Silvia Oliveira

Comidinhas

segunda-feira, 06 de fevereiro de 2017

Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau: iguaria em Lisboa e no Porto

Casa Portuguesa - Pastel de Bacalhau

A união de dois clássicos — o bacalhau e o queijo Serra da Estrela — transformou a Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau num ícone gastronômico no país.

O Matraca Translator explica: pastel de bacalhau é o nosso croquete, mas no Porto é chamado também de bolinho. Tipo mandioca, aipim e macaxeira. Pois!

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sexta-feira, 22 de março de 2013

30 minutos: é o tempo que você precisa para preparar um suculento Macarrão com Atum

É a típica receitinha ótima para quando você está absolutamente sem tempo. Pode ser servida num almoço descompromissado como prato principal ou até como entradinhas frias, tipo salada de atum.

Ingredientes

500 g de macarrão tipo Penne ou Rigatoni

2 latas de atum (prefiro o light, sem óleo)

130 g de massa de tomate (latinha pequena, só para dar uma cor)

100 g de azeitona preta cortadas em tirinhas

1 caixa de creme de leite

½ copo de água

3 dentes de alho

Sal a gosto

Modo de Preparo

Pode marcar no relógio, o preparo não chega a 30 minutos. Enquanto espera a água ferver para cozinhar o macarrão corte o alho e a azeitona em lâminas. Doure o alho em um fio de óleo e, em seguida, acrescente o atum, a massa de tomate e a água. Misture bem e deixe refogar por uns dois minutinhos. Acrescente o creme de leite em temperatura ambiente. Mexa mais um pouco e, por último, coloque a azeitona. Corrija o sal. Desligue o fogo e reserve.

Quando a água começar a ferver prepare o macarrão conforme a embalagem deixando a massa al dente (não crua, só que não muito cozida para não ficar molenga). Escorra o macarrão e misture-o ao molho. É só atacar! (Se optar por oferecer o prato como entradinhas frias leve-o à geladeira por, pelo menos, uma hora antes de servir!)

Rendimento

Se for servido como prato principal, quatro pessoas comem à vontade e ainda sobra. Como entradinhas: umas 15 unidades.

Dica da Matraca

Caso queira aumentar o molho dobre a quantidade de massa de tomate e água.

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Foto: Sílvia Oliveira

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

As comidinhas de São Paulo

É certo que o circuito gastronômico das grandes cidades não tem fim. São tantas e variadas opções que mesmo quem mora em São Paulo não consegue conhecer todos os bons restaurantes, lanchonetes e padarias listados nos mais diversos guias.

Mas existe uma categoria gastronômica que sempre embala uma história feliz: as comidinhas. Elas estão em qualquer lugar. Nem precisa ser uma metrópole para colecionar vários endereços com “aquele” sanduíche ou “aquela” empada.

No caso de São Paulo, especificamente, eu teria que nascer umas três vezes para dar conta de conhecer todos estes cantinhos especiais da cidade. E fico com a impressão de que cada vez que tico um da minha lista aparecem mais dois para conhecer e provar.

O Tempurá do mercadinho Kaisen | Olha só o tamanho da criança. Vale como uma refeição. Vem com camarão, legumes fininhos e é megacrocante. Aqui são feitos também o Takoyaki, bolinhos de polvo (seis unidades por R$ 6). Fica na Rua Galvão Buenos, 276, Liberdade.

Doce de feijão | No mesmo bairro, sempre compro o Mandiu (duas unidades por R$ 4). Não tenho um endereço certo para provar este acecipe. Mas por ali, em qualquer lodjinha que vender um, valerá à pena garantir o seu.

O Bauru de Rosbife do Ponto Chic | É maravilhosamente preparado da mesma forma há décadas. Pão francês, rosbife, tomate pepino em conserva e vários queijos fundidos (R$ 17,90). Existem 3 filiais na cidade. Eu fui à unidade que fica no bairro Paraíso.

O Sanduíche de Mortadela | É quase um imortal. Vários pontos da cidade já colocaram o sandubão com 300 g de mortadela no cardápio. Mas o do Bar do Mané, no Mercado Municipal, é o mais tradicional.

Pastel de Bacalhau | Outro clássico. Está por todos os lados, mas é no Hocca Bar que você prova o autêntico.

O Torresmo do Mocotó | Feito artesanalmente. Sedutor por dentro, malandro por fora. Perfeito. (R$ 3,90 um torresmo, porção acima).

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Fotos: Raul Mattar e Sílvia Oliveira

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quinta-feira, 03 de novembro de 2011

Mini Cuscuz Paulista: entradinha-chic

O cuscuz paulista é uma das receitas mais versáteis do cardápio brasileiro. Pode ser servido como prato principal, acompanhamento e, com a onda do finger food, já virou entradinha e petisco de uma bocada só.

Há tempos esta receita em tamanho mini tem sido carro-chefe nos meus almoços e happy hours lá em casa. Coloco em forminhas de empada e depois em recipientes próprios para este tipo de comidinha. Veja como é facílimo preparar!

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Ingredientes

2 latas de sardinha
½ lata de ervilha
½ xícara (chá) de azeitona picada
2 ovos cozidos picados
½ vidro de palmito (opcional)
Uma cebola pequena bem picadinha
1 dente de alho amassado
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 copos de água quente (400 ml)
3 copos de farinha de milho amarela em flocos
2 colheres (sopa) de salsinha e cebolinha
Sal e pimenta a gosto
Ovo de codorna para decorar

Modo de Preparo

Numa panela média, refogue o alho e a cebola no azeite. Cuidado para não deixar queimar. Em seguida acrescente a sardinha, a ervilha, a azeitona, o palmito e a pimenta a gosto. Mexa devagar em fogo baixo. Coloque a água e, se necessário, ajuste o sal. Vá despejando a farinha aos poucos. Algumas marcas de farinha exigem três copos para esta receita. Com outras, dois são suficientes. Assim que a massa do cuscuz tomar consistência (nem muito seca nem muito molhada) acrescente os ovos picadinhos, a salsinha e a cebolinha e mexe suavemente.

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Quando começar a desgrudar da panela (é rápido, menos de cinco minutos depois de acrescentar a farinha) desligue o fogo. Coloque nas forminhas, pressionando com uma colher. Não é necessário untar. Deixe esfriar e desenforme na hora de servir. Corte delicadamente os ovinhos de codorna em rodelas e colque por cima do mini cuscuz. Você pode comer o cuscuz frio, mas eu prefiro quentinho. Se for o seu caso é só levar 30 segundos ao micro-ondas. Essa entradinha pode ser feita um dia antes do seu evento. Deixe na geladeira coberta com plástico filme para não ressecar.

Dica da Matraca

Você pode substituir sardinha por atum ou camarão. Caso queira um cuscuz vegetariano tire os ingredientes de origem animal e acrescentar 1 tomate  grande picado e 1 cenoura ralada. Em vez do ovo de codorna você pode usar  pimenta biquinho para decorar os cuscuzinhos!

No meu brogue-mulherzinha, 0 SilviaOliveira.com.br, você encontra mais receitas, dicas de festas e receber bem. Corre lá!

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Fotos: Sílvia Oliveira | Todos os direitos reservados.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

As comidinhas de Manaus


Tucumã in natura: matéria prima para o famoso X-Caboclinho.

Algo absolutamente inusitado na minha viagem a Manaus foi conhecer – e experimentar –  o sanduíche de tucumã, chamado de X-Caboclinho. O tucumã é uma fruta de polpa alaranjada e fibrosa que me lembrou um pouco a cenoura, embora sejam de famílias completamente distintas. Já o X-Caboclinho trata-se de um crocante pão francês recheado com lascas de tucumã e queijo coalho derretido. Muito comum no café da manhã manauara. Adorei!

Onde comer: Café Regional Joelza | Estrada Torquato Tapajós, km 10 (próximo ao trevo da Estrada do Tarumã) Tel.: (92) 3654-5487.


Açaí: iguaria exótica em muitos países.

Outro clássico da cidade (assim como de toda a região amazônica) é o Açaí. Mas taí um troço que não me desce. Pode vir com granola, banana, leite condensado, seja lá o que for. Não sou fã. Quando comentei via Twitter que não conseguia me apaixonar pelo fruto do açaizeiro choveram mensagens entusiastas dizendo que eu, na verdade, não havia comido o verdadeiro açaí. Talvez. Embora seja oferecido em qualquer boteco de Manaus, o Pará – estado vizinho – é o maior produtor mundial do açaí, considerado em muitos países uma iguaria exótica.

Onde comer: Empório do Açaí | A. Rio Negro, 49 – Conj. Eldorado. Tel.: (92) 3236.8083.

Já o Tacacá me agrada em cheio. Uma combinação improvável de ingredientes resulta num dos pratos mais brasileiros de que se tem notícia. As cuias são montadas precisamente: uma porção de tucupi temperado, um pouco de goma, folhas de jambu (que amortecem os lábios, bem doido!) e um punhado de camarões secos. O mais famoso é o Tacacá da Gisela, nome em homenagem à primeira tacacazeira da cidade. Já a Banca da Adalgisa é tocada pela própria há quase 60 anos no mesmo lugar.

Onde comer: Banca da Adalgisa | Praça Heliodoro Balbi (antiga praça da polícia). Tel.: (92) 9128.7901 e Tacacá da Gisela | Largo São Sebastião (ao lado do Teatro Amazonas)


Bombom de araça-boi: acepipe típico da região.

Os bombons recheados com frutas regionais – como açaí, cubiu e araçá-boi – são sensacionais. Assim como as geleias de buriti e balas de cupuaçu. Há várias lojas na cidade. Além de ser um deleite, é uma ótima opção de lembrancinha tipicamente regional.

Onde comer/comprar: Bombons Finos da Amazônia | Amazonas Shopping – Av. Djalma Batista, 482, 2º piso. Tel.: (92) 8419.0005

Arremate tudo com o Guaraná Real, uma instituição no Amazonas. Primo-irmão do Planet Cola – um dos refrigerantes mais vendidos do estado – o guaraná lembra a tubaína de infância. Seria a bebida perfeita para harmonizar com a alta gastronomia local, o sanduíche de tucumã, por exemplo! :mrgreen:

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Fotos: Sílvia Oliveira | Matraca’s Image Bank

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Minha visita a Manaus faz parte da Expedição Brasil Express, by Matraqueando. Entenda o projeto. Para ver todas as reportagens da expedição, clique aqui.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Ivan Express: o quiosque mais ajeitado da Calle Florida

Quando você estiver quase convencido de que a Calle Florida – no agitado centro de Buenos Aires – é um pedaço do inferno na terra, eis que surge a antecâmara do céu: o quiosco Ivan Express! Todo decorado com pôsteres vintage e plaquinhas indicativas com hermosos fileteados (técnica artística portenha), o local é uma mistura de lanchonete com padaria.

Apesar do floreado da decoração, o Ivan Express chega a ser clean se comparado com seus similares na mesma região. Exibe num enorme balcão de vidro os mais diversos tipos de frios e pães, além de oferecer o que quase todo quiosquinho argentino tem: pencas de alfajores.

É possível fazer um lanchinho apetitoso, tomar sucos, café ou levar uma comidinha leve para a casa. Além de ser um lugar decente para comer algo rápido – como empanadas – o ambiente é super portenho, no melhor bom-gosto-tradição-regional.

Diquinha extra: o Ivan Express fica no coração de Buenos Aires. A uma quadra daqui estão a Catedral, a Casa de la Cultura e o Palacio del Gobierno. Já a 300 metros você tem a Plaza de Mayo e a Casa Rosada!

SERVIÇO

Ivan Express
Local: Calle Florida, 138 – entre as calles Bartolomé Mitre e Perón | Centro | Buenos Aires

Fotos: Sílvia Oliveira | Matraca’s Image Bank

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sábado, 23 de outubro de 2010

Brigadeiro de copinho: luxo de chocolate

Qualquer doce no copinho fica um luxo. Mas se for de brigadeiro… fica perfeito! A receita é praticamente a mesma que você usaria para fazer o doce em formato bolinha. O detalhe é que o Brigadeiro de Copinho deve ter uma consistência mais cremosa, já que vai ser comido de colher. Veja como fazer:

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1/2 caixinha de creme de leite
3 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher (sopa) de margarina

+ Você conhece meu blog-mulherzinha? Acesse SilviaOliveira.com.br | Dicas de Festas e Receber Bem. 

Modo de preparo
Misture delicadamente todos os ingredientes em uma panela. Leve ao fogo brando mexendo sem parar. Deixe ferver e abaixe o fogo. Cozinhe por mais uns 5 ou 8 minutos. Mexa sempre para não formar grumos. Quando começar a soltar do fundo da panela pode desligar o fogo. O brigadeiro vai estar com uma aparência mais para cremosa do que para firme. É assim mesmo. Depois que ele esfriar fica mais consistente. Coloque nos copinhos e decore com granulados ou bolinhas de confeitar.

Dica da Matraca: estes copinhos podem ser encontrados em casas de embalagens ou até em supermercados. O pacotinho (com 10 unidades) geralmente não custa mais do que R$ 3,00. Você pode substituir o brigadeiro pelo doce Beijinho. No lugar do chocolate, acrescente 50 g de coco ralado (ou 1/2 xícara) e decore com lascas de coco fresco.

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Foto: Raul Mattar | Todos os direitos reservados

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ovo: candidato a patrimônio da humanidade

Frito, cozido, mexido, quente, pochet ou travestido de omelete – o ovo, por muito tempo, esteve condenado à morte. E junto com ele, execrado igualmente, estaria quem abusasse das gemas amarelo-ouro, aquelas que adoramos romper – suculentas – sobre um punhado de arroz fumegante.

É o meu prato preferido. Meu acompanhamento do pão fresco. Injustamente, de médicos a modelos, foi taxado de vilão. Receitas incrementadas com ovos de mais… significavam saúde de menos. Ficou relegado ao rol de comidas simples, sem glamour. Coisa de pobre… de espírito, eu diria! 

Tremenda falta de sensibilidade. Já reinventaram o chuchu, investiram na espuma de abacate e enalteceram o aipim. Vamos dar uma chance ao ovo e suas formas perfeitas. Levemente tostadinho embaixo, saia branca suavemente enrijecida e o miolo-sol nem tão mole que chegue a espatifar – mas nem tão duro que não possa escorrer.

De tabu culinário a patrimônio imaterial da humanidade. Uma chance ao ovo!

Foto: Matraca’s Image Bank

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Tostada de pão francês

Nem sei se o nome é esse. Poderia ser simplesmente… misto-quente. O detalhe é que o pão francês tem a casquinha mais crocante que a do pão de forma. Daí você coloca o montadito numa frigideira em fogo baixo. Tosta de um lado, tosta do outro… e fica essa belezura.

Foto: Matraca’s Image Bank

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terça-feira, 11 de maio de 2010

O andar da gastronomia regional

Aprendo a viajar melhor ano após ano. Descobri que não preciso derriçar uma capital em dois dias – nem a Europa em 30. Avancei duas casas quando me dei conta de que não é mandatório ficar à base de pão, água (de torneira) e Mc Donald’s para chamar uma viagem de muquirana. Porque pobre-pé-rapado é quem sai de férias e não se dá o direito de ser feliz. Seja gastando muito ou pouco.

Meu desafio tem sido identificar o que realmente é importante para mim quando faço as malas. Mais do que visitar pontos turísticos interessantes – muitas vezes chamados erroneamente de obrigatórios na bíblia de alguns viajantes – eu busco experiências gastronômicas regionais. Se eu tirar uma foto no centro histórico de Olinda, por exemplo, vou poder me lembrar por muito tempo do resultado. Mas não do processo. Fica a lembrança. Nem sempre a consequência.

Já observar o preparo de uma tapioca chamejante, recheada cuidadosamente com queijo coalho e coco ralado e, em seguida, saborear o quitute – que alterna um leve crocante com recheio cremoso – marca para sempre sua história de viagem. Concordo: às vezes, o efeito da experiência não só provoca uma “consequência” na sua biografia, mas se torna quase uma sequela. Na primeira e única vez que provei uma buchada de bode, há poucas semanas em Maceió, tive um revertério. Passei o dia seguinte – forçada – comendo maçã.

É que experiências gastronômicas regionais exigem um caminho, um método, alguma técnica, um pouco de ginga. Arte. Principalmente reverência. Pode ser num restaurante sofisticado ou num bar pé-sujo. No café do museu ou à beira-mar. Vai do milho cozido ao caldinho de sururu, da moqueca capixaba ao acarajé baiano, do sanduíche de tucumã manauara ao bolinho de macaxeira potiguar, do sarapatel ao barreado paranaense, do arroz com pequi goiano ao pão de queijo mineiro. Sem esquecer a pizza de coração gaúcha! Tão tradicional quanto as ostras de Floripa.

Falamos de uma espécie de patrimônio imaterial. Uma relação delicada entre viajante e destino. O que eu chamo, meramente, de profunda amizade: ambos – cada um a seu modo – se afinam, modestos e despretensiosos, para recriar as condições adequadas que ajudam a perpetuar o sabor de cada lugar.

Foto: Bolinho de Macaxeira, em Natal. (Matraca’s Image Bank)

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Texto originalmente publicado na minha coluna “Viagens Econômicas e Inteligentes”, que sai toda semana no portal Descubra Brasil.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Eu mereço!

Mini cheesecake da padaria perto de casa. Apenas R$ 2,00. Depois dizem que dinheiro não compra a felicidade.

Foto: Matraca’s Image Bank

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domingo, 14 de dezembro de 2008

Quitutes da Expedição Farofation – Parte 1

Na nossa pousada alugamos quartos com cozinha. Mas ninguém anda muito animado a ir para a beira do fogão. Até que o super Raul resolveu fazer tainha assada. Nos restaurantes daqui, a tainha para duas pessoas é vendida por R$ 39,00 – com acompanhamentos (arroz, salada e batata sauté). Na Peixaria do Gil ( Rua Manoel José dos Santos, do ladinho do Shopping Tropical) – há 10 anos em Bombinhas – compramos duas tainhas pequenas por R$ 3,90. Não é erro de digitação, eu falei três reais e noventa centavos. Nem a gente sabia que custava tão pouco assim.

O Raul deixou marinando por duas horas no sal e limão. Na hora de assar, colocou alho picado por dentro e por fora do peixe. Depois, 30 minutos no forno. Cubra com papel alumínio. Quando a tainha estiver quase pronta tire o papel e deixe mais uns cinco minutinhos para dourar. Aproveitei para fazer um molhinho de camarão à la Matraca: uma lata de molho de tomate pronto, uma embalagem de molho branco pronto. Tempere o camarãozinho com sal e limão, frite no alho e misture os molhos. Deixe ferver por uns 10 minutinhos em fogo baixo. Melhor do que nos restaurantes do Fasano.

Fotos: Matraca’s Image Bank

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Entradinha: casquinha de siri gratinada


Só faltam dois quilos para eu chegar ao meu peso pré-gestacional. Mas desse jeito vai ficar difícil alcançar a meta ainda este ano. Antes do prato principal, casquinhas de siri gratinadas com queijo. Para ficar mais light eu tirei o queijo de cima. hohohoho. A entradinha pode ser encontrada na Cantina Lopes, na avenida principal de Bombinhas (Rua Vereador José Manoel dos Santos, 800 / Loja 101. Centro ). Seis unidades por R$ 16,00.

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Foto: Raul Mattar
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

As ostras do Costão

Imagine uma pessoa como eu – acostumada a comer quirera com lingüiça – se deparar com um panelão de ostras para comer à vontade. Muita gente acha que essa iguaria é gosmenta e que tem de ser comida crua.

Mas a ostra do Costão não era qualquer ostra. Essas eram gratinadas com queijos “finos” (assim me explicou o cozinheiro), quer dizer, chef – profissional especializado em dar nome bonito a quitutes esquisitos! O prato é típico no Costão do Santinho e em toda Florianópolis, maior produtora nacional do molusco.

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Matraqueando - Blog de viagem | Por Sílvia Oliveira

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