Na categoria Foz do Iguaçu

Como comprar ingresso on-line para visitar a Itaipu

Cheguei ao site  Itaipu Turismo  quando buscava informações para atualizar um texto sobre Foz do Iguaçu. Antes todos os dados de como fazer turismo na maior hidrelétrica do mundo em geração de energia estavam concentrados no site oficial: www.itaipu.gov.br

Não sei se faz tempo que lançaram o Itaipu Turismo  (nem se ele existia quando estive lá, no ano passado, só fui conhecer o rapaz agora) mas o novo canal de comunicação com o público é excelente e muito fácil de navegar. Traz na capa os principais passeios e permite a compra de ingresso on-line! As atrações estão descritas de forma detalhada.

O site também traz um guia de serviços, com indicações de hospedagem, restaurantes, transporte e agências e possibilita que você monte um roteiro personalizado de acordo com sua disponibilidade na cidade – de 1 a 3 dias. Mais informações: www.turismoitaipu.com.br

Foto: Raul Mattar

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Read more about Foz do Iguaçu:
 
Foz Do Iguaçu Tourism (by Sílvia Oliveira)
Foz do Iguaçu: Bird Park (by Sílvia Oliveira)

Bird Park | Foz do Iguaçu

By Silvia Oliveira

I don’t know about you, but I have the greatest difficulty in telling the difference between a parrot and a macaw, a parakeet and a budgerigar. If I’m not careful, I confuse a swan with a heron! But I’m not as hopeless as I sound. I can recognise a big-beaked toucan or a discrete peacock. I would never have visited Foz do Iguaçu’s Bird Park if it wasn’t in front of the Iguaçu National Park’s Visitors’ Centre. As it is very close to the city’s major attraction, it ends up on the afternoon itinerary – as the majority of people visit the Falls in the morning.

The tour takes, on average, from one to two hours, depending on your pace. Admission is not cheap. But the organisation that administers the attraction points out as soon as you arrive: “we are a private company and we need your help to keep the park open”. Anyway, I have to say that that the project is well-executed. It really seems that you are lost in the depths of some native forest.

You are instructed to neither feed the birds, nor shout, nor talk loudly, nor to run. The trail is very easy to follow – you don’t need a guide, everything is well-signposted – and brings the visitor into very close contact with the animals. In some parts of the  trajectory you enter vast aviaries where you share space with the toucans and macaws that live there… as free as a bird, so to speak! They apear to be docile and like to play with tourists’ belongings, such as necklaces, keys, glasses and hats!

The idea of the aviaries is to try to reproduce some of the natural Brazilian habitats, such as the Pantanal.  There are more than a thousand animals, for the most part birds, of both indigenous and exotic species. But you will also find caiman, butterflies, tamarins and even an iguana. Something caught my attention in the area dedicated to flamingos: several mirrors scattered around them.

Flamingos are used to living and reproducing in bands of hundreds or thousands. As there are only 20 or so in the park, the mirrors were put into place so that the thin-legged darlings would feel more protected. Freudian philosophy if ever I saw it! The Bird Park is as colourful as “Carnaval”, but at a slower, more romantic pace. It is beautiful and tranquil. It has captive breeding programmes and visits guided by biologists. Each species is identified by an explanatory sign with its scientific name and its native region. Endangered species are also given prominence.

The Golden Parakeet (also known as the Golden Conure or Queen of Bavaria Conure), for example, reproduced for the first time in captivity at the Bird Park. To finish up, avoid the use of flash photography as much as possible and do not stray from the trail. At the end of the visit there is a gift-shop in case you feel the need to buy DVDs, books or T-shirts that portray the place. I left there happy and content… even though it still seems almost impossible to me to distinguish a rhea from an ostrich! But that’s just nit-picking…

Photo: Raul Mattar

INFORMATION

Av. das Cataratas, KM 17 (in front of the Iguaçu National Park’s Visitors’ Centre)

Tel.: (45) 3529-8282

Opening hours: Daily, from 8:30 a.m. to 5:30 p.m.

Admission: R$ 18.00

Site: www.parquedasaves.com.br

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Reportagem publicada originalmente na 21º edição do jornal Curitiba In English. Para entender o projeto de internacionalização do Matraqueando, clique aqui.

Tourism: Foz do Iguaçu

by Sílvia Oliveira

I confess… I sinned. A Mortal sin in the heavenly order of daring backpackers, fancy-free foreigners and Brazilians who know the value of their own country. The crime? I went to Niagara Falls in 2004 – when I visited Toronto – but never even thought of the possibility of experiencing Foz do Iguaçu, which is 650 kilometres from my house and, moreover, is the second most visited destination in Brazil, after Rio de Janeiro.

The idea of visiting Foz do Iguaçu, a democratic destination – that blends ecology, engineering and shopping – was full of expectations. Once there, everything was much more, much better and much larger than expected. The arrival at the Visitors’ Centre of the Iguaçu National Park immediately impresses. The structure is of the great European parks and it seems that there are more foreigners than Brazilians there. The Centre’s entrance hall is beautiful, clean and well signposted. It has a souvenir shop and information desk.

We bought our admission tickets – which are priced differently for Brazilians and foreigners – and embarked on one of the colourful buses (decorated with local fauna) which take tourists to the trail closest to the Falls. It is an 11-kilometre, 15-minute ride. When you get off the bus you find out that there are another 1,200 metres and 500 steps until you get there! Onwards you hike down the winding path and the first, not-so-impressive, waterfalls appear. But it does not take long to get very close to the Devil’s Throat, the largest of all the falls and the best known of the city’s views.

Foz do Iguaçu is also home to the world’s biggest hydroelectric dam in terms of energy production, Itaipu. Three thousand years from now, when a new civilisation has taken our place, Itaipu will be to them what the Pyramids of Egypt or the ruins of Machu Picchu are to us today. Without understanding the process or even any idea as to what end such a structure would serve, they will wonder if this perfect, creative and gigantic monument was the result of extraterrestrial intervention or slave labour.

They will surely believe that extraordinary minds and evolved spirits participated in the construction of what would have been one of the largest engineering works of mankind. Because, in fact, only highly-intelligent people charged with a very special mission could have carried out such a monstrous feat. Foz do Iguaçu is perhaps one of the few cities in the world that can unite – in a relatively small demographic area – one of the greatest natural spectacles on Earth with the genius of human creativity. Well worth a visit!

Photo: Raul Mattar

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Reportagem publicada originalmente na 19º edição do jornal Curitiba In English. Para entender o projeto de internacionalização do Matraqueando, clique aqui.

Foz do Iguaçu | Post-índice

sobrevoo cataratas

Para facilitar o acesso à informação vou, dentro do possível, organizar os destinos mais procurados com uma espécie de post-auto-ajuda.

Para visitar Foz do Iguaçu, leia aqui:

PASSEIOS EM FOZ DO IGUAÇU

Cataratas do Iguaçu

Sobrevoando as Cataratas do Iguaçu
  
Itaipu: circuito especial
 
Itaipu: iluminação monumental da barragem
 
Itaipu:mentes brilhantes
 
Parque das Aves
 
Macuco Safári, by Patrícia de Camargo do blog Turomaquia
 

COMO ECONOMIZAR NOS PASSEIOS

Passaporte Iguassu
 

ONDE COMER (OU NÃO)  NO PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

Restaurante Porto Canoas
 

COMPRAS NO PARAGUAI

Imigrando para o Paraguai
 
Estando em Foz, como chegar à Ciudad del Este
 
Compras no Paraguai: lojas, imposto e chipa
 

COMPRAS NA ARGENTINA

Compras na Argentina: Duty Free Shop
 

ONDE FICAR EM FOZ DO IGUAÇU

Hospedagem em Foz do Iguaçu
 

CURIOSIDADES

Imagens das Cataratas em documentário de 1920

Itaipu abre vertedouro após intensas chuvas em Foz

Quando fui à Itaipu em abril não tive a sorte de ver os vertedouros abertos. Geralmente isso acontece entre dezembro e fevereiro – período de chuvas – sem data certa. Tudo depende do nível do lago.Escrevi, então, para a Itaipu e pedi que eles me avisassem quando os vertedouros fossem abertos porque eu gostaria de visitar novamente a hidrelétrica nessa condição. Na semana passada, recebi um e-mail do Cláudio Dalla Benetta, gerente de divisão de imprensa, alertando que o espetáculo começou – como vocês devem ter visto na televisão. Os vertedouros, segundo os técnicos, devem ficar abertos até o dia 30 de setembro.

Buááááá. Pensei que isso fosse acontecer mais para o fim do ano e me programava para um fim de semana em janeiro por lá. Justo agora, atolada de trabalho, não existe a menor chance da gente sair de Curitiba.  Se você não tem noção do que são os vertedouros abertos dá uma olhadinha nesse vídeo. A vazão é 40 (quarenta!) vezes maior do que a das Cataratas do Iguaçu.

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Hospedagem em Foz do Iguaçu
Imagens das Catarats em documentário de 1920

Imperdível: imagens das Cataratas do Iguaçu em documentário de 1920

Por isso que eu a-d-o-r-o o Guilherme  Wojciechowski, correspondente em Foz da rádio Band News e dono do blog Sopa Brasiguaia. Só ele para encontrar este vídeo do cineasta norte-americano Burton Holmes, considerado um dos pioneiros dos documentários. Nas palavras de Wojciechowski:

” … Holmes esteve nas Cataratas do Iguaçu no início da década de 1920, captando imagens que, por sua qualidade e valor histórico, constituem um tesouro para o patrimônio da região.

Em pouco mais de três minutos, o cineasta revela ângulos das quedas d’água em seu estado mais natural, sem que qualquer intervenção humana, como a construção de passarelas, tivesse sido realizada para facilitar a contemplação da paisagem.

Para chegar à Garganta do Diabo, citada no filme como “Punta Imposible”, Holmes e sua equipe utilizaram-se de rústicas e perigosas canoas. O aventureiro percorreu, ainda, os íngremes paredões da margem argentina do rio Iguaçu e chegou à ilha San Martín, registrando imagens das quedas situadas no Brasil. “

 

 

 

Para ver o texto completo no Sopa Brasiguaia, entre aqui.
 
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Hospedagem em Foz do Iguaçu
Imagens das Catarats em documentário de 1920

Hospedagem em Foz do Iguaçu

 
 
Se você quer visitar tudo com uma certa mobilidade (a Itaipu está para um lado e as Cataratas para o outro) fique no centro, onde está a maioria dos hotéis 3 e 4 estrelas. Anote:

Hospedagem mão-de-vaca-muquirana

Villa Canoas
É o melhor custo benefício da cidade. Está a duas quadras do terminal de ônibus. E na baixa temporada, quarto de casal sai por R$ 70,00. Apesar de muito econômico, tem pinta de três estrelas ajeitado. A cidade abriga ainda um super hostel, o Paudimar Falls. Tem piscina e cozinha para os hóspedes. Detalhe: fica próximo das cataratas, mas longe de tudo. E o quarto duplo tem o mesmo preço que o Villa Canoas. Nos dormitórios coletivos,  R$ 20,00 por pessoa.

Hospedagem classe-média

Hotel Nadai Confort
Ficamos aqui. Um três estrelas relativamente novo, no centro, ótimo atendimento, quarto amplo e com um café da manhã delicioso. Nós pagamos R$ 110,00 a diária, mas a tarifa balcão pode chegar a R$ 170,00 para casal. Pechinche na baixa temporada.

Momento extravagância chique no úrtimo sonho de consumo

Hotel Cataratas
Fica dentro do Parque Nacional do Iguaçu, em frente a trilha que dá acesso às cataratas a pouco mais de mil metros da Gargante do Diabo. Passou por reforma  e hoje é administrado pelo grupo Orient-Express. O apartamento duplo superior  está a partir de R$ 815,00 – na promoção. Já a suíte cataratas sai a bagatela de R$ 2.135,00. Com café da manhã. hehe.

Foto: Raul Mattar

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Imagens das Catarats em documentário de 1920

Compras na Argentina: Duty Free Shop


Meu espírito até que evoluiu bem nas últimas duas semanas. Fiz trilha ecológica, caminhei ao lado de quatis, tomei banho de catarata, entrei em viveiros cheios de pássaros e fui de ônibus a Ciudad del Este… nesse caso, um calvário digno de ascensão aos céus – em corpo e alma. Mesmo assim, para qualquer mão-de-vaca-muquirana o Paraguai nem chega a ser uma penitência.
 
Ao contrário do Duty Free, em Puerto Iguazu. (Aqui, acredito que desci dois degraus no altar da purificação). Um shoppinzão que entrou na rota de compras para quem vai a Foz. Bonito, limpo, climatizado, banheiros, casa de câmbio e traslado gratuito desde os hotéis centrais do lado brasileiro. Não tem ambulante. E no lugar da chipa paraguaia, empanada argentina. Por R$ 4,00 cada, no único quiosque do lugar. Socorro! Começou o chilique. Quatro reais por uma empanada menor que um pão de queijo?
 
Voltando, sem siricotico, porque eu sou fina. Continuamos passeando por ali. Chocolates, alfajores, azeites, bebidas, óculos, roupas e eletrônicos. Tudo de marca. Com preço de grife. Talvez porque não esteja acostumada a comprar frequentemente esse tipo de coisa no Brasil, me senti na Daslu argentina. E entendemos qual a função do Duty Free: oferecer a comodidade jamais pensada em Ciudad del Este, cobrando muito caro por isso. Como foi construído em uma área entre as aduanas do Brasil e da Argentina, é uma região considerada neutra. Brasileiros possuem livre acesso e são isentos de impostos.

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Rota de compras no Paraguai: lojas, imposto e chipa

Paraguai é Chaco. É Assunção. É Augusto Roa Bastos. É chipa. Tetã Paraguái em guarani. Mas a gente insiste em resumir o país ao nosso perfume importado de cada dia. O que pode ter seu valor. Circular por Ciudad del Este é uma experiencia para poucos viajantes. Uma espécie de expedição científica em que a antropologia seria nossa linha de pesquisa. Antes de prosseguir, clique no video abaixo. Este post merece ser sonorizado. Com vocês… nuestra Perla, hermosa! 

Lugar exótico, história conturbada, com gente simples. Considerado paraíso de compras. Só por isso o Paraguai deveria receber mais turistas do que o Brasil – outro lugar exótico, com história conturbada e gente simples. Mas aqui, lojinha de R$ 1,99 é fichinha se comparada ao universo muambístico da fronteira. Já passou a fase da camisinha musical e do video-cassete. Agora, o carros-chefes são as meias de cano curto da Nike (tem da Puma e da Adidas também) e os aparelhos de DVD. Progresso.

Quem vier a Foz deve reservar uma manhã para passear por aqui. Fuja dos sábados e feriadões. E esteja consciente: camelô é igual em qualquer lugar do mundo. Vende tudo baratinho, mas a garantia é zero. Você pode até dar sorte, mas é bem provável que um produto sem certificação de origem cause problema. Quer comprar um eletrônico? Um tênis de marca? Brinquedos para a Mariana – ops, digo, para seu filho? Procure uma das grandes lojas. E assim mesmo pesquise, é possível fazer isso, antes de sair de casa, pela Internet. Veja:

Eletrônicos
Discovery Import
Madrid Center
Casa Escocia

Informática
Master 10
Icompy
Nave

Roupas, mochilas, óculos, perfumes e bolsas
Chenson
Revelata
Charme Perfumaria
Carol Montenegro

Câmera e fotografia
Mundo das câmeras
Monte Carlo
Audio Phone SRL

E as grandes lojas ou shoppings que vendem de tudo um pouco:
Monalisa
Americana
Casa China

Forma de pagamento: o dólar é a moeda corrente, mas o real também é aceito. Cuidado ao usar cartão de crédito (só aceitam o internacional). Geralmente cobram uma taxa que varia de 8 a 12% em cima do valor da compra.

A cota autorizada: US$ 300,00 para quem atravessa a fronteira por terra e US$ 500,00 para quem chega de avião.

Produtos proibidos: cigarros, bebidas com produção no Brasil e qualquer coisa que esteja em quantidade que caracterize a compra para revenda, mesmo que não ultrapasse o valor da cota. Ou seja, se você trouxer 15 pen drives de 2 gigas, o valor total será mais ou menos de 170 dólares. Não ultrapassa a cota, mas a quantidade é exagerada aos olhos da aduana. Se pegarem, você perde tudo.

Pagando imposto: para regularizar suas compras no Paraguai – caso gaste mais do que a cota e esteja trazendo produtos autorizados – é só pagar o imposto excedente. Simples: gastou US$ 380,00? Quando estiver saindo de Ciudad del Este pare na aduana brasileira. Lá você vai ter que pagar 50% em cima dos US$ 80,00 a mais, por exemplo. E atenção: uma vez que você declare, só podera fazer compras novamente (pagando imposto) depois de 30 dias.

Quer só comprar badulaque e balangandã? Então aproveite para experimentar a chipa, o tradicional biscoito da culinária paraguaia – algo como o nosso pão de queijo, só que com maior consistência e sabor típico. Leva queijo ralado, polvilho, azeite, ovos e sal. Tem forma de ferradura. E custa R$ 0,50 a unidade.

Fotos: Raul Mattar – menos a que ele aparece olhando uma camisa “orirrinal” do São Paulo – que pertence ao Matraca´s Image Bank.

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Itaipu: iluminação monumental da barragem

  
É um trem bonito de se ver. Toda sexta e sábado, ao anoitecer,  um espetáculo de luzes e música engrandece ainda mais a barragem da Itaipu. São 112 luminárias e 519 refletores – conectados por 60 quilômetros de fios, cabos e eletrodutos. O que parecia grande fica ainda maior. 
 

De repente apagam-se as luzes do mirante, uma escuridão só. Em sincronia com uma trilha sonora produzida especialmente para o show os refletores da barragem começam a piscar e acender progressivamente. Aos poucos, as luminárias dão forma ao enorme paredão de concreto.A coisa é tão grande que a energia consumida na apresentação seria suficiente para iluminar uma cidade com 15 mil habitantes.

O camarote é a Estação Mirante Central (aquela que tem o painel em azulejos do Poty). Antes do show começar um documentário é exibido em enormes telões e uma dupla de apresentadores conta um pouco da história da usina, ele em português, ela em inglês.    

 
Não existe melhor formar de selar seu passeio por aqui. Há inclusive uma Visita Combinada Panorâmica-Iluminação. Fica até mais barato se comprar os dois ingressos juntos. Embrenhar-se no meu roteiro, no entanto, tem que ter disposição. Fiz o circuito especial, no último horário – às 16h. Dura duas horas e meia o trajeto. Depois esperei mais uma hora para assistir ao espetáculo noturno. Saí de lá quase nove e meia da noite. Mas alguém aí tem dúvida de que não valeu a pena?
 
Fotos: Raul Mattar
 
SERVIÇO:

Iluminação Monumental
Quando: sexta e sábado, às 20h (21h no horário de verão)
Quanto: R$ 12,00. Pessoas de 7 a 16 anos e acima de 60 anos pagam metade.

Atenção: para ver horários e preços atualizados visite o site Itaipu Turismo. 

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