Silvia Oliveira

Serra Gaúcha

sábado, 30 de abril de 2016

Gramado: dicas para uma viagem econômica

Parque-de-Lavandas-Gramado

Caro e barato são termos subjetivos e podem ter significados distintos para mim e para você. Tem gente, por exemplo, que não abre mão de um hotel classudo, mas não se importa em comer numa espelunca legal.

Há os que precisam de prato enfeitado com espuma de abacate e sommelier ao lado dando dica de vinho, mas não estão nem aí se a hospedagem é padrão pelourinho.

Outros buscam a melhor cerveja, o lugar mais romântico, a atração mais divertida, a loja mais atraente e alguns já ficam bem satisfeitos se o restaurante tiver um módico fraldário família.

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O detalhe é: como fazer uma viagem econômica para Gramado sem perder a dignidade? Se você andou pesquisando por aí, já deve ter percebido que a cidade está trabalhando em “euros”. E isso não é só força de expressão, não.

Para organizar uma viagem redondinha e sem gastar os tubos escrevi o completíssimo e interativo e-book O Barato de Gramado e Canela, cheio de sugestões certeiras — inclui hotéis e restaurantes — com dicas de economia inteligente (algumas delas estão aqui).

As atrações são descritas detalhadamente (o que ajuda a decidir o que fazer e visitar) e todos os atrativos têm links para o Google Maps. Mais informações aqui!

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Galeria de imagem | Serra Gaúcha: Gramado, Canela e Bento Gonçalves

Para fechar em alta resolução nossa série pela Serra Gaúcha – que inclui as cidades de Gramado, Canela e Bento Gonçalves – seguem imagens deste roteiro charmoso, romântico, histórico, familiar e gastronômico.

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Lago Negro: ponto de visitação clássico em Gramado.


Caminhos de Pedra: roteiro revela a toscana nacional.


Arquitetura preservada mostra como viviam os antigos imigrantes.


Jardineira: veículo pitoresco faz diversas rotas de turismo rural em Gramado.


Zoo de Gramado: fauna 100% brasileira.


Castelos em miniatura no parque Mini Mundo em Gramado.


Pinhão cozido nas estradinhas da região.


Castelinho Caracol: museu e casa de chá em Canela.


Museu Mundo a Vapor, em Canela: história do sistema ferroviário.


Le Jardin: o primeiro parque de lavandas do Brasil está em Gramado.


Gastronomia internacional: toda a Serra Gaúcha oferece uma culinária sofisticada.


Templo Budista de Três Coroas: um pedaço do Tibet a 30 km de Gramado.


Na Serra Gaúcha o outono se manifesta em cores vibrantes.


A Serra Gaúcha está entre os maiores produtores de vinhos e frisantes do Brasil.


Vinícola Salton: visita guiada e degustação grátis.


Galeto al Primo Canto: tradição gastronômica.


Um dos melhores doces caseiros do país está na Serra Gaúcha.


Impossível não levar algumas barrinhas para casa.


Roteiro perfeito para casais enamorados.

Leia também:

Gramado
Canela
Bento Gonçalves

Veja ainda:

Serra Gaúcha:  Gramado, Canela e Bento Gonçalves | Post-Índice

E-book | O Barato de Gramado e Canela

Fotos: Raul Mattar | Todos os direitos reservados. ©

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domingo, 10 de julho de 2011

Catedral de Canela: iluminação noturna permanente

A Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes – conhecida como Catedral de Pedra de Canela – ganhou um atrativo a mais. Construída em estilo gótico inglês, o monumento é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.

Agora, uma iluminação permanente permite uma mágica visita noturna. Lâmpadas de led proporcionam sete cores diferentes. A cada minuto uma cor distinta cobre a igreja.

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A catedral tem uma torre de 65 metros e um carrilhão de 12 sinos de bronze que vieram da Itália. Na parte interna possui lindos vitrais de arte sacra e painéis que retratam a “Aparição de Nossa Senhora”, a “Alegoria dos Anjos” e a “Anunciação”.

No ano passado, a Catedral de Canela foi eleita uma das sete maravilhas do Brasil feitas pelo homem. A iluminação permanente foi uma homenagem ao novo título e deve ficar disponível para visualização o ano inteiro.

SERVIÇO
Catedral de Canela
Local: Praça da Matriz, 69 | Canela-RS
Tel. (54) 3282.1132

Em Canela, visite também:

Museu do Automóvel (Estrada para Gramado)

Castelinho Caracol 

Parque do Caracol 

Museu Mundo a Vapor

Fotos: Raul Mattar

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segunda-feira, 04 de julho de 2011

Chocolates de Gramado: onde é melhor comprar

Não vai ser difícil encontrar em Gramado uma lojinha temática para você degustar ou comprar deliciosos bombons, trufas ou barras do mais apaixonante dos doces: o chocolate.

Tanto na Av. Borges de Medeiros quanto na Av. das Hortênsias – as duas principais da cidade – há dezenas de lugares que já se transformaram em pontos turísticos para chocólatras, desesperados e simpatizantes. São todas lojas charmosas e, além de apetitosas, estão muito bem decoradas.

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A maioria destes espaços oferece um ambiente atrativo para adultos e crianças. O Reino do Chocolate (da empresa Caracol) por exemplo, é uma espécie de museu interativo.

Aqui você acompanha a elaboração do chocolate, conhece a história do cacau e termina numa cafeteria bem bacana – que fica ao lado de uma lojinha cheia de opções de cobertura, bombons, licores… para você enfiar o pé na jaca!

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Cafe lugano gramadoCafe lugano chocolates

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A Lugano também inaugurou seu espaço temático. O Parque Mundo do Chocolate é um museu que abriga mais de 200 peças esculpidas em chocolate. Ao lado fica o café com lindas cadeiras de encosto alto que dão um ar aristocrático ao lugar.

De uma maneira geral, os preços são competitivos e quase que tabelados. Não existe muita diferença de uma empresa para outra, tratando-se dos produtos tradicionais da região, como as barrinhas retangulares.

A novidade é a promoção da Chocolataria Gramado (na Av. das Hortênsias,  4953) que estava vendendo as tais barrinhas por R$ 1,00 cada. (Geralmente custam entre R$ 3 e R$ 5 nas outras lojinhas!)

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A ChocoFlores também não está entre as mais tradicionais, mas vende um chocolate caseiro muito gostoso e bem mais barato que as concorrentes famosas. A loja da Av. das Hortênsias, 5386 (ao lado d’O reino do Chocolate e de uma loja Florybal) tem uma bela vista para o Vale do Quilombo.

Chocoflores

As lojas mais tradicionais são a Caracol, onde tomei um maravilhoso chocolate quente com creme, a Lugano – com diversas opções de chocolatinhos para presente, a Prawer – com seu disputado café (Casa da Velha Bruxa), a Florybal com suas divertidas lojas temáticas  e a Planalto – onde, além de chocolate, você pode experimentar o verdadeiro sorvete italiano .

Chocolates em Gramado

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Todas as fábricas prometem a mesma coisa: matéria-prima de qualidade e produto artesanal. Como não sou nenhuma choconóloga – nome que acabei de inventar para um especialista na arte de degustar essa iguaria – não sei se há enormes diferenças  entre um e outro.

Florybal Gramado

Para mim, são todos requintados e saborosos. Além do que, os chocolates de Gramado quase sempre chegam a ser a melhor, mais econômica e inesquecível lembrancinha que você pode levar para os amigos!

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mini Mundo de Gramado: réplicas em miniaturas

[Post atualizado em julho de 2015]

Nada é obrigatório numa viagem. Nem mesmo aquelas atrações que todo mundo fala que você tem de ir. Mas fica difícil não visitar um lugar que a maioria do guias recomenda – mesmo sabendo que cobrar ingresso de uma criança com menos de 3 anos (com pais pagantes) não pega bem.

Desta vez teria que bater ponto por aqui, já que tinha engambelado o atrativo na minha última visita  a Gramado, em 2009. O Mini Mundo é um pequeno parque temático.

O  empreendimento abriga réplicas arquitetônicas reais de castelos, estradas, barcos, cascatas, moinhos e ferrovias de vários lugares do mundo, principalmente da Europa… tudo 24 vezes menor.

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Recentemente incorporaram atrações nacionais, como uma linda miniatura da Igreja de São Francisco de Ouro Preto. O Mini Mundo é uma iniciativa da Família Höppner – dona do hotel que fica em frente ao parque. A pequena cidade foi inspirada na Legoland da Dinamarca.

Além dos castelos – que predominam na paisagem do lugar – há réplicas de construções modernas como a do Aeroporto de Bariloche. Um micro-incêndio sendo apagado por um bombeiro (com água de verdade) me chamou a atenção pelos detalhes.

O Mini Mundo tem área de diversão, lanchonete, banheiros e uma lojinha que vende um punhado de coisas para você levar de lembrança. É um trabalho bonito e criativo.  Cabe a você decidir suas prioridades na cidade e decidir o que vale ou não a pena para seu gosto e orçamento.

SERVIÇO

Mini Mundo

Local: Rua Horácio Cardoso, 291 |  Gramado-RS

Tel. (54) 3286.4055

Funcionamento: diariamente das 10h até às 17h.

Tempo de visita: 40 minutos

Ingresso: R$ 24 (adulto), R$ 15 (criança até 1,20 m) e R$ 12 (pessoas acima de 60 anos). Menores de dois anos não pagam. Valores atualizados em julho de 2015. Atenção: na bilheteria do parque só aceitam dinheiro. Você pode comprar com cartão pelo site.

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terça-feira, 28 de junho de 2011

GramadoZoo: programa família

[Post atualizado em julho de 2015]

Apesar de não ter nenhuma afinidade com bichos — e de sempre confundir a ema com o avestruz — eu até gosto de visitar zoológicos. Desde que sejam organizados, auto-explicativos e que tenham algum diferencial, como “humanizar” o tratamento no cativeiro.

Pelo que havia lido e ouvido falar, o GramadoZoo atenderia esses pré-requisitos. Não existem jaulas ou gaiolas. Há uma preocupação (tendência mundial) em tentar reproduzir ao máximo o habitat dos animais.

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No caso das aves, existe uma tela protetora no alto e apenas animais mais perigosos como cobras, jacarés e a onça pintada ficam em recintos fechados, mas com amplo espaço. E o que separa você deles é um vidro blindado e não grades.

Vá lá, o GramadoZoo não é  exatamente uma parada obrigatória (a menos que você nunca tenha visitado um zoológico na vida), mas não deixa de ser um atrativo a mais dentro do seu roteiro na cidade, principalmente para quem está com crianças. Ver aquela bicharada toda de perto é um programa fascinante para qualquer bacuri.

Uma das características deste zoológico é apresentar animais exclusivamente da fauna brasileira como pacas, capivaras e macacos genuinamente nacionais. O parque abriga quase 1500 animais, entre eles a Ararajuba – que foi sugerida pelo GramadoZoo como mascote da Copa 2014.

A Ararajuba foi recomendada por possuir as cores do Brasil (verde e amarelo), viver organizada em grupos (como as torcidas de futebol), por estar altamente ameaçada de extinção e porque só existe em terra tupiniquim.

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Para conhecer o zoológico é necessário percorrer um caminho – facílimo – de 1200 metros. Todo o trajeto possui placas explicativas e, embora a visita não precise ser guiada,  sempre há  educadores ambientais disponíveis para dar informações.

Um restaurante temático – em forma de oca indígena – oferece refeições rápidas. Há sanitários e, claro, uma lojinha (sempre no final do caminho há uma lojinha!)  vendendo tudo quanto é tipo de pelúcia – de tucano a onça pintada.  Veja algumas imagens do passeio:

SERVIÇO

GramadoZoo

Local: RS 115 – a 700 metros depois do pórtico (para quem vem de Porto Alegre sentido Gramado)

Visitação: diariamente, das 9h às 17h.

Ingresso: R$ 54 (adulto), R$ 27 (crianças de 3 a 15 anos e pessoas a partir de 60 anos) e gratuito para crianças até 2 anos. O ingresso do GramadoZoo mais R$ 1 vale também para o Parque do Gaúcho que fica ao lado. Valores de julho de 2015.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Restaurante Mamma Mia: onde comer massas e um galeto irrepreensível em Gramado

[Post atualizado em julho de 2015]

Não sei qual nasceu primeiro, se a sequência de fondue ou o galeto. Mas estando em Gramado ou um ou outro você terá que experimentar. Assim como o (ou “a”) fondue, muitos restaurantes oferecem o franguinho al primo canto. O Restaurante Mamma Mia, há 25 anos atuando na região, é um dos mais tradicionais da cidade.

O ambiente é elegante, sem ser presunçoso ou ameaçador aos jacus como eu. Uma lareira deixa o lugar ainda mais acolhedor. O atendimento é rápido e solícito. Além do galeto, a casa apresenta como entrada uma irresistível sopa de capeletti. Só a sopa já teria valido a pena estar ali.

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O galeto acompanha, ainda, um vasto cardápio com massas e molhos para escolher. Espaguete, tortéi, nhoque, polenta frita ou brustolada, lasanha e saladas. Prove a perfeita aliança do radicci com bacon. Tudo é servido à vontade, quantas vezes você quiser.

Nem tiramos foto de todos os pratos – também somos filhos de Deus e estávamos ali para comer, rá! – mas provei praticamente tudo, do espaguete à polenta, passando, claro, pelo macio e delicadamente temperado galeto. Não dá para dizer do que eu gostei mais. Estava tudo 100%. Foi uma experiência tão boa que todo dia a gente queria voltar ao Mamma Mia.

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Uma das vantagens do Mamma Mia é que ele abre de segunda a segunda. Quando chegamos a Gramado, justo numa segunda-feria, queríamos conhecer outro galeto super indicado, o Casa di Paolo, com uma estrela no Guia 4 Rodas. Mas a casa fecha neste dia.

Sorte nossa e do Mamma Mia! Valores:  R$ 62 por pessoa. Crianças até 5 anos não pagam. Ah, deliciosas opções de sobremesa estão incluídas. (Valores de julho de 2015)

SERVIÇO

Mamma Mia
Local: Av. das Hortênsias, 3400 | Gramado-RS
Tel. (54) 3286.1991
Atendimento: diariamente, das 11h30 às 15h e das 19h30 às 0h.
Dicas: se você estiver sem carro, o restaurante oferece transporte gratuito – ida e volta – do seu hotel.

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Pasteleiro: comidinhas em Gramado

[Post atualizado em julho de 2015]

Clássico dos clássicos, o pastel está entre minhas comidinhas preferidas. Seja na feira, na praia ou no botequim. Se o ambiente for criativo e aconchegante, então… eu compro cadeira cativa.  Foi mais ou menos por isso que praticamente virei sócia do Pasteleiro, ponto de encontro para saborear uma massa crocante e deliciosamente recheada em Gramado.

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A lanchonete é temática. Tudo lembra o cinema, uma alusão a um dos principais festivais da cidade. Até as opções de tamanho dos pastéis são classificadas em Curta (pequeno), Super 8 (médio) e Longa (grande). E qualquer sabor recebe o nome de um película como, por exemplo, “Central do Brasil”, que leva brócolis, ervilha, milho, palmito e queijo catupiry.

O Raul pediu o “Atração Fatal” – carne, azeitona e ovo. Nome mais do que apropriado, este é o  mais irresistível dos recheios de pastel. Eu comi o “Ou Tudo Ou Nada”, com o tradicional sabor pizza: presunto, mussarela, orégano, cebola, palmito e pimentão.

Finalizamos com uma porçãozinha de minipastéis doce, o King Kong – com banana, canela, açúcar e mussarela. Para a Mariana pedimos um sopa de ervilha no pão (R$ 22) – que eu acabei tomando a metade. Muito, muito boa – mas achei a quantidade pequena. (hohohoho!) O preço médio dos pastéis varia de R$ 11,80  a R$ 18,90. (Valores de julho de 2015) 

Ao todo são quase 50 opções de pastéis – entre salgados e doces. Sem falar do “Proposta Indecente”, com quatro tipos de recheios à sua escolha. Além da sopa no pão, o Pasteleiro oferece também lasanhas e saladas.

SERVIÇO

Pasteleiro
Local: Rua Pedro Benetti, 32 – Centro | Gramado – RS
Tel. (54) 3286-3862

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terça-feira, 21 de junho de 2011

La Famille de Gazon: sequência de fondue ou o tradicional Mignon ao Molho de Cogumelos | Gramado


A sequência de fondue em Gramado é um clássico. Primeiro vem o queijo acompanhado de pedacinhos de pães e batatinhas, depois a carne e mais uns 10 tipos de molhos e finaliza com o chocolate totalmente entrosado com frutas, entre elas morango, uva e kiwi. Desta vez, quis apostar em alguma sugestão entre os restaurantes mais conhecidos, nem que fosse para pagar um pouco mais.

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Hoje em dia, qualquer restaurantinho reba está oferecendo algo do gênero na cidade. Entre os recomendados, inclusive pelo Guia 4 Rodas, optei pelo La Famille de Gazon só porque simpatizei com a fachada do lugar.

Ao entrar, descobrimos que a sequência estava em “promoção”. De R$ 52 por R$ 45 por pessoa. Baixa temporada, minha gente! Ótimo. Entrei no rodízio de fondue e o Raul pediu um mignon tradicional (R$ 38).

Provei o mignon – que levava um sedoso molho de cogumelos – e estava delicioso. Já a sequência de fondue deixou a desejar. Achei a massa de queijo derretido pesada e meio azeda (lembrete: a culpa pode ser do meu paladar chinfrim e não do queijo) e as carnes – que eram grelhadas em um réchaud ­– com cortes grandes demais.

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O fondue (ou “a” fondue) de chocolate estava muito bom, ressaltando o meio-amargo das barras com mais cacau. Mas a apresentação… socorro! Veio em uma cumbuca de porcelana quebrada e colada.

Notava-se a rachadura na louça. Sem contar que os potinhos dos molhos que acompanhavam as carnes vinham cada um com um tipo de colher, a maioria com os cabos de plástico tortos e queimados.

A conta? R$ 107,00. Isso porque o fondue estava em promoção e tomamos apenas suco de uva regional, refrigerante e água. Se eu voltaria ao La Famille de Gazon? Pelo atendimento cordial, ambiente agradável e pelo mignon, sim, voltaria. Mas para outra sequência de foundue… tentaria um novo estabelecimento.

SERVIÇO

La Famille de Gazon
Local: Av. Das Hortênsias, n. 1008 | Gramado-RS
Tel. (54) 3286.3981
Atenção: aquele pratinho cheio de coisinhas gostosas para beliscar que colocam na sua mesa assim que você chega é o velho e bom couvert. R$ 3 por pessoa.

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Veja aqui todos os nossos posts sobre Gramado. Canela e Bento Gonçalves.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Templo Budista de Três Coroas: o Tibete mora aqui

Se este post fosse uma charadinha do estilo “onde fica esse lugar?” tenho certeza de que a maioria dos palpites iria parar do outro lado do mundo. Muitos arriscariam China, Tibete ou até Camboja. Rá! Mas… nãnãninanô. Este templo budista é gaúcho e fica a pouco mais de 30 quilômetros de Gramado. Juro! Estamos falando do primeiro templo tibetano tradicional da América Latina.

O Templo Budista Khadro Ling é um centro destinado ao estudo e prática do budismo. Está no alto de uma montanha, com uma bela vista, no município de Três Coroas.

Abriga retiros, cerimônias e as construções do local estão abertas à visitação pública. Prometo não cair na breguice de chamar o local de “lugar mágico” ou “surreal”. Mas se você encontrar outro adjetivo mais apropriado, por favor, a caixa de comentários é toda sua!

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Primeiro, o silêncio absoluto. Um colorido intenso e harmônico. Dentro do La Kang (a primeira foto do post) – templo construído e decorado dentro das tradições artísticas tibetanas – você assiste a um vídeo contando um pouco da história do Khadro Ling e conhece um pouco da filosofia budista.

Lá dentro, não é permitido fotografar nem filmar. Momento em que você poderá oferecer orações por escrito a uma pessoa específica ou à humanidade. Aproveite para fazer sua doação.

O templo é uma organização sem fins econômicos e não cobra nada pela sua visita. Seria de bom tom deixar uma contribuição, dentro das suas possibilidades, para que a grandeza desse lugar seja mantida dignamente.

Bem em frente ao La Kang, ficam as Rodas de Oração – espécie de cilindros rotatórios. Cada um contém milhares de mantras que giram continuamente em sentido horário. Segundo a tradição budista, o movimento das Rodas de Oração gera uma energia sutil que, elevada ao céu, traz equilíbrio ao planeta.

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Nada mais suave do que encontrar estas plaquinhas espalhadas pelo templo: “não pise nas formigas”. Na foto não dá para ver muito bem, mas havia uma carreirinha de formigas passando tranquilamente por ali, protegidas pela filosofia budista.

Outra imagem inspiradora vem das Estupas (ou Stupas). São  construções cônicas – arquitetonicamente também chamadas de “pagode” – que representam a mente de Budda. Cada detalhe da Estupa representa um aspecto da vida iluminada ou do caminho que leva à ascensão. Todo o passeio é agradável, sensível, organizado.

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Caso você queira participar da comunidade, o templo oferece práticas de meditação abertas ao público todo domingo, às 8h. Recomenda-se chegar com 15 minutos de antecedência.

O templo tem uma livraria com diversas obras  sobre o budismo e artigos religiosos. Comprei duas mandalas pequenas que, para os budistas, são uma espécie de círculos de cura. São objetos que – mais que uma recordação de viagem – servem para inspirar e motivar o espírito!

SERVIÇO

Templo Budista Khadro Ling
Onde: Estrada Linha Água Brancas,1211 | Três Coroas-RS
Tel. (51) 3546-8201
Horário de visitação: de 3ª a 6ª, 9h30 às 11h30 e 14h às 17h; sábado e domingo, 9h às 16h30. Fecha às 2ª. Grupos com mais de 10 pessoas: necessário agendar. (ATENÇÃO: 13, 14 e 15 de junho de 2011 fechado para a visitação)
Como chegar:  veja as indicações do site
Quanto: acesso gratuito, mas doações solidárias são bem-vindas.
Tempo de visitação: 1h30.
Importante: não há restaurantes ou lanchonetes no local. Água e refrigerante podem ser comprados na lojinha do templo. De Gramado até lá há pedágio.

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sábado, 04 de junho de 2011

Parque de Lavandas: a Provence chega a Gramado

* Post atualizado em novembro de 2016

Quando cheguei a Gramado parecia um disco arranhado. Só pensava em “parque de lavandas… parque de lavandas… parque de lavandas”. Já nem me preocupava com chocolates ou sequências de foundes. Queria conhecer o Le Jardin, considerado o primeiro Parque de Lavandas do Brasil.

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Como todos os empreendimentos turísticos de Gramado, é uma atração da iniciativa privada. Trata-se, na verdade, de uma loja temática (linda, linda!) que comercializa diversos produtos com o óleo essencial de lavanda, conhecido e reconhecido por suas diversas propriedades terapêuticas. De brinde vem uma gigante área verde com mais de 10 mil pés de lavanda.

Eu já sabia que não era época da floração e dificilmente encontraria aquela belezura lilás que remete aos enormes campos de lavanda da Provence, região da França famosa pelo cultivo da planta. Mas fomos lá conferir a proposta.

De fato, os pés de lavanda estavam verdinhos. Mas na entrada da loja, há alguns vasos com diferentes tipos da flor e seus cheirinhos característicos.

Existe também um pequeno jardim com flores exóticas que apresentam diversos tipos de fragrância, entre eles a de café e … pipoca! Dentro da loja, uma decoração primorosa.

São dezenas de produtos, de bombons de lavanda à cosméticos – aliás,  o carro chefe da empresa. Pouca gente sabe, mas a lavanda é uma flor comestível. O bombom é uma espécie de trufa e o sabor lembra o suave aroma da lavanda.

Inaugurado há pouco mais de um ano, o Le Jardin foi inspirado em grandes parques do gênero que existem nos Estados Unidos e Europa.

Gramado, com sua imensa capacidade de se reinventar, ganhou nos últimos dois anos – além do primeiro parque de lavandas nacional –  um Museu de Cera (ao melhor estilo londrino) e um Zoológico com animais exclusivamente da fauna brasileira.

Só que diferentemente do zoo e do novo museu (ambos beeem caros!) o Le Jardin tem acesso gratuito. Rá!

SERVIÇO

Le Jardin – Parque de Lavandas

Onde: RS 115 – KM, nº 37700 (via Taquara a 3 quilômetros do centro de Gramado-RS)

Telefone: (54) 3286-4280 | E-mail: contato@lavandas.com.br

Visitação: terça a domingo, 9h30 às 17h30. Fecha às segundas.

Melhor época: de setembro a novembro, quando chega o ápice da floração.

Quanto: acesso gratuito. O Parque também oferece estacionamento grátis aos visitantes.

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Fotos: Raul Mattar | Todos os direitos reservados.

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sexta-feira, 03 de junho de 2011

Hotel Via Serena: atendimento, conforto e chá de laranja em Gramado


Fachada colorida do Hotel Via Serena: arquitetura germânica.

Dois anos depois, de volta a Gramado! Havia feito uma reserva para ficar três noites no Hostel oficial da cidade. Mas alguns pormenores me fizeram deixar o albergue, onde passamos só a primeira noite.

Veja o que aconteceu: o albergue, muito bom por sinal, cobra R$ 100 a diária para casal em quarto família. Um preço excelente tratando-se da superfaturada Gramado.

Por telefone (o atendimento por e-mail é demorado), na hora da reserva, havia perguntado ao hostel se havia calefação e wi-fi no quarto e me responderam que sim!!! O detalhe que só soube no check-in: a calefação e o wi-fi eram cobrados à parte. R$ 20 pelo ar quente e R$ 5 pela internet. Por dia de hospedagem.

O que resultaria numa diária de R$ 125 – porque sem calefação ninguém sobrevive naquela terra.

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Hotel Via Serena: quartos novos e bem decorados.

Fiquei absolutamente chocada com a omissão da informação sobre os serviços pagos à parte, dados que também não constam no site do albergue. Nossa brabeza não foi somente por ter que pagar a “mais”.

A diferença não era brutal, mas ficamos incomodados com a falta de transparência. Para nossa sorte, conseguimos hospedagem no mesmo hotel onde ficamos em 2009. E, apesar das benfeitorias (como quartos novos e reformados) – pagamos uma tarifa de baixa temporada que estava mais em conta do que há 24 meses. (E também ficou mais barato do que o albergue, acredite!).

De qualquer forma, é válido destacar que o Hostel devolveu as duas diárias que eu havia pago (e não ia utilizar) sem sequer fazer uma pergunta. Devolveu e pronto. Sem burocracia.

O Hotel Via Serena já me pega pela fachada – laranja, minha cor preferida! – que lembra a arquitetura alemã. Os ambientes internos são bem aconchegantes. Na recepção, sempre há um chazinho cheiroso de laranja ou canela à disposição do hóspede.

Alguns quartos foram reformados e estão impecáveis. Todos têm calefação central, chuveiro a gás, secador, telefone, wi-fi gratuito e televisão a cabo. E o atendimento, sempre muito carinhoso!


Café da manhã completo: inclui o Apfelstrudel, tradicional sobremesa da região.

O café da manhã é daqueles que se você tomar próximo das 10h da manhã não precisa nem almoçar. É recheado de sucos, bolos, cereais, iogurtes, salsicha ao molho, ovos mexidos, pães e até o tradicional Apfelstrudel – torta folhada de maçã que, embora tenha nascido na Áustria, se popularizou entre os alemães e é sobremesa clássica na região de Gramado. Quanto: R$ 160 a diária (baixa temporada!) com estacionamento e transporte gratuito Gramado-Canela!

SERVIÇO

Hotel Via Serena
Local: Avenida das Hortênsias, 5479 – 3 km do centro | Estrada Gramado-Canela | Gramado-RS
Tel. (54) 3286.3394
Diárias para casal: a partir de R$ 160 (baixa temporada: março, abril e maio) e R$ 260 (média temporada).

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quarta-feira, 01 de junho de 2011

Bento Gonçalves | Vinícola Salton: visita guiada inclui degustação grátis

Nem tente descobrir quantas vinícolas existem na Serra Gaúcha. Certamente você vai perder as contas. Por baixo, só ali, no Vale dos Vinhedos, são mais de 30. As maiores são a Miolo e a Casa Valduga. Mas quase todas elas apresentam uma característica especial – seja pela qualidade da produção ou pelo estilo do lugar. Muitas oferecem visita guiada gratuita.

Chegamos a Bento Gonçalves num domingo, logo após o almoço. Como nosso passeio pelo Caminhos de Pedra estava previsto para segunda-feira, decidimos visitar alguma vinícola que estivesse aberta naquele dia. Optamos pela conhecida Vinícola Salton, no Vale do Rio das Antas, Distrito de Tuiuty, a 13 quilômetros de Bento Gonçalves.

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Nosso interesse nem era a degustação em si que, acredite, assim como o passeio também é gratuita. A ideia era conhecer a história da vinícola 100% brasileira que em 2010 completou 100 anos. A sede no Rio Grande do Sul ocupa uma área de 30 mil metros quadrados.

As visitas acontecem a cada 30 minutos. Começa com um super bem feito vídeo institucional de 8 minutos e segue pelas instalações da empresa. Você vai conhecer todas as etapas da elaboração do vinho desde o processo de produção, armazenamento até a embalagem das garrafas.

A cave de barris de carvalho é o momento alto do passeio. Além do local ser lindo e bem cuidado, o guia desfila uma série de informações interessantes sobre o processo de produção dos frisantes. A Vinícola Salton é líder nacional na  comercialização da bebida borbulhante.

No subsolo, a loja de vinhos ocupa uma área de 300 metros quadrados. Ali você encontra todos os produtos Salton que são oferecidos no mercado. Evidentemente, são mais baratos do que nas lojas especializadas, mas não chega a ser uma pechincha. Diria que as garrafas custam uns 20% menos se compradas diretamente na vinícola. Se seu objetivo é levar em quantidade para casa, pode vale a pena.

No fim da visita guiada, o que a maioria espera: a degustação! A vinícola oferece dois tipos, uma – a gratuita – com vinhos mais tradicionais e outra – que custa R$ 15 – com safras mais elaboradas. Apesar de grátis, a degustação “simples” é recheada de vinhos, sucos de uva e frisantes. Tudo acompanhado com a explicação teórica do guia.

Apesar de ser um passeio técnico-histórico, pode agradar especialmente às crianças, já que a Vinícola Salton dispõe de uma enorme área verde. Um das atrações é o relógio solar, na entrada principal da empresa. Todo em mármore italiano, o relógio aponta por meio de sombras (provocadas pelo movimento do sol) a hora, as estações do ano e as mudanças das constelações do zodíaco. Tudo lúdico e interativo. Perfeito para a família.

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SERVIÇO

Vinícola Salton
Onde: Rua Mario Salton, nº 300 | Distrito de Tuiuty | Bento Gonçalves – RS
Tel. (54) 2105.1000
Quando: o ano inteiro, mas a vindima ocorre entre janeiro e março.
Atendimento: segunda a sexta, 8h30 às 16h30 e domingos e feriados, das 9h30 às 17h.
Quanto: visita gratuita com degustação incluída.
Dica: em alta temporada é recomendável agendar o passeio.

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Casa Vanni: experiência gastronômica com sabor e sensações no Caminhos de Pedra

Quando você percorrer o Caminhos de Pedra – na região de Bento Gonçalves – fome não vai passar. O roteiro é cheio de paradas gourmets e a maioria dos pontos de visitação oferece algum tipo de degustação gratuita. Sem contar que poderá levar para casa salames, sucos de uva, molhos de tomate, tortas e outros quitutes que absolutamente marcarão sua viagem.

Se sua opção for almoçar, você vai encontrar alguns restaurantes charmosos e tradicionais por ali. Mas nada tão criativo e, de certa forma, até econômico pelo prazer e boa comida que oferece como o Casa Vanni. Feita de madeira e com porão de pedras regulares, a casa tem uma espécie de cafeteria no andar de cima. Já o restaurante fica embaixo.

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O ambiente é impactante. Daqueles cheios de detalhezinhos, mas sem confusão visual. Destaque para a mesa com tampo de vidro montada sobre um antigo poço que funciona até hoje no porão. A gastronomia é essencialmente italiana. Com um cardápio enxuto, o visitante encontra massas e risotos como personagens principais – tudo desenvolvido pela Chef Jerusa Vanni.

Ao sentar, chegará à sua mesa um fofo couvert com pães, grissinis acompanhados com manteiga temperada com ervas. Pedimos um risoto de carne de panela (R$ 24) e um nhoque com molho à bolonhesa (R$ 18). Pratos para uma pessoa. Segundo o Raul, foi o melhor e mais saboroso nhoque que ele comeu na vida. Adorei o risoto. Para beber fomos de suco de uva produzido na região. De sobremesa, ataquei o sagu com creme. R$ 4 a tacinha individual.

O espaço externo é um atrativo à parte. O Casa Vanni tem uma belíssima área verde, com flores e árvores frutíferas, onde você poderá passar alguns bons minutinhos refestelado… antes ou após a comilança. A área é bem agradável para quem está com crianças. 😉

SERVIÇO

Casa Vanni

Onde: Caminhos de Pedra (Linha Palmeiro 795 ) | Distrito de São Pedro | Bento Gonçalves – RS

Tel. (54) 3455.6383

Atendimento: todos os dias, menos quarta-feira, das 12h às 15h30.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bento Gonçalves | Caminhos de Pedra: um pedaço da Toscana no Brasil

Aposto que quando você pensa em Serra Gaúcha o que sobra no seu repertório é a palavra vinícola. No meu também. Até conhecer o Caminhos de Pedra — um viçoso circuito formado por paisagens lúdicas e interativas — retrato fiel da essência da imigração italiana no nosso país.

O caminho – que foi aberto há mais de um século – leva à colônia São Pedro, a 13 quilômetros de Bento Gonçalves (RS). O lugar lembra um pedaço da Toscana, região bucólica e pastoril da Itália. O roteiro de apenas sete quilômetros vislumbra dezenas de construções em pedra e madeira. É um dos mais comoventes e bonitos passeios do Brasil.

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Você vai passar por moinhos, teares, capelas e casas de massas. Terá acesso a produção de queijo de ovelhas, conhecerá o processo (antigo e novo) de processamento da erva-mate, matéria prima para o chimarrão. Há, também, oferta de produtos coloniais como doces, salames e conservas. Mais do que isso, você entrará naquele universo preservado – e único – da memória de um povo festeiro, trabalhador e com espírito altamente empreendedor.

Os pontos de visitações se dividem entre aqueles que podemos entrar, conhecer e comprar e os que são só para observação externa, compondo o patrimônio arquitetônico e paisagístico do roteiro. Geralmente são propriedades particulares, onde você será recebido pelos proprietários com explicações e degustação no local.

Foi assim no Il Cantuccio del Pomodoro, também conhecido como a Casa do Tomate. Numa construção típica italiana são produzidos e comercializados diversos derivados do tomate: molhos, geleias, tomate seco, extrato, suco e até cosméticos. Em tempo: tudo sem o uso de conservantes químicos. Você poderá degustar quase todos os itens da produção e conhecer o processo de fabricação na pequena agro-indústria da Família Lerin.

Uma das primeiras paradas será na Casa dos Doces Predebon, uma fofa construção de tijolo maciço à vista que oferece doces de frutas cultivadas na propriedade. O varejo funciona no porão de pedra da família. Destaque para doce de figo, vendido em forma de geleia e em pedaços.

A criançada – e qualquer adulto – vai adorar a parada na Casa da Ovelha. Trata-se de um casarão feito em madeira, todo restaurado, onde os visitantes são recepcionados com degustação de queijos, doce de leite, iogurtes e outros derivados do leite de ovelha. Detalhe: toda a produção é feita sem lactose. Mas a principal atração do lugar é a rápida visita ao rebanho de ovelhas, manejado com cães pastores da raça Border Colie.

Já a Casa da Tecelagem vai enlouquecer as moçoilas doidas por cachecóis e tapetes rústicos. Instalada num velho casarão de madeira, a casa produz ainda mantas, roupas, cortinas e almofadas nos históricos teares artesanais. Você poderá acompanhar o processo de criação e produção das mercadorias, todas vendidas a preços honestos no local.

Cenário de parte do premiado filme brasileiro “O Quatrilho”, a Casa Strapazzon preserva características das casas de pedras da primeira geração de imigrantes da região. Hoje funciona como cantina também. No porão, o visitante pode degustar e comprar toda a sorte de produtos coloniais como queijo, copa, salame, sucos e vinhos. O local é um dos mais formosos do caminho. Suas fotos ali farão você pensar que estava em alguma cena da novela Passione. Rá!

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Na Casa da Erva Mate outro cenário de novela. A roda d’água faz lembrar que a antiga produção da erva era totalmente artesanal. Acompanhados pela proprietária, Dona Jaqueline Ferrari, conhecemos o antigo método de beneficiamento do mate e também as novas tecnologias que permitem a fabricação em alta escala. Em frente, no porão da casa dos Ferrari funciona uma lojinha, onde você poderá ver como se prepara o chimarrão (eu mesma nunca tinha visto este ritual) e degustá-lo.

O projeto Caminhos de Pedra é um dos mais bem sucedidos roteiros turísticos nacionais — ainda que muita gente nem saiba que exista! Administrado por uma associação, o roteiro é muito organizado, de fácil acesso e está completamente preparado para receber o turista. Todos os locais abertos à visitação, por exemplo, oferecem banheiros e há vários restaurantes durante o trajeto.

Como o percurso principal tem só sete quilômetros pensei que poderia percorrer o caminho numa manhã. Mas com as paradas – o que incluiu um almoço por ali – durou um dia inteiro. E ainda assim não conseguimos visitar nem a metade das construções disponíveis para observação, muitas em estradinhas vicinais. E, no fim do dia, já rumo a Gramado, a gente ainda fez beicinho de quero mais. Na sua próxima parada na Serra Gaúcha, dê uma chance a sua história de vida: inclua o Caminhos de Pedra e descubra o quanto é possível ser feliz!

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SERVIÇO

Caminhos de Pedra
Onde: Colônia de São Pedro, a 13 quilômetros de Bento Gonçalves-RS
Quando: o ano inteiro.
Importante: consulte no site horário de visitação de cada empreendimento. Lembrando que as construções de observação externa podem ser visualizadas em qualquer dia e em qualquer horário. Alguns lugares cobram taxa de visitação que varia de R$ 1 a 2 (um a dois reais). Informe-se antes de ir.

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Matraqueando - Blog de viagem | Por Sílvia Oliveira

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