Silvia Oliveira

Paraná

sábado, 17 de setembro de 2011

Curitiba: Your Best Winter Destination

By Sílvia Oliveira

There is no way to disagree: the winter – with its chilly nights – can indeed be discouraging. What many want is to stay at home, under the duvet, watching a film and eating popcorn. I do not deny that I often end up including myself in this group. However, we must agree that Curitiba is not content with just  the title of the coldest capital in Brazil. At this time of year, the city takes it upon itself to become one of the most attractive winter destinations in the country. So much for the old mantra that there is not much to do here on the days when we would gladly smash the thermometers.

Let us start with the basics: take a look at the sunset. The season, despite being freezing, provides breathtaking sunsets. There are several nuances in the sky ranging from pink, passing through shades of violet to orange. In Curitiba, you can witness a beautiful sunset from Tanguá Park or the Botanical Gardens, two of the city’s main tourist attractions where admission is free!

It is true; there is no better time of the year to read a good book. But in the warmth of your winter coat you can peruse the major bookstores in Curitiba in search of your favourite literature, accompanied by a soothing hot drink. Many of the stores, such as FNAC (Parque Shopping Barigui), Saraiva (Shopping Crystal) offer an extensive variety of titles alongside their own coffee shops.

For those who like knickknacks and trinkets – well-accompanied by a delicious maize cake and mulled wine – there are the traditional winter fairs. These are street markets with dozens of stalls that offer anything from handicrafts to foodstuffs typical of the Brazilian winter, such as the pine nut, or “pinhão”. The markets go up until July 10th and are held simultaneously in Osorio Square (every day) and Santos Andrade Square (from Mon to Sat.).

If you are willing to invest in a memorable evening, there’s no better season than this to try a delicious fondue. The Swiss dish – usually served in réchauds is the epitome of winter. Whether the choice of fondue is for cheese, meat or chocolate, you can find it at the Petit Château, (in Santa Felicidade) and Château de Gazon (in Batel), two of Curitiba’s most traditional fondue restaurants. Swiss Röstis, or risottos, are also safe bets. They are welcome warming standards that can be found on the menus of many restaurants in town.

However, nothing says winter more than Curitiba’s endless parade of coffee houses or soup restaurants. To immerse yourself in culture, visit the coffee shop at the Oscar Niemeyer Museum or Café do Paço in the Palace of Liberty, both lined with contemporary works – alongside great artists. If you like the classics, go to Hoo Café. The gracious establishment offers a wide range of coffees, from the most elaborate to the most known, such as ristretto. Innovation is to be found at Terra Verde, the first organic coffee shop in Brazil, where your espresso or cappuccino is made with 100% organic beans.

If soup is your thing, you must visit the Acrótona, Manjhericão or Dona Ambrosina restaurants – addresses where the calories will be worth every penny. Inspired by the Soho neighbourhoods of London, New York and Buenos Aires, Batel SoHo is the part of the city that is most appropriate for Curitiba’s winter climate. Although it may be visited at any time of year, Batel SoHo is home to two or three blocks filled with a plethora of home furnishing stores, design shops, coffee shops, bars and galleries. Places that end up becoming charming and engaging shelters when the biting wind blows.

The centre point of the region’s attractions is Spain Square, which, especially on Saturdays, offers an extensive cultural programme, including an Antiques Market. If you have come to the conclusion that spending the winter in Curitiba will cause you to gain a few extra pounds, here is a tip: Wrap up well and enjoy an early-morning walk through the parks of Curitiba. Barigui Park, for example – with its huge lake – provides a beautiful spectacle throughout the day. However, it is early in the morning when the combination of the mist and the sunrise will leave something in your mind you just cannot buy in any currency: memories of an intense, and very successful, winter!

Photo: Raul Mattar

Read more about Curitiba:

The “ecological” Curitiba  (by Sílvia Oliveira)

A train ride through the Serra do Mar (by Sílvia Oliveira)

Largo da Ordem Street Market (by Sílvia Oliveira)

The Ukrainian Memorial (by Sílvia Oliveira)

How do you get from Curitiba’s Airport to the city centre? (by Sílvia Oliveira)

Estrada da Graciosa, Paraná – in English (by Sílvia Oliveira)

The Wire Opera House: Curitiba’s Most Original Theatre (by Sílvia Oliveira)

Ilha do Mel: paradise is just down the road (by Sílvia Oliveira)

Rua Teffé (Teffé Street): Curitiba’s First Footwear Theme Street (by Sílvia Oliveira)

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Reportagem publicada originalmente na 35º edição do jornal Curitiba In English. Para entender o projeto de internacionalização do Matraqueando, clique aqui.

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domingo, 13 de março de 2011

Alimentação: onde comer na Ilha do Mel

A Ilha do Mel é cheia de restaurantinhos, lanchonetes e bares – tudo espalhado pelos principais vilarejos. Na praia Mar de Fora, perto da Gruta das Encantadas (não confundir com a Praia de Fora que fica próxima ao farol) está a chamada  Praça de Alimentação. É um enorme barracão que abriga alguns quiosques que servem porções, bebidas e refeições completas.

Comi lá desta vez. Não me lembro do nome do quiosque, desculpe! – mas não aceitava cartão de débito (o que eu só descobri na hora de pagar a conta). E a comida deixou muuuito a desejar: camarão e peixe extremamente salgados. O banheiro público da praça também estava intransitável, todo molhado, com areia e cheirava mal. Ou seja, manutenção zero!

De qualquer maneira, sempre há opções bem recomendadas. Veja:

Restaurante do Davi
Comida caseira e venda de artesanato nativo. A 50 metros do trapiche de Nova Brasília. Tel. (41) 3426.8008.

Pousadinha Restaurante
Ambiente agradável. Serve comida variada. Pertence ao hotel de mesmo nome. Está a 200 metros do trapiche de Nova Brasília. Tel. (41) 3426.8026.

Cafeteria Larica
Para comidinhas e um café cremoso. Dos mesmos donos do Restaurante Pousadinha. A 100 metros do trapiche de Nova Brasília. Fecha na baixa temporada. Tel. (41) 3426.8026.

Restaurante Ilha do Mel
Especializado em pescados. Na praia. A 80 metros do trapiche de Encantadas. Não aceita cheques. Tel. (41) 3426.9072.

Restaurante Astral da Ilha
Tem sushibar e risoteria. Ambiente charmoso. Faz parte do hotel de mesmo nome. Está a 800 metros do trapiche de Nova Brasília, na Praia de Fora. Tel. (41) 3426.8196.

Fotos: Raul Mattar

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Ilha do Mel: é do Paraná! (o que fazer, como chegar e dicas úteis)

Hospedagem: onde ficar na Ilha do Mel

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sexta-feira, 04 de março de 2011

Hospedagem: onde ficar na Ilha do Mel

Estive duas vezes na Ilha do Mel. Na primeira, há quase uma década, fiquei na Pousada das Meninas, que até hoje faz parte do rol dos hoteizinhos mais procurados de lá. Já em janeiro último me hospedei no continente, na casa de amigos, e apenas fiz um bate e volta de um dia ao paraíso.

A saber: a Ilha do Mel é o trecho mais inflacionado do litoral paranaense, principalmente na alta temporada. Detalhe: no verão, as pousadas lotam rapidinho – apesar dos preços. Por isso, reserve com antecedência.

Hospedagem Muquirana

Hostel Encantadas e Hostel Farol  

Fazem parte do Grupo Marimar (antigo Hostel Zorro). São albergues da juventude e cada um está localizado num ponto da ilha. Não fiquei hospedada em nenhum deles, mas visitei os quartos. Simplérrimos (ao melhor estilo franciscano), mas muito decentes. Diárias em quartos coletivos, com ventilador, a partir de R$ 35,00 por pessoa.  Com ar condicionado, a partir de R$ 45,00. Diárias para casal a partir  de R$ 95,00. Café da manhã incluído. Valores para alberguistas.

Hospedagem Classe Média

Pousada das Meninas

Entenda por classe média uma pousada que se encontra em uma faixa de preço, digamos, mais emergente. Não se trata aqui de luxo ou sofisticação, mas de charme. Quartos a partir de R$ 120,00, suítes a partir de R$ 180,00 e chalés a partir de R$ 220,00. Preços de baixa temporada (01/03 a 15/12). Café da manhã e chá da tarde incluídos.

Momento Extravagância

Grajagan Surf Resort

É uma das melhores acomodações da ilha, mas não espere do nome “resort” algo semelhante a um Costão do Santinho. Localizado na Praia Grande, o hotel oferece cinco opções de acomodação. Suíte de frente para o mar (R$ 390), Suítes  Especiais Jardim (R$ 310), Suíte Jardim (R$ 240), Chalés (R$ 460)  e Acomodação Simples (com banheiro compartilhado, preço sob consulta). Valores de média temporada (01/03 a 31/05 e 01/09 a 10/12) para casal. Crianças de 4 a 8 anos pagam R$ 40. Café da manhã, cadeiras de praia e guarda-sol estão incluídos.

Foto: Raul Mattar

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terça-feira, 01 de março de 2011

Ilha do Mel: é do Paraná! (o que fazer, como chegar, dicas úteis)

Gostaria de começar este texto de uma forma mais original, com alguma informação de impacto sobre esse naco fascinante do litoral do Paraná. Mas quando a gente fala em Ilha do Mel é bom ir direto logo ao assunto: é o pedaço mais lindo – e com as praias mais preservadas – do estado. Ponto. Na ilha não entram carros. O número de visitantes é controlado. As ruas são pequenas trilhas de areia. E, à noite, uma lanterninha deve ser item obrigatório na sua sacola.

Mas não pense você que só de bicho-grilo ou de farofeiro rastaqüera vive a ilha. Muito pelo contrário. Cada vez mais aumenta a estrutura do lugar, apesar de toda a rusticidade. Pousadas com TV, ar-condicionado, cama box e internet wi-fi nos quartos pululam dia após dia. Sem contar os restaurantinhos charmosos que aportam por lá.

Com quase três mil hectares de mata preservada, a Ilha do Mel foi transformada em estação ecológica pela UNESCO. O título ajudou a promover uma área de geografia singular cheia de mangues, morros, costões, trilhas e alguns atrativos históricos como a Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres – construída no século 18 para proteger a Baía de Paranaguá.

Outras atrações tombadas pelo Patrimônio Artístico e Histórico do Paraná são o Farol das Conchas e a Gruta das Encantadas. A gruta é formada por uma enorme fenda num rochedo e está ao nível do mar. Por isso, só pode ser visitada na maré baixa. Fica a 10 minutos caminhando do trapiche do vilarejo de Encantadas.

Quem não tiver medo de enfrentar os 150 degraus que dão acesso à base do Farol das Conchas vai conhecer a mais bela vista da ilha. (Passeio grátis!). Quando estive aqui pela primeira vez, botei os bofes para fora e subi. Desta vez mandei o marido pagar os pecados e fiquei lá embaixo, fazendo castelinho de areia  com a Mariana – minha filhota.

Certo, chega de nhém nhém nhém. 10 entre 10 turistas desembarcam na ilha em busca das praias. Desertas, agitadas, boas para surf, com águas calmas ou cheias de piscinas naturais… não importa. É mar para todos os gostos. A praia Encantadas ferve na temporada. Abriga muitos restaurantes e pousadas. Na maré baixa – além de dar acesso à gruta – é possível chegar à praia de Nova Brasília por uma trilha que dura 2 horas. Sem contar que a cinco minutos da gruta está a praia de Fora das Encantadas, onde fica uma espécie de “Praça de Alimentação”. Um enorme barracão cheio de restaurantinhos e quiosques – com um banheiro imundo para os clientes, lamentavelmente.  Consegui escolher a única chimbica do lugar que não aceitava cartão de débito (mas só descobri na hora de pagar a conta) e que nos serviu o peixe e o camarão mais salgado e gordurento da minha vida.

Já a praia da Fortaleza – a maior da ilha – tem 4 quilômetros de extensão e abriga, claro, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres. De Nova Brasília são 40 minutos a pé (só faça o trajeto na maré baixa) ou 10 minutos de barco. Há serviços de táxi náutico. Mas ainda tem a praia do Limoeiro (semi-deserta), a praia Grande (preferida dos surfistas), a do Farol (agitadinha) e a de Fora (com pequenas piscinas naturais na maré baixa).

A ilha transpira tranquilidade.  Aonde quer que você vá, uma surpresinha. De um lado, gente fazendo yoga. Do outro,  pescadores preparando as redes. Um universo ara quem quer descansar, sem abrir mão do forrozinho noturno. Rá!

OUTROS PASSEIOS

Baía dos Golfinhos: para observar os “botos” é necessário contratar um passeio. Os barcos saem dos trapiches de Nova Brasília ou de Encantadas. Os preços variam de R$ 25 a R$ 50. Converse diretamente com os barqueiros ou contrate um tour na Lua Cheia.

DICAS ÚTEIS

1. Deixe o Totó em casa. A lei não permite a entrada de animais domésticos na ilha.

2. Existe posto de atendimento médico (para pequenas emergências), mas não há farmácias. Portanto, leve seus remedinhos de estimação, sem se esquecer dos clássicos antitérmicos, comprimidos contra enjoo, gel muscular, antiácido, curativos tipo Band-aid, protetor labial e protetor solar.

3. A Ilha do Mel é dividida em três vilinhas: Nova Brasília, Encantadas e Fortaleza. Desembarque no trapiche mais próximo da sua hospedagem. Lembrando que na ilha somente é possível circular a pé, de bicicleta ou de barco. O aluguel de bicicleta fica em torno de R$ 35 por dia. Os trechos de barco entre uma vila e outra estão em torno de R$ 8 por pessoa.

4. Nos trapiches (píer) de Nova Brasília e Encantadas existem diversos carregadores de mala que com pequenos carrinhos de mão transportam sua bagagem do local do desembarque até o seu hotel. Os preços variam de R$ 20 a R$ 45 – dependendo do trajeto a ser percorrido.

COMO CHEGAR  À ILHA DO MEL

A partir de Curitiba desça  a Serra do Mar pela BR 277 até Paranaguá ou Pontal do Sul. Caso vá de carro, você deve deixar o veículo estacionado no continente (em média R$ 15 por dia) e pegar um barco para fazer a travessia. De Pontal do Sul as saídas acontecem de 30 em 30 minutos na temporada e de hora em hora na baixa estação  – entre 8h e 17h. A viagem dura cerca de 30 minutos e custa R$ 23 – ida e volta. De Paranaguá, o número de saídas diárias varia muito de acordo com a época e o percurso é mais longo: duas horas para chegar a ilha. São R$ 28 ida e volta. Antes de ir ligue na ABALINE (41 3455.2616), empresa marítima responsável pelo percurso para confirmar os horários.

Fotos: Raul Mattar

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sábado, 15 de janeiro de 2011

Poncovô neste fim de semana?

Vou para lá só depois do almoço –  sim, trabalho de manhã!  –  e volto no domingo mesmo. Será uma espécie de reconhecimento de área. Dicas? A foto já diz quase tudo. Mas posso adiantar que é o lugar mais hiper-ultra-top inflacionado do litoral do Paraná! Ganha o matracABRAÇO quem disser o nome da localidade.

Atualização:

De tão fácil teve gente que ficou em… dúvida! Sim, fui para a ILHA DO MEL. E a ganhadora do matracABRAÇO foi a Fabíola do Mochilando por Aí. Em breve conto tudo, tudinho de lá. Parabéns, Fabíola!

Foto: Banco de Imagem do Sebrae

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MATRAQUEANDO - Viagens e Comidinhas | Por Sílvia Oliveira | Jornalista | Curitiba, BR

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