-  Atualizado 17/02/2010

Manaus: no meio da floresta?

Publicado por: Silvia Oliveira Amazonas, Manaus
Não fiquei em hotel-selva, não cacei jacaré à noite, não tomei café da manhã com papagaio no ombro nem fui picada por muriçoca. Manaus é mais urbana que Curitiba. Tem cerca de um milhão e 600 mil habitantes. Seria quase um Rio de Janeiro se o mar da cidade não se chamasse Rio Amazonas. Tirando o meu hotel (Tropical, afastado do centro, ao lado do Rio Negro), as boas hospedagens ficam perto de alguma avenida. Estava de passagem, indo para a cobertura do Festival de Parintins – um dos eventos folclóricos mais exuberantes que conheci. Por isso, fiquei dois dias, apenas.



É o tipo de destino que cai no seu colo só para provar que temos de fazer um leve esforço para superar nossos preconceitos turistóides.
Não que eu tenha de passar a gostar de mato e você de museu. Mas dar uma variada no cardápio mochilístico enobrece qualquer um que se julgue viajante. Como sempre, foi um passeio para toda vida. Dificilmente vou para algum lugar do qual não fale bem depois. Pode dar tudo errado e mesmo assim vou achar que faz parte do roteiro. (Só não é possível suportar garçom malcriado, taxista ladrão e centro de informação turística que cobra pelo mapa).

Mas em Manaus, um lugar entre os últimos da minha lista por incompatibilidade de gênios, além de tudo ter saído conforme o planejado, todos os garçons – e prestadores de serviço em geral – com os quais conversei foram muito, mas muito amáveis. Os taxistas pareciam guias turísticos voluntários – tanta era a informação que me passavam. (Sim, usei muito táxi. Além de estar a trabalho, tinha pouco tempo.)

Foram 48 horas na cidade. Fiz o tour básico. Conheci o Teatro Amazonas, o símbolo máximo da riqueza vinda do látex das seringueiras, o Mercado Municipal Adolpho Lisboa – construído de frente para o Rio Negro, o Porto Flutuante e, inequívoco, fui de barco pela imensidão do Rio Amazonas. Ainda sobrou tempo para comprar na zona franca uma máquina fotográfica, minha primeira (e única) analógica decente. Mas isso já faz tempo.

Fotos:

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5 comentários

  1. Pedro Roberto Gitirana de Araujo Guerra
    Comentário do dia 22/10/2008 às 00:33

    Olá Sílvia,

    Agradeço seu elogio e sua visita ao meu blog.
    Quero me desculpar com relação a pergunta do YR, acontece que sempre uso o meu blog no campo assinatura porque sempre uso informações dele mesmo para ajudar as pessoas com informações e dicas.
    Neste caso foi um erro meu mesmo que passou despercebido e pelo qual me desculpo.
    Aproveito para lhe comunicar que estou inserindo um link do seu blog no meu, assim espero poder ajudar na divulgação de seu trabalho.
    Cordialmente,

    (Responder)

  2. SÍLVIA OLIVEIRA
    Comentário do dia 22/10/2008 às 11:55

    Oi Pedro!
    Pelo seu blog vi que você era bacana e que tinha sido mesmo um descuido seu! Obrigada por divulgar o Matraqueando!
    Abs!

    (Responder)

  3. Sirlene
    Comentário do dia 22/10/2008 às 17:34

    Sou louca para conhecer Manaus e, de quebra, Belém… conhecer o Círio de Nazaré! Quem sabe no ano que vem.

    (Responder)

  4. SÍLVIA OLIVEIRA
    Comentário do dia 27/10/2008 às 11:25

    Sirlene! O Círio de Nazaré está na minha lista de eventos imperdíveis que ainda tenho de conhecer antes dos 40 anos.
    Beijos!

    (Responder)

  5. Heráclito
    Comentário do dia 28/7/2011 às 01:57

    Boa noite minha cara. Muito bom tdos os seus comentários, as fotos perfeitas, Parabens,
    Vou fazer uma conexão de um dia em Manaus, saindo de Porto velho e indo pra Vitoria no ES. O que vc sugere pra um dia de Manaus? Confesso q to super ancioso pra pelo menos sobrevoar o maior rio do mundo. Obrigado se vc me sugerir via e-mail algo a mais pra essa minha passagem relampago por essa cidade que me impressiona desde criança. Obrigado

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Heráclito, se eu tivesse um dia em Manuas, eu faria (como já fiz, inclusive) o passeio do Encontro das Águas (Rio Negro com Solimões!) Abs!

    (Responder)

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