

Será um processo mais difícil, sem dúvida. Quanto à falta de rendimento você pode declarar que outra pessoa vai pagar seus custos (e levar os comprovantes de renda desta pessoa). Mas se você não tiver vínculo algum com o Brasil (como uma matrícula em uma escola/universidade, por exemplo), o agente terá todos os motivos do mundo para negar seu visto.

51. Já vivi ilegalmente nos Estados Unidos e quero voltar para passear. Quais as minhas chances de obter o visto?

A lei americana determina que imigrantes ilegais não podem pisar em solo americano até 10 anos depois de ter deixado o país. Isso significa que se faz menos de 10 anos que você voltou de lá, é bem provável que seu visto seja negado. Caso já tenham passado estes 10 anos tente reunir ao máximo toda a documentação necessária para comprovar seus vínculos e situação financeira no Brasil.

52. Tenho visto do Irã, Israel, Líbano (ou Coreia do Norte ou Síria ou Cuba) posso solicitar o visto dos Estados Unidos?

Sim, sem problemas. Não está escrito em nenhum lugar “se você tiver visto de tal país” não pode solicitar o visto americano.

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Telefones dos CASVs

Belo Horizonte (31) 3956-0800

Recife (81) 4042-0050

Brasília (61) 3550-0774

Rio de Janeiro (21) 3956-9617 ou 3956-0580

Campinas (19) 3500-2486

Salvador (71) 3500-1637

Curitiba (41) 3908-8125

Santos (13) 3500-6208

Porto Alegre (51) 3500-1460

São Paulo (11) 3858-0957 ou 3958-7007

Se for telefonar a partir dos Estados Unidos ligue para (703)  439-2340

Se usar o Skype: USVISABRAZIL

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IMPORTANTE | O sistema de saúde dos Estados Unidos é um dos mais caros do mundo. Se você viajar sem um seguro internacional corre o risco de pagar uma pequena fortuna para ser atendido por uma simples dor de garganta. Por isso, é importantíssimo adquirir um seguro para viajar tranquilo. Leitor do Matraqueando tem 15% de desconto no seguro da Mondial Assistance, uma das maiores seguradoras do mundo.  Pegue seu cupom aqui e garanta já o seu! Vale para viajante solo, mochileiro, luxo e família. E ainda dá para dividir em até 6 vezes! 🙂

Posts relacionados

Parte 1 | Como tirar o visto americano: passo a passo ilustrado para o preenchimento do formulário DS 160

Parte 2 | Como pagar a taxa do visto americano e agendar a entrevista

Parte 3 | Como é o atendimento no CASV e a entrevista no consulado

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terça-feira, 04 de agosto de 2015

Como usar o metrô de Nova York

Metro de Nova York Chrysler

Embora tenha testado todas as possibilidades do transporte público de Nova York começo a escrever tensa. Não sei exatamente onde está meu trauma com o metrô da cidade (porque o ônibus só conheci no ano passado), mas estou quase certa de que as linhas nominadas basicamente com números e letras exigem demais do meu raso e inexistente raciocínio lógico.

Sem contar que nem sempre as estações do metrô estão interligadas como acontece em Paris, Londres ou Lisboa. Isso significa que é preciso entender bem o mapinha e saber exatamente aonde você quer ir. Algumas linhas atravessam Manhattan de norte a sul. Outras são curtas e servem rotas específicas.

Confesso que os posts que li por aí antes de viajar me ajudaram muito pouco. (Veja, o problema está comigo, não nos posts!) É difícil visualizar ou aprender a usar o metrô de Nova York só na teoria do texto. É muito número, é muita letra, tem um tal de Uptown para cá, Downtown para lá.

Pretendo ser o mais didática possível. Se você achar que eu estou tentando falar com um leitor de cinco anos, não se assuste. É que estou escrevendo e explicando para mim mesma! 😀

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Metro de Nova York

Como  circular de metrô em Nova York

1. Abra o mapa do metrô de Nova York. (É possível também fazer o download neste mesmo link.) Assim, sempre que eu começar a falar e você não entender a lógica do trampo, consulte o mapa para visualizar melhor. Ah, você pode conseguir este mapa gratuitamente nas cabines das estações.

2. O metrô pode nos levar a qualquer um dos cinco boroughs (distritos) de Nova York: Manhattan, Brooklyn, Queens, Bronx e Staten Island. (Para chegar a Staten Island você tem que pegar um ferry grátis no Whitehall Terminal — ao lado do Battery Park, Metrô Whitehall, Linhas N e R. Chegando à ilha você circula com a Staten Island Railway.)

3. Existem muitas linhas que cortam a cidade de norte a sul e poucas opções que levam de leste a oeste. As que fazem o trajeto norte a sul vêm do Bronx (ao norte), cruzam Manhattan inteirinha e chegam ao Brooklyn (já no sul de Nova York). As linhas 4, 5 e 6 sobem e descem pelo lado LESTE da cidade. Já as linhas 1, 2, 3, A e C circulam pelo lado OESTE. Não dá muito para ir pela cor da linha, porque uma mesma cor pode atender a diversas linhas. Vai vendo…

4. Para cruzar a cidade no sentido leste-oeste (ou o contrário) há poucas opções — aí é que entram os ônibus, tema para outro post, aliás. As principais linhas de metrô que fazem esse trajeto são N, R — que vêm do Queens para Manhattan. Há ainda o Shuttle, trem que faz somente o pequeno trajeto entre Grand Central e Times Square e a 7 (linha roxa), além da Q (antiga linha W) que sai do nada para lugar nenhum. Ela começa (ou termina) na estação Astoria-Ditmars Boulevard (pros lados do aeroporto La Guardia). É claro, ela deve atender a muita gente como os moradores. Mas turisticamente não ajuda muito, até porque quem quiser usar o transporte público para sair do La Guardia tem que pegar um ônibus até a estação Astoria Boulverda e de lá o metrô. Nhé! Não há linha de metrô atravessando o Central Park. Para cruzá-lo de um lado pro outro somente a pé, de ônibus ou táxi.

5. Compre seu MetroCard. É um cartão com tarja magnética que dá acesso ao metrô, ao ônibus e ao bondinho (tram) de Roosevelt Island em Nova York. Eu explico aqui como comprar e usar o MetroCard num passo a passo com fotos.

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Metro de Nova York como circular pela cidade

6. Antes de entrar na estação observe se o trem vai para o norte (Uptown) ou para o sul (Downtown) da cidade. Caso você pegue para a direção errada — e isso pode acontecer algumas vezes — fique calmo e tente fazer o caminho inverso para voltar. O detalhe é que, dependendo de onde você pegou o metrô, para mudar de direção é necessário pagar nova passagem (às vezes até sair daquela estação e pegar em outra no lado oposto da rua). Muitas estações não estão interligadas. Na prática, desenhando, é assim: se você está na 33 St (olha lá no mapa!) e quer ir para 110 St, significa que você quer subir, ir para o norte da cidade — sentido Queens e Bronx. Então sua direção é Uptown. Mas se o número diminuir (você quer ir para a 14 St, por exemplo), sua direção é o sul, sentido Brooklyn. Então, escolha Downtown.

7. Já a espera na plataforma é outro momento em que a pressão arterial explode. Saiba que vários trens (com diferentes destinos) vão passar por ali. Avisos luminosos destacam quais estão chegando. Então confira o mapa, leia o aviso eletrônico e confirme se o trem da vez é o seu ou não.

8. Mas nada é tão ruim para o nosso entendimento que não possa piorar. As linhas oferecem dois tipos de serviço: Local ou Express. A linha Local para em todas as estações. A Express pula várias e só para nas principais, geralmente as mais movimentadas e turísticas. É uma linha mais rápida, daí o nome: express. Na frente do trem e nos avisos eletrônicos aparecem a informação “local” ou “express”. Cuidado para não pegar a linha express como uns e outros fazem (serei eu, mestre?) e pular justo a estação na qual você queria descer. O mapa do metrô também indica as paradas. Quando a estação tiver bolinha preta somente param os trens locais. Já nas estações com bolinhas brancas param expressos e locais. Para não confundir, anote aí as linhas expressas: 2 e 3 (vermelha), A (azul), Q (amarela), 4 e 5 (verde), B e D (laranja).

9. Durante o horário de pico (6h30 às 9h30 e 15h30 às 20h, dias de semana) os trens passam, em média, de três em três minutos. Fora desse horário o tempo de espera pode variar de cinco a oito minutos. E quanto mais tarde fica, dependendo da estação, passam de 20 em 20 minutos. Eu já fiquei 25 minutos esperando numa estação do Brooklyn por volta das 22h30. Importante: o metrô de Nova York funciona 24 horas, mas algumas estações fecham determinadas entradas durante a madrugada.

10. Outra coisa que eu aprendi na raça, ou seja, me ferrando: condutores de trens e metrôs usam dialeto próprio feito para ninguém entender. Às vezes eles avisam que aquele determinado trem vai ser desmembrado ou pular alguma estação (por motivos de avaria, por exemplo). Mas é claro que você não entendeu (não se culpe, o problema não é do seu inglês, mas do dialeto empregado). Quando o cara fala algo e eu não entendo… pergunto aos outros passageiros e toco a vida. Atenção também aos cartazes nas paredes da estação, eles costumam trazer informações importantes.

+ Nova York | Como chegar e sair do aeroporto JFK

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Metro 96 street

11. Expectativa: as estações levam os nomes das ruas onde estão localizadas. U-hu, isso ajuda muito. 😀 Realidade: algumas estações têm nomes iguais, mas passam em linhas diferentes. Fuén fuén. 🙁 Por exemplo, temos a parada 96 St que fica no leste da cidade e a 96 St, no lado oeste de Manhattan (imagem acima). Há cinco (CINCO!) estações com o nome 23 St, uma na linha azul, outra na vermelha, outra na laranja, outra na amarela e outra na verde (imagem abaixo). Como é que uma pessoa de “humanas” como eu poderia entender essa dinâmica?

Metro 23 street

Como ir de metrô às principais atrações turísticas de Nova York

American Museum of Natural History | Linhas B e C. Descer na 81th Street

Brooklyn Bridge | Linhas 4, 5 e 6. Descer na Brooklyn Bridge-City Hall.

Cathedral of St. John the Divine | Linha 1. Descer na Cathedral Pkwy (110th Street).

Chrysler Building | Linhas, 4, 5, 6 e 7. Descer na Grand  Central Station-42nd Street

Chinatown | Linhas N, Q, R, Z e 6. Descer na Canal Street.

Empire State Building | Linhas N, Q, R, B, D, F e M. Descer na 34th Street-Herald Square.

Estátua da Liberdade | Linhas N e R. Descer em Whitehall St. Daqui você anda  uns cinco minutos até o embarque para pegar o ferry que leva ao monumento.

Grand Central Terminal | Linhas 4, 5, 6, 7 e S. Descer na Grand Central-42nd Street

Ground Zero | Linhas 2, 3, A, C, J e Z. Descer na Fulton Street.

Metropolitan Museum of Art (MET) e Guggenheim Museum | Linhas 4, 5 e 6. Descer na 86th Street.

Museum of Modern Art (MoMA) | Linhas E e M. Descer na 5th Av-53rd Street.

Nações Unidas | Linhas 4, 5, 6, 7 e S. Descer na Grand Central-42nd Street. (A ONU está a quatro quadras da estação, uns 10 minutos caminhando.)

Rockefeller Center | Linhas B, D e F. Descer na 47th-50th Streets-Rockefeller

St. Patrick´s Cathedral | Linhas E e M. Descer na 5th Av-53rd Street. Ou linhas 4 e 6. Descer na 51st Street.

The Cloisters | Linha A. Descer na 190th Street.

Times Square | Linhas 1, 2, 3, 7, A, C, E, N, Q, R e S. Descer na 42nd  Street-Times Square. Um trem chamado “Shuttle” faz o pequeno trajeto Grand Station-Times Square.

Wall Street | Linhas 4 e 5. Descer na Wall Street.

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Outras informações

– O metrô de Nova York nem de longe lembra o de São Paulo ou o de Madri. As estações de NY geralmente são feias, sujas e mal cuidadas. Mas não vejo insegurança. No entanto, evitaria circular por ali sozinha e/ou de madrugada.

– As placas indicativas dentro do metrô com os nomes das estações trazem muita informação junta. Ou seja, são pouco intuitivas e de difícil compreensão numa primeira vez. Só para avisar que seu tilt cerebral será normal.

– Existem vários aplicativos para celular para entender melhor o metrô de Nova York. Eu usei o Google Maps mesmo, que dá a rota sem erros. Mas o próprio site do metrô traz uma lista com sugestões de apps: veja aqui.

IMPORTANTE | Os Estados Unidos têm um dos serviços de saúde mais caros do mundo. É imprescindível viajar com um seguro internacional de viagem para não ter que deixar um rim na hora de pagar a conta de uma simples consulta, caso venha precisar. A boa notícia é que leitor do Matraqueando tem 15% de desconto no seguro internacional da Mondial Assistance. Pegue seu cupom aqui e viaje tranquilo! Vale para mochileiro, viajante solo, luxo, aventureiro e família. E ainda dá para dividir em até 6 vezes! Corra: promoção por tempo limitado!

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Orlando sem carro: como ir do aeroporto ao centro e como circular usando o transporte público + o I-Ride Trolley

Orlando Magic Kingdom

Eram apenas seis dias de viagem. Pouco dinheiro e muita disposição. Por certo, o que a gente gasta com ingresso nos parques (ainda mais em família) dá quase para dar entrada num carro popular. Como não é possível pensar em férias de forma racional — o que você investe em uma semana de hotel equivale ao seu aluguel do mês — nosso lema da viagem (que incluía Nova York) era economizar muito sem perder a dignidade.

Quando cogitei não alugar carro em Orlando quase apanhei do meu irmão, da minha mãe e dos meus amigos. Chorei as pitangas no Facebook e eis que surge o querido Carlos Monteiro do blog Para a Disney e além! mostrando um post que ele fez justamente sobre essa possibilidade: Orlando sem carro.  Carlos, gradicida eternamente pela graça alcançada.

Foi uma luz e a confirmação da minha suspeita: é mais fácil se locomover com automóvel, sim. Mas você sobrevive muito bem sem ele se fizer um roteiro organizado e priorizar um hotel com traslado gratuito para os parques — nossa opção, aliás.

Alugar um carro em Orlando implica não só no valor do aluguel em si (que até costuma ser bem mais barato que em muitas cidades do mundo), mas também em custos como gasolina, estacionamento dos parques (média de US$ 20 por dia) e pedágios.

Também acho que a cidade é feita para quem está sobre rodas. O veículo se torna fundamental, por exemplo, se você alugar uma casa mais afastada da International Drive – ID (principal avenida de Orlando) ou quiser fazer compras em diferentes shoppings  e lojas da cidade.

Mas já adianto, pegamos apenas um único táxi em Orlando — do hotel ao aeroporto. Porque até na chegada fomos do aeroporto para o hotel usando ônibus de linha. (Cê sabe, a Matraca vai antes para você não se estrepar depois!) 😀

Duas empresas de transporte operam na cidade, a Lynx — que circula em Orlando e “região metropolitana” (Lake Buena Vista e Kissimmee) e o I-Ride Trolley, uma espécie de ônibus fantasiado de bondinho da alegria, que percorre basicamente a região mais turística da International Drive.

Como sair do aeroporto de Orlando usando o transporte público

Como nossa hospedagem ficava colada na International Drive (já falamos dela aqui) pegamos o ônibus Aeroporto – International Drive (linha nº 42) da empresa Lynx. Descemos na parada nº 27 da ID, praticamente em frente ao hotel. A passagem custa US$ 2 e a viagem durou 1h40. (Bom, pode parecer muito, mas recentemente fiquei duas horas dentro do ônibus executivo para ir do aeroporto Santos Dumont à Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. Nhé!) De táxi seriam US$ 45.

Importante destacar que eu não estava chegando do Brasil, eu vinha de Nova York — um voo curto de 2h30. Enfim, estava descansada e com o entusiasmo no grau máximo: primeira vez na Disney. Gritinho Big Brother, u-huuu!

Por isso, pense bem antes de enfrentar essa odisseia se estiver vindo de um voo intercontinental. (Imagine você saindo de Porto Alegre, fazendo conexão em Guarulhos, de lá voando para Orlando, chegando a Orlando e.. pegando um ônibus que demora 1h40 para chegar ao hotel? Poizé! Eu fui antes para você não se estrepar depois.)

Orlando sem carro Lynx

Para ir do Aeroporto a Orlando Downtown (centro) pegue a linha 11 ou 51. Já para fazer o trajeto Aeroporto – Florida Mall utilize a linha 42 (a mesma que eu peguei) ou a 111 (que também leva à Walt Disney World). Os percursos são sempre bem demorados, taí a grande desvantagem para quem tem pressa. Se você optar pelo transporte público — porque não quer/pode dirigir — leve doses extras de paciência e disposição na bagagem. O  ponto da Lynx no aeroporto está no Ground Transportation (Level 1), localizado no lado A do terminal principal. As plataformas vão da A37 a A41 (a linha 42 para no ponto da 41). É só perguntar que indicam para você o caminho.

Importante | Se você estiver hospedado dentro dos hotéis da Disney (sooonho meu!) há o Disney’s Magical Express, que faz o traslado gratuito do aeroporto até o complexo. E lá dentro há ônibus gratuitos para os hóspedes se locomoverem entre um parque e outro da Disney.

Como circular em Orlando usando o I-Ride Trolley

Para quem fica hospedado na região da International Drive o I-Ride Trolley é um excelente opção. São ônibus (não municipais) fofíssimos, meio retrô com bancos de madeira.  Existem passes de 1, 3, 5, 7 e 14 dias.  Eu comprei o passe de cinco dias (US$ 9 por pessoa) e poderia usar o trolley quantas vezes quisesse neste período.

Orlando sem carro I Ride Trolley Estados Unidos

Com ele você chega tranquilamente aos dois principais outlets da cidade (Premium Vineland e Premium Intrenational Drive), além dos parques Sea World, Aquática e Wet’n Wild. Sem contar que ao longo da International Drive há d.e.z.e.n.a.s de restaurantes e lojinhas. São quase 80 paradas.

Há duas linhas, a Red Line Trolley (linha vermelha) e a Green Line Trolley (a linha verde). A Red Line percorre toda a ID – do Outlet Premium International Drive ao Outlet Premium Vineland (cada um fica num extremo da gigante avenida). O Red Line passa a cada 20 minutos.

Orlando sem carro I Ride Trolley pass

A Green Line tem paradas semelhantes, mas em alguns trechos ela pega vias paralelas e alcança a Universal Boulevard, por exemplo. A Green Line passa a cada 30 minutos. Eu só usei praticamente a Red Line. Veja o mapa aqui. (Ao entrar no I-Ride Trolley você também pega o mapinha que, além de esmiuçar todas as paradas, ainda vem com vários cupons de desconto para comida, compras  e lazer.)

Orlando sem carro I Ride Trolley

Atenção, as duas linhas oferecem a direção South Bound ou North Bound. Dependendo de onde você quiser ir observe se é a Red Line South Bound ou a Red Line North Bound. O mesmo vale para a linha verde. No começo eu me confundi, peguei para o lado errado… aquela mesma barata tonta no metrô de Nova York confundindo as direções Uptown com Downton. 😀

A Cici’s Pizza, lugar bom e barato para comer em Orlando, fica na parada nº 14 da Red Line North Bound. Mas existe outra unidade da pizzaria na parada nº 20 da Red Line South Bound.

Onde comprar o passe do I-Ride Trolley

Os passes são vendidos em centenas de lugares (pergunte no seu hotel o local mais próximo) — desde lojas, farmácias (como a Walgreens) e on-line. Veja aqui todos os pontos de venda.

Se sua opção for comprar via web, você receberá o voucher por e-mail. É só apresentá-lo ao motorista que ele troca pelo passe oficial, o mesmo que você vai usar durante todo o período de validade escolhido por você.

Orlando sem carro I Ride Trolley single fare

Os passes não são vendidos a bordo, somente o tíquete avulso. O motorista não trabalha com troco, portanto, tenha dinheiro exato para comprar o bilhete single: US$ 2. Crianças de 3 a 9 anos pagam US$ 1 pelo tíquete avulso. (Já os passes têm o mesmo valor para adultos e crianças.)

Horário de funcionamento do I-Ride Trolley

O serviço funciona todos os dias — incluindo sábados, domingos e feriados — das 8h às 22h30. Nos pontos de paradas do I-Ride Trolley você encontra um número gratuito para enviar uma mensagem de texto no celular e saber a que horas vai passar o próximo “bondinho”. Você envia a mensagem e em seguida recebe outra com estas informações.

Como circular em Orlando usando o transporte público Lynx

Confesso que só usei os ônibus da Lynx uma única vez: saindo do aeroporto de Orlando. O I-Ride Trolley me atendeu tão bem que não precisei usar os coletivos da cidade.

A vantagem da Lynx em relação ao I-Ride Trolley é que o bondinho-bus só circula na região mais turística da International Drive, enquanto que os ônibus municipais levam você aos parques da Disney, a regiões como Lake Buena Vista e Kissimmee, ao Walmart, aos shoppings — além do aeroporto, of course.

Mas como meu hotel tinha o traslado gratuito para os parques que eu queria conhecer durante a minha estada (Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios e Universal) e não estava focada em compras não foi necessário pegar ônibus.

Universal Studios

A vantagem do transporte público é o preço: US$ 2 (bilhete avulso) e US$ 16 (passe semanal). Mas a grande desvantagem é exatamente o tempo: são extremamente demorados.

Não dá para sair do parque, dar uma passadinha no outlet e depois ir jantar naquele restaurante badaladinho… de ônibus. Não porque seja incômodo (em Curitiba isso seria muito fácil), mas porque você levaria umas quatro horas (não é exagero) indo e voltando.

Para você ter uma ideia, do meu hotel ao Walmart (coisa de oito quilômetros) levava mais de uma hora (a gente via a previsão pelo mapa google). Não compensava — para nós — pegar o transporte coletivo para fazer este tipo de passeio/compras, o jeito era ir de táxi (uns US$ 30 dólares ida e volta). Ou seja, nos contentamos com a Walgreens 24 horas que  havia em frente ao hotel. :mrgreen:

O site da Lynx é muito completo e organizado. Você consegue ver itinerários e horários , mapas das rotas  e as linhas que percorrem os destinos mais populares. Os ônibus são elétricos híbridos, possuem elevador para pessoas com necessidades especiais e têm ar condicionado.

Para a Universal, por exemplo, pegue as linhas 21, 37 ou 40. Já para a Walt Disney World pegue as linhas 50 ou 56. Atenção: algumas linhas para os parques não são diretas — ainda tem isso! Você tem que fazer uma espécie de baldeação, descer num ponto e pegar outro ônibus para seguir viagem.

As transferências são ilimitadas e gratuitas desde que você solicite o tíquete do transfer diretamente ao motorista assim que pagar a passagem. Dentro dos ônibus há livretos gratuitos com itinerários e horários da Lynx.

Onde comprar o passe da Lynx

Os passes são vendidos em diversos lugares. Entre aqui e coloque o Zip Code (CEP) de onde você estiver para saber o ponto de venda mais próximos ou veja aqui todos os endereços.

É possível comprar on-line também. Para o passe semanal escolha a opção Fixed Route 7-Day Standard Pass (US$ 16) ou o Fixed Route All-Day Pass para o passe diário (US$ 4,50).

Horário de funcionamento

O horário de funcionamento varia de linha para linha. Algumas começam às 6h30 e terminam às 19h30. Outras começam às 5h30 e o último ônibus passa às 21h. Alguns vão até meia-noite. Veja os horários aqui.

Vantagens de ficar sem carro em Orlando

Economia. Se isso for fator determinante para você, usar o transporte público vai ser um negócio da China. Eu aguentei bem seis dias sem carro, mas acho que se passasse disso começaria a me irritar. Fiquei com vontade de ir a alguns lugares (lojas e restaurantes mais afastados), mas não fui para não ter que enfrentar o busão (e não queria gastar com o caríssimo táxi da cidade).

Desvantagens de ficar sem carro em Orlando

Demora nos trajetos e poucas linhas servindo os principais pontos de interesse da cidade. Não há opção para voltar para o hotel depois da balada. As empresas param de operar cedo para quem gosta de curtir a noite. Num dia de chuva ou cheio de sacolas voltando do outlet… enfrentar o ônibus é para os — muquiranas — fortes!

Matraca Na Disney Instagram 1

+ 5 dicas para se dar bem em Orlando sem carro

1. Priorize um hotel em Orlando que tenha traslado gratuito para os parques com horários convenientes (o que significa sair cedo e voltar no final do dia). Algumas hospedagens oferecem transfer, mas a van chega mais de 11h no parque e volta às 17h. Oi? No hotel onde ficamos, nos dias de festas especiais como o Mickey’s Very Merry Christmas Party (o Natal do Mickey), tínhamos vans disponibilizadas pelo hotel que voltavam em horários diferenciados (mais tarde), uma vez que a festa começa às 18h e termina à meia-note. Isso foi uma grande vantagem!

2. Se sua ideia é conhecer o Busch Gardens (que fica na cidade de Tampa, a 130 km de Orlando) use o traslado gratuito oferecido pelo próprio parque. Para ter acesso a este benefício compre o ingresso e depois agende o transporte aqui. O detalhe é que o ônibus passa em vários hotéis (incluindo os da Disney) e você chegará por volta de 11h30 ao parque. O horário de saída vai depender de onde você pegar o traslado.

3. O Legoland (que fica na cidade de Winter Haven, a 40 minutos de Orlando) também oferece transporte, mas não é gratuito. Custa US$ 5 por pessoa (mais taxas) e a viagem dura em torno de uma hora. O ponto de embarque é único: International Drive, 360. Saídas às 9h. É recomendável chegar com 30 minutos de antecedência. Reserve aqui.

4. Se você estiver hospedado nos hotéis da Disney e quer vir para a região da International Drive sem carro talvez a solução mais econômica seja pegar um táxi até o Outlet Premium Vineland (calcule uns US$ 30 a corrida) e de lá usar o I-Ride Trolley.

5. Bom, nossa ideia de não usar carro em Orlando foi para economizar. Mas se você não dirige e dinheiro não é problema existem táxis e shuttle. Como disse acima só usei o táxi no último dia de viagem para ir do hotel ao aeroporto. Calcule as tarifas pelo site Taxi Fare Finder.  Algumas empresas (como a SuperShuttle)  fazem traslados de/para o aeroporto a partir de US$ 18 por pessoa (parando em vários hotéis) ou exclusivo a partir de US$ 75 por carro (com capacidade para 7) levando você diretamente ao destino. Já Mears (a maior companhia de transporte privado de Orlando) faz vários tipos de traslados na cidade, incluindo hotel-parques-hotel. Consulte valores aqui.

A pergunta que não quer calar? Eu voltaria para Orlando sem carro? Se for para uma estadia curta e ficando num hotel que tivesse os traslados necessários para o meu roteiro, sim, com certeza! Calculamos nessa brincadeira uma economia de US$ 350 dólares no aluguel do carro (incluindo gasolina e estacionamento dos parques). Dimdim muito bem guardado para a próxima viagem! 😉

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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Nova York pela primeira vez: roteiro de 3 dias

Nova York Chrysler

Taí um post que não sei exatamente como escrever: roteiros fechados de acordo com determinado número de dias. Eu gosto mesmo é da fórmula bairro a bairro, marca registrada no blog e nos Guias Matraqueando. No meu sistema preferido a pessoa escolhe uma região da cidade para passear (uma manhã, uma tarde ou o dia inteiro) e desenvolve o passeio a seu bel-prazer.

Mas entendo que essa tomada de decisão não é nada fácil para quem vai pela primeira vez a uma cidade do porte de Nova York. Estamos falando do centro do centro do mundo. E exatamente como acontece com os grandes destinos europeus, o leque de atrativos não acaba nunca. Há dezenas de museus, centros culturais, parques, praças, feiras, lojas, comidinhas e um sem fim de shows e espetáculos (a Broadway é aqui, lembra?).

Nova York I love NY camisetas

A cidade é dividida em cinco distritos: Bronxs, Queens, Brooklyn, Staten Island e Manhattan. A jurupoca começa a piar justamente quando você se pergunta onde se hospedar. Hotel bom e barato em Nova York é lenda urbana. O que você encontra são algumas opções com relativo bom custo/benefício.

Muitos preferem ficar na região conhecida como Midtown, em Manhattan (a área mais turística de NY), mas até o Brooklyn (antes decadente) e o Harlem (sempre marginalizado) ressucitaram e podem ser interessantes se o seu estilo de viagem for mais cool e desencanado.

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NOVA YORK | ROTEIRO DE 3 DIAS

É sua primeira vez em Nova York? Tem só 72 horas na cidade? Então, não queira pagar de viajante padrão Ed Motta e ignorar os principais, manjados e disputados atrativos turísticos. Quem tem medo de dor de barriga não come, né. Então, se joga, migão! Você ainda vai voltar muitas vezes!

Cinco dias seriam o mínimo do mínimo para conhecer o básico da cidade, é bem verdade. Mas se não der para ficar mais tempo, nada de mimimi. Portanto, analise bem seu ritmo e adapte o passeio à sua expectativa e disposição.

1º DIA | LOWER MANHATTAN

Você pode começar pelo Battery Park (Metrô South Ferry – Linha 1) de onde saem as balsas para a Estátua da Liberdade (Liberty Island) e para Ellis Island, que abriga o Museu da Imigração, grátis — mas não o conheço e não sei dizer se vale a pena. A visita à estátua custa US$ 18 (ou US$ 21 para subir à coroa) e o ingresso pode ser comprado on-line ou no quiosque do parque que fica no Castle Clinton — um forte construído em 1812 aberto à visitação.

Nova York Vista Manhattan Passeio State Island

Vista de Manhattan no ferry grátis que leva a Staten Island

A opção muquirana superluxo para quem não quer pagar para (ou não tem interesse em) visitar a estátua é pegar a balsa gratuita no Whitehall Terminal, (ao lado do Battery Park, Metrô Whitehall – Linhas N e R) até Staten Island. Durante o trajeto, que dura uns 25 minutos, além de passar próximo à Estátua da Liberdade você tem a visão do lindíssimo skyline de Manhattan.

Financial District

Saindo do Battery Park pegue a Broadway, uma rua que corta Manhattan de norte a sul, em direção ao Financial District. Caminhando cinco minutinhos você chega ao Bowling Green Park onde está o Charging Bull, o touro de bronze — escultura famosa do artista ítalo-americano Arturo di Modica.

Nova York Charging Bull

Charging Bull: o poderoso touro de bronze em Wall Street

Talvez seja a atração gratuita mais disputada de Nova York. Reza a tradição que passar a mão nos testículos do cidadão atrai prosperidade e fortuna. E a jacuzada (presente!) não se faz de rogada para garantir uma foto com o tal do boizão poderoso.

Ainda pela Broadway, duas quadras acima, está a Wall Street (Metrô Wal Street – Linhas 2 e 3), o centro financeiro de Nova York. Observe a arquitetura histórica da região onde nasceu a cidade. Por aqui temos edifícios lendários como a Bolsa de Valores e o Federal Hall National Memorial, onde George Washington tomou posse como primeiro presidente dos Estados Unidos em 1789.

Escondida e espremida entre arranha-céus do bairro está a Trinity Church, uma igreja anglicana histórica (Broadway, 75, esquina com Wall Street). Subindo um pouco mais Broadway você passará pelo Zucotti Park (pequena praça bastante danificada durante os ataques do 11 de setembro) e sua gigante escultura vermelha Joie de Vivre do escultor Mark di Suvero.

Nova Yorl Memorial September 11

Memorial em homenagem às vítimas do 11 de setembro

Na praça, vire à esquerda na Liberty Street e dois quarteirões mais você está no Ground Zero, a área onde ficavam as Torres Gêmeas. Estive pela primeira vez neste local seis meses após os atentados de 2001. Apesar de ter voltado aos Estados Unidos em outras oportunidades, somente no ano passado quis novamente visitar a região.

O Memorial construído é lindo, silencioso, sereno e, sim, triste. Aqui fica o National September 11 Memorial & Museum  (Metrô Fulton – Linhas 4 e 5 e Cortlandt – Linhas N e R), construído no subsolo das torres. A visita ao museu dói e causa certa angústia por remeter vivamente àquela manhã trágica.

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Nova York Memorial 11 setembro

Mas para quem gosta de história e se lembra até hoje onde estava quando recebeu a notícia do acontecido, será um aprendizado e tanto. A entrada custa US$ 24. Gratuito às terças-feiras, a partir das 17h. É necessário pegar diretamente no museu o tíquete free que é distribuído neste dia a partir das 16h.

(Nota: a visita completa ao museu — o que inclui alguns filmes — pode levar de 3 a 4 horas. Analise se cabe no seu roteiro e se está de acordo com seus interesses da viagem).

** Não quero tirar seu foco (1): mas bem ao lado do Ground Zero tem uma Century 21, a loja de departamentos com os melhores preços da cidade. Fica na Courtlandt, 22.

Daqui suba mais três quadras até o City Hall, sede da prefeitura de Nova York. Dependendo do seu ritmo e o tempo dedicado à Estátua da Liberdade e ao Museu 9/11 (ou à Century 21) pode ser que seu dia termine aqui. Mas se você estiver numa cadência mais ligeira vá caminhando até a Brooklyn Bridge (Metrô Brooklyn Bridge-City Hall, Linhas 4, 5 e 6) para conhecer uma das mais afamadas pontes de Nova York. Fica bem pertinho do City Hall.

Nessa sua primeira vez na cidade — e tendo só três dias para desbravar newyorkcity — sugiro tirar uma foto da ponte e partir para o Chinatown (Metrô Canal Street – Linhas 1, 2, 4, 6, J, N, R, Q) que fica grudado no Little Italy que por sua vez fica próximo ao SoHo e ao Nolita. São bairros localizados entre Lower Manhattan e Midtown.

Chinatown e Little Italy

Nova York Chinataown

Chinatown é um universo curioso, um pedaço da China dentro da estrambótica Nova York. Apesar de ser uma região turística, é voltada principalmente para a comunidade chinesa com letreiros, cardápios e placas… em chinês.

É, também, um reduto de compras made in… China. Portanto, o que você vai encontrar aqui não será muito diferente dos bons camelôs da 25 de Março em São Paulo. O passeio vale mais pela experiência antropológica, por assim dizer.

Nova York Little Italy

Da Canal Street suba a Mulberry Street, a principal rua de Little Italy, local cheio de restaurantes, obviamente, italianos. É bem menor que Chinatown, mas mantém algumas tradições como a Festa de San Genaro e diversos cafés que servem o típico cannoli, deliciosa sobremesa siciliana. Aqui fica a tradicional Lombardi’s Pizza. Funcionando desde 1905 é considerada a primeira pizzaria dos Estados Unidos. A Pizza de seis fatias sai a partir de US$ 16. Pagamento só em dinheiro. (Poizé…)

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SoHo e Nolita

Nova York Loja SoHo

Lojinhas inventivas do SoHo

Mas se você quiser algo mais moderninho e hype pule o Chinatown e o Little Italy (ou tente encaixá-los em outro dia) e parta para o SoHo (abreviação de South of Houston Street). Já foi uma região deteriorada. Mas na década de 60, os aluguéis baratos atraíram artistas e designers que passaram a montar seus ateliês e estúdios na região. A arquitetura do SoHo também é singular. São mais de 250 prédios com fachadas em ferro fundido (Cast Iron).

De lugarzinho maluco-beleza o SoHo se transformou em atrativo para ricos excêntricos que passaram a viver nos lofts restaurados do bairro. As lojas são puro delírio para fashionistas e apreciadores do design inventivo. O Metrô Broadway-Lafayette St (linhas D e F) deixa você no miolinho histórico do bairro.

Nova York SoHo

Quase afogado entre SoHo e Chinatown está o bairro de Nolita, uma continuação natural para quem visita o SoHo. Assim como seu vizinho ilustre, Nolita é uma área bacana, mas sem aquela movimentação frenética. A Old Saint Patrick´s Cathedral está na Mott Street com Prince Street. A construção de 1815 foi a primeira igreja católica de Nova York, depois transferida para a Saint Patrick’s da 5 ª Avenida.

Nova York New Museum

New Museum of Contemporary Art: fachada premiada

É nesta região que você pode conhecer o New Museum of Contemporary Art, um museu destinado aos artistas contemporâneos que estão despontando no mercado. Só a parte externa do prédio já vale a visita. Lembra uma coluna vertebral contorcida, projeto dos premiados arquitetos japoneses Kazuko Sejima e Ryue Nishizawa.

(Ah, a uma quadra daqui tem um Whole Foods Market, o templo da comida orgânica fresca e saudável com ótimos preços. 95 East Houston St)

** Não quero tirar seu foco (2): mas na Broadway entre a Prince St e a Houston St tem uma Victoria Secrets. (Não está mais aqui quem falou.)

+ Viagens e passeios de um dia saindo de Nova York

Nova York Brooklyn

Vista noturna de Manhattan a partir do Brooklyn

Dica da Matraca | Caso você opte pelo passeio grátis de balsa só para visualizar a Estátua da Liberdade, não queira visitar o Museu do 11 de Setembro e pule o New Museum of Contemporary é bem provável que sobre tempo para você cruzar a ponte do Brooklyn e jantar por lá mesmo observando uma das vistas mais lindas de Manhattan.

2 º DIA | MIDTOWN

Se você tivesse um único dia em Nova York eu diria para se concentrar nesta região. Midtown reúne alguns dos maiores ícones turísticos não só da cidade como do mundo: Times Square e o Empire State Building. Existem muitas formas de começar seu passeio por aqui.

Nova York Grand Central Terminal

Eu escolheria o Grand Central Terminal (42nd St com a Park Avenue, Metrô Grand Central – Linhas 4, 5, 6, 7 e S) como ponto de partida. É o maior terminal ferroviário do mundo em número de plataformas e umas das construções mais incríveis da cidade em estilo beaux-arts. Observe o teto do Salão Principal (Main Concourse) com uma agradável pintura do céu e suas constelações e astros do universo, além dos três enormes janelões para entrada de luz natural de 23 metro de altura.

A obra é do artista francês Paul César Helleu. Ao sair da estação — que também conecta Manhattan a outros destinos do estado de Nova York e Connecticut — examine a fachada da 42nd Street. O relógio é a maior peça de vidro Tiffany do mundo e está rodeado por esculturas de deuses gregos como Hércules, Minerva e Mercúrio.

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Nova York Magnolia Bakery

Dentro da estação há uma loja da Apple e uma Magnolia Bakery e seus cupcakes consagrados na série Sexy and City. Não achei nada demais. Acho que é mais fama do que sabor. Mas os bolos e as bolachinhas são incríveis. Valeu para matar a curiosidade. Há outras unidades em Nova York.

Nova York Chrysler Building

Continue pela 42nd Street em direção ao lado leste. Você verá o Chrysler Building (405 Lexington Ave esquina com a 42nd St). Quando o prédio de 77 andares — 319 metros de altura — foi inaugurado em 1930 era o mais alto de Nova York. De todos os arranha-céus daqui este é o meu preferido. A torre no estilo art-déco feita em aço inoxidável tem janelas triangulares vazadas e lembra o radiador de um automóvel. Não à toa o prédio reflete o poderio econômico das indústrias automobilísticas da época.

Mais quatro quarteirões e você está na sede da ONUOrganização das Nações Unidas. O prédio é projeto do brasileiro Oscar Niemeyer em dobradinha com Le Corbusier. É possível fazer um tour guiado que dura uma hora. O passeio mostra a história e o funcionamento do lugar e ainda te leva à maior sala de reuniões das Nações Unidas, a General Assembly Hall (Assembleia Geral), local onde os 193 membros da ONU se reúnem para discussões.

O tour custa US$ 18 e o bilhete deve ser adquirido on-line antecipadamente (não é vendido na sede da ONU). Você deve chegar 45 minutos antes do horário agendado para passar pelo sistema de segurança. Não são permitidas crianças menores de cinco anos. (Nota: este tour pode tomar quase 2,5 horas do seu dia, uma vez que é obrigatório chegar com muita antecedência. Analise se cabe no seu roteiro e se está de acordo com seus interesses de viagem.)

Pegue novamente a 42nd Street, mas agora em direção à 5th Avenue. Você chegará à New York Public Library (5th Ave e 42nd St) , um magnífico exemplo do Beaux-Arts, um estilo arquitetônico rebuscado que mistura influências gregas, romanas e renascentistas. O edifício, todo em mármore, é de 1911. Dentro, possui uma gigantesca sala de leitura. Acesso livre.

Nova York I love NY

Atrás da biblioteca fica o Bryant Park. Se você for em novembro/dezembro aproveite a feirinha natalina que acontece por ali. O parque também tem uma pista de patinação no gelo, bem menor que a do Rockfeller Center, mas com uma diferença gritante: é grátis! Patins para alugar a partir de US$ 15 (preço de 2014). Metrô 42st-Bryant Park – Linhas B, D, F e M)

Você já está quase chegando à Times Square. Mas calmaí, deixe para tirar a sua selfie lá quando estiver anoitecendo. A foto vai ficar muito mais linda, garanto. Aproveite que ainda está de dia (suponho) e vá para seu momento-patrão na 5ª Avenida, talvez a rua mais glamourosa do planeta.

Subindo cinco quadras na 5th Ave, a partir do Bryan Park, você chega ao Rockfeller Center, um dos quadriláteros mais imponentes da cidade. O complexo compreende a região da W 48th St à W 51st ST, entre a 5th Ave e 6th Ave.  Abriga 14 prédios comerciais em art-déco. Uma das principais atrações, a Ice-Skating Rink (pista de patinação) fica aberta de outubro a abril.

Nova York Radio City Hall

Já o teatro Radio City Music Hall foi o maior do mundo quando inaugurado em 1932. Os estúdios da rede NBC de televisão (o tour à sede está suspenso no momento por motivo de reforma) e a célebre casa de leilões Christie’s também ficam aqui.

Mas o prédio mais assediado é o G.E. Building, onde está o Top of The Rock, com três observatórios que permitem uma vista de 360º de Nova York, além de favorecer uma belíssima foto do Central Park. É do Top of The Rock (US$ 30 para subir) que você também terá a melhor vista do seu concorrente direto, o Empire State Building.

** Não quero tirar seu foco (3): mas a Saks Fith Avenue, uma das maiores lojas de departamento de Nova York, está praticamente em frente ao Rockfeller Center.

A uma quadra está a Saint Patricks Cathedral (na 5th Ave, entre a E 51st St e E 50th St), maior catedral gótica dos Estados Unidos.

Nova York MoMA

Mais três quarteirões acima a partir da catedral e você chega ao MoMaThe Museum of Modern Art, o museu que abriga uma das maiores (se não for a maior) coleção de arte moderna do mundo. O quadro que marcou o começo do cubismo — Les Demoiselles d’Avigon (1907) de Pablo Picasso — está aqui.

A lojinha do museu é incrível, tem desde fofos imãs de geladeira até pôsteres com reprodução das obras com preços bem honestos. Ah, o MoMA é grátis às sextas-feiras, das 16h às 20h30. (Se esta for sua opção prepare-se para enfrentar a enorme fila!)

(Nota: a visita ao museu pode tomar de duas a três horas do seu dia. Analise se cabe no seu roteiro e se está de acordo com seus interesses de viagem. Por exemplo, entre a visita à ONU e ao MoMa com qual você ficaria?)

Nova York Apple 5th ave

Loja da Apple na 5ª Avenida: aberta 365 dias por ano, 24 horas por dia

Continue pela 5ª Avenida apreciando o gramur da região. Você vai passar pela Tiffany & Co. (nº 727) e mais adiante encontrará o emblemático cubo de vidro da Apple Store, (nº 767), loja que fica aberta 365 dias por ano, 24 horas por dia. Grudada na Apple está a lendária loja de brinquedos F.A.O Schwarz (nº 767) e seu disputado piano no chão onde os turistas tocam músicas pisando nas teclas.

Nova York FAO Schwarz

A lendária loja de brinquedos F.A.O Schwarz

Chegou a hora de voltar. O foco agora é o Empire State Building, que está a dois quilômetros da Apple Store. Você pode descer pela própria 5ª Avenida ou pegar a Madison Ave, paralela, e conhecer outra importante artéria comercial da cidade. Mas com roteiro apertado e para ganhar tempo pegue o metrô na estação 5 Av-59 st (Linhas N, Q, R – a uma quadra da Apple Store) e desça na 34st –Herald Sq (Linhas N, Q, R – ao lado do Empire State).

Nova York Empire State Building

O Empire State  Building tem 102 andares e talvez seja o prédio mais famoso de Nova York. Foi inaugurado em 1931 e durante 40 anos ostentou o título de mais alto do mundo. Perdeu o posto em 1972 com a abertura da torre norte do World Trade Center. O prédio muda de cor de acordo com o dia ou datas comemorativas como o Natal. O observatório (US$ 32 para subir) oferece uma excelente vista da cidade, mas não dá para ver muito bem o Central Park.

A pergunta que não quer calar: Top of The Rock ou Empire State Building? O primeiro tem bem menos fila e permite uma visão maravilhosa da cidade, do Central Park e do próprio concorrente. Já o segundo é o… Empire State Building. Decida! A minha dica é, tendo dinheiro e tempo, visite os dois — um de dia e o outro ao anoitecer. Só não sei se caberia visitar os dois no mesmo dia.

** Não quero tirar seu foco (4): mas a gigante Macy’s está a duas quadras do Empire State Building, na Herald Square (151 W 34th St). A loja de departamento parece um shopping e ocupa uma quadra inteira. Apresente seu passaporte no setor de visitantes e retire um cartão de descontos de 10%.)

Cem metros para frente você chega ao Madison Square Garden, sede de importantes times de basquete e casa de eventos das mais variadas atrações. É possível conhecer o local com um tour.

Nova York Times Square anoitecendo

Se já anoiteceu pegue a Broadway e corra para a, enfim, Times Square. Prepare-se para desequilibrar os chacras. Centenas de luminosos gigantes, telões enormes de propaganda, muitas lojas e restaurantes farão você ficar com dor no pescoço olhando para cima e vendo aquele jogo frenético e intenso de luzes contínuas.

Nova York Times Sqaure Taxis

A Times Square é uma espécie de largo composto por vários cruzamentos. O principal entroncamento está na Broadway com a 7th Ave. Além dos outdoors, a região está cheia de telões das empresas jornalísticas como Reuters e redes ABC e NBC transmitindo notícias o tempo todo. A região abriga também o Museu de Cera Madame Tussauds (o local onde as fotos jacus alcançam seu grau máximo) e as deliciosas lojas Toy “R” Us e M&M, o viciante chocolatinho colorido.

Nova York Times Sqaure Broadway

Se ainda tiver pique para ver algum espetáculo da Broadway vá ao escritório da TKTS (Broadway esquina com 47th St) e compre ingressos com até 50% de desconto para as sessões realizadas no mesmo dia. Ou tente pelo site de desconto.  Há outros escritório da TKTS no Brookylin e no South Street Seaport, perto do Financial District — ambos com bem menos fila.

Nova York Eataly

Eataly: complexo dedicado à gastronomia italiana gourmet

Dica da Matraca | Se você passar batido pela ONU e pelo MoMA pode ser que consiga encaixar neste mesmo dia um pulinho no Eataly (W 23rd St esquina com a 5th Ave, Metrô E 23 St – Linhas N e R), um complexo dedicado à gastronomia italiana gourmet.  Quase em frente ao Eataly está o Flatiron Building, um dos primeiros prédios construídos de Nova York. O nome Flatiron (ferro de passar) vem de sua arquitetura que tem o formato de um ferro de passar roupa. Você tem uma visão boa do edifício a partir do Empire State Building.

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Nova York Highline Park Chelsea

Outra opção é correr para o Chelsea Market (a umas 10 quadras da Madison Square, metrô 14st – Linhas A, C e E) e conhecer, ali perto, o superjardim suspenso, o High Line Park – uma antiga linha de trem transformada em parque.

3 º DIA | UPTOWN – UPPER EAST SIDE E UPPER WEST SIDE

Como em quase todos os roteiros em Nova York a caminhada é o que revela o melhor da cidade. Nesta região, circular tanto pelo Upper West Side (entre a 60th Street e a 110th Street) quanto pelo Upper East Side (entre a 60th Street e a 96th Street) será sua melhor opção para entender a dinâmica, a arquitetura e a história do local.

No lado leste você vislumbra as sofisticadas e elegantes boutiques. É considerada uma das áreas mais ricas de Manhattan. Foi cenário da queridinha série Gossip Girls, que retrata a vida chique e luxuosa de adolescentes novayorquinos.

Nova York Upper West Side

Enquanto o lado leste abriga a aristocracia, o Upper West Side tem fama de acolher intelectuais, escritores e filósofos da cidade. De qualquer forma, ambos bairros são ilustres e caros, onde um plebeu dificilmente teria cacife para comprar seu puxadinho. Já foi reduto de imigrantes vindos do leste Europeu e Alemanha, a maioria judeus. No ano passado eu fiquei hospedada aqui num hotel bacana e econômico.

+ Hotel bom e barato em Nova York: dicas testadas e aprovadas

+ Hotéis bacanas em Upper West Side: sem taxa de reserva e com cancelamento grátis!

O Central Park é uma das estrelas de Uptown. Um dia inteiro seria pouco para desbravar essa imensa área verde de Manhattan. O parque envolve mais de 50 quarteirões — vai de Midtown até chegar ao Harlem. É formado por lagos (o Reservoir é o maior deles), quase 40 pontes, muitos playgrounds (as crianças adoram!) e mais de 90 quilômetros de calçadas para pedestres. Até um tradicional zoológico com 130 espécies animais faz parte do local.

É possível alugar barcos e bicicletas na Loeb Boathouse. Há banheiros públicos e diversas opções de locais para comer como lanchonetes e restaurantes. A região do Central Park está limitada entre a W 59th Street (ao sul) e W 110th Street (ao norte); 5ª Avenida (a leste) e 8ª Avenida (a oeste).

Upper West Side

Nova York Dakota Building

Dakota Building: onde John Lennon morou e foi assassinado

Dentro do parque na altura da 72nd Street, lado oeste, você chega ao Strawberry Fields, uma homenagem a John Lennon idealizada por Yoko Ono. Na mesma rua, saindo do parque está o Dakota Building, prédio residencial em art-déco, onde o cantor morou e foi assassinado em 1980.

Este roteiro não foca o lado gastronômico da cidade, mas não posso deixar de destacar que é aqui, na West 74th Street, que está a Levain Bakery, padaria que produz o melhor cookie do mundo. Não é exagero nem modo de falar. Veja nosso relato completo aqui!

Nova York Levain bakery e Grays Papaya

Sem contar que a duas quadras da Levain está a unidade mais famosa do Gray´s Papaya, o cachorro quente célebre da cidade (acompanhado de.. suco de papaya). Por menos de US$ 5 você compra dois sanduíches feito no melhor estilo americano. Ou seja, almoço e sobremesa para muquirana algum botar defeito!

Ao lado do Levain Bakery está o histórico Beacon Theatre (Metrô 72nd Street – Linhas 1, 2 e 3), perfeito para shows intimistas. Marisa Monte já cantou aqui. Tem uma arquitetura interna lindíssima, não costuma ter muita fila e está longe do agito broadwiano. Veja a grade de shows aqui.

Nova York Museu Historia Natural

Pertinho está o American Museum of Natural History (Museu de História Natural, Metrô 81st – Linhas A, B e C e Metrô 79th – Linhas 1 e 2), quase sempre indicado para quem está com crianças. Mas garanto, agrada a todos. O museu ocupa quatro quarteirões e tem acervo gigante que vai de meteoritos, vasta coleção de fósseis, animais empalhados a esqueletos de dinossauros, incluindo o do Tiranossaurus rex. A entrada tem o valor sugerido de US$ 22 como colaboração — sendo que você pode pagar o quanto quiser para visitar o museu.

A três quadras do Museu de História Natural está outro espaço incrível feito para os bacuris de zero a 10 anos: o Children’s Museum of Manhattan (entre as estações de Metro 79th ou 86th – Linhas 1 e 2). O museu é dividido em quatro andares temáticos. Há brinquedos de vários tipos e quase tudo é interativo.

Há uma programação especial com apresentações de teatrinho e contação de histórias. Custa US$ 11 (adultos e crianças maiores de um ano pagam o mesmo valor). Grátis na primeira sexta-feira do mês, das 17h às 20h. (Nota: você fica três horas facinho aqui dentro. Analise se cabe no seu roteiro e se está de acordo com seus interesses de viagem.)

Ainda deste lado está o Riverside Park, margeando o Rio Hudson. Como é sua primeira vez na cidade imagino que sua opção de área verde vai ficar concentrada no Central Park.

Mas deixo aqui registrado porque o Riverside Park, apesar de ser bem menos turístico, já foi cenário de muitos filmes, tem extensa área arborizada, quadras de futebol, vôlei, basquete e um pôr do sol i.n.c.r.í.v.e.l. Podendo voltar aqui no fim do dia, recomendo. Lembrando que no verão o sol se põe por volta das 21h.

Nova York Estatua da Liberdade Souvenir

Descendo mais um pouco você encontra o Lincoln Center (Metrô 66 St – Lincoln Center), um dos complexos culturais mais respeitados do mundo, daqueles que a gente não sabe que roupa coloca para ir nem onde enfia a mão quando chega lá.

A instituição é dividida em vários espaços entre eles o Avery Fisher Hall (que recebe a Filarmônica de Nova York) e o Metropolitan Opera House, talvez a melhor casa de ópera dos Estados Unidos. O Lincoln Center também é responsável por três grandes festivais anuais na cidade: Mostly Mozart, o Lincoln Center Festival e o American Songbook. Oferece diferentes tours a partir de US$ 18.

Nova York Time Warner

Time Warner Center: gigante centro comercial na Columbus Circle

Caminhe mais três quadras pela Broadway, sentido sul, e logo você estará na Columbus Circle, uma das rotatórias mais emblemáticas de Nova York, aos pés do Central Park. Aqui ficam os dois arranha-céus do Time Warner Center, um supercomplexo que lembra muito um shopping de luxo brasileiro com banheiros limpíssimos à disposição do visitante. São várias lojas (a maioria caríssima, mas tem uma H&M para a gente não morrer de ódio) e restaurantes com preço médio de US$ 120 por pessoa. Ou seja…

Nova York Whole Food Market Time Warner

Whole Foods Market:  buffet por quilo de comida orgânica e saudável

Mas é justamente no subsolo do Time Warner Center que você encontra uma megaloja da Whole Foods Market, o caminho, a verdade e a vida da comida orgânica e fresca. Além de sanduíches e porções de comida para levar, oferece um buffet por quilo maravilhoso. Um bom prato não sai mais de US$ 10.

O chiquérrimo hotel Mandarin Oriental está entre o 35º e 54º andar do Time Warner Center. Oferece vistas espetaculares do Central Park, do Rio Hudson e da linha do horizonte de Manhattan. A diária custa módicos US$ 845, mas mortais como nós podemos almoçar no restaurante do hotel gastando em torno de US$ 50 por pessoa pelo menu do dia.

Só para constar, caso seja do seu interesse, na Columbus Circle também fica o novo Museum of Arts and Design, espaço dedicado à criatividade dos profissionais da área.

Nova York Upper West Side casas

Upper East Side

Para chegar ao lado leste pegue a W 59th Street até a 5ª Avenida. (Dica: se no dia anterior você não conseguiu visitar a megastore da Apple, prestenção, a loja e seu enorme cubo de vidro estão justamente nesta esquina da 5th Ave, entre a E 59th Street e a 58th Street.)

Caminhe até a 2nd Ave com a 60th Street para fazer um dos passeios mais inusitados de Nova York: o teleférico Roosevelt Island Tram. Não é gratuito, mas se você tiver um MetroCard Unlimited (veja aqui como adquirir o seu) não paga nada. O trajeto dura tão somente quatro minutos e oferece uma vista incrível de Manhattan (passa por cima das ruas) e do East River. Parece um tour de helicóptero voando baixo.

+ Como comprar e usar o MetroCard em Nova York

Na 61st Street quase esquina com a Lexington Ave está o Brio, um restaurante italiano agradabilíssimo, atendimento impecável com pratos incríveis e um dos melhores custo/benefício de Nova York. Média de US$ 20 por pessoa (ou menos) sem vinho. Superdica da Marcie do blog Abrindo o Bico que nos levou lá para jantar!

** Não quero tirar seu foco (5): mas há uma loja do estilista norte-americano Michel Kors, um dos mais influentes da sua geração, bem pertinho. Fica na 790 Madison Ave, entre a 66th e a 67th Street. (Tá, se não é para seu bolso vale nem que seja uma olhadinha para apurar o gosto!)

Nova York Museum Mile 5th ave

Um dos marcos desta região, no entanto, fica um pouco mais para cima. É a Museum Mile, um pedaço da 5ª Avenida (entre a 82nd Street e agora até a 110th Street com a chegada do The Africa Center) que abriga nove espaços culturais com imensa diversidade em arte, cultura, história e design. Visitar todos no mesmo dia é humanamente impossível. Veja a lista completa aqui  e escolha aquele que mais agrade ao seu estilo e que esteja de acordo com suas expectativas de viagem. Abaixo, um resuminho dos três museus da Museum Mile que eu já visitei.

Metropolitan Museum of Art | 5th Ave, entre a 82nd e 86th Sreet

Guardadas as devidas proporções, o Met — como também é chamado — é quase um Louvre novayorquino. Talvez esteja entre os maiores e mais importantes do mundo. Tem quase 2 milhões de obras, um acervo que vai de artes egípcias, objetos com mais de 50 mil anos a exposições contemporâneas. O terraço tem uma linda vista do Central Park. Oferece tour em português. A entrada tem o valor sugerido de US$ 25 como colaboração — sendo que você pode pagar o quanto quiser para visitar o museu. O ingresso do Met dá direito à visita na mesma semana ao The Cloisters, museu escondido no Harlem focado na arte medieval.

Nova York Guggenheim e Neue

Neue Galerie | 5th Ave com 86th Street

Um pequeno e maravilhoso museu dedicado à arte alemã e austríaca com destaque para Klimt e Schiele. Não é permitido fotografar as galerias nem a lojinha do museu. Entrada: US$ 20. Grátis na primeira sexta-feira do mês das 18h às 20h.

Solomon R. Guggenheim Museum | 5th Ave com 88th Street

O prédio com fachada de linhas curvas e em espiral é projeto do célebre arquiteto americano Frank Lloyd Wright. O museu tem importante acervo de arte moderna. São mais de 600 obras doadas pelo próprio Guggenheim. Traz nomes como Van Gogh, Kandinsky, Picasso e Chagal, além de uma extensa coleção fotográfica registrada por Robert Mapplethorpe.  Entrada US$ 25. Grátis aos sábados das 17h45 às 19h45.

Nova York Museum Mile

Apresentações de rua durante o Festival Museum Mile

Em breve a Museum Mile vai ganhar um novo museu: o The Africa Center. Localizado inicialmente no Queens, estava fechado desde 2010 para reformulações e transferência para um prédio da 5th Ave esquina com a 110th Street. A instituição acabou de anunciar a contratação da ex-embaixadora dos Estados Unidos em Botswana e especialista em África, Michele Gavin, para ser a diretora do Museu.  A reinauguração estava prevista para março de 2015, mas ainda não aconteceu.

Ah, durante o Festival Museum Mile, que em 2015 acontece no dia 9 de junho, este trecho da avenida fica fechado ao tráfego de carros e todos os museus abrem suas portas gratuitamente. Espere filas quilométricas, já aviso. Além da gratuidade dos museus neste dia, são mais de 20 quarteirões cheios de animação, atividades para crianças e apresentações de rua.

Dica da Matraca | Esta região de Uptown reserva muitos museus. Se não for sua praia você talvez possa tirar meio dia para dar uma esticada ao Harlem (post completo sobre o bairro aqui) e conhecer o maior reduto cultural e comercial dos afro-americanos. Nas minhas duas idas a Nova York no ano passado incluí este bairro, região quase sempre desprezada pelos turistas. Para mim, foi a melhor parte da viagem! 😉

Nova York Harlem

Harlem: fila gigante para assistir ao culto da Abyssinian Baptista Church

Se for domingo, tente assistir ao culto gospel na Abyssinian Baptista Church. Começa às 11h30. Eu cheguei às 9h e já havia fila para entrar. (Atenção: alguns blogs e guias dizem que é possível assistir ao culto das 9h. Não é possível. Este horário é exclusivo para membros da igreja.)

O culto pode chegar a três horas (ou mais!) e não se trata de uma performance de artistas hollywoodianos. É uma cerimônia religiosa. Importante: é proibido entrar com mochilas, fotografar ou filmar. Não há guarda-volume. Você deve tratar o “passeio” como uma experiência lúdica e sensorial, não turística. Veja meu post completo sobre o que fazer, onde comer, onde comprar e ficar no Harlem.

+ Compre com antecedência ingressos para museus e atrações em Nova York e escape das filas!

Nova York bones

Prontinho. Sei que seu ritmo e interesse pessoal podem ser bem diferentes do meu. Leia e releia este post e tire (ou acrescente) o que seja mais viável ao seu modo de turistar. Já disse lá em cima e reforço aqui: este roteiro não é uma receita pronta.

Já vi vários blogs e guias em que a pessoa se concentra somente nos pontos turísticos em si. O cara está lá na Estátua da Liberdade e o cidadão manda pegar um metrô direto para a Times Square. É válido? Se sua ideia é só “ticar” monumentos e pontos turísticos, acredito que sim!

Nova York Trukey leg

Por favor, lembre-se de comer uma turkey leg por mim. Gradecida.

Mas meu céLebro não permite ziguezague na cidade. Por isso, eu particularmente prefiro me organizar por bairros (o que, de certa forma, até consegui neste roteiro de 3 dias) e resolver o que quero ver em determinada região, ganhando tempo e aumentando minha produtividade turística. Lembre-se: Nova York é feita de pessoas e seus estilos. Os atrativos são meros coadjuvantes. Vai ser na sua caminhada de um ponto ao outro que você realmente conhecerá e entenderá a cidade.

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Importante: não tive a ambição neste post de esgotar todos os aspectos e pontos da cidade. Você não vai encontrar aqui uma lista do que é obrigatório ou não fazer, muito menos diquinhas de “lugares escondidos”. Esta é sua primeira vez, néam? Então, pelo menos os clássicos estão aqui. A proposta vai ao encontro do meu perfil pessoal: o que eu gostaria de ter feito na minha primeira vez em Nova York se, naquela época, existissem blogs de viagem para me ajudar! 😀

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Texto e fotos: Sílvia Oliveira | Todos os direitos reservados.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Orlando | Cici’s Pizza: buffet à vontade de massa, pizza, sopa e sobremesa!

Cicis Pizza Onde comer bem e barato em Orlando 1

Sabemos que não é difícil encontrar hospedagem boa e barata em Orlando. Por outro lado não achei tão fácil,  assim, muitos lugares mão de vaca – e decentes! – para comer na cidade. Para começar a comida dos parques é supercara e deixa muito a desejar. Evidentemente que há muitas redes de fast food e é possível se alimentar (porque “comer” seria um termo muito sofisticado nesse caso) gastando pouco.

No restaurante Cici´s Pizza há um certo equilíbrio. Não deixa de ser uma cadeia de fast food (são mais de 500 unidades espalhadas pelos Estados Unidos). Mas você paga um preço muito justo sem ter que apelar para aqueles sanduíches com gosto de plástico. Trata-se de comida de verdade: pizza, massa, sopa e sobremesa à vontade. O velho slogan “All You Can Eat!”

Cicis Pizza Onde comer bem e barato em Orlando Self service

São 28 tipo de pizzas como Queijo, Peperoni, Espinafre ao Molho Alfredo, Buffalo Chicken, Alho, Presunto com Abacaxi e até Vegana. Veja todos os sabores aqui. Uma delas lembra uma focaccia mais grossinha, como se fosse um pão de alho em forma de pizza. Marrrrravilha! Já a pasta é macarrão do tipo cavatappi (lembra o fusilli) com dois tipos de molhos à sua escolha, vermelho ou branco.

Cicis Pizza Pizza Massas Sopas Sobremesas Bom e barato

Matraqueando Instagram

A bancada de saladas é simples, mas não decepciona – principalmente quando você se lembra de quanto está pagando. Rá! Brócolis, tomate, pepino, champignon, azeitona, picles, etc. A sopa de legumes, saborosa e bem temperadinha, pode ser encorpada com o macarrão que estará na bancada ao lado já cozido e sem o molho.

Cicis Pizza Pizza Massas Sopas Sobremesas Bom e barato 1

As sobremesas são brownie, pizza de maçã (parece torta de maçã), pizza Bavária e pãozinho de canela.

Cicis Pizza Onde comer bem e barato em Orlando Self service 2

Tudo isso por US$ 6,99 adulto, US$ 3,99 crianças de 3 a 10 anos e US$ 1,99 menores de 3 anos. A bebida é cobrada à parte e tem sistema refil, você pode repor quantas vezes quiser. Além dos refrigerantes tradicionais, tem lemonade e fanta maçã, que já desapareceu do Brasil há tempos. Bebida grande sai por US$ 2,49; média por US$ 1,99 e kids por US$ 1,39.

Cicis Pizza Onde comer bem e barato em Orlando 2

Caso você precise de uma “proteína” nessa montanha de carboidrato, o Cici’s Pizza serve Bufallo Wings (asinha de frango) acompanhada com quatro tipos de molhos: hot (apimentado), alho, barbecue e parmesão. Cinco unidades por US$ 3,99 e 10 por US$ 7,49.  Ah, é possível comprar a pizza para levar. Neste caso, o preço da pizza grande varia de US$ 6,99 a US$ 13,99.

Cicis Pizza Onde comer bem e barato em Orlando Self service 1

Resumo do Cici’s Pizza: não é um restaurante italiano, é uma rede de lojas que oferece pizza decente (mas não a melhor do mundo) por um preço honesto. O ambiente é limpo, espaçoso, mas não tem luxo ou sofisticação. Oferece wi-fi. Pode ser uma boa alternativa no fim do dia depois de uma longa jornada pelos parques para comer algo rápido, nutritivo e sem gastar muito.

Nota | Em todos os valores mencionados incidem impostos.

SERVIÇO

Cici’s Pizza

Local: 7437 International Drive (parada nº 14 North do I-Ride Trolley).  Está a 3,5 km do hotel onde ficamos hospedados.

Horário: 11h às 23h (dependendo da estação pode fechar mais cedo, às 22h)

Telefone: +1 (407) 226-9822

Estacionamento grátis.

Obs: há outras unidades em Orlando, mas eu só fui nessa.

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Bibbidi Bobbidi Boutique: princesa por um dia na Disney

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Fotos: Sílvia Oliveira

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Bibbidi Bobbidi Boutique: princesa por um dia na Disney

Bibbidi Bobbidi Boutique Fairytale Princess

O coque perfeito. Aquele penteado impecável e uma criança realizada me deixaram intrigada (e por que não, fascinada!) com a proposta do Bibbidi Bobbidi Boutique, o salão de beleza da Disney que transforma meninas em princesas. Tudo começou por obra deste post completinho do blog Viajando com Pimpolhos. Obrigada, Sut-Mie, pela graça alcançada!

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 13

Olha, eu nem sou ligada em princesas (aliás, tenho um rosário de contraindicação para esse padrão perfeito de comportamento alardeado pelas moiçolas), mas aquela visão estética e a proposta lúdica iam ao encontro do que eu buscava na minha primeira vez na Disney com a minha filha de seis anos. A gente queria entrar no clima e se divertir!

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 1

O nome esquisitíssimo — Bibbidi Bobbidi Boutique — compõe parte das palavras mágicas da música que a Fada Madrinha canta enquanto está transformando a Cinderela em princesa.

No dia e hora marcados você chega ao salão, dá o nome da criança e receberá as orientações. No meu caso, o salão estava atrasado e tivemos que esperar 20 minutos para a Mariana ser atendida. Eles dão um aparelhinho que toca quando chegar a sua vez.

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney Downtown

COMO É A TRANSFORMÇÃO

A Mariana não fala inglês, então pedi, se possível, que a Fada Madrinha falasse em espanhol. Não me garantiram nada, disseram que ia depender da disponibilidade. Mas a fada da Mariana saiu-se melhor do que a encomenda. Seu nome é Lilia, venezuelana que está há 8 anos nos Estados Unidos. Lilia compreende o português e fala muitas frases no nosso idioma!

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 2

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 3

Matraqueando Instagram

Assim que a criança senta na cadeira ela escolhe a cor do esmalte (entre duas cores disponíveis) e a cor da maquiagem (que na verdade é só uma sombrinha e um gloss para os lábios). E, então, começa o puxa-puxa.

No post da Sut-mie ela comenta que a sessão foi rápida, coisa de 30 minutos. Pois com a Mariana ficamos mais de uma hora. Era muito cabelo para domar. Chegou um momento que até outra fada madrinha veio ajudar a prender o rabo de cavalo da guria.

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 4

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 5

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 6

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 7

Com o rabinho bem preso, ainda não era hora de finalizar o coque perfeito. Vamos à manicure (a criança deve estar sem qualquer esmalte) e à maquiagem. A Mariana escolheu a sombra azul porque ia combinar com o vestido dela que era de Cinderela. A make é finalizada com adesivinhos de strass no rosto.

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 8

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 10

Por fim, como num toque de mágica e três potes de gel depois, a Fada Madrinha enrola daqui, puxa dali e, tcharaaanm, aparece o coque perfeito! Lindo, exatamente como eu imaginava.

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 11

O penteado é finalizado com uma coroa na frente, uma presilha do Mickey atrás e duas toneladas de purpurina. A purpurina, olha que fofo, cai da varinha de condão da fada madrinha que aproveita para dizer as palavras mágicas… bibbidi bobbidi boo!

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 12

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney Como transformar sua filha em princesa

Em seguida, a criança recebe a faixa de princesa e só então vira para o espelho para ver o resultado final. É um momento fantástico. A única coisa que a Mariana falou foi “Mamãe, mas eu tô muito liiinda!” #modesta

Importante destacar que isso não tem n.a.d.a a ver com adultização da criança. Minha filha não sai maquiada na rua nem usa esmalte no dia a dia. É uma brincadeira, como pular carnaval na matinê ou participar de Halloween. As princesas são contos de fada clássicos e essa experiência, se bem conduzida pelos pais, se transforma num dia inesquecível para nossas pequenas! 😉

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney Downtown  Como chegar

A gorjeta é opcional. Caso você queira fazer esse agrado à Fada Madrinha que cuidou da sua filha o dinheiro é colocado dentro de um envelope (que você pega no caixa) com o nome da cabelereira. E então a criança coloca a “cartinha” dentro do Poço dos Desejos, fazendo, claro, um pedido antes.

Mas a magia está só começando. Ao chegar ao Magic Kingdom muitos funcionários passam o dia chamando a criança de “Princesa” e fazendo reverências. É um negócio tão hipnotizante que chegou um momento que eu tive que falar com muito cuidado para a Mariana: “Minha filha, isso é como o carnaval, é só uma fantasia”.

Anna e Elsa

E eu, medindo as palavras, preocupada em não frustrar a menina, tipo “Papai Noel não existe”… ela me diz. “Eu sei, mamãe, mas a peruca da Elsa é linda!” Rá! :mrgreen:

ONDE FICA O BIBBIDI BOBBIDI BOUTIQUE

Há duas unidades, uma dentro do Castelo da Cinderela no Magic Kingdom e outra na loja da Disney em Downtown Disney.

QUANDO PODE SER FEITA A RESERVA

As reservas abrem com seis meses de antecedência. Ou seja, se você pretende ir em outubro pode reservar a partir do mês de abril. A unidade do Magic Kingdom esgota rapidinho.

Como eu comprei minha passagem para Orlando dois meses antes de embarcar, ao ligar na BBB só havia disponibilidade em Downtown Disney e em horários bem ruins para a minha programação. Portanto, quanto antes reservar, melhor.

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 9

ONDE E COMO FAÇO A RESERVA PARA O BIBBIDI BOBBIDI BOUTIQUE

A grande chatice da coisa: a reserva só pode ser feita por telefone. Ligue para (407) 939-7895. Caso não saiba ou se sinta inseguro em falar inglês peça um tradutor para espanhol ou português. Se for com tradutor em português espere ficar uns 30 minutos na chamada, porque a telefonista faz uma tradução consecutiva. Você fala, ela traduz, a outra pessoa responde e ela traduz para você.

Eu liguei do Skype, um software que você baixa no seu computador (ou smartphone) e permite ligar por valores baixíssimos. É só dizer que quer marcar e eles vão disponibilizar os horários no dia que você pretende levar sua filha (caso ainda tenha horários) ou propor outras datas dentro dos dias que vocês estiverem em Orlando.

Você receberá um número de reserva. Guarde bem este número. Eles não mandam e-mail de confirmação e você não consegue agendar o BBB no My Disney Experience (ferramenta do site da Disney – tem app também – que permite agendar/modificar seus fasts pass  e reservas em restaurantes).

Embora já soubesse que o procedimento seria esse, 10 dias antes de embarcar liguei de novo no BBB só para saber se estava tudo certo com o agendamento.

Mariana e sininho

QUEM PODE FAZER A TRANSFORMAÇÃO

Meninas de 3 a 12 anos. Meninos que estão ali acompanhando as irmãzinhas podem comprar o The Night Package que consiste em um penteado com gel, alguns brilhinhos no cabelo, um escudo e espada. Sai US$ 18,95.

QUANTO CUSTA

Existem quatro tipos de pacotes. São eles:

The Coach Package | cabelo e maquiagem por US$ 54,95

The Crown Package | cabelo, maquiagem e unhas por US$ 59,95 (optamos por esse!)

The Courtyard Package | cabelo, maquiagem, unhas, camiseta da BBB e saia do tipo tutu de bailarina por US$ 94,95

The Castle Package | cabelo, maquiagem, unhas, vestido, acessórios e fotos por US$ 194,95

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney Como marcar por telefone

– Em todos os pacotes, as meninas ganham a faixa, adesivinhos de rosto, dois esmaltes (um rosa e outro azul), o estojinho de maquiagem usado na transformação, o pente e uma mochilinha rosa para carregar tudo. Achei o custo/benefício fantástico!

Bibbidi Bobbidi Boutique Disney 15

– Se sua filha quiser fazer a transformação e preferir algo menos clássico que o coque (chamado de Fairytale Princess), ela poderá optar por outros penteados como Disney DivaPop Princess  ou o Color Star.  Todos custam o mesmo preço.

Vestido Princesas quanro custa na Disney

Você pode comprar o vestido da princesa lá na Disney mesmo. Tem para todas: Ariel, Aurora, Bela, Branca de Neve, Cinderela, Jasmine, Sininho, Tiana, Valente e das irmãs-sensação Anna e Elsa. Qualquer vestido custa US$ 69,95. Mas no Walmart dos Estados Unidos você encontra vestidos de princesas a partir de US$ 19.

Nota | Em todos os valores mencionados incidem impostos.

SERVIÇO

Bibbidi Bobiddi Boutique

Tel: (407) 939- 7895 (reservas só por telefone)

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Fotos: Sílvia Oliveira

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Red Roof Inn International Drive: hotel bom, bonito, barato e bem localizado em Orlando

Onde ficar em Orlando Red Roof Inn International Drive

Não é difícil encontrar hospedagem boa e barata em Orlando. A cidade tem a segunda maior rede hoteleira dos Estados Unidos, perdendo só para Las Vegas. Justamente pela oferta de quartos ser enorme é que fica difícil decidir onde ficar por aqui.

Muita gente prefere alugar casa por questão de segurança (existem muitos relatos de roubos a hotéis na cidade, incluindo dentro dos resorts da própria Disney). Nós decidimos ficar em hotel porque íamos passar somente 6 dias em Orlando e nossa ideia, contrariando todas as recomendações, era não alugar carro. A programação era sair cedo para os parques e voltar somente à noite. Por isso, uma boa localização era meu maior objetivo. O Red Roof Inn International Drive cumpriu com todas as nossas exigências.

Reserva | Pelo Booking.com. O sistema não cobra taxa de reserva e tem cancelamento grátis para a maioria dos quartos, incluindo este.

Hotel bom e barato em Orlando Red Roof Inn International Drive

Matraqueando Instagram

O quarto | Grande, com duas camas de casal. Banheiro novo e limpíssimo. Tem TV de tela plana, cofre, ar condicionado, calefação, secador de cabelo, ferro de passar roupa e uma mesinha de trabalho. Tem carpet (coisa antiga isso, aff!), mas para nós não foi nenhum inconveniente. Atenção: não tem micro-ondas nem frigobar. Para ter essa comodidade você paga US$ 15 dólares a mais na diária. Para nós não fez falta, porque comprávamos logo cedo na Walgreens nosso lanche para levar aos parques e só voltávamos à noite.

Wi-fi | Grátis e funcionou bem.

Hotel bom e barato em Orlando

Localização | O ponto alto do hotel. Fica a poucos metros da International Drive, uma das principais avenidas de Orlando, com fácil acesso aos parques (a cinco minutos do Sea World). Está praticamente em frente ao Convention Center (centro de convenções). A 20 metros do hotel você tem uma Walgreens (uma farmácia com pinta de loja de departamento) aberta 24 horas, ao lado há um Mc Donalds, um Dennys e um Red Lobster. A um quilômetro fica o Pointe Orlando, um shopping com várias lojas e restaurantes. O aeroporto internacional de Orlando fica a 15 quilômetros.

Check-in | A partir das 16h. O pagamento é feito na entrada. Aceita American Express, Visa e Mastercard.

Check-out | Até às 11h. Foi só devolver as chaves e.. bye!

Onde ficar em Orlando Red Roof Inn

Atendimento | Sisudo e sem sorrisos. Nada que nos desagradasse, mas também nada de “padrão Disney de atendimento”. (Aí você se lembra do preço da diária e acha que estão te tratando até bem demais!) 😀

Onde ficar em Orlando Red Roof Inn Piscina

Vantagem | A localização.  Mas o que nos chamou atenção, além da ótima localização, é que o hotel oferece transfer para os parques da Disney (a 10 km) e Universal (a 6 km). Ótimo para quem está sem carro, nosso caso. Os ônibus saem cedo e voltam à noite em horários pré-fixados. Nos dias de festa especial na Disney (como o Mickey’s Very Merry Christmas Party), há mais opções de horário para retorno. O I-Ride Trolley – um ônibus que circula por toda a International Drive – para praticamente em frente ao Red Roof Inn (stop 27) e leva aos dois principais outlets da cidade: Premium International Drive e Premium Vineland. O hotel tem uma boa piscina. Para quem vai de carro o estacionamento é gratuito. O café da manhã é à parte e custa US$ 4. O café, simples, é servido no hotel que fica ao lado e é do mesmo dono.

Desvantagem | Encontramos o que buscávamos, por isso, para nós não houve desvantagem. Por outro lado, se você não contratar o micro-ondas e o frigobar à parte (US$ 15 dólares a mais na diária) saiba que o hotel não oferece um micro nem para esquentar o leite do seu bebê. Achei uma sovinice. :mrgreen:

Preço | Fomos em dezembro (16 a 23) e a diária saiu por US$ 49 (casal e uma criança de 6 anos), mais imposto e taxas. Repetindo: quarenta e nove dólares. Fiz uma pesquisa no Booking.com para julho, altíssima temporada, e a diária sai a partir de US$ 59 (casal) e US$ 79 (casal e uma criança).

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Pagamos todas as nossas despesas de viagem. Não aceitamos convites nem cortesias. Sempre nos hospedamos anonimamente nos hotéis indicados. A proposta é mostrar para você uma resenha íntegra e isenta do lugar. Aqui, você pode confiar!

Disclaimer | Este post contém links para o Booking.com (parceiro comercial do blog) inseridos espontaneamente pela autora.

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Fotos: Sílvia Oliveira

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Nova York | Como comprar e usar o MetroCard

Não sei trabalhar sob pressão. Quando me aproximo de uma maquininha que vende tíquetes de metrô e começa a formar uma fila atrás de mim… eu si perdo toda. Fico tão tensa que quase sempre dou preferência aos guichês com atendentes de verdade.

O detalhe é que em Nova York muitas estações não têm pessoas de carne e osso para ajudar na sua compra. E quando existe um ser vivo disponível para isso pode saber que vai encontrar uma corrente humana gigante à sua frente tentando o mesmo que você: livrar-se da agonia do autoatendimento.

EUA Matraca

Selfie em Wall Street. :mrgreen:

Mas depois que a gente tenta, calmamente, fazer a operação pela primeira vez tudo ficará facílimo em outras oportunidades. Para produzir este artigo quase tive que tomar um calmante porque, além de comprar o tíquete, fotografei o passo a passo para postar aqui. E a filinha atrás de mim só aumentando… Rá! (Importante: tirei estas fotos em junho de 2014, qualquer alteração nas telas das máquinas, por favor, avise-me!)

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O QUE É O METROCARD

É um cartão com tarja magnética que dá acesso ao metrô, ao ônibus e ao bondinho (tram) de Roosevelt Island em Nova York. Com o MetroCard você poderá, por exemplo, usar o transporte público da cidade para viagens ilimitadas (Unlimited Ride) nas opções semanal (US$ 30) ou mensal (US$ 112) ou carregá-lo com um valor específico (Pay Per Ride) — mínimo de US$ de 5 e máximo de US$ 100 — e vai descontando US$ 2,50 a cada viagem viagem feita. *Valores em novembro de 2014.

PARA QUEM É INDICADO O METROCARD UNLIMITED RIDE

Para os turistas que vão passar mais de 3 dias na cidade. Apenas como exemplo, com um MetroCard na categoria Unlimited Ride de 7 dias você pode usar o transporte público (com direito à transferência gratuita no metrô-ônibus e ônibus-ônibus) por todo este período quantas vezes quiser. O metrô de Nova York, aliás, funciona 24 horas por dia!

PARA QUEM É INDICADO O METROCARD PAY PER RIDE

Para quem for passar até 3 dias em Nova York e pretende usar o metrô duas ou três vezes por dia, no máximo. Caso seu roteiro exija o uso excessivo de metrô em 3 dias considere comprar o passe semanal. Reforço que no Pay Per Ride descontam-se US$ 2,50 por cada viagem. *Valores em novembro de 2014.

PARA QUEM NÃO É INDICADO O METROCARD

Para quem só anda de táxi ou quer pagar penitência cruzando Manhattan de norte a sul a pé.

COMO COMPRAR O METROCARD

Toda estação de metrô tem uma máquina de autoatendimento com touchscreen.

MetroCard Nova Yprk como comprar

1. Clique no botão Start que fica no canto superior direito.

MetroCard Nova York idiomas

2. Selecione o idioma. Não tem português (mas tem espanhol). Nesta simulação eu escolhi inglês.

MetroCard Nova York passo a passo

3. Vão aparecer três opções. Selecione MetroCard (ou Single Ride caso queira comprar um único tíquete válido por duas horas).

MetroCard new

4. Após selecionar o MetroCard novamente aparecem três opções: Refill your card (para recarregar um MetroCard), Get card info (para saber quanto dinheiro ainda existe no seu passe) e Get new card (para comprar um novo cartão). Selecione Get New Card. Observe que será cobrado US$ 1 pelo cartão, valor que não é convertido em passagem.

MetroCard Nova York Unlimited Ride

5. Em seguida a máquina pergunta qual o tipo de MetroCard você vai querer: Regular MetroCard ou Unlimited Ride. Selecione Unlimited Ride. (Caso você prefira o Regular Metrocard a página seguinte mostrará algumas opções de valores pré-determinados.

Caso não exista nenhum valor que você queira recarregar, clique em “other amounts” e continue o processo. ATENÇÃO: PATH (sistema ferroviário que liga Manhattan a Nova Jersey), Airtrain (monotrilho do JFK) e Express Bus não aceitam o MetroCard Unlimited Ride.

MetroCard Nova York 7 days

6. Mas como aqui selecionamos o Unlimited Ride aparecem três opções fixas: 7 days – US$ 30, 30 days – US$ 122 e 7 days XBussPass – US$ 55 (que dá acesso aos ônibus expressos que não são cobertos pelo MetroCard normal). A opção escolhida deve estar de acordo com suas necessidades. Nesta simulação selecionei o passe semanal, 7-Day. *Valores em novembro de 2014.

MetroCard Nova York cash

7. Como você quer pagar? Dinheiro (Cash), ATM Card (cartões de débito com conta nos EUA) ou Cartão de Crédito (Credit Card)? Eu selecionei “cash” porque morro de medo destas máquinas engolirem ou prenderem meu cartão (já aconteceu comigo na França, veja que meu trauma com estas engenhocas é antigo!) Se você tiver um cartão internacional de débito pré-pago (tipo VTM ou Global Travel) deve selecionar “Credit card”.

São aceitos também cartões brasileiros internacionais com autorização de compra no estrangeiro. Em algum momento da compra com cartão o sistema pede o CEP (Zip Code) digite 00000 (ou qualquer outro número cinco vezes) e tudo certo! Quando o cartão não é americano eles não verificam o CEP.

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MetroCard Nova York cash credit card

8. Se você selecionar cash tenha em mãos dinheiro trocado porque as máquinas devolvem, no máximo, US$ 8 de troco. Insira o dinheiro e espere a emissão do seu MetroCard. Prontinho!

MetroCard Nova York como comprar

METROCARD | PERGUNTAS FREQUENTES

1. Posso usar um mesmo MetroCard para duas ou mais pessoas?
Se você usar o MetroCard no sistema Pay Per Ride (aquele em que você coloca uma quantia de dinheiro e vai descontando o valor da passagem a cada viagem), sim! Já o MetroCard Unlimited Ride não permite esta opção. Aliás, na alternativa unlimited ride o sistema só libera a catraca para ser usado novamente após 18 minutos.

2. Eu comprei um MetroCard Unlimited Ride de sete dias. A validade acabou, posso recarregar no sistema Pay Per Ride, ou seja, colocar uma quantia extra de dinheiro?
Sim. É possível fazer o inverso também: recarregar com um passe semanal um bilhete que, a princípio, foi comprado no sistema Pay Per Ride.

3. O bilhete único (Single Ride) dá direito à transferência metrô-ônibus?
Não. O bilhete Single Ride (US$ 2,75) é válido somente para o metrô ou transferência de ônibus-ônibus, mas não é válido para usar a transferência gratuita de metrô para ônibus. Lembrando que este tipo de tíquete é válido por duas horas após a compra e só está à venda nas máquinas de autoatendimento. * Valores em novembro de 2014.

4. Crianças pagam o metrô em Nova York?
Crianças com até 1,11 metro não pagam. Ou seja, eles selecionam esta questão pela altura do guri e não pela idade. Nos ônibus crianças menores de 2 anos não pagam se não ocuparem assento.

5. Toda vez que eu for recarregar meu MetroCard terei que pagar a taxa de US$ 1 pelo cartão?
Não. Você só paga esta taxa quando compra um cartão novo.

6. O MetroCard é válido no trem LIRR (Long Island Rail Road)?
Não.

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Fotos: Sílvia Oliveira

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sábado, 08 de novembro de 2014

Nova York | Levain Bakery: o cookie para toda a vida

Levain Bakery Nova York

Não há muita explicação nem adjetivos para descrever. O melhor cookie do mundo está em Nova York. Ponto. Massa perfeita, uma combinação cuidadosa de ingredientes frescos e selecionados.

Único defeito: o tamanho generoso não satisfaz. Você vai querer outro e outro e mais outro. Anote este nome: Levain Bakery, a padaria responsável pelo cookie-notável!

Levain Bakery Cookies Upper West Side Nova York

A dica veio da repórter-blogueira Camille Panzera que publicou uma foto inenarrável do tal cookie no Instagram do Melhores Destinos. Ela estava nos steitis na mesma época que eu.

Fomos ao Levain Bakery no dia seguinte. Pedimos quatro unidades de sabores diferentes, comemos todos e ainda levamos mais dois para o hotel juntamente com um pedaço de bolo de limão (cake lemon) tão absolutamente sensacional quanto o cookie.

Levain Bakery Upper West Side Nova York Cookies

Levain Bakery Upper West Side Nova York

O nome “Levain” vem de um termo francês para um fermento natural. As fundadoras da bakery começaram o negócio em 1994 fazendo pães artesanais que, aliás, até hoje são vendidos na casa. Mas o cookie gigante de massa levemente crocante e recheio molhado é o carro-chef-top-master.

Chega a formar fila na discreta porta localizada no Upper Westside, perto do Museu de História Natural. O lugar, já aviso, é minúsculo. Não há mesas para comer por lá. Comprou, vazou!

Levain Bakery Nova York Como chegar

Levain Bakery Nova York Horario

Os cookies são feitos em quatro sabores. No recheio você encontra gotas de chocolates ou castanhas ou amendoim… tudo quentinho, levemente derretido. Custa US$ 4 cada. E para terminar de enlouquecer os fãs do amazing-cookie, a Levain Bakery lançou uma loja online que envia os cookies para qualquer lugar do mundo!

O combo sortido com 12 unidades, por exemplo, sai por US$ 71, mais taxa de envio. Para os aficionados, seguramente, isso é dinheiro de pinga! :mrgreen:

Levain Bakery Nova York Localizacao

SERVIÇO

Levain Bakery
Local: 167 West 74th St – Metrô 72 St (linha vermelha) | Nova York
Tel: 212-874-6080
Horário: segunda a sábado, 8h às 19h e domingo, 9h às 19h.
Dica: há outro Levain no Harlem. Fica na 2167 Frederick Douglass Blvd e funciona no mesmo horário.

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Sílvia Oliveira

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terça-feira, 04 de novembro de 2014

Nova York | Como chegar e sair do aeroporto JFK

Regra número 01: não fique afobado. Se você estiver chegando do Brasil, provavelmente, seu voo vai pousar cedinho em Nova York e seu hotel, sabemos, só estará disponível para check-in a partir das 15h (e, em alguns casos, a partir das 16h).

Regra número 02: escolha o transporte que melhor atenda às suas necessidades, não apenas o mais barato. Com crianças e muita bagagem (ou mesmo sozinho e cansado), o táxi – embora mais caro – pode ser a melhor alternativa. (Ou você já se imaginou arrastando 20 quilos de mala com mais dois bacuris a tiracolo escada acima do metrô?)

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Como ir do aeroporto JFK Nova York a Manhattan Airtrain

METRÔ E TREM

1. Dentro do aeroporto siga as placas para pegar o Airtrain, um monotrilho que liga, gratuitamente, os oito terminais do JFK. No entanto, para sair do Airtrain você paga US$ 5.

2. Embarque no Airtrain e desça na estação Jamaica. Atenção: nem todos os trens que param no seu terminal levam à Jamaica Station. Fique de olho nos avisos da “televisãozinha” na porta de embarque ou pergunte para o pessoal de apoio que fica por ali.

3. Antes de sair da área do monotrilho você tem que comprar um tíquete de US$ 5. As máquinas estão um pouquinho antes das catracas do seu lado direito. Você pode comprar com dinheiro ou cartão. Pegadinha: se for comprar com dinheiro tenha trocado em mãos, porque o sistema devolve troco de, no máximo, 8 dólares. Selecione o MetroCard de US$ 5 (mais US$ 1 do valor do cartão), totalizando US$ 6. Portanto, se você colocar US$ 20 dólares não receberá troco, a menos que você carregue o seu MetroCard com este valor e use o saldo para pagar o metrô pelo modo “pay-per-ride”, que vai descontando US$ 2,50 a cada viagem.

Como ir do aeroporto JFK a Manhattan Airtrain

À espera do Airtrain: monotrilho que liga gratuitamente os oito terminais do JFK

4. A partir daqui você tem duas opções: pegar o metrô (linha E) ou o trem que leva à Penn Station, estação que fica na altura da 7ª Avenida e 33 St. A escolha entre uma ou outra vai depender de onde você estiver hospedado.

5. Se sua opção for o metrô, além de comprar o MetroCard de US$ 5 para sair do Airtrain compre, também, o tíquete avulso do metrô (US$ 2,75) ou o passe semanal que dá direito a viagens ilimitadas por sete dias (US$ 30) — o que for mais conveniente para você.  (Em qualquer um dos casos vai ser cobrado US$ 1 pelo cartão). Assim que sair do Airtrain continue até o final da plataforma e vire à esquerda, seguindo as placas “Subway” (metrô). No meio do caminho você vai passar pelas catracas do trem que leva à Penn Station, continue reto até chegar ao final do corredor onde estão os elevadores. Pegue o elevador e vá até o andar do metrô. Ao sair do elevador, você logo verá a entrada do metrô. Passe pela catraca com aquele tíquete avulso (US$ 2,75) ou com o passe semanal que você comprou. Desça as escadas rolantes e pegue a linha E, onde você poderá fazer as devidas baldeações. Para ir de Manhattan ao aeroporto faça o caminho inverso. Ao chegar à Jamaica Station você deve ter US$ 5 no MetroCard para entrar no Airtrain. O tempo de viagem, tanto na ida quanto na volta, pode ficar entre 1h15 e 1h30 — chegando ou saindo da estação da Lexington Av (53 St). Como eu ainda não fiz um post explicando sobre o metrô de Nova York, entenda-se com este mapa aqui.

+ Como tirar o visto americano: passo a passo ilustrado

6. Se você optar pelo trem LIRR (Long Island Rail Road) que leva à Penn Station, ao sair das catracas do Airtrain caminhe até o fim da plataforma e vire à esquerda. Ande um pouquinho mais e já verá, ao seu lado esquerdo, as máquinas onde você deve comprar seu tíquete. Se você estiver viajando na hora de pico (6h às 10h) selecione a tarifa “peak” (US$ 9,50). Fora destes horários, escolha a opção “off peak” (US$ 7). Passe a catraca e busque nos painéis qual a plataforma do trem que vai até à Penn Station. Ao entrar no trem, tenha o seu tíquete fácil na mão porque um fiscal passará conferindo o bilhete. Pegadinha: o bilhete diário/semanal do metrô NÃO vale aqui. E se você estiver já dentro do trem sem o tíquete correto terá que pagar para o fiscal, na hora, uma tarifa maior (US$ 13 a US$ 16, dependendo do horário). Ao chegar à Penn Station você poderá pegar um táxi até seu hotel ou fazer baldeação com o metrô. Se for fazer baldeação veja se não compensa ir direto de metrô ao seu destino final, usando as informações do item n. 05. Na volta faça o caminho inverso, lembrando que o horário de pico nesta direção é das 16h às 20h. Do aeroporto até à Penn Station são 25 minutos de viagem. Mais informações aqui.

Dica | Eu já usei as duas opções. A vantagem do trem é que ele é o meio mais rápido para chegar a Manhattan. O metrô, embora mais demorado, é mais barato.

ÔNIBUS

Fica fácil pegar o metrô quando você chega a Nova York com uma malinha só. Mas na volta, com a bagagem provavelmente triplicada por causa das compritchas, o ônibus pode ser uma ótima opção para quem não quer gastar os tubos com o táxi.

A NYC Airporter é a empresa de ônibus que leva e traz dos aeroportos JFK e La Guardia. Para ir de Manhattan ao aeroporto JFK há três pontos de parada: rodoviária Port Authority (42 St entre a 8ª e 9ª Av), Penn Station (33 St entre 6ª e 7ª Av) e Grand Central Station (42 St esquina com Park Av).

Transfer onibus NYC Airporter Manhattan JFK

Os quiosques de venda ficam na calçada mesmo, no lugar da parada. Aceitam dinheiro e cartão. Você pode comprar on-line ou na hora (mas, neste caso, corre-se o risco de não ter vaga no horário em  que você deseja). Os ônibus passam de 30 em 30 minutos. Saindo da Grand Central Station levam em torno de 1h (podendo chegar a 1h30, dependendo do trânsito) para fazer o trajeto.

Na minha última vez em Nova York eu voltei com a mesma malinha de bordo que fui, mas havia comprado uma cadeirinha de carro para a Mariana e a caixa era enooorme. Como eu estava sozinha (uma vez que meu marido voltou em outro vôo), optei pelo ônibus para não enfrentar o trem/metrô. Peguei na Grand Central Station e desci na porta do aeroporto uma hora depois. Mais tranqüilo, impossível. Mas se você pegar trânsito… comece a rezar! Os ônibus circulam das 5h às 23h e a passagem custa US$ 16. Ah, e quem vem do aeroporto e desce na Grand Central Station tem direito a uma van — de grátis! — para os hotéis que estão entre a 23 St e 63 St.

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SHUTTLE

O sistema de Shuttle é aquele que usa veículos do tipo “van” e pega você no aeroporto e deixa na porta do hotel e vice-versa. Essa opção vai compensar mais caso você esteja sozinho. A vantagem em relação ao ônibus é que você ficará já no seu destino final. Há duas empresas: Super Shuttle e Go Airport.

A Super Shuttle cobra US$ 20 p/p numa van com 10 pessoas. Se estiver viajando em grupo talvez compense fretar a van inteira por US$ 115 até 10 passageiros. Eventualmente eles publicam um cupom de desconto que não fica muito explícito na capa do site. Procure no Google por “how do I get a supershuttle discount” que deve aparecer o link e as instruções do desconto que chega a 15%. A Go Airport cobra US$ 21 para levar até a região da Lexington Avenue.

Pegadinha: na volta o shuttle pode buscar você no hotel com até quatro horas de antecedência do seu voo. Mas não se iluda achando que vai chegar cedo para fazer o check-in. Em alguns casos a empresa vai passar em outros hotéis e a viagem, se houver trânsito, pode demorar bastante. Aviso: nunca testei o shuttle. Apenas deixo como opção para que você decida se vale ou não a pena no seu caso e necessidade.

TÁXI

Ah, o táxi! Aquele sonho de consumo de qualquer mortal que chega esbugalhado ao destino depois de um voo continental. Pois bem, assim que você sair na área de desembarque siga as placas indicando… “Taxi”. Mesmo em dia de aglomerações e fila grande a coisa é organizada e flui bem.

Taxi aeroporto JFK a Manhattan

Do aeroporto JFK a qualquer ponto de Manhattan a tarifa é fixa: US$ 52 + pedágio + gorjeta. Espere gastar uns US$ 65/70 pela corrida. O carro pode acomodar até quatro pessoas (caso toda a bagagem caiba no porta-malas). De Manhattan para o JFK o valor é o mesmo.

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Fotos: Sílvia Oliveira

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terça-feira, 24 de junho de 2014

Hotel bom e barato em Nova York: dicas testadas e aprovadas

Matraqueando Instagram

Na minha última viagem a Nova York perdi mais tempo tentando encontrar uma hospedagem econômica e decente do que estudando o roteiro em si. É preciso paciência na pesquisa e certa dose de desprendimento. Se você não abre mão de localização, banheiro privativo, certa sofisticação e amenities no banheiro, provavelmente, não vai pagar menos de US$ 200 por uma diária em quarto duplo.

Você até acha por aí vários blogs que dão dicas e fazem listas de hotéis em Nova York (sem o blogueiro ter se hospedado em nenhum deles) com tarifas mega-atrativas. A verdade é que para conseguir um hotel bom (nível 3 ou 4 estrelas) e barato na cidade é preciso ter, basicamente, sorte. Tipo, oferta de última hora. Ou optar por aqueles que são mais simples e oferecem praticamente a mesma tarifa o ano inteiro (salvo alta temporada), sem pegadinha.

Como eu ia sozinha minha meta era gastar em hospedagem US$ 50/60 dólares por dia/pessoa. (Não é para rir!) Com esse budget só me restavam os hostels (leia-se quarto e banheiro compartilhados). Mas depois que minha passagem já estava emitida, meu digníssimo esposo resolveu viajar comigo e a luta, companheiros, foi tentar achar um quarto duplo de até US$ 100/120. Veja por onde passamos!

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INTERNATIONAL STUDENTS RESIDENCE

Hotel bom e barato em Nova York International Students Residence Fachada

Reserva | Pelo Booking.com. O sistema não cobra taxa de reserva e tem cancelamento grátis para a maioria dos quartos, incluindo este.

O quarto | Como meu marido veio dois dias depois de mim, assim que cheguei fiquei hospedada no quarto coletivo quádruplo. Enorme e limpíssimo, o dormitório tem cozinha equipada e banheiro privativo. Tudo simples, porém novíssimo. Veja mais fotos aqui.

Wi-fi | Ótimo, gratuito e está disponível em todas as áreas do hotel, incluindo o quarto.

Copia de Hotel bom e barato em Nova York International Students Cozinha e Banheiro

Localização | Fica no Harlem, ao norte de Manhattan, região conhecida por ser um polo cultural e comercial dos afro-americanos. O hotel está a um quilômetro do Central Park, a 15 minutos da Grand Central Station, a 20 minutos da Times Square de metrô e a 3 quilômetros do Museu Metropolitano de Nova York. O International Students Residence fica a duas quadras da estação 110 St (linha verde). É uma área residencial e tranquila com mercados, frutarias, farmácias e restaurantes.

Check-in | A partir das 15h.

Ckeck-out | Saída até às 11h. Aceita Visa, Máster e American Express.

+ Leitor do Matraqueando tem 15% de desconto no seguro de viagem da Mondial (e ainda dá para dividir em até 6 vezes!)

Hotel bom e barato em Nova York International Students Residence

Atendimento | Básico e sem sorrisos. A atendente era só ”hi and bye”.

Vantagem | É uma hospedagem nova, inaugurada em abril de 2014. Ótimo para quem está disposto a pagar pouco e quer cozinha (dentro do quarto) e banheiro privativo à disposição. Quem for ficar por um longo período tirou a sorte grande aqui. Nas áreas comuns tem sala de TV e salão de jogos.

Hotel bom e barato em Nova York International Students Residence Area Comum

Desvantagem | Se você nunca esteve na cidade, saiba que o Harlem fica longe das principais atrações turísticas. Por isso, muitas pessoas desencorajam a hospedagem aqui. De qualquer maneira, o metrô que liga Lower Manhattan ao bairro tem uma linha expressa que para em menos estações e te deixa mais rápido em diversos pontos da cidade. O quarto não tem armário individual (como nos hostels tradicionais), apenas um locker pequeno para guardar coisas de valor. Crianças não podem ser acomodadas no hotel, o que seria uma vantagem por conta da cozinha.

Preço | Quarto no dormitório a partir de US$ 49 e quarto duplo a partir de US$ 129. Todos os quartos têm cozinha equipada e banheiro privativo. É quase um flat! 😀

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BROADWAY HOTEL AND HOSTEL

Hotel bom e barato em Nova York Broadway Hotel

Reserva | Pelo Booking.com. O sistema não cobra taxa de reserva e tem cancelamento grátis para a maioria dos quartos, incluindo este.

O quarto | O Broadway Hotel and Hostel oferece quartos duplos (com duas camas ou um beliche) e quartos com cama de casal. Nós ficamos uma noite no quarto duplo (beliche) e outra no quarto de casal. Em ambos, o banheiro era compartilhado. (Existe quarto de casal com banheiro privado também. Mas quando fizemos a reserva já não havia mais disponibilidade). O quarto com beliche não tinha nada, só uma pia e uma arara para pendurar as roupas. Já o quarto duplo tinha TV, um armário, mesa de trabalho e base para iPod. Os banheiros estão recém-reformados, novos e com excelente ducha. Veja mais fotos aqui.

Hotel bom e barato em Nova York Broadway Hotel Quarto Casal

Wi-fi | Funciona bem, mas só nas áreas comuns do hotel.

Localização | Fica no Upper West Side, a três quadras do Central Park e a duas do lindo Riverside Park. A estação de metrô mais próxima do hotel é a 103 St (linha 01 – vermelha) que leva fácil a atrações como Lincoln Center, Columbus Circle (Time Warner Center), Times Square e South Ferry (de onde saem os barcos para a Estátua da Liberdade e Staten Island.

Check-in | A partir das 15h. (Se você chegar antes desse horário poderá deixar suas malas e até tomar um banho, se quiser). Atenção: hóspedes com menos de 21 anos só poderão se hospedar aqui acompanhados de um dos pais ou responsável legal.

Copia de Hotel bom e barato em Nova York Broadway Hotel Area Comum

Ckeck-out | Até às 11h. Aceita Visa, Máster e American Express. Caso precise deixar sua bagagem na saída para vir buscar depois serão cobrados US$ 2 por volume.

Atendimento | Muito simpático. Tirei várias dúvidas com a atendente Mag sobre locomoção na cidade.

Vantagem | Adorei a localização. Tem restaurantes, vários supermercados (incluindo um Whole Foods Market que funciona 24 horas). A linha 01 do metrô (vermelha) passa a duas quadras do hotel e leva aos principais pontos de interesse da cidade. O hotel oferece cozinha de uso comum com geladeira e micro-ondas. Tem sala de TV com biblioteca e lareira. Oferece café da manhã cobrado à parte. Você paga o que consumir. Preços ótimos. Crianças menores de 17 anos podem ser acomodadas gratuitamente pelo uso de camas existentes no quarto. Para mim, custo/benefício excelente.

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Hotel bom e barato em Nova York Broadway Hotel Cafe da Manha

Desvantagem | Levando em consideração o custo/benefício não vejo desvantagem, mas destaco alguns “pormenores”. O elevador é pequeno e bem lento. Tenha paciência ou peça para ficar em andares mais baixos e use a escada. De manhã, a limpeza começa cedo e a bateção de porta pode incomodar quem quer dormir até mais tarde. O colchão do quarto-dormitório (onde havia o beliche) era ruim e barulhento. Mas o do quarto de casal era ótimo.

Preço | Cama em dormitório (os dormitórios tem apenas um beliche, portanto se você viaja sozinho só compartilha o quarto com mais uma pessoa) a partir de US$ 45. Quarto duplo com banheiro compartilhado a partir de US$ 98 e quarto de casal com banheiro privativo a partir de US$ 118.

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POD 39

Hotel bom e barato em Nova York POD 39

Reserva | Pelo Booking.com. O sistema não cobra taxa de reserva e tem cancelamento grátis para a maioria dos quartos, incluindo este.

O quarto | Uma ervilha. Mas este é o conceito “pod”, palavra que em português quer dizer “vagem”. Apesar de pequeno, o quarto tem instalações novas, decoração moderninha, banheiro no quarto (com amenities e secador), escrivaninha para trabalho, ar condicionado e televisão a cabo. As roupas você pode acomodar nos gavetões embaixo da cama e nos cabides logo acima da mesa de trabalho. Ressalva importante: se você é claustrofóbico, vai fazer muitas compras ou está viajando com mais de duas malas, procure outra opção porque o tamanho do quarto vai incomodar.

Wi-fi | Excelente e gratuito. Pega em todas as áreas do hotel, incluindo os quartos.

Hotel bom e barato em Nova York POD 39 Quarto Duplo

Localização | O POD 39 fica na rua E 39th, numa área chamada Murray Hill (Midtown), a cinco minutos de caminhada da Grand Central Station (de onde sai metrô para todos os lados da cidade). Você chega a Times Square em 20 minutos a pé. Está a quatro quadras de um trecho bacana da 5ª Avenida.

Check-in | A partir das 15h. Se você for pagar com cartão de crédito eles passam seu cartão no check-in por garantia. Se você for pagar em dinheiro tem que deixar US$ 100 de caução. Este valor é devolvido no check-out.

Ckeck-out | Até às 12h. Aceita Visa, Máster e American Express.

Atendimento | Simpático e solícito. E apenas para constar: na primeira noite (fiquei três dias aqui) recebi uma ligação inoportuna da recepção a 1h da manhã no telefone do quarto. Repetindo, a 1 hora da madrugada! Não, não era engano. O atendente queria resolver um detalhe da caução que deixamos no check-in. Na mesma hora mandei um e-mail para o gerente reclamando sobre isso. No dia seguinte, quando desci, fui diretamente à recepção reclamar pessoalmente. Pois o gerente Timothy Lau (para quem havia escrito) estava lá, falou comigo  — ele, inclusive, já havia respondido ao meu e-mail — pediu mil desculpas, disse que foi um erro interno e meu deu 15% de desconto na diária. Imagine uma Matraca feliz! :mrgreen:

Copia de Hotel bom e barato em Nova York POD 39 Mesa e Banheiro

Vantagem | Hotel novo, bem localizado, área comum bacana com bar descoladinho e preço abaixo dos praticados em Nova York, embora não seja nenhuma barganha, aviso! Tem café da manhã simples cobrado à parte (US$ 3), que inclui uma bebida e um tipo de pão.

Desvantagem | Se você entendeu que está reservando um quarto-ovo, não há desvantagens. Embora o hotel tenha ótima nota no Booking.com, vejo alguns depoimentos de hóspedes reclamando do tamanho do quarto. Rélôôôu! Essa é a proposta POD: quarto novo, pequeno e bem localizado. Tendo problemas com isso, busque outra opção. 😉

Preço | Quarto duplo a partir de US$ 120.

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IMPORTANTE | O sistema de saúde dos Estados Unidos é um dos mais caros do mundo. Se você viajar sem um seguro internacional corre o risco de pagar uma pequena fortuna para ser atendido por uma simples dor de garganta. Por isso, é importantíssimo adquirir um seguro para viajar tranquilo. Leitor do Matraqueando tem 15% de desconto no seguro da Mondial Assistance, uma das maiores seguradoras do mundo.  Pegue seu cupom aqui e garanta já o seu! Vale para viajante solo, mochileiro, luxo e família. E ainda dá para dividir em até 6 vezes! 🙂

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Pagamos todas as nossas despesas de viagem. Não aceitamos convites nem cortesias. Sempre nos hospedamos anonimamente nos hotéis indicados. A proposta é mostrar para você uma resenha íntegra e isenta do lugar . Aqui, você pode confiar!

Disclaimer | Este post contém links para o Booking.com (parceiro comercial do blog) inseridos espontaneamente pela autora. O Matraqueando não faz post patrocinado. 
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Fotos: Sílvia Oliveira. Todos os direitos reservados.

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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Parte 3 | Como tirar o visto americano: o atendimento no CASV e a entrevista no consulado

Antes de agendar sua ida ao CASV (Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto) ou ao consulado americano você deve preencher o formulário DS 160, obrigatório para todos que querem tirar ou renovar o visto. Nós criamos aqui um passo a passo ilustrado desta primeira parte do processo para facilitar sua vida.

Como tirar o visto americano matraqueando

Após o preenchimento do formulário você tem que pagar a taxa do visto e, então, agendar a entrega dos documentos no CASV, além da marcar a entrevista propriamente dita. Repetindo o que já disse nos posts anteriores: a entrega dos documentos é num lugar e a entrevista é feita em outro. Para não comer barriga, acompanhe aqui nossas dicas para passar tranquilamente pela segunda etapa, o pagamento da taxa e agendamentos.

Como chegar ao CASV da Vila Mariana Sao Paulo 1

Por fim, vamos contar nesta terceira parte como é o atendimento no CASV — onde você tira a foto oficial e registra as impressões digitais — e a tão temida entrevista no consulado. Eu fui ao CASV da Vila Mariana, em São Paulo. (Existe outro, no Alto de Pinheiros).

Evidentemente que não tenho como relatar sobre o funcionamento de todas as unidades de CASVs no Brasil, mas pelos relatos que li, as regras de segurança e o modus operandi do lado de fora são praticamente iguais em todos os centros. Para ajudar outros leitores, conte sua experiência para nós! 😉

 

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Como é o atendimento no CASV 

Na mesma rua do CASV da Vila Mariana há vários estacionamentos. Quem for de carro prepare-se para pagar a bagatela de R$ 20 a primeira hora e de R$ 5 a R$ 7 por hora adicional. Como não é permitido entrar com bolsa ou mochila você poderá deixar seus apetrechos nos guarda-volumes disponíveis ao lado do CASV por “apenas” R$ 10. Pode entrar com celular desde que esteja desligado.

Como chegar ao CASV da Vila Mariana

 Você deve ter em mãos:

– Passaporte com validade mínima de 6 meses

– Passaporte com visto antigo (se houver)

– Página de confirmação do DS 160 com código de barras

– Página de confirmação do agendamento no CASV

Atenção: pessoas com mais de 66 anos ou  menos de 15 anos não precisam ir ao CASV registrar as impressões digitais. Os solicitantes que se enquadrem nestes perfis devem realizar um agendamento no CASV somente para a entrega da documentação, juntamente com uma foto 5×7 (fundo branco, sem sorrir, mostrando testa e orelhas), tirada nos últimos seis meses. O proceso, nestes casos, também pode ser feito através de um despachante.

Matraqueando Instagram

Como chegar ao CASV da Vila Mariana SP

Se você não levar as páginas de confirmações impressas não poderá nem entrar no CASV (a conferência é feita na porta, manualmente). Por isso, uma máfia rede inteligente de prestadores de serviços está sempre a postos para ajudar os esquecidinhos. Por apenas R$ 30 (trinta pilas!!!) por página (por página!!!) um destes nobres senhores da economia informal providenciarão o documento para você. (Nada que um notebook e uma impressora portátil não resolvam!).

Eu tive muita sorte e peguei o CASV praticamente vazio. Era 29 de julho, uma segunda-feira. Marquei um horário por volta do meio-dia (não me lembro ao certo) e cheguei duas horas antes. MAS NÃO É NECESSÁRIO CHEGAR COM TANTA ANTECEDÊNCIA. A entrada, na verdade, só é permitida 30 minutos antes do horário agendado.

O detalhe é que fui de metrô  e tive medo de chegar atrasada. A boa notícia é que como estava vazio, assim que eu cheguei, por volta das 10h, eles já estavam chamando os agendados para às 12h. Portanto, não esperei nada. Detalhe: isso não é o comum. O comum é ter uma certa muvuca e muita fila para entrar no CASV. E, reforço, você só será chamado 30 minutos antes do horário agendado, isso quando não atrasar!

Ao entrar no CASV da Vila Mariana você passa por uma nova conferência de documentos no térreo e parte para o segundo andar, onde vai tirar a foto oficial e coletar as impressões digitais. No meu caso, isso não durou mais do que 10 minutos. Sim, até eu achei incrível. Mas volto a dizer, existem muitos relatos de gente dizendo que ficou mais de 50 minutos após entrar no CASV. Por isso, vá com tempo.

Importante: se você está renovando o visto seu passaporte ficará retido no CASV (uma vez que, em caso de renovação, não precisa passar pela entrevista.) Se seu visto antigo estiver no passaporte anterior, leve os dois passaportes.

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Como chegar ao CASV da Vila Mariana com transporte público

O metrô mais próximo ao CASV da Vila Mariana é a estação Praça da Árvore (linha azul). Dali você pode pegar um ônibus (linha Jardim Ângela, que deixa bem em frente ao CASV) ou um táxi, minha opção. A corrida da estação de metrô até o CASV saiu por R$ 10. O CASV fica na Av. José Maria Whitaker, 370.

Horário de atendimento dos CASVs
Segunda a sexta-feira: 7h às 18h
Domingo: 13h às 18h
Não funciona aos sábados.

Como é a entrevista para tirar o visto americano

A entrega da documentação no CASV é feita  em um dia e a entrevista no consulado em outro. Na mesma rua do consulado americano também há estacionamentos e guarda-volumes com preços semelhantes aos praticados nas redondezas do CASV.

Detalhe: bem em frente ao consulado tem guarda-volume por R$ 5. Eu — que cheguei andando, vindo do metrô — parei no primeiro guarda-volume que vi, a uns 50 metros da entrada, e paguei R$ 10. Dãããrd!

Não pode entrar com qualquer aparelho eletrônico. Bolsas são permitidas, mas apenas uma e pequena. Até fones de ouvidos são barrados, assim como tesourinhas e alicates. Não tente bancar o espertinho, antes de entrar na sala de entrevistas você passará por  raio-x e detector de metais.

Como chegar ao Consulado Americano

Chegue ao consulado com meia hora de antecedência. Assim como no CASV, eles vão chamando de acordo com o horário agendado (9h30, 10h, 10h30 e, assim, sucessivamente). Logo que chegar pergunte que horário estão chamando. O processo todo pode demorar de 1,5h a 2h. No meu caso, apesar de haver filas imensas, andou rápido e  entre o momento em que  coloquei os pés para dentro do consulado até a hora em que saí foi exatamente uma hora!

 Os documentos obrigatórios são:

– Passaporte com validade mínima de 6 meses

– Passaporte com visto antigo (se houver)

– Página de confirmação do DS 160 com código de barras

Como chegar ao Consulado Americano de metro

Documentos adicionais:

Os documentos adicionais devem comprovar o que você disse no formulário DS 160 — como renda, trabalho e vínculos com o Brasil. Embora na maioria dos casos nenhum documento adicional seja pedido durante a entrevista, a recomendação é que você tenha em mãos:

– Comprovante de Renda (Imposto de Renda, Contracheques ou Pró-labore)

– Carteira de trabalho (se for empregado)

– Se você for empresário, além do pró-labore, leve o contrato social da empresa, cartão de CNPJ e alvará de funcionamento.

– Escrituras de imóveis que estejam no seu nome

– Documento do carro  em seu nome (se houver)

– Matrícula em universidades (graduação ou pós graduação), se houver

– Extrato bancários dos últimos três meses (a movimentação deve ser compatível com a renda declarada)

– Carta convite da empresa e/ou instituição caso vá participar de cursos ou congressos

Atenção: não é necessário levar passagem de ida e volta ou reservas de hotéis. O próprio consulado recomenda que nenhum investimento de viagem seja feito antes de ter o visto aprovado.

O que vão me perguntar na entrevista?

Não existe uma fórmula padrão. O que a gente sabe é que na maioria dos casos a entrevista é rápida e objetiva:

– Você já esteve nos Estados Unidos?

– Qual o seu destino nos Estados Unidos?

– Quantos dias pretende ficar?

– Já viajou para fora do Brasil?

– O que você faz no Brasil?

Depois de algumas perguntas  o agente consular diz: “Ok, seu visto foi aprovado”. Ou seja, você fica sabendo na hora o “resultado” de todo o processo.

Dicas: não responda mais do que o necessário e não apresente documentos que não foram solicitados. Tente manter a calma. Pense que o mundo não vai acabar e que, caso tenha o visto negado, você tem ainda boa parte do mundo para conhecer!

Consulado americao guarda volumes

Assim que seu visto for aprovado, o consulado retém seu passaporte para finalizar os trâmites. O documento será devolvido para o CASV ou para o endereço que você designou durante o agendamento. Alguns demoram mais e outros demoram menos para chegar, mas o prazo médio é de 7 dias úteis, após a aprovação.

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E se meu visto for negado?

Caso seu visto seja negado, você poderá fazer novo pedido para a semana seguinte, se quiser. No entanto, além de pagar nova taxa, o solicitante precisa comprovar que houve alguma mudança significativa em relação à solicitação anterior.

Trem Sao Paulo CPTM

Como chegar ao consulado americano em São Paulo de metrô

É bem fácil. Pegue a linha amarela do metrô (novíssima), sentido Butantã. Desça na estação Pinheiros, onde você fará uma conexão gratuita com a CPTM (trem urbano). Na CPTM você pega a Linha Esmeralda, sentido Grajaú. Desça na estação Morumbi. O consulado está a uns 10 minutos de caminhada do metrô. Saindo da estação Pinheiros o trajeto dura uns 40 minutos.

Boa sorte! 😉

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Fotos: Sílvia Oliveira

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Parte 2 | Como tirar o visto americano: pagamento da taxa e agendamento da entrevista

Como tirar o visto americano matraqueando

Se você chegou até aqui é porque a parte mais chata e crucial — o preenchimento do formulário DS 160 — já passou. (Veja nosso post com um passo a passo ilustrado dessa primeira etapa.) Ao finalizar o DS 160 você necessita pagar a taxa do visto (US$ 160 para visto de turismo e/ou negócios) e agendar a entrevista no consulado.

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Primeiro passo | Criando uma conta no CSC – Visa Information Service

Faça seu cadastro no CSC – Visa Information Service, que é o site oficial do consulado americano para informação sobre o visto. Clique em “criar conta”, um botão verde no canto superior direito da página principal. A partir daí, o preenchimento é intuitivo com perguntas objetivas e, melhor, está tudo em português. É possível também fazer todo o procedimento por telefone. Veja os números aqui.

ATENÇÃO: em outubro de 2014 o site de agendamento mudou. 

CASV dados pessoais

Assim que você preencher com seus dados pessoais clique novamente em “Criar conta”. Outra tela se abrirá e aparecerão três opções:

– Agendar entrevista

– Adicionar Membros da Família

– Enviar Documentos ao Setor Consular

Clique em “Agendar entrevista” e escolha, nesta ordem:

1º – Vistos de não-imigrante

2º – Agendamento comum de vistos

3º- Visto de visitante

4º – Negócios ou Turismo (B1/B2).

Clique em “enviar”. Em seguida, escolha o consulado onde você deseja fazer a entrevista (atenção, tem que ser o mesmo consulado que você escolheu no formulário DS 160) e selecione o local de entrega do seu visto.

Há duas opções: retirar seu passaporte com o visto aprovado no CASV ou receber na sua casa. Se você optar por receber no seu endereço residencial, será necessário preencher o endereço (confira todos os dados atentamente, inclusive o CEP).

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CASV Escolha consulado

Segundo passo | Pagamento da taxa do visto

Após esta etapa, você escolherá a forma de pagamento do visto. É possível pagar com cartão de crédito (Visa ou Mastercard) ou boleto bancário. A vantagem de pagar com cartão de crédito é que a aprovação sai na hora e você já pode marcar a entrevista (passo seguinte).

Caso opte por pagar no boleto, sem problemas. O inconveniente é que você terá que retornar ao site 24 horas depois de ter feito o pagamento para agendar a entrevista no consulado. A taxa para visto de turismo e/ou negócios (B1/B2) está US$ 160. Para ver valores de outros vistos clique aqui.

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Terceiro passo | Agendamento da entrevista

A grande pegadinha do agendamento da entrevista vem agora. Uma vez que seu pagamento foi autorizado você tem que marcar DOIS atendimentos em DOIS dias diferentes: um no CASV – Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (onde você vai tirar a foto oficial e registrar as impressões digitais) e outro no consulado, onde será a entrevista propriamente dita.

O detalhe é que o sistema vai ter dar, primeiro, a opção para marcar a entrevista no consulado. Na página seguinte, ele pede o agendamento no CASV.  Só que você tem que ir PRIMEIRO ao CASV (tirar foto e impressões digitais, lembra?) e só depois ao consulado.

Ou seja, se você marca a entrevista para o consulado para uma segunda-feira deve escolher o domingo (dia anterior) para ir ao CASV, principalmente se você vem de outro estado ou cidade. (Eu fiquei tão tensa nesta parte que até me esqueci de dar print das telas que iriam ilustrar este post! Desculpaê!) Mas não tem erro, se até uma Matraca desastrada e perdida como eu conseguiu, qualquer um consegue!

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Resumindo: marque sua entrevista no consulado em uma data POSTERIOR ao seu agendamento no CASV. No meu caso, eu marquei a entrevista para uma terça-feira e o CASV para a segunda (um dia antes). Cheguei no domingo a São Paulo. Enfim, quem não tem domicílio nas cidades com consulado, meu caso que moro em Curitiba, vai gastar uma pequena bagatela com hotel e alimentação.

Importante: você pode alterar as datas tanto da sua ida ao CASV quanto da sua ida ao consulado diretamente no site até 24 horas antes da entrevista.

Atenção: pessoas com até 15 anos ou com mais de 66 anos estão isentas da entrevista e da coleta das impressões digitais. Nestes casos, o representante (ou um despachante contratado) vai entregar documentos e as fotos do solicitante isento.

Você está quase lá! Agora, falta pouco! 😀

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Parte 3 | Como é o atendimento no CASV e a entrevista no consulado

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Parte 1 | Como tirar o visto americano: passo a passo ilustrado para o preenchimento do formulário DS 160

Como tirar o visto americano matraqueando

Quando fui convidada para palestrar no BloggerCon, o maior evento de blogueiros das Américas, em Porto Rico tive que deixar a preguiça de lado e correr atrás do meu visto americano, que estava vencido desde 2011. É que Porto Rico, embora esteja no Caribe, é um estado associado do Tio Sam (Alguém ainda chama os Estados Unidos de Tio Sam ou é coisa do “meu tempo”?). Portanto, é necessário visto americano para entrar lá.

Quem tem visto vencido há menos de 48 meses e quer renová-lo passa por um processo mais simples e está isento da entrevista. O meu estava vencido há dois anos, mas havia sido emitido em julho de 2001 com validade de 10 anos. E vistos emitidos antes de 1° de julho de 2004 não são renováveis, é necessário pedir um novo. Por isso, tive que enfrentar a burocracia completa. Ou seja, mesmo tendo um visto antigo, se estiver vencido há mais de 48 meses ou emitido antes de 01/07/2004, você tem que entrar com o pedido de um visto novo. Veja aqui sobre renovação de vistos.

A boa-nova é que nos últimos anos ficou bem mais fácil e rápido para um brasileiro tirar o visto americano. Desde junho de 2012, por exemplo, houve ampliação dos consulados americanos no Brasil e centros de triagem foram criados (CASV- Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto), diminuindo muito a fila de espera. Entre o dia que preenchi o formulário na internet até o dia em que o visto chegou à minha casa foram exatos — e apenas — 13 dias.

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Como tirar o visto americano - Preenchendo Formulario DS 160

Para tirar o visto americano você passa por três etapas:

1) preenchimento do formulário DS 160 (tema deste post);

2) pagamento da taxa e agendamento para tirar foto e digitais no CASV (post em breve);

3) a entrevista no consulado (post em breve).

ATENÇÃO | Somente compre passagens, passeios ou reserve hotel após receber o visto. Não é necessário ter passagens nas mãos para fazer a solicitação. A orientação é do próprio consulado.

Primeiro passo | Entendendo o formulário DS 160

O formulário DS 160 é o caminho, a verdade e a vida. Ele vai acompanhar você durante todo o processo de solicitação do visto americano. Clique aqui para acessá-lo e  reserve pelo menos umas 2,5 horas  para respondê-lo. Caso não consiga completar o questionário inteiro, você pode gravá-lo e tem até 30 dias para concluir o processo.

Antes de começar o preenchimento tenha em mãos seu passaporte, CPF, RG, visto antigo (se houver).

ATUALIZAÇÃO: NÃO É NECESSÁRIO MAIS SUBIR UMA FOTO DIGITALIZADA.

A foto oficial será tirada em um CASV, mesmo lugar onde serão colhidas suas impressões digitais.

Como tirar o visto americano - Traducao Portugues

Segundo passo | Começando o preenchimento do formulário DS 160

Com foto e documentos nas mãos você está pronto para acessar o DS 160 . O formulário está em inglês, mas é só colocar o mouse em cima dos textos que uma caixinha se abrirá com a tradução (como na imagem acima). Atenção: as respostas devem ser sempre em inglês.

Ao entrar no formulário a primeira coisa é escolher o consulado onde deseja fazer a entrevista. (Existem quatro opções: Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo). No meu caso, a cidade mais próxima seria São Paulo.

Matraqueando Instagram

Como tirar o visto americano - Formulario DS 160

ATUALIZAÇÃO: NÃO É NECESSÁRIO MAIS SUBIR UMA FOTO DIGITALIZADA.

Clique em  Start an Application que no meu formulário aparece em português “Iniciar um aplicativo” (tradução automática do google chrome,  horrorosa, aliás!).

Terceiro Passo | Incluindo dados pessoais (e boa parte da sua história de vida)

Sim, eles vão perguntar tudo e mais um pouco. Desde sua educação fundamental, relações de família e até se você tem parentes vivendo (ou que já viveram) nos Estados Unidos. Por isso mesmo eu disse lá no início que vão ser, no mínimo, 2 horas de preenchimento. (Atenção: o formulário para homens contém mais perguntas do que o formulário para mulheres, mas são sempre relacionadas à escolaridade e outras viagens).

Meu conselho é: não minta. Fornecer informação falsa é crime grave nos Estados Unidos. Fale sempre a verdade e não pense em florear/incrementar/aumentar alguma resposta achando que isso poderá te beneficiar. Seja honesto e pense assim: “ah, se me negarem esse visto… vou para Europa!”. :mrgreen:

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Como tirar o visto americano -  DS 160

Já de cara vão te perguntar o National Identification Number, que nada mais é que o número do seu CPF. Quando pedirem U.S. Social Security Number e o U.S. Taxpayer ID Number marque “Does not apply” (que significa “não se aplica”).

Como tirar o visto americano - Consulado

Ao pedir informações sobre seu passaporte escolha a opção “REGULAR” (a não ser que esteja pedindo um passaporte diplomático) e, em seguida, coloque o número do passaporte com as letras na frente — sem pontos ou traços. No Passport Book Number clique em “Does not aply” (Não se aplica). (Brasileiros não têm passport book number).

O formulário pergunta qual é o propósito da sua viagem (Purpose of Trip to the U.S.) e que tipo de visto você está solicitando. O visto de turismo é o B2 e o visto de negócios, o B1. Se você pretende visitar feiras, participar de congressos ou eventos (meu caso em Porto Rico), você deve pedir o B1 e o B2 juntos.  Você paga o mesmo valor para tirar ambos, US$ 160. Consulte outros tipos de visto aqui.

Como tirar o visto americano passo a passo

Quando perguntarem se você já teve algum passaporte perdido ou roubado (Have you ever lost a passport or had one stolen?) e você responder que sim (yes) abrirá uma caixa para você explicar o motivo. Escreva sempre em inglês, este é o idioma oficial do formulário. Na dúvida, use o Google Tradutor.

Ao responder sobre o valor do seu rendimento mensal, cuidado! Ele deve ser compatível com a movimentação da sua conta corrente e/ou poupança e com o seu salário ou pró-labore declarados.

Atenção: nunca use vírgulas ou acentos, principalmente nos dados de endereço, cidade e estado, se não dará erro.

Quarto passo | Seus contatos nos Estados Unidos

O consulado quer saber onde você vai se hospedar, quem está pagando sua viagem (caso não seja você mesmo), qual a sua relação com essa pessoa (se for o caso), entre outros detalhes. Quando perguntarem o Contact Person Name in U.S. escreva Do not know. Já na Organization Name in the U.S coloque o nome do hotel onde você vai ficar e no U.S Contact Address, o endereço da hospedagem, mesmo que não tenha feito a reserva ainda.

Se você não tiver nem ideia de onde vai ficar escreva “N/A” (Not Available).

Importante: obviamente que se você conhece alguém e vai justamente ficar na casa dessa pessoa coloque o nome dela em Contact Person Name in U.S.

Quinto passo | Respondendo às questões de segurança

A parte mais chata (mas que chega a ser divertida) é quando você tem que responder a Security and Background Information, já quase no final do formulário. São perguntas, como o próprio nome diz, relacionadas à segurança e você tem que responder YES ou NO. Alguns exemplos:

Você faz parte de organizações armadas ou grupos terroristas?

Você pensa em se prostituir ou incentivar a prostituição nos Estados Unidos?

Você pensa em comercializar armas de fogo nos Staitis?

Você é traficante de drogas?

Então, o que você responderia? Pode colocar “NO” em todas as respostas, partindo do princípio de que você é um homem/mulher de bem!

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Como tirar o visto americano - Formulario DS 160 passo a passo

Ao finalizar o preenchimento aparecerá uma ficha de confirmação do envio. O documento tem um código de barras e é necessário imprimi-lo, já que este papelzinho será responsável pelo andamento de todo o processo. Quando concluí o preenchimento minha foto não aparecia (conforme imagem acima), mas na cópia que enviei para o e-mail, sim, aparecia tudo normal.

Importante: caso não consiga imprimir na hora em que finalizar o preenchimento, mande para seu e-mail e imprima ANTES de ir ao CASV. Se você chegar sem este papel no dia em que for tirar a foto oficial e colher as impressões digitais não vão deixar você nem entrar.

Por outro lado, existe uma pequena máfia organização de prestadores de serviços ao redor dos CASVs esperando os mais esquecidinhos e imprimindo  a folha de confirmação pela bagatela de R$ 30… por página. Mas isso eu explico melhor no próximo post! 😉

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Parte 2 | Como pagar a taxa do visto americano e agendar a entrevista

Parte 3 | Como é o atendimento no CASV e a entrevista no consulado

F.A.Q. | Como tirar o visto americano: + 50 perguntas frequentes

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