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40 sensacionais atrações grátis em Buenos Aires

1. City Tour Gratuito em Buenos Aires. O Free Walking Tour percorre pontos de interesse cultural e histórico. De 2ª a sábado, com saídas às 11h da Plaza del Congreso (Av. Rivadavia y Rodriguez Peña). Os guias são argentinos, mas o tour é feito em inglês.

2. Retire material informativo gratuito sobre a cidade – como mapas e guias – nos Centros de Informação Turística (CIT). Há postos no Centro (Calle Florida, 100), Puerto Madero (Dique 4), Recoleta (Calle Quintana, 96), San Telmo (Calle Defensa, 1250) e nos aeroportos.

3. Conheça o Congreso de la Nación, sede do poder legislativo do país. O edifício é colossal e ricamente decorado. Aqui foram velados Perón e Evita. Visita guiada grátis às 2ª, 3ª e 6ª – 11h e 17h (em espanhol) e 2ª, 3ª e 6ª – 11h e 16h (em inglês). Recesso de 31/12 a 15/02.

4. Passear pelo Bairro Abasto, onde cresceu Carlos Gardel que - embora não se saiba exatamente onde tenha nascido - se tornou o mais famoso cantor de tango argentino. Na região há um lindo conglomerado de casas e estabelecimentos comerciais (na altura da Calle Zelaya) pintados com os fileteados porteños – estilo artístico de pintura característico de Buenos Aires. São desenhos coloridos que recorrem a espirais, sombras e perspectivas.

5. Visite a Casa de la Cultura, sede do Ministério da Cultura da cidade. Apresentações, mostras artísticas e concertos são oferecidos à comunidade. A fachada do prédio é o único exemplo na Argentina do estilo neobarroco do arquiteto francês Charles Garnier, o mesmo que projetou a Ópera de Paris e o Cassino de Montecarlo. Visitas guiadas grátis aos sábados (16h e 17h) e domingos (11h às 16h, de hora em hora). O tour começa em frente ao portão de bronze do Palácio del Gobierno. Horários podem mudar. Informe-se antes de ir. Tel. +54 11 4323.9669.

6. Com jardins cheios de palmeiras imperiais, a Casa Rosada é o cartão postal de Buenos Aires. A sede do Poder Executivo oferece visitas guiadas grátis aos sábados e domingos, às 10h e 18h. O tour free passa por salas reservadas à presidência da república e faz uma paradinha na célebre sacada em frente à Plaza de Mayo.

7. Aliás, a própria Plaza de Mayo, é ponto de interesse do turista engajado. Qualquer panelaço na cidade começa aqui. Além de ser ponto de manifestações políticas e culturais, a praça está abraçada pelos principais edifícios institucionais da cidade – como a Casa Rosada, o Cabildo e a Catedral.

8. A Catedral Metropolitana lembra um colossal templo grego. Dentro está o mausoléu do líder da independência argentina (e também peruana e chilena), general San Martín. Depois da missa das 12h30 (de 2ª a 6ª) há uma bonita benção às futuras mamães (mulheres grávidas, ou que querem engravidar ou em trâmite de adoção). É um dos pontos mais visitados em toda a Argentina. De 2ª a 6 ª, 9h às 21h, sábado e domingo, 12h às 19h. Visitas guiadas ao mausoléu e cripta de segunda a sábado, às 11h45. Fica em frente à Plaza de Mayo.

9. A curiosa Manzana de Las Luces (Quarteirão das Luzes) recebeu este nome por causa da filosofia iluminista das escolas que ocuparam o conjunto de construções históricas. A quadra compreende as ruas Alsina, Moreno, Bolívar e Peru. A presença misteriosa e enigmática de túneis subterrâneos que conectam igrejas e edifícios públicos é a atração do lugar. Visitas guiadas de 2ª a 6ª – 15h e aos sábados e domingos, 15h, 16h30 e 18h. Custa 7 pesos. Grátis às segundas-feiras.

10. O charmoso Centro Cultural Recoleta tem mostras de arte, teatro e oferece cursos. Funciona de 2ª a 6ª, 14h às 21h e sábado, domingo e feriados, 10h às 21h. No mesmo prédio – do século 18 – funciona o interessante Museo Participativo de Ciências  (pago à parte).

11. Aos domingos pela manhã você já tem compromisso marcado. Feira da Plaza Dorrego ou, como é mais conhecida, Feira de San Telmo. É uma feira de antiguidades divertida e agitada. Quase 300 barracas disputam à tapa os quase 15 mil turistas que passam por ali. Há shows de tango gratuitos.

12. Já que você está por aqui, pertinho da feira de San Telmo fica a Iglesia Nuestra Señora de Belén y San Telmo. Abrigou feridos durante as guerras de independência. Não é visita obrigatória, mas não deixa de ser interessante. Abre diariamente, das 8h às 12h e das 16h às 20h.

13. Dê uma passadinha no Café Tortoni, considerado o mais antigo da cidade. Inaugurado em 1858 já foi encontro de políticos e artistas – entre eles Carlos Gardel, Jorge Luís Borges, Julio Cortázar e Federico García Lorca. Todo o mobiliário é original, com vitrais, lustres e espelhos. Caso queira se sentar, peça churros e um cafezinho. A conta não sai mais do que R$ 5. De qualquer maneira, entrar só para conhecer não paga nada. Abre todos os dias de 8h30 às 2h. Av. de Mayo, 825, no Centro.

14. Vá ao Mercado de las Pulgas. Um armazém abriga toda a sorte de quinquilharias (ops, perdão, antiguidades) como quadros, louças importadas, discos de vinil e telefones antigos. O local é uma tremenda desordem. Mas o passeio é interessante. Fica em Palermo Hollywood. De 3ª a domingo, 10h às 19h.

15. No Cemitério da Recoleta estão os mausoléus das aristocracia portenha e de personagens famosos da história do país. Cerca de 70 túmulos são declarados Patrimônio Histórico Nacional – entre eles o de Evita. Visitas guiadas grátis em português às 6ª, às 11h e de 3ª a domingo, 9h30, 11h, 14 e 16h em espanhol.

16. Quando quiser sair um pouco do roteiro turístico obrigatório, corra para o bairro Las Cañitas, perto de Palermo. Na Calle Báez – na altura do número 200 – há um pulsante corredor cheinho de bares e restaurantes com mesinhas nas calçadas.

17. Para conhecer um pouco da pintura argentina contemporânea visite o Museo de Artes Plásticas Eduardo Sívori. Tem jardins com esculturas, lojinha e cafeteria. Está perto do Rosedal do Parque Tres de Febrero (Bosques de Palermo). De 3ª a 6ª, 12h às 20h, sábado e domingo, 10h às 20h. Grátis 4ª e sábado. (Mas se quiser ir em outros dias, a entrada custa apenas 1 peso, algo como R$ 0,40!)

18. A maior área verde de Buenos Aires está nos Bosques de Palermo (cujo nome verdadeiro é Parque Tres de Febrero). Por ter dois enormes lagos artificiais é também conhecido como a “praia” portenha, embora seja proibido nadar por ali. Andar de barquinhos e pedalinhos (pagos à parte) são passeios bacanas, principalmente para quem está com crianças. Vira e mexe há apresentações gratuitas de tango. É o melhor lugar da cidade para você fazer seu pic-nic com delícias compradas nos supermercados de Buenos Aires – como queijos, vinhos e alfajores.

19. Tango. O ritmo foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial pela UNESCO. Há várias casas com diversos tipos de apresentações – que vão das mais intimistas às hollywoodianas. Mas caso não queira gastar para ver algum show circule pelo Caminito, ponto turístico de Buenos Aires. Por ali, sempre há grupos ou casais dando demonstrações do compasso que retrata a alma argentina.

20. Você vai garantir sua mais tradicional foto em Buenos Aires sem gastar um só tostão. No Caminito – no bairro La Boca – um conjunto colorido de casebres feitos em chapa de aço e zinco é o ponto fervilhante da cidade, turisticamente falando. Vai desde restaurantinhos ordinários, pasando por exposições ao ar livre e até inusitados shows de tango. Na Calle Magallanes há uma sacada com bonecos gigantes de Maradona, Evita e Carlos Gardel. Apesar do jargão do viajante descolado chamar isso de roubada, desculpe, para mim é parada obrigatória. Adoooro!

21. De 2ª a sábado, a Plaza Itália é palco de uma interessante feira de livros usados. Fica na Av. Sarmiento e Av. Santa Fe, em Palermo.

22. O shopping Galerías Pacífico é considerado Monumento Histórico Nacional. O edifício foi inspirado nas Galerias Lafayette de Paris. Trata-se um centro comercial como outro qualquer. Mas a construção e a decoração fazem a diferença. Recomendo uma passadinha por lá! Calle Florida, no Centro.

23. Puerto Madero. Para passear, sempre. Por mais que digam que a região se tornou centro de restaurantes pega-turistas, não se pode ignorar o bilionário projeto de revitalização da área. Antes, a “orla” portenha era decadente e abandonada. Nos últimos 20 anos foi tudo restaurado e as docas se transformaram em bares, cinemas e até escritórios. No Dique 3 você encontra a Puente de La Mujer, valente obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava – o mesmo que projetou a Cidade das Artes e das Ciências de Valência e o Complexo Olímpico de Atenas.

24. Garanta sua foto na frente do Obelisco, imponente símbolo de Buenos Aires, erguido em 1936. Tem 67 metros de altura e fica na respeitável Av. 9 de Julio, esquina com Av. Corrientes.

25. A Biblioteca Nacional de Buenos Aires completa 200 anos. Não chega a ser um ponto de interesse turístico, mas tem arquitetura externa diferenciada, uma espécie de caixa suspensa. De 2ª a 6ª, 9h às 21h e sábado e domingo, 12h às 19h. Na Recoleta.

26. No Museo Nacional de Arte Decorativo você encontra um banho de luxo e criatividade. Trata-se de um palácio do século 20 que pertencia aos Alvear, sobrenome aristocrático de Buenos Aires. São quase cinco mil peças, entre vasos chineses, vitrais, móveis antigos e um pé direito digno de Versailhes. O horário de funcionamento muda de acordo com a época do ano. Entrada a 5 pesos, mas às 3ª feiras a visita é grátis!

27. Já o Museo Nacional de Bellas Artes tem a mais importante coleção do país. Há um andar totalmente dedicado às obras de artistas argentinos. Abriga ainda esculturas de Rodin e quadros de Monet, Degas (e suas bailarinas), assim como Picasso, El Greco, Goya e Tintoretto. De 3ª a 6ª, 12h30 a 20h30, sábado e domingo, 9h30 às 20h30. Grátis todos os dias.

28. No Jardín Botánico Charles Thays você encontra mais de cinco mil espécies de plantas do mundo inteiro. Há uma seção só com a flora argentina, dividida por estados. De 2ª a 6ª, 8h às 18h45, sábados e domingos, 9h30 às 18h45. Oferece visitas guiadas nos fins de semanas (sab/dom) às 10h30 e 15h. Av. Santa Fe, 3951 – em Palermo.

29. A livraria mais linda do mundo – na minha opinião, ¿puedo? – já foi teatro e cinema. Hoje, o El Ateneo Grand Splendid é um dos grandes atrativos turísticos de Buenos Aires. O antigo palco virou um charmoso café, onde você pode folhear livros e ouvir música. Tem três galerias, sendo que o subsolo está reservado à literatura infantil. Um dos meus passeios preferidos em Buenos Aires. De 2ª a 5ª, 10h às 22h, 6ª e sábado, 10h às 23h e domingo, 14h às 22h.

30. A Papelera Palermo não entra nos guias tradicionais como atração turística. Uma injustiça. Estamos falando da papelaria-design que foi pioneira no bairro que hoje é referência no gênero em Buenos Aires. Caderninhos decorados, blocos criativos, pastas modernas, caixas inventivas. Mesmo sendo local de comprinhas, o local merece uma visita, nem que seja para apurar o gosto. Até porque para entrar… não paga nada! De 2ª a sábado, 10h às 20h, domingo, 14h às 20h. Calle Cabrera, 5227 – Palermo Soho.

31. Se alguém me dissesse para visitar alguma farmácia em Buenos Aires só porque ela é antiguinha eu ia achar meio que ideia de jerico. Mas não deixe de conhecer a Farmácia de La Estrella, a mais antiga da cidade. Não se trata de qualquer botica, mas aquela que preservou todo o mobiliário colonial, com prateleiras de madeira nogal antiga, quadros, pinturas do século 19, cristais de murano e piso veneziano. Uma fofa! De 2ª a 6ª, 8h às 20h e sábados, 8h às 13h.

32. Ao lado da Farmacia de la Estrella, está o Museo de La Ciudad – que como o próprio nome diz – retrata a Buenos Aires dos séculos 19 e comecinho do 20. Funciona de 2ª a 6ª, 11h às 19h, sábado e domingo, 10h às 20h. Grátis às 3ª e 4ª. Calle Defensa, 219, no centro.

33. A escultura Floralis Genérica merece uma visita. E uma foto. É uma estrutura curiosa, criativa e singular. Todos os dias, a partir das 8h da manhã a enorme flor de metal abre suas seis pétalas através de um sistema elétrico. Ao entardecer, ela se recolhe. Feita pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano, está na Plaza Naciones Unidas, na Recoleta.

34. Na Av. del Libertador esquina com Av. Sarmiento, admire o Monumento de los Españoles – um marco em Palermo. Feito em mármore branco, a escultura tem 25 metros de altura e foi um presente da Espanha em homenagem ao 1º centenário da independência Argentina. Quatro figuras de bronze na base do monumento fazem referências às regiões do Rio da Prata, Andes, Pampa e Chaco.

35. Para entender um pouco mais da história do país corra para o Museo Histórico Nacional. Há fotos e mobiliário original do general José de San Martín, líder da independência argentina. De 4ª a domingo, 11h às 18h. Está anexo ao Parque Lezama, em San Telmo.

36. O Palais de Glace (ou Palácio Nacional de Artes) foi um dos principais salões de baile de Buenos Aires. Recebeu grandes orquestras de tango. Até Carlos Gardel cantou aqui. Hoje é um ativo centro de exposições e mostras artísticas. Funciona de 3ª a 6ª, 12h às 20h, sábado e domingo, 10h às 20h. Entrada livre. Visitas guiadas grátis aos sábados e domingos, 16h30 e 18h.

37. Caso sobre um tempinho, leve para casa uma foto da Torre de los Ingleses, o Big Ben de Buenos Aires. O monumento foi doado pelos moradores britânicos em homenagem ao centenário da independência em 1810. O nome correto é Torre Monumental, embora todo mundo chame de Torre de los Ingleses. Há uma mostra grátis permanente de fotografias. De 2ª a 6ª, 10h às 17h, sábado e domingo, 10h às 18h. Fica na Av. del Libertador, 48 – no bairro Retiro.

38. O Museo Metropolitano está num lindíssimo casarão de 1928. Oferece várias exposições, cursos e oficinas. Calle Castex, 3217 – em Palermo.

39. A Estación Perú (Linha A) merece uma visitinha. Foi a primeira estação de metrô de Buenos Aires, inaugurada em 1913. Os vagões têm banco de madeira, como antigamente. Fica no bairro de Monserrat. Já a Estación Carlos Gardel (Linha B), de 1930, traz diversos murais de cerâmica utilizando a técnica do fileteado com referências ao tango e ao próprio Gardel. No bairro Abasto.

40. No seu momento-patrão percorra os quarteirões de puro luxo da Av. Alvear. Além de várias grifes internacionais (Louis Vitton entre elas) a avenida abriga alguns dos mais belos palacetes da cidade. Destaque para a Embaixada da França (já na  Calle Cerrito, 1399 – continuación da Alvear) e o Palácio Casares (no nº 1345), sede do Jockey Club. Passeio de luxo… gratuito!

Fotos: Raul Mattar

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Serra Gaúcha: Gramado, Canela e Bento Gonçalves | Post-índice

Reúno aqui posts  sobre Gramado, Canela e Bento Gonçalves – das duas viagens que fizemos à região – em 2009 e 2011. Talvez algum deles possa ajudar você a montar seu roteiro para o destino de inverno mais procurado do Brasil. Novos posts sobre o destino serão sempre acrescentados a este índice. Preços e horários podem sofrer alterações. Restaurantes fecham e hotéis mudam de dono. Para evitar aborrecimentos informe-se antes de ir!

PLANEJAMENTO DA VIAGEM

Gramado: roteiro de três dias

De Porto Alegre a Gramado pela Rota Romântica

Gramado: dicas para uma viagem econômica

Hospedagem em Gramado: onde ficar

Hotel Via Serena:  atendimento, conforto e chá de laranja em Gramado

O QUE FAZER EM GRAMADO

Lago Negro

O Reino do Chocolate

Parque de Lavandas

Templo Budista de Três Coroas

Mini Mundo: réplicas em miniaturas

Zoológico: programa família

O QUE FAZER EM CANELA

Museu do Automóvel

Castelinho Caracol

Parque do Caracol

Museu Mundo a Vapor

ONDE COMER EM  GRAMADO

Sequência de Fondue no La Gruyère

Mignon e Sequência de Fondue no La Famille de Gazon

Galeto e massas no Restaurante Mamma Mia

Truta e Picanha no Petit Maison Restaurante

Opção econômica: chuleta com fritas no Sabor de Frutas

Opção econômica: comidinhas no Pasteleiro

Chocolates de Gramado: onde é melhor comprar

O QUE FAZER, ONDE FICAR E ONDE COMER EM BENTO GONÇALVES

Caminhos de Pedra: um pedaço da Toscana no Brasil

Casa Vanni: experiência gastronômica

Vinícola Salton

Pousada do Chalé: hospedagem com ótimo custo-benefício em Bento Gonçalves

Galeria de Imagem

Fotos: Raul Mattar

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23 motivos para você conhecer e se apaixonar por Curitiba

1. Curitibanês
Dialeto oficial da cidade. Só aqui você encontra cachorro quente com duas vinas (salsicha), piá (menino) com um penal (estojo) na mão e, claro,diversas variáveis de leitE quentE!

2. Poty Lazarotto
Um dos maiores muralistas brasileiros era curitibano. Deixou sua marca em vários trabalhos espalhados pela cidade.

3. Bairro de Santa Felicidade
É a região gastronômica de Curitiba. São quase 350 estabelecimentos, muitos dedicados à cozinha italiana, incluindo o Madalosso – considerado pelo Guinnes Book o maior da América Latina com 4645 lugares.

4. Estações-tubo
Um marco do transporte público. Embora o curitibano reclame dos ônibus lotados, as estações-tubo permitem um embarque e desembarque mais rápido. O formato será usado como modelo em outras sedes da Copa de 2014.

5. Ópera de Arame
É o teatro mais original de Curitiba. A antiga cratera de uma pedreira desativada deu espaço a um inusitado espaço cultural com estrutura tubular feita em aço e teto transparente. Funciona de ter/dom, 8h às 21h. Visita grátis.

6. Rua Teffé
Considerada a primeira rua temática de calçados do Paraná, oferece grande variedade de sapatos infantis, masculinos e femininos. Vai da ponta de estoque a marcas conhecidas.

7. Cafés, chocolaterias e casas de sopa
Para aquecer o corpo na capital mais fria do país temos inúmeros cafés, chocolaterias e casas de sopa. Entre meus buffets preferidos que servem cremes e caldos com acompanhamentos temos o Manjhericão e Dona Ambrosina.

8. Paço da Liberdade
É o edifício histórico mais importante da cidade, o único da capital tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Todo restaurado, se transformou num movimentado espaço cultural. Tem um charmoso café, biblioteca e acesso gratuito à internet. Fica na Praça Generoso Marques.

9. Pinhão
O símbolo das araucárias está por toda a parte, até na faixa de segurança. Fofo!

10. Rua das Flores
Foi o primeiro calçadão do Brasil, inaugurado em 1972. Abriga prédios históricos e movimentado comércio de rua. A via também se transformou em palco para artistas, estátuas vivas e músicos. Com canteiros sempre floridos, é ótimo passeio aos sábados pela manhã.

11. Torre Panorâmica
Tem quase 110 metros de alturas, o mesmo que um prédio de 40 andares. Permite uma visão ímpar de 360º da capital. Funciona de ter/dom, 10h às 19h.

12. Feira do Largo da Ordem
Uma muvuca se forma todos os domingos, das 9h às 14h, no centro histórico de Curitiba para receber as milhares de barracas (e de turistas!) que formam uma das maiores feiras de artesanato do país.

13. MON – Museu Oscar Niemeyer
O único museu em formato de olho do mundo. O projeto é de Oscar Niemeyer, arquiteto que dá nome à instituição. Esculturas, quadros, design e artes visuais disputam espaço entre as galerias. Funciona de ter/dom, 10h às 18h. Entrada R$ 4. No primeiro domingo do mês é gratuito.

14. Parques
São quase 80 milhões de m2 de área verde preservada, distribuídos por quase 30 parques. Destaque para o Parque Barigui, Tanguá, Memorial Ucraniano, Bosque do Papa e Bosque do Alemão.

15. Festival de Teatro de Curitiba
Orgulho artístico da cidade. Referência nacional, o festival é um ícone fora do eixo Rio-São Paulo. Este ano o evento completa 20 anos e já conta com quase 3 mil espetáculos apresentados para um público de 1,6 milhão.

16. Batel Soho
Ao redor da Praça da Espanha, um quadrilátero reúne dezenas de lojas que costumam atrair milhares de visitantes aos fins de semana. Lojas de design e restaurantes bacanas formam duplas perfeitas para quem busca passar o tempo por ali. Aos sábados, uma Feira de Antiguidades e a concentração de carros antigos dão um ar retrô ao local.

17. Igreja da Ordem Terceira de São Francisco
Um dos poucos exemplares originais do período colonial da capital paranaense, a igreja é a construção mais antiga da cidade. Aos domingos, 10h, a missa é em latim. Fica no Centro Histórico.

18. Bolinho de aipim com carne seca
Patrimônio imaterial da cidade. Encontrado aos domingos na Feira do Largo da Ordem, na barraquinha que fica na esquina da rua Dr. Muricy.

19. Feira Noturna
Na Praça da Ucrânia, toda sexta feira, a partir das 17h, acontece uma deliciosa feira, cheia de quitutes que variam do yakissoba ao tradicional pierogi (pastel típico polonês).

20. Universidade Livre do Meio Ambiente
Integra arquitetura e meio ambiente, incentiva a discussão sobre ecologia e valoriza a sustentabilidade. A sede foi construída com troncos de eucalipto. Uma rampa em espiral dá acesso a salas de aula e a um mirante de 25 metros. Visitas gratuitas.

21. Teatro Paiol
Antigo depósito de pólvora, o teatro tem apenas 225 lugares, mas recebe grandes nomes da música nacional. Totalmente reformado, reabriu em 2010 com lindas cadeiras assinadas pelo designer Sérgio Rodrigues.

22. Junior Durski
Ele já foi eleito o melhor chef e restaurateur do ano pelo Guia Quatro Rodas. O restaurante que leva o sobrenome Durski fica no centro histórico de Curitiba. Do menu eslavo experimente as top-receitas como platzki (panquecas de batata frita), varênike (pastel recheado com batata, ricota e cebola). Ou o contemporâneo lombo alto de bacalhau (gadus morhua grelhado, servido com batatas, azeitonas, tomate confit e cebolas vitrificadas).

23. Mercado Municipal
O único mercado do mundo que espalha poesia pelos corredores. Num anexo, ao lado, fica o Mercado de Orgânicos, o primeiro do gênero no Brasil. 

Fotos: Raul Mattar e Matraca’s Image Bank

Leia tudo o que a gente já falou sobre Curitiba aqui.

E você, tem um motivo especial para se apaixonar por Curitiba? Coloque aí, pufavô, na caixa de comentários!

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Entrevista da Matraca à TV Sinal

Estou toda prosa. Há quase um mês dei uma entrevista enoooorme ao programa É o Seu Direito da TV Sinal, canal da Assembléia Legislativa do Paraná. Apresentado pela querida Tatiana Escosteguy, o programa leva ao ar todos os dias temas que interessam diretamente o consumidor final, ou seja, você. O programa dura 30 minutos divididos em dois blocos. Deu para matraquear moooito! Abaixo, reproduzo o material.

Temas do Bloco 01

É melhor viajar por conta, com pacote ou excursão?
Quais são os cuidados na hora de comprar uma passagem aérea pela internet?
Planejar tira a graça da viagem?
Vale à pena viajar com as companhias aéreas low cost?
Os sites de compras coletivas são interessantes para os viajantes?
O que fazer para evitar a deportação?

Temas do Bloco 02

O que é um guia personalizado?
É possível viajar à Europa com € 50?
Vale a pena fazer cruzeiros?
O que é um momento extravagância?
Dicas de segurança durante a viagem.
Viajar com criança é mais caro e/ou complicado?

O programa É o Seu Direito vai ao ar de segunda a quinta-feira, às 12h e às 19h30, na TV Sinal –  canal 16 da NET e 99 da TVA. No blog da jornalista e apresentadora Tatiana Escosteguy ela publica a maioria das entrevistas produzidas para este programa.

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Como diferenciar uma hospedagem simples da pobre de espírito

Conto nos dedos de meia mão quantas vezes pude passar alguns dias num hotel de categoria superior. Minha especialidade é a hospedagem simples, a pousada rústica, o hotelzinho despojado, o albergue fuleiro ou a estância jaguara. Sempre trago boas lembranças. Deprimente e traumático é quando caio num lugar pobre de espírito.

A hospedagem pobre de espírito tem alma tacanha. Para ela, atendimento, missão e valores são coisas de estudante de marketing desocupado. Enquanto as pousadas simples oferecem um carinhoso chá de capim limão no meio da tarde, a pobre de espírito disponibiliza papel higiênico lixinha nos banheiros. Quase sempre desinfetados com o alarmante Pinho Sol, é certo.

Em nome do baixo custo, quem trabalha ou gerencia a hospedagem pobre de espírito confunde contenção de despesas com desmazelo e falta de dignidade. Em vez de investir em lençóis brancos de algodão – embora sejam um pouco mais caros podem durar uma vida  – jogam os hóspedes em panos piniquentos de florzinha , cheios de bolinhas com a desculpa esfarrapada de que são mais baratos. Sim, até são. Só que a falta de visão não deixa o empresário desinteressado perceber que isso vai custar, mais tarde, a própria biografia da empresa.

Delicadezas não custam quase nada, quando não, saem de graça. E isso varia do sorriso disposto a um par de balinhas de hortelã oferecido no check-out. Mas a hospedagem pobre de espírito é melancólica por natureza. Fico desacorçoada quando encontro um “café da manhã incluído na diária” como se fosse um favor do estabelecimento. Leite cheio de nata, café aguado, pães amanhecidos e, pior, uma apresentação deplorável com margarina e geléias lambuzadas em potinhos plásticos velhos! A hospedagem simples, ao contrário, tem por essência cuidar, zelar pelo bem-estar e acolher com delicadeza. E isso inclui oferecer, além de um básico e decente café da manhã, uma caseira e cheirosa torta de banana para acompanhar – por exemplo.

O hoteleiro pobre de espírito insiste no baixo padrão do seu negócio porque acredita que a simplicidade está associada ao desprezo pelo outro. Ele não se importa em agradar. Acha que uma cama e um chuveiro são suficientes porque cobra pouco. Concordo que hospedagens econômicas são desprovidas de luxos e de certos serviços. Mas quanto custaria ao empreendimento imprimir simpáticas mensagens de boas-vindas e deixar sobre sua cama ao lado de um chocolatinho regional? Por certo, só a mensagem já produziria uma sensação reconfortante ao hóspede.

A hospedagem pobre de espírito tem um agravante: não gosta de crianças, apesar de aceitá-las como “cortesia”. Se você desemboca num lugar desses com seus bacuris pode estar certo de que, se não for mal-tratado, muito provavelmente não será bem-vindo.  Não há pretexto – nem baixo custo – que justifique tanta animosidade. Já vi pousada pequena, módica e sem infra-estrutura para os pequenos oferecer de bom grado um balão colorido quando a garotada chega. Assim, simples e suficiente.

É possível diferenciar uma hospedagem simples da pobre de espírito já no primeiro dia. Na pobre de espírito o recepcionista está jururu e tem cara de poucos amigos. Ele não atende ou recebe você, apenas preenche uma ficha com seus dados. A tia da limpeza – seres simpáticos e comunicativos de nascença – fica sorumbática em ambientes como esse. Num encontro pelo corredor, ela não lança um “bom dia”, mas “fia, cuidado com o carpete”. Ainda tem isso. Nem toda hospedagem com carpete é pobre de espírito. Mas toda acomodação pobre de espírito vai ter alguma ala com carpete. :roll:

Foto: Matraca’s Image Bank

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Europa a 50 euros por dia | Post-índice

Aqui você encontra todos os nossos artigos do guia Europa a 50 euros por dia, carro-chefe absoluto do Matraqueando. São oito países divididos em três partes cada. Na primeira seção eu indico alguns dos melhores passeios (gratuitos ou não) pelas principais regiões do país. Na segunda parte foram pinceladas mais 15 dicas especiais. Já na terceira você encontra sugestões de onde ficar e onde comer sem gastar os tubos. Preços e horários podem sofrer alterações. Restaurantes fecham e hostels mudam de dono. Para evitar aborrecimentos informe-se antes de ir!

INTRODUÇÃO
Entenda a série Europa a 50 euros por dia
Europa a 50 euros por dia: manual do usuário

DICAS ESSENCIAIS
Europa barata: 10 dicas para economizar com dignidade
Europa barata: hospedagem, alimentação e transporte

ALEMANHA A 50 EUROS POR DIA
Alemanha – Parte 1
Alemanha – Parte 2
Alemanha – Parte 3

ESPANHA A 50 EUROS POR DIA

Espanha – Parte 1
Espanha – Parte 2
Espanha – Parte 3

FRANÇA A 50 EUROS POR DIA
França – Parte 1
França – Parte 2
França – Parte 3

GRÉCIA A 50 EUROS POR DIA
Grécia – Parte 1
Grécia – Parte 2
Grécia – Parte 3

HOLANDA A 50 EUROS POR DIA
Holanda – Parte 1
Holanda – Parte 2
Holanda – Parte 3

INGLATERRA A 50 EUROS POR DIA
Inglaterra – Parte 1
Inglaterra – Parte 2
Inglaterra – Parte 3

ITÁLIA A 50 EUROS POR DIA
Itália – Parte 1

PORTUGAL A 50 EUROS POR DIA
Portugal – Parte 1
Portugal – Parte 2
Portugal – Parte 3

Projeto e redação: Sílvia Oliveira
Foto: Raul Mattar

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Chile: Santiago e Atacama | Post-índice

Aqui você encontra nossa série completa sobre Santiago do Chile e Deserto do Atacama. ¡Disfrútalo!

INTRODUÇÃO
Chile, para começar… (introdução)
Da janelinha do avião, a Cordilheira dos Andes
Viagem ao Chile: dicas e informações essenciais

SANTIAGO
Em Santiago do Chile, como ir do aeroporto ao centro
Santiago: bairro a bairro – 1º dia
Santiago: bairro a bairro – 2º dia
Santiago: bairro a bairro – 3º dia

Como ir por conta à vinícola Concha y Toro
Metrô Arte em Santiago do Chile
Hospedagem em Santiago do Chile
Galeria de imagem: Mercado Central de Santiago
Galeria de imagem: Museo de Arte Precolombino

ATACAMA
Como chegar a San Pedro do Atacama, no Chile
San Pedro de Atacama
Atacama: 1º dia | Valle de la Luna e Valle de la Muerte
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Hospedagem em San Pedro de Atacama
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No Atacama fique atento ao solmáforo

Foto: Raul Mattar

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