Arraial D’Ajuda Hostel: casal a R$ 50,00 em agosto
A dica veio do Fábio G. – que deixou numa caixa de comentário a indicação do albergue de Arraial d’Ajuda, na Bahia. Segundo o Fábio, o hostel da vizinha de Porto Seguro é tão bom quanto o de Natal, onde fiquei hospedada quando a Expedição Brasil Express passou pela capital potiguar.
Ao entrar na página do hostel de Arraial vi uma super promoção: diárias a 50,00 casal em quarto privativo no mês de agosto. Além dos quartos coletivos – que custam R$ 25,00 para alberguista e R$ 33,00 para não-alberguista – o albergue conta com 9 apartamentos família, equipados com ar condicionado, frigobar, tv, varanda com rede de frente para a piscina a partir de R$ 90,00 a diária.
O hostel oferece roupa de cama e banho,café da manhã e internet grátis. Além disso, não cobra taxa de serviço e tem cozinha equipada para hóspede. Valeu, Fabio G.!
Foto: Praia de Arraial D’Ajuda (chupinhada do site do hostel)
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Depois de camelar durante sete anos com mochila (tá, depois de dois anos comprei uma mala de rodinhas) achei que era chegada a hora. Dezembro de 2004. O Raul havia acabado de voltar de uma temporada de três anos nos Estados Unidos. E eu chegava ao fim do ano que mais trabalhei na vida.
O que nós mais queríamos era aquilo que nunca buscávamos em nossas viagens: descansar! Escolhemos a Costa do Sauípe, um resort localizado a 70 km de Salvador, na Bahia. Fica na Linha Verde, trecho com um dos menores índices de chuva do Nordeste.
Mas antes, abramos um parêntese: o resort é lindo, tudo funciona perfeitamente, você é tratado como rei, possui piscinas maravilhosas, tem uma praia só para ele, spa, centro náutico e um café da manhã daqueles!
Para completar, dentro do resort fica a Vila Nova da Praia, um centrinho comercial com fachadas inspiradas na arquitetura colonial baiana. São lojinhas de artesanato, cafés, restaurantes, a tia da tapioca e o tio da caricatura. Tudo para oferecer comodidade ao hóspede que não quer se preocupar com nada e nem pensa em deixar o complexo.
Voltando. Então, o pacote era de sete dias. E no terceiro a gente cansou de descansar e foi para

Como o próprio nome diz, na época da escravidão o “pelourinho” era o lugar da cidade onde se fazia justiça, açoitando os condenados em praça pública. Abolida a escravidão e banido este tipo de pena, o bairro passou por uma severa degradação, transformando-se num antro de prostituição, violência e marginalidade.






