Silvia Oliveira

Comidinhas

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Tostada de pão francês

Nem sei se o nome é esse. Poderia ser simplesmente… misto-quente. O detalhe é que o pão francês tem a casquinha mais crocante que a do pão de forma. Daí você coloca o montadito numa frigideira em fogo baixo. Tosta de um lado, tosta do outro… e fica essa belezura.

Foto: Matraca’s Image Bank

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terça-feira, 11 de maio de 2010

O andar da gastronomia regional

Aprendo a viajar melhor ano após ano. Descobri que não preciso derriçar uma capital em dois dias – nem a Europa em 30. Avancei duas casas quando me dei conta de que não é mandatório ficar à base de pão, água (de torneira) e Mc Donald’s para chamar uma viagem de muquirana. Porque pobre-pé-rapado é quem sai de férias e não se dá o direito de ser feliz. Seja gastando muito ou pouco.

Meu desafio tem sido identificar o que realmente é importante para mim quando faço as malas. Mais do que visitar pontos turísticos interessantes – muitas vezes chamados erroneamente de obrigatórios na bíblia de alguns viajantes – eu busco experiências gastronômicas regionais. Se eu tirar uma foto no centro histórico de Olinda, por exemplo, vou poder me lembrar por muito tempo do resultado. Mas não do processo. Fica a lembrança. Nem sempre a consequência.

Já observar o preparo de uma tapioca chamejante, recheada cuidadosamente com queijo coalho e coco ralado e, em seguida, saborear o quitute – que alterna um leve crocante com recheio cremoso – marca para sempre sua história de viagem. Concordo: às vezes, o efeito da experiência não só provoca uma “consequência” na sua biografia, mas se torna quase uma sequela. Na primeira e única vez que provei uma buchada de bode, há poucas semanas em Maceió, tive um revertério. Passei o dia seguinte – forçada – comendo maçã.

É que experiências gastronômicas regionais exigem um caminho, um método, alguma técnica, um pouco de ginga. Arte. Principalmente reverência. Pode ser num restaurante sofisticado ou num bar pé-sujo. No café do museu ou à beira-mar. Vai do milho cozido ao caldinho de sururu, da moqueca capixaba ao acarajé baiano, do sanduíche de tucumã manauara ao bolinho de macaxeira potiguar, do sarapatel ao barreado paranaense, do arroz com pequi goiano ao pão de queijo mineiro. Sem esquecer a pizza de coração gaúcha! Tão tradicional quanto as ostras de Floripa.

Falamos de uma espécie de patrimônio imaterial. Uma relação delicada entre viajante e destino. O que eu chamo, meramente, de profunda amizade: ambos – cada um a seu modo – se afinam, modestos e despretensiosos, para recriar as condições adequadas que ajudam a perpetuar o sabor de cada lugar.

Foto: Bolinho de Macaxeira, em Natal. (Matraca’s Image Bank)

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Texto originalmente publicado na minha coluna “Viagens Econômicas e Inteligentes”, que sai toda semana no portal Descubra Brasil.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Eu mereço!

Mini cheesecake da padaria perto de casa. Apenas R$ 2,00. Depois dizem que dinheiro não compra a felicidade.

Foto: Matraca’s Image Bank

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domingo, 14 de dezembro de 2008

Quitutes da Expedição Farofation – Parte 1

Na nossa pousada alugamos quartos com cozinha. Mas ninguém anda muito animado a ir para a beira do fogão. Até que o super Raul resolveu fazer tainha assada. Nos restaurantes daqui, a tainha para duas pessoas é vendida por R$ 39,00 – com acompanhamentos (arroz, salada e batata sauté). Na Peixaria do Gil ( Rua Manoel José dos Santos, do ladinho do Shopping Tropical) – há 10 anos em Bombinhas – compramos duas tainhas pequenas por R$ 3,90. Não é erro de digitação, eu falei três reais e noventa centavos. Nem a gente sabia que custava tão pouco assim.

O Raul deixou marinando por duas horas no sal e limão. Na hora de assar, colocou alho picado por dentro e por fora do peixe. Depois, 30 minutos no forno. Cubra com papel alumínio. Quando a tainha estiver quase pronta tire o papel e deixe mais uns cinco minutinhos para dourar. Aproveitei para fazer um molhinho de camarão à la Matraca: uma lata de molho de tomate pronto, uma embalagem de molho branco pronto. Tempere o camarãozinho com sal e limão, frite no alho e misture os molhos. Deixe ferver por uns 10 minutinhos em fogo baixo. Melhor do que nos restaurantes do Fasano.

Fotos: Matraca’s Image Bank

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Entradinha: casquinha de siri gratinada


Só faltam dois quilos para eu chegar ao meu peso pré-gestacional. Mas desse jeito vai ficar difícil alcançar a meta ainda este ano. Antes do prato principal, casquinhas de siri gratinadas com queijo. Para ficar mais light eu tirei o queijo de cima. hohohoho. A entradinha pode ser encontrada na Cantina Lopes, na avenida principal de Bombinhas (Rua Vereador José Manoel dos Santos, 800 / Loja 101. Centro ). Seis unidades por R$ 16,00.

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Foto: Raul Mattar
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

As ostras do Costão

Imagine uma pessoa como eu – acostumada a comer quirera com lingüiça – se deparar com um panelão de ostras para comer à vontade. Muita gente acha que essa iguaria é gosmenta e que tem de ser comida crua.

Mas a ostra do Costão não era qualquer ostra. Essas eram gratinadas com queijos “finos” (assim me explicou o cozinheiro), quer dizer, chef – profissional especializado em dar nome bonito a quitutes esquisitos! O prato é típico no Costão do Santinho e em toda Florianópolis, maior produtora nacional do molusco.

Isso foi o que sobrou. Pensando o quê? Sô xique, bein!
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Fotos: Raul Mattar
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MATRAQUEANDO - Viagens e Comidinhas | Por Sílvia Oliveira | Jornalista | Curitiba, BR

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