-  Atualizado 21/10/2010

Grécia a 50 euros por dia – Parte 1

Publicado por: Silvia Oliveira Europa, Grécia

A Acrópole abriga uma das mais importantes edificações do mundo antigo, o Partenon. (Foto: Emilio Gep)

Os gregos inventaram a aritmética e a filosofia. Organizaram as primeiras Olimpíadas. Criaram a concepção da democracia. Mesmo assim, o país está longe da disciplina e do ambiente analítico e centrado de Sócrates ou Platão. A Grécia é agitada, falante, passional e egocêntrica. Para um grego, tudo por aqui é melhor: praias, ilhas, comidas e até o vinho! Hã?

Tirando os excessos, em parte eles têm razão. Talvez essa seja a viagem que leve você mais perto do berço da história e da percepção cultural que influenciou toda a humanidade. Mesmo assim, prepare-se para ter um siricotico quando chegar a Atenas: deusas gregas e cidades espartanas não existem mais. Deixe sua visão romântica nos livros do colégio.

Até há bem pouco tempo, a capital do país parecia uma aglomeração de choupanas toscamente construídas. Do alto, a visão da cidade é de um favelão perdido na própria biografia. O metrô só tinha duas linhas: uma que ia e outra que vinha. Tudo mudou – para muito melhor – quando o país sediou as Olimpíadas em 2004. Grandes reformas e injeção de alguns zilhões de euros transformaram o portão de entrada do país em um dos melhores anfitriões do continente.

Apesar da importância secular de Atenas, todo mundo costuma passar rapidinho por aqui para ficar mais tempos nelas, as – cantadas em prosa e verso – ilhas gregas. O arquipélago das Cíclades é o mais popular. Abriga as famosas Santorini e Mykonos. Mas existem Creta e Rhodes que equilibram paisagem e arquitetura antiga e Paros e Naxos, menos populares, só que igualmente fascinantes.

FALANDO GREGO…

É fato, a Grécia está economicamente melhor do que há alguns anos, mas continua sendo um dos países mais pobres da Europa. O que não significa que esteja uma pechincha. Ainda é mais barato viajar para cá do que para a Itália, é verdade. Só que preços módicos você vai encontrar se pesquisar muito e, principalmente, fugir dos meses de alto verão.

Ao contrário da Holanda – onde todo mundo nasce bilíngue – o grego tem algumas restrições em relação ao inglês. Mas diferentemente da França (que sofre das mesmas limitações, mas por motivos políticos), no caso da Grécia é falta de incentivo nas escolas. Mesmo depois das Olimpíadas, ainda é comum encontrar plaquinhas com os nomes de ruas escritas somente em grego (calma, nos pontos mais turísticos já há tradução para o inglês).

Uma amostra do ufanismo e da preservação idiomática sem precedentes: o alfabeto grego – apesar de ser mais do que milenar – não é usado em nenhum outro lugar do mundo, a não ser na Grécia. Se você arranha o inglês vai se virar bem. Sempre há um simpático grego também esfolando um çênquiu para você.

O BARATO DA GRÉCIA

ATENAS – A capital da Grécia é uma metrópole, mas não muito cosmopolita. Não, ela não lembra Roma e passa longe da organização de outros integrantes da União Européia. Mas sem comparações. Nenhuma outra cidade do continente carrega tamanha importância (e responsabilidade) na civilização ocidental. Para compreender a odisséia histórica comece sua visita pelo Museu Arqueológico Nacional. (Sei, você vai chegar e querer subir correndo para a Acrópole. Sangue frio, a gente já chega lá.) Além das relíquias dos templos gregos, você se aproxima da colossal cabeça de Zeus, das estátuas de mármore de Poseidon e outras tantas obras tão antigas quanto a história da Grécia. E isso quer dizer que estamos falando de algo bem antes da Era Cristã. Entrada a 7 euros. Estudante paga 3. Gratuito no primeiro domingo de cada mês – menos em julho, agosto e setembro, meses em que o museu abre as portas gratuitamente no segundo domingo do mês. E de novembro a março, entrada free em todos os domingos. Partindo para a Acrópole, o cartão postal do país, conheça o novo Museu da Acrópole. Todo envidraçado, tem vista para o complexo arqueológico e a entrada custa apenas 1 euro. Fecha às segundas. Bem, chegamos lá: eis a Acrópole, um complexo de templos erguidos no alto de uma colina. Aqui fica o Parthenon, construído em homenagem à deusa Atena. Pode ser visto de toda a cidade. A entrada custa 12 euros, vale por três dias e dá direito a entrada gratuita em todos os monumentos arqueológicos da cidade: Ágora Antiga, Ágora Romana, Templo de Zeus, Teatro de Dionísio e Keramikos. Chegou a hora de percorrer a cidade. Em Plaka, bairro turístico e cheia de becos e ruelas – estão muitos restaurantes e bares. É o centro histórico de Atenas. Conectada à região de Plaka pelas ruas Filellinon e Nikis, a Praça Syntagma é o centrinho financeiro, cheio de hotéis de luxo, banco e cafés convidativos. Pegue a rua Stadiou para chegar à Omonia – a praça mais agitada da cidade. Durante o caminho pare no Mercado Central, cheio de pistaches, amêndoas e doces gregos. Perto da Praça Monastiraki há um mercado de pulgas, onde você encontra toda sorte de badulaques a preços imbatíveis. Nem pense em alugar carro. O trânsito é infernal e os pontos turísticos são razoavelmente próximos. Para um ou outro ponto mais distante abuse do metrô que, depois das Olimpíadas, virou uma atração à parte em Atenas. Site da cidade: www.atheninfoguide.com


Vila de Oia, em Santorini. (Foto: Artupe´s)

SANTORINI – É uma das ilhas gregas mais famosas. Igrejinhas brancas com cúpulas azuis vão inundar sua máquina fotográfica. Areias negras e água transparente finalizam o pacote. Por atrair milhares de turistas e converter-se em destino desejado de 10 entre 10 turistas do mundo paga-se caro por aqui. Mas nada que uma acomodação muquirana aliada a refeições modestas não faça da sua estadia um luxo inteligente. O nome oficial da ilha é Thira. A capital Fira fica no topo da Caldera – uma enorme cratera de um vulcão ainda em atividade. Tem museus arqueológicos e, dizem, um bonito por do sol. Está a nove horas de barco de Atenas. Site: http://www.santorini.com

MYKONOS – Cheia de ruelas e labirintos, Mykonos faz a gente se perder não só pela desarranjada – e belíssima – arquitetura, mas principalmente pelo seu estilo inóspito de ser. Não dá para imaginar que um lugar tão árido e seco possa ser tão agradável e com uma graça ímpar. Apesar de contar com dois museus arqueológicos e um marítimo, o maior atrativo de Mykonos é a movimentada vida noturna. Para quem busca balada ela vai ser sua opção, enquanto Santorini acondiciona melhor momentos a dois. No entanto, qualquer agência, excursão ou guias metidos como o nosso indicam as duas numa tacada só. Caso queira conhecer um pouco mais da história do lugar visite o Museu Arqueológico de Mykonos. A entrada custa 2 euros. Gratuito todo primeiro domingo do mês, exceto em julho, agosto e setembro – quando o segundo domingo passa a ter entrada franca. Você vai entender boa parte do período helenístico nas peças do acervo. A ilha está a seis horas de barco de Atenas. Site: http://www.mykonos.gr

CRETA – A única floresta de palmeiras tropicais da Europa está em Creta. Mas não é bem isso que vai atrair você para a maior das ilhas gregas. Aqui é possível encontrar resquícios de uma das mais antigas civilizações do continente, os minoanos – provavelmente dizimados após uma enorme erupção vulcânica em Santorini, por volta de 1500 a.C. Está tão longe de Atenas (8 a 10 hora de barco) que acabou desenvolvendo até uma língua própria. Aproveite para entrar na lenda do Minotauro: aquele ser da mitologia – meio homem meio touro – era cretense. Aproveite as praias e faça sua imersão na história em estado puro.

RHODES – Está no arquipélago do Dodecaneso – o mais distante, próximo quase à Turquia. Possui paisagem diversificada e ruínas medievais. Minaretes de antigas mesquitas confundem-se com castelos dos cruzados. Eu viria para cá por tudo isso, mas principalmente para conhecer a terra que teria guardado até 237 a.C. o célebre Colosso de Rhodes – uma estátua de bronze de 35 metros de alturas, considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

PARA FUGIR DO ÓBVIO


Mosteiros pendurados nos penhascos de Meteora. (Foto: Chimugherm)

Em vez de correr para o mar (ou além de…) vá para o centro do país e conheça Meteora, na região da Tessália – a 350 quilômetros de Atenas. A cidade abriga um enorme complexo de mosteiros fincados no topo de rochedos de arenitos. O acesso aos mosteiros era feito por guindaste e somente em 1920 construíram estradas de acesso. O menor pico em que se localiza um mosteiro está a 305 metros de altura. Os retiros ortodoxos passaram a ser conhecido por “meteoros”, que em grego significa “suspenso no ar”. Os mosteiros de Meteora são Patrimônio Mundial da Humanidade.

SEM MARCAR TOUCA

Caso queira ligar para o Brasil (e você não use o Skype, por exemplo) compre cartões telefônicos internacionais nos quiosques do centro de informações turísticas (na Praça Syntagma em Atenas há um). Vai ficar mais em conta do que adquirir chips locais para o seu celular GSM. As companhias gregas geralmente não têm boas tarifas, nem planos interessantes para países da América Latina.



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13 comentários

  1. Patricia de Camargo
    Comentário do dia 09/9/2009 às 19:25

    Acho que na Grécia se pode gastar até menos de 50 ao dia, mas ir a Santorini com o orçamento apertado vai gerar frustração (na minha opinião). Também é necessário alugar um carro, quadriciclo, o que seja, eu andei de ônibus e foi bem horrível! O melhor é economizar todo o possível até chegar aqui, e esbanjar nesta ilha pra ser muito feliz. Aqui o alojamento é muito, mas muito importante!
    Meteora, é imperdível, alucinante, e é barato. Fiquei em um hotel por 60€ o casal em altíssima temporada, e os mosteiros cobram dois euros por pessoa. Foi um dos lugares que mais amei na viagem à Grécia!
    Beijos

    (Responder)

    Resposta de lidyanne

    Ola. Patricia, ou Silvia. Como faco para chegar em Meteora? Tem trem de Atenas? Eh facil? Da para ir e voltar no mesmo dia?

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  2. SÍLVIA OLIVEIRA
    Comentário do dia 09/9/2009 às 19:39

    Pati, eu me lembro de ter passado por Atenas (já faz tempo é verdade!) com 30 DÓLARES (nem euros eram) por dia. Fiquei num lugar bacana – hostel – e comi bem! Foi o meu último destino da viagem… e eu já estava bem cansada. Então, nem me preocupava em economizar muito e ainda assim, foi o destino MAIS barato da viagem. Bjs!

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  3. fernanda braga
    Comentário do dia 09/9/2009 às 19:54

    Oi!!!!!!!!!
    Saudades de vcs.
    Estamos procurando um lugar para comemorar nossos 25 anos. E estavamos pensando na Grecia. Vamos esperar o que mais vc vai sugerir.
    Beijo pros tres.

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  4. SÍLVIA OLIVEIRA
    Comentário do dia 09/9/2009 às 20:32

    Fernanda!!! POR ONDE VOCÊ ANDOU??? Pois é… o que acontece é que essa série são para os mão de vaca muquirana, assim quinenquieu! hohohoho. Você merece mais! O básico para vocês vai ser apostar em hospedagens muito boas – que custam mais! – e aproveitar as dicas da matraca para não pedir concordata no fim do passeio! Bjs!

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  5. Patricia de Camargo
    Comentário do dia 09/9/2009 às 20:50

    Silvinha, você tem toda razão, a Grécia é bem mais barata que um montão de lugares europeus. Mas mantenho minha ressalva para Santorini, que é bem carinha, e onde não estar em um hotel legal, acaba com metade do prazer jejejeje
    Beijos

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  6. Fernanda
    Comentário do dia 11/2/2010 às 10:31

    Oi, alguem tem dica de transfer barato em Atenas, aerporto-centro.

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    Resposta de Silvia Oliveira

    Pegue o trem conectado ao metrô, que liga o aeroporto ao centro por 3 euros. O percurso dura cerca de 30 minutos. Um táxi sai em torno de 40 euros. Essas informações e outras que podem ser úteis estão no post Grécia a 50 euros – Parte 2.
    http://www.matraqueando.com.br/grecia-a-50-euros-por-dia-parte-2

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  7. Comentário do dia 24/11/2011 às 10:15

    Sílvia tudo bem?
    Nossa, sou super fã do seu blog, me ajudou muito no meu planejamento de viagem pra Grécia. Esses guias de 50 euros por dia foram uma bela ideia sua hein!
    Fiz a minha viagem agora em setembro e passei pela Turquia também. Resolvi montar um blog para contar as experiências da viagem. Quando puder dá uma passadinha lá!
    http://mejogueinomundo.wordpress.com/

    Beijoos

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    Resposta de Silvia Oliveira

    Olá, Monique! Obrigada pelo carinho! Parabéns pelo seu blog! É sempre muito bacana compartilhar informações! 🙂

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  8. Valéria
    Comentário do dia 23/8/2012 às 01:43

    Preciso de dicas de hospedagem: há mosteiros em Atenas que hospedam turistas?

    (Responder)

  9. Valéria
    Comentário do dia 23/8/2012 às 01:44

    Ainda sobre mosteiros: e em outros lugares da Grécia? Você sabe se existtem mosteiros que hospedam turistas?

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    Resposta de Silvia Oliveira

    Não saberia informar. 🙁

    (Responder)

  10. Ioannis
    Comentário do dia 04/10/2012 às 21:40

    Primeiro, parabéns pela seu site, muito útil e divertido. Quanto à Grécia, a qual conheço razoavelmente, alguns comentários. Choupanas? Favelão perdido na própria biografia? Acho que não são os gregos os exagerados, mas seus comentários. Conheço a Grécia desde 1972 e nunca vi uma única favela nem choupanas ou cortiços em nenhuma cidade grega. Se Atenas não é a cidade mais bonita da Europa, têm motivo. Seria interessante você resgatar um pouco da história recente da Grécia para explicar àqueles que não a conhecem os motivos de Atenas não ter a beleza de Paris ou Viena e também para ampliar as informações sobre ela. A Grécia foi dominada por quase 500 anos pelos turcos, que a destruíram e escravizaram seu povo. Isto é fato, é história. Aliás, na Grécia das choupanas, todos os cidadãos têm casa, hospital, escola, transporte público, prato cheio em suas mêsas, não praticam furtos e roubos e não mendigam nas ruas. E isto não vêm dos zilhões injetados pela UE, já era assim desde minha primeira viagem em 1972 quando os veículos ficavam estacionados com a chave no contato e as casas abertas. É verdade que muitas coisas mudaram e que a crise atual têm levado muitos ao desespero, então vemos algumas imagens pinçadas na imprensa de pedintes pelas ruas, mas em sua maioria de imigrantes ilegais (total de 10% da população grega) que também enfrentam e são vítimas das dificuldades econômicas, mas, apesar disto, não se vê violência na Grécia, onde a integridade das pessoas é respeitada ao extremo. Discordo quando você diz que os gregos são ufanistas quanto ao seu idioma: por exemplo, por que não abandonamos o português e adotamos o inglês no Brasil? Por que a Grécia deveria abrir mão de uma das línguas mãe de todas as outras línguas ocidentais? Quem sabe grego, entende melhor o protuguês e todos os outros idiomas ocidentais para infelicidade de alguns que não reconhecem a cultura dos outros e não valorizam a história e o passado. E nas ruas as placas têm sim seus nomes grafados em grego e logo abaixo em letras latinas e não são poucos os gregos que falam uma segunda língua, que são sim ensinadas nas escolas, essa é boa… Aliás, o ensino na Grécia supera em anos luz o do Brasil. Quem não fala inglês, fala francês ou alemão. Somente os mais idosos não sabem uma segunda língua. Quanto ao exagero dos gregos sobre a Grécia, pode ser verdade em parte mas isso é a consciência que têm de que vivem em um lugar especial, onde é inegável a quantidade de beleza e história existentes, como em poucos países no mundo. E olha que ela é um país minúsculo para possuir tanta riqueza. De qualquer forma, muito boas suas dicas e parabéns pela iniciativa de colaborar com todos nós para a realização de nossos sonhos de viagens.

    (Responder)

    Resposta de ana

    nossa excelente a sua colocação!!!!!!!!!! pra mim a Grécia é o lugar mais bonito do mundo!!!!!

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  11. Comentário do dia 11/1/2014 às 16:58

    Oi Silvia,
    Estou montando um roteiro pra mim Turquia e Grécia no final de maio e queria uma opinião sua, se possível. Minha última cidade na Turquia será Kusadasi, então pego um avião de Izmir para Athenas e faço Athenas (2/3 dias), Santorini (2 dias) e Mykonos (2 dias) – ou alguma outra combinação e volto OU você acha melhor fazer um cruzeiro para passar nos lugares?
    Se eu for para essas ilhas, consigo comprar passagem para os ferrys no local mesmo, ne? Assim deixo só reservado os hotéis.
    Muito obrigada
    Bjos

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Olá, Caroline! Eu ficaria com a primeira opção, faria tudo por conta (o que pode ser mais “trabalhoso”, digamos. Um cruzeiro será como você disse, “apenas passar pelos lugares”, talvez nem coincida com o famoso por do sol em Santorini. Sim, é possível comprar as passagens diretamente no porto. Abs!

    (Responder)

  12. Gabriela Porto
    Comentário do dia 14/2/2014 às 19:29

    Olá Silvia!
    Estou indo para a Grécia em maio com meu marido. Após passar 4 noites em Athenas seguiremos para as ilhas. Havíamos decidido visitar Creta, Santorini e Naxos, mas na hora de comprar as passagens de Naxos para Athenas, não havia mais disponibilidade para o horário compatível com nosso vôo de volta para o Brasil.
    Agora estamos em dúvida se trocamos Naxos por Milos ou por Mykonos.
    Somos um casal que gosta de aproveitar o dia e fugir dos locais muito cheios, e por isso ficamos na dúvida se Mykonos seria uma boa opção.
    Poderia nos dar uma “luz”?
    Obrigada!!!
    Gabriela

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Oi, Gabriela! Não conheço Naxos, mas já adianto que Mykonos é para baladas e agito. Se vocês não gostam desse tipo de muvuca, melhor procurar outra opção! 😉

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  13. Comentário do dia 17/5/2016 às 22:38

    Adorei o Post!!! Tenho muita vontade de conhecer a Grécia e pensava que seria mais caro. Assim fica mais fácil conhecer esse destino. As fotos são lindas!!! Parabéns!!!

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