Silvia Oliveira

Na categoria Paraná

sábado, 15 de janeiro de 2011

Poncovô neste fim de semana?

Vou para lá só depois do almoço –  sim, trabalho de manhã!  –  e volto no domingo mesmo. Será uma espécie de reconhecimento de área. Dicas? A foto já diz quase tudo. Mas posso adiantar que é o lugar mais hiper-ultra-top inflacionado do litoral do Paraná! Ganha o matracABRAÇO quem disser o nome da localidade.

Atualização:

De tão fácil teve gente que ficou em… dúvida! Sim, fui para a ILHA DO MEL. E a ganhadora do matracABRAÇO foi a Fabíola do Mochilando por Aí. Em breve conto tudo, tudinho de lá. Parabéns, Fabíola!

Foto: Banco de Imagem do Sebrae

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quarta-feira, 05 de janeiro de 2011

Verão no Paraná: muito além das praias


Ilha do Mel: refúgio com boas praias e descanso no litoral do Paraná.

Acho engraçado quando um paranaense escolhe somente as praias de Santa Catarina para passar as férias. Também já fiz isso algumas vezes. Nada de errado se a gente souber, primeiro, valorizar o que há de mais surpreendente por aqui. Certo, não temos mar com águas cristalinas nem somos berçário natural para as baleias francas como no estado vizinho. Muito menos temos o marketing agressivo deles. Nem o Paulo Zulu pegando onda em Caiobá.


Detalhe da Estrada da Graciosa: antigo caminho dos tropeiros liga o planalto ao litoral.

Mas nossa pequena faixa litorânea tem belas paisagens compostas pelos simpáticos municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Guaratuba, Matinhos, Morretes, Paranaguá e Pontal do Paraná. Quase todos estão a apenas uma hora de Curitiba. O litoral do Paraná reúne uma rica culinária, história, cultura, baías cheias de encantos e montanhas cobertas pela Mata Atlântica. A região ainda possui unidades de conservação que protegem inúmeras espécies da fauna e flora. É justamente na estação mais quente do ano que a abundância das águas revela no estado locais exuberantes para visitação de turistas de todas as idades. São atividades de aventura e paisagens naturais paradisíacas.


Cidades históricas do Paraná: passeio divertido recheado de quitutes.

Em Paranaguá, o passeio de barco pela Baía que leva o mesmo nome da cidade dura uma hora e proporciona vista privilegiada das Ilhas Cutinga, Cobra, Peças e da Ilha do Mel, esta última dona de praias paradisíacas como a deserta praia da Fortaleza, a agitada Encantadas e a requintada Nova Brasília. Ainda na Ilha do Mel – onde é impossível chegar de carro – os turistas podem aproveitar o dia para surfar, caminhar por trilhas e mergulhar. Ao cair do dia noite pausa para escutar as envolventes histórias contadas pelos nativos, degustando a excelente culinária caiçara. Na hora de dormir, barracas de camping ou hotéis e pousadas rústicos.


Morretes: casario histórico é cenário para práticas de ecoturismo.

As atividades de aventura não são exclusividade de Paranaguá e Ilha do Mel. Perto dali, em Morretes, as práticas do cicloturismo, rafting, boia-cross, turismo fora de estrada com veículos 4×4, cachoeirismo e caminhadas de longo curso também fazem do município um polo do ecoturismo e do turismo de aventura. Todos estes destinos são contemplados pelo Programa de Promoção e Comercialização Nacional da ABETA (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura) – que trabalha para fortalecer o segmento e reforçar o potencial do Brasil para oferta segura e responsável de atividades de Ecoturismo e Turismo de Aventura.

A pequena e histórica Morretes também ficou famosa pelos seus 23 restaurantes – todos oferecem os típicos Barreado – além dos casarões relativamente preservados e ruas arborizadas. Os nativos que vendem produtos da terra – como a bala de banana, cachaça e farinha – armam as barracas da feirinha todo sábado, domingo e feriado. Ficam na praça central, rodeando o rio Nhudiaquara, que corta toda a cidade e já foi a única ligação entre planalto e litoral no século 16.


Antonina: ruínas preservam a memória do Ciclo da Erva-Mate.

Antonina – a 14 quilômetros de Morretes – viveu seu tempo áureo no Ciclo da Erva-Mate, no século 19. Ruínas de um antigo depósito da erva oferecem uma vista charmosa da Baía de Antonina. Com calçadas de pedra, Antonina tem patrimônio tombado, uma tentativa de preservar – além da história – a memória do lugar. O pequeno município de 20 mil habitantes é também berço de diversas manifestações populares e folclóricas como o Fandango. Os afamados municípios de Matinhos e Guaratuba possuem vários balneários com infra-estrutura de restaurantes, supermercados, hotéis, pousadas e casas para alugar. O Balneário de Caiobá é o maior e o mais requintado de todos e divide-se em Praia Brava e Praia Mansa. A primeira está situada numa enseada com águas rasas e um pouco agitada, onde são realizados campeonatos de Surf. Já a Praia Mansa está localizada na estrada da baía de Guaratuba, com águas bastantes calmas e pouco profundas. Dela chega-se à Praia Bela ou Prainha do Farol da Ilha das Tartarugas.

Se sua opção neste verão for água, mas não praia exatamente, no extremo oeste do estado temos Foz do Iguaçu onde é possível andar pelas copas das árvores do Parque Nacional durante a prática do arvorismo. Enquanto isso, ao fundo, o som feroz de algumas das cerca de 275 quedas d’água das Cataratas fazem a trilha sonora ideal para este momento na natureza. Outra forma de curtir o visual deslumbrante das águas de Foz é fazer rapel no Cânion Iguaçu, onde o turista desce 55 metros contemplando uma das sete maravilhas do mundo moderno. Sem contar o inacreditável Macuco Safári – passeio que leva o turista, num bote inflável, bem próximo às quedas.


Lapa, na Rota dos Tropeiros: possui o maior conjunto arquitetônico preservado do Paraná.

O Paraná tem ainda diversos roteiros estruturados como o Cânyon Guartelá, Vila Velha, a Rota do Pinhão, a Rota do Vinho, a Rota do Café e a Rota dos Tropeiros que inclui a deliciosa cidadezinha da Lapa, palco de um dos conflitos da Revolução Federalista. Descubra qual se encaixa melhor no seu perfil e aproveite um dos estados mais inventivos do Brasil. Se precisar de ajuda para montar seu roteiro, consulte um agente de viagens – ou essa que vos fala! Existem várias sugestões de pacotes e/ou roteiros para todos os gostos e bolsos!

Fotos: Raul Mattar (menos a primeira, da Ilha do Mel, que pertence ao Banco de Imagens do Sebrae)

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Vinícola Casa Müller: vinho com terroir único no mundo | Rota do Café – PR

Você pode até achar estranho uma vinícola fazer parte de uma rota que homenageia o… café. Mas essa charmosa propriedade rural já foi destaque na produção do grão no passado. O solo, antigamente ocupado pela monocultura cafeeira, deu lugar ao cultivo de frutas, principalmente, de uva – produzindo uma bebida com terroir único de café. A consultora do Sebrae Luciana Masson explica que terroir é uma palavra francesa sem tradução em nenhum outro idioma. ” Significa a relação entre o solo e um microclima particular gerador do tipo de uva que expressa qualidade, tipicidade e identidade única de determinado vinho”, complementa.

Os donos da propriedade, Seo Eloy e Dona Cleide, perceberam já nos primeiros bagos de uva (ainda no pé!) um gosto aveludado, um traço sutil de café torrado na fruta. Nós provamos o tal vinho. Claro que tive uma dificuldade especial para sentir o sabor do café… Mas “eu” não conta. O que vale é que posso dizer para todo mundo que provei, no distrito da Warta – região de Londrina - um vinho com o tar do terruá de café. Rá!

A princípio até pensei que não ia aproveitar muito a visita, afinal não bebo nem Cidra Cereser e achava que o mote principal do passeio eram os vinhos e os licores produzidos ali. Só que a Vinícola Casa Müller reserva algo inesperado para quem só vai pensando na bebida: o morango mais doce do mundo. Não é exagero de turista deslumbrada. É o morango mais doce do mundo. Comi muitos. Fresquinhos. Colhidos na hora. Produzidos sem agrotóxicos.  

Em seguida, de colherada, veio o maracujá doce. Depois um passeio pelos parrerais. Entre novembro e dezembro é período de colheita. (Quando fui, em setembro, as uvas estavam pequenininhas ainda.) Agora, o  passeio por lá – que já era bom – deve estar deslumbrante. Sem contar que tive a sorte de conversar com o Prof. Alcides Carvalho (foto) -  especialista no tema e parceiro da vinícola, que deu uma super-aula pra gente sobre os taninos e seus congêneres.

SERVIÇO

Vinícola Casa Muller
Localização: Distrito da Warta, entre os municípios de Londrina e Cambé. Veja como chegar aqui.
Telefone: (43) 3398.4212
E-mail: contato@vinicolacasamuller.com.br
Quanto custa a visita: R$ 15,00 – que são revertidos em produtos da vinícola. Agendar previamente.

Fotos: Raul Mattar

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Café do Paço: música, arte e aroma | Curitiba

E por falar em café, a capitaR do Paraná não fica atrás. Em Curitiba existem cafeterias formosas, simpáticas e premiadas. E foi justamente para um reencontro com uma amiga de anos que sugeri o Café do Paço – instalado no térreo do Paço da Liberdade (já falamos dele aqui) -  único prédio da cidade tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional.

A ambientação é sóbria e sofisticada – mas sem ser arrogante. (Não me xingue, mas me esqueci de tirar fotos gerais do lugar. Assim que eu voltar lá, preencho melhor o post!) A construção tem elementos arquitetônicos do art noveau e abriga uma livraria, biblioteca e espaço de artes. Se você for num fim de tarde poderá ver, do lado de fora, luzes cênicas que vão acendendo-se  automaticamente conforme a noite cai. E dentro, as pinturas dos artistas João Ghelfi, João Ortali e Anacleto Gaubaccio estão totalmente recuperadas.  No chão da cafeteria do Paço, é possível ver também resquícios arqueológicos do primeiro Mercado Municipal de Curitiba.

Em determinados dias da semana, boa música - grátis - acompanha o espresso ristretto (R$ 3) – retirado de grãos Orfeu, cultivados no sul de Minas Gerais ou até mesmo um capuccino (R$ 6). Para acompanhar, quiche de abóbora com carne seca (R$ 6). Vai ser o momento extravagância mais barato da sua vida. Não, aqui extravagância não tem nada a ver com café caro ou dinheiro jogado fora. Mas aquela extravagância única de poder sentar-se para saborear um café cheiroso e fechar os olhos bem devagar a cada bicadinha na xícara.

SERVIÇO

Café do Paço
Praça Generoso Marques, 180 | Paço da Liberdade | Centro | Curitiba – PR
Telefone: (41) 3234.4210
Horário: segunda a sexta, 8h30 às 21h; sábado, 10h às 18h e domingo, 11h às 17h.

Fotos: Matraca’s Image Bank

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Fazenda Palmeira: roteiro percorre todo o processo da cafeicultura atual | Rota do Café – PR

Mais do que um produto turístico brasileiro, a Rota do Café é o resgate da memória de um importante período da agricultura nacional. Mesmo baseada na história e suas saudades, a rota inclui atrativos como a Fazenda Palmeira, em Santa Mariana – imensa propriedade com quase mil hectares (o que equivale a quase mil campos de futebol), totalmente produtiva e que ainda investe no grão.

Se a sua opção for se hospedar na Estância Guaicurus  (já falamos dela aqui) um dos seus passeios obrigatórios será a Fazenda Palmeira, que fica bem pertinho. Você será recebido pelo casal Cornelia e Norbert Gamerschlag, descendentes de suíços e proprietários do lugar. Os dois desenvolveram um roteiro organizado que proporciona ao turista vivenciar todo o processo atual de cultivo, colheita, beneficiamento e estocagem do café. As informações passam ainda pela florada até à maturação do grão.

Algo que talvez você não saiba (eu, que sou da região, não sabia) é que a maioria das lavouras do Norte do Paraná fica próxima ao Trópico de Capricórnio, originando a chamada Cafeicultura Subtropical, o que produziu paisagens bem diferentes das fazendas de café de Minas. Talvez por isso, essa região tenha recebido e acolhido muito bem uma leva de europeus – entre eles alemães e suíços.

A Fazenda Palmeira, diferentemente da Fazenda Monte Bello (atrativo genuinamente histórico) tem aproximadamente 30 famílias morando na propriedade, formando uma colônia moderna na cadeia produtiva do café. As mulheres da comunidade também investem em artesanato feito com fibra de bananeira, criando peças criativas e originais que poderão ser compradas durante sua visita.

O tour pela Fazenda Palmeira dura em torno de quatro horas e é bem dinâmico. O passeio é finalizado com um delicioso e bem montado café suíço que inclui tortas e bolachinhas tradicionais e um impronunciável chá gelado de melissa com limão.

SERVIÇO:

Fazenda Palmeira
Localização:
Rodovia PR 518, s/nº | Está a 10 quilômetros do município de  Santa Mariana  por estrada de terra.
Coordenadas GPS: W 50,519856 e S 23,07381
Telefone: (43) 3531.1409
E-mail: cno@onda.com.br
Quanto custa a visita: R$ 15,00. Grupos mínimo de três pessoas. Inclui o café rural. Agendar previamente.

Fotos: Raul Mattar

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domingo, 12 de dezembro de 2010

Itaipu: special visitation tour | Foz do Iguaçu

By Sílvia Oliveira

Call me crazy, but when I return to Foz do Iguassu I don’t plan to visit the Falls again. I’ve already visited both sides, I’ve spent a long time there, I’ve made the panoramic helicopter flight and, everything I wanted to see, I’ve seen. I want to go back to Itaipu to take a few tours that I was unable to take last time, such as the Ecomuseum, the Bella Vista Biological Reserve and the 10-kilometre Spawning Channel.

I know, the Falls are Nature’s gift to us and Macuco Safari is, by all accounts, not to be missed (maybe in my next incarnation). It’s just that I have a genetic defect: great feats of engineering – whether it be for the size, creativity or historic value – cause me great awe and fascination. The Iguassu Falls are inexplicable; but as they are the work of God, I can understand that there is no explanation for them. God is perfect and adores playing these geographical games – just think of what He has already got up to in Patagonia, in the Grand Canyon or in Fernando de Noronha, to name but just a few.

Now, get up close to a construction so millimetrically thought and carried out by beings considered incomplete, needy, unsatisfied and that – so it is said – use only one percent of their own brain… Scary, or what? Imagine, if you will, when they get round to using all the potential the scientists predict they have! In order to understand what the hydroelectric power station once was and is today there are three official tours: the panoramic tour, the special tour and the monumental illumination tour (as well as the institutional tour for research centres and universities).

On the panoramic tour, which lasts an hour and a half, you cover the route by coach, with a bilingual  guide, and see the dam externally. A documentary is shown before the tour starts, then the visitor is taken to privileged spots that offer beautiful views and excellent photo opportunities. On the way back, the coach passes over the top of the dam, revealing a different angle of the spillway: on one side the Parana River, on the other the immense Itaipu reservoir which supplies the power station) and in the background, the city of Foz do Iguassu.

The special tour – which I took – takes you inside the dam. The coach also has a bilingual guide and water onboard. There are seven stops. At the first, you have a panoramic view of the dam and the spillway, as well as the chance to gaze appreciatingly at the ceramic-tiled panel by the Parana artist Poty Lazzarotto that depicts scenes from the construction of Itaipu. Once inside the construction, you are very close to the  conduits – ENORMOUS white tubes – through which pass up to 700 thousand litres of water per minute (half the entire flow of the Falls in each of them!).

At the fourth stop, you come to the equipment that keeps the power station operating. You are not  allowed to stay here for more than three minutes because of the extremely high noise levels. The visit is so quick it seems surreal. Feeling Itaipu’s uninterrupted pulsation below your feet gives you the sensation that you are in a science fiction film. As you approach the central control room – where technicians  control everything via computers and electronic panels – you seem to be at NASA. I’ve never been to NASA, but I’ve seen plenty of films and I know exactly what it looks like. You may take as many photographs as you please.

At the end of the tour, you come to the kilometre-long galleries. Here you can see the gigantic covers of the 20 turbines. Each turbine is sufficient to supply a city of 2.5 million inhabitants. As you stand there, you remember the story from the documentary that was shown at the beginning of the tour. Construction of Itaipu – which is Tupi for “rock that sings” – started in 1973. At the height of the works, five years later, more than seven thousand cubic metres of concrete, the equivalent of a ten-storey building, were poured per hour. At the peak of the dam’s construction, more than 40 thousand workers were mobilised. When the sluice gates of the channel that diverted the Parana River were closed, the engineers believed that it would take three months to fill the reservoir.

However, torrential rains meant that in 14 days the world’s largest hydroelectric dam, in both size and generating capacity, was ready to be activated. In 1982, the spillway’s floodgates were opened, liberating the Parana River’s backed-up waters. There were those who didn’t like it. The city of Guaira lamented the disappearance of the  Sete Quedas falls, flooded by the reservoir. Even today, the city receives royalties from Itaipu for the obliteration of one of the region’s greatest attractions. However, let’s forget the bickering – after all, it’s already been forgotten! Don’t go thinking that when you come here you are going to see the magnificent sight of the spillway’s floodgates open. This only happens once or twice a year, and then only to release all the water not used for generating electricity. Nevertheless, be prepared, for if you are lucky enough to see it, you will witness a flow 40 times superior to that of the Iguassu Falls.

INFORMATION:

Itaipu Binacional | www.turismoitaipu.com.br (site in Portuguese only)

Panoramic Tour
Times:
Daily, with departures at: 8:00 a.m., 9:00 a.m., 10:00 a.m.,1:30 p.m., 2:00 p.m., 3:30 p.m.and 4:00 p.m..
Admission: R$19.00. Students, children between7 and 16 years old and OAPs areeligible for discounts. The tourthat departs from the Paraguayan side is free.

Special Tour
Times:
Daily, with departuresat: 8:00 a.m., 8:30 a.m., 10:00 a.m., 10:30 a.m., 11:00 a.m., 2:00 p.m., 14:30 p.m., 4:00 p.m. and 4:30 p.m.. (The minimum age for this visit is 14 years)
Admission: R$ 50.00. Students and OAPs are eligible for discounts.

Photo: Raul Mattar

Leia este texto em português:
Itaipu: circuito especial

Read more about Foz do Iguaçu:
Tourism: Foz do Iguaçu (by Sílvia Oliveira)
Bird Park (by Sílvia Oliveira)

———————–

Reportagem publicada originalmente na 26º edição do jornal Curitiba In English. Para entender o projeto de internacionalização do Matraqueando, clique aqui.

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sábado, 11 de dezembro de 2010

Estância Guaicurus: hospedagem luxo | Rota do Café – PR

**ATUALIZAÇÃO: A Estância Guaicurus não faz mais parte da Rota do Café e a hospedagem foi desativada.**

Primeiro, entenda: o luxo dessa fazenda não está vinculado à piso de mármore ou cristais de baccarat. Mas à concepção de que receber bem inclui critérios como excelente serviço (e ótima comida!) aliado ao conforto e bom atendimento.

Localizada no município de Santa Mariana – a 80 km de Londrina – a Estância Ecológica Guaicurus está numa propriedade cafeeira, ainda produtiva, fundada por imigrantes suíços na década de 40. Turismo rural de verdade, eu diria.

Os quartos são novos… com um colchão exemplar. As refeições incluem produtos da horta orgânica.  Aliás, chegamos à estância quase nove da noite. O jantar estava excelente com o melhor feijão que já provei na minha vida. Mas estávamos tão cansados, que nem eu nem o Raul garantimos uma única fotinho do menu.

A área tem um lindo amanhecer. Trilhas suaves levam o hóspede a um local estratégico – às 7h da matina! - para dar comida aos macacos-prego que por ali circulam. Eu fui, acredite!  Fiz a caminhadinha e observei os macaquinhos.

Há diversas atividades como colher frutas frescas no pomar para preparar, na hora, um delicioso suquinho! Abriga, ainda, o maior labirinto de café do mundo, onde você pode entrar… e se perder, claro. A colheita geralmente acontece em maio. Caso você venha para cá nesta época poderá acompanhar toda a produção da bebida até o produto final para exportação.

As acomodações não são exatamente o que a gente costuma chamar de quartos, mas um semi-casa com sala e corredor. Os chalés ficam em uma grande reserva ambiental ao lado da represa. As áreas sociais da estância possuem vista para o lago cheio de plantas aquáticas e peixes. Há uma grande diversidade de pássaros, capivaras e até jacarés. A Estância Ecológica Guaicurus é excelente base para conhecer também a Fazenda Palmeira - outro atrativo  da Rota do Café que proporciona um passeio dinâmico onde o turista poderá conhecer todo o processo de produção de mudas, plantio, secagem, armazenamento e beneficiamento do grão.

Fotos: Raul Mattar

SERVIÇO:

Estância Ecológica Guaicurus
Localização: na BR 369, entre em Sta Mariana pelo trevo principal e atravesse a cidade seguindo as placas. Cruze a linha do trem e continue 15 km na BR 518 até Quinzópolis. Na entrada do vilarejo, tome a primeira saída à direita e siga as placas na estrada de terra por mais 6 km.
Telefone: (43) 3531.1162
E-mail: contato@fazendaguiacurus.com
Quanto custa: R$ 320,00 quarto para casal com ar condicionado ou R$ 300,00 sem ar. Crianças de 2 a 5 anos pagam R$ 50,00 e de 6 a 13 anos pagam R$ 70,00. Segunda criança cortesia. Os valores incluem todas as atividades e refeições.

**ATUALIZAÇÃO: A Estância Guaicurus não faz mais parte da Rota do Café e a hospedagem foi desativada.**

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MATRAQUEANDO - Viagens e Comidinhas | Por Sílvia Oliveira | Jornalista | Curitiba, BR

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