Família Matraca

Coluna social do Matraqueando: Festa Indiana | Aniversário da Matraca I, a rainha

Na dinastia dos Matracas Bourbon eu sou a segunda. A Matraca I, claro, é minha mãe. Viajante, mochileira e farofeira-chic de mão cheia, ela não poderia deixar de inventar uma moda – que não fosse deste tamanho – para comemorar os seus (dela!) 55 anos.

Aliás, não foi a primeira vez. Quando ela completou 50, a festa foi japonesa. Todo mundo de quimono e samurai… e dá-lhe sushi e sashimi! Agora, mesmo passado o boom “Raj & Maya”, a Matraca-mor apostou no tema indiano.

A comemoração era dupla: além de celebrar o aniversário, meus pais inauguravam um sonho: a super-mega-top-plus casa recém construída, onde foi realizada a festa – íntima, não mais que 70 pessoas – somente para familiares e amigos muito próximos.

Tudo isso tem um significado: sabe-se lá o que é se casar com 16 anos (minha mãe) ou aos 19 (meu pai) – atualmente ambos contadores – ter três filhos, tudo carreadinho, e trabalhar uma vida toooooda, dar tuuuudo pros filhos e ainda conseguir tirar da planta (depois de 38 anos juntos!) um casarão lindo para chamar de seu?

Foi uma noite memorável. Convites e lembrancinhas foram todos feitos pela minha mãe e suas 282 irmãs. No cardápio, frango ao curry, carneiro, bebidas e doces típicos. Contratamos uma bailarina e um músico indianos – levados daqui de Curitiba para Londrina – que deram um showzão à parte. Segue o fotolog do “evento”.


Detalhe da pintura nos pés da bailarina Sri Rhade, contratada para a festa.


Sri Rhade em ação.


Tudo tem um significado religioso para os indianos.


A querida Sri Rhade ficou duas horas (duas!) ajudando a vestir o sari de todo mundo.


Toda a decoração, até o arranjo de mesa, foi idealizada pela aniversariante.


Minha mãe – de vermelho – com suas 282 irmãs.


Acredite, depois do jantar elas também apresentaram uma dança “indiana”. Rá!


O que a gente mais fez nesta festa foi pose.


Familia Matraca: tentando salvar o que sobrou do sari da Mariana, já toda descabelada.


Meu irmão caçula, Rodrigo, meu pai (Pedro), minha mãe (Sílvia) e minha cunhada Flávia.


Meu irmão do meio (sim, sou a mais velha!) e minha cunhada Lúcia.


Vovó Maguéla e os netinhos Arthur e Pedrinho.


Os convidados entraram no clima e foram todos à carater.


Lembrancinhas: uma caixinha com incenso e um álbum feito em scrapbook com fotos da familia.


Não sei como a Glória Perez não me descobriu para interpretar a Maya de “Caminho das Índias”.


Eu tentando filmar a apresentação de dança indiana e a Mariana – já sem o sari – no colo da vovó.


O cantinho das fotos foi disputadíssimo.


Todo mundo queria aprender as posições dos dedinhos indianos.


Minha mãe colocou um aplique nos cabelos. Os adornos foram comprados em Curitiba.


Are baba total!

Fotos: arquivo pessoal

Quatro anos de casada!

Foi há 14 anos para ser mais exata. (Impressão minha ou o Raul estava mais magro?) A gente se conheceu no SBT, em Maringá, no meu primeiro emprego como jornalista. Ele já trabalhava lá há tempos e foi designado para ajudar a foca de madeixas longas que nem sabia direito segurar o microfone. Casamos no dia 23 de fevereiro de 2006, no mesmo dia em que completávamos 10 anos de… namoro! Sim, eu sou persistente. O final da história você já conhece.

Já chegou?

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Quanto tempo falta?

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Oi, falta muito?

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Já chegôUôôuôu?

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Onde fica esse reino?

Fotos: Matraca’s Image Bank

Ao chegar a Gramado…

Não, não fui direto me entupir de chocolate. Descarregamos as malas primeiro. Já eram quase três da tarde quando desembocamos na cidade. Demos a atenção necessária para Mariana – trocar fralda, esquentar papinha, fruta de sobremesa.



Encapotamos nossa pequena – estava 7 °C graus, com previsão de fazer 2 °C na madrugada – e desembestamos pela Av. Borges de Medeiros, uma mistura da chiquete Oscar Freire de São Paulo com a cheia-de-gente-descolada Vila Capivari de Campos do Jordão.

Primeira parada: chocolate quente no café/restaurante da empresa Caracol, tradicionalíssima no ramo. Pedi o Latte Submarino, uma taça de leite espumante com uma barra de chocolate preto mergulhada, por R$ 6,00. O Raul pediu o Chocolate Quente Cremoso com Chatilly. Dos deuses, parecia brigadeiro derretido. Achei mais gostoso do que o meu. A xícara saiu por R$ 7,50.

Aproveitamos para zanzar pelas lojinhas da avenida, priorizando as casas-tentação. Entramos também no Chocolate Planalto. Não tem o glamour da Caracol, mas o produto é delicioso e bem mais em conta.

Depois (tudo ali mesmo, na Av. Borges de Medeiros) entre dezenas de portinhas, você também encontra a Lugano que – como todas as outras – tem grande preocupação com a qualidade da matéria-prima e acabamento do chocolate.



Jantamos e voltamos cedo para a calefação do hotel.
Porque o fim de semana promete. Brrrrrr. Sigam-me os bons!

Fotos: Raul Mattar

Primeiro aniversário da Mariana: viagem de presente!

Há um ano eu corria para a maternidade. Cesárea de emergência. No dia 28 de maio de 2008 – às nove da noite – nascia um toco de gente, mirradinha, 47 centímetros. Nossa matraquinha, geminiana (como a mãe!) e herdeira absoluta do clã comemora hoje o primeiro aniversário. De presente ela ganhou uma viagem, claro. Vamos passar o fim de semana em uma cidade bem fria, ao pé da serra. O hotel tem lareira, os restaurantes servem fondue e tem muito chocolate para vender na avenida principal. Aproveitaremos para fazer um tour gastronômico pela região. Qual será nosso próximo destino? Alguém arrisca algum palpite?

Expedição Farofation

Começa hoje a Expedição Farofation. Meus pais, meu marido, Mariana, eu e o matraca-móvel vamos rumo a Santa Catarina. Viagem de descanso, sem compromisso, poucas atividades previstas. Escolhemos Bombinhas, eleita a terceira melhor praia do Brasil pela Revista Viagem e Turismo. (Só perdeu para Porto de Galinhas e Jericoacoara, ambas no Nordeste)

Vamos ficar na Pousada Ramo de Acácia, escolhida pelo Guia Quatro Rodas como uma das mais interessantes hospedagens da cidade pelo custo-benefício. Nessa época do ano, o apartamento (na verdade, um flat com cozinha equipada) sai por R$ 75,00 a diária! (Tão econômico que pegamos dois quartos. Cada um no seu quadrado, embora caibam quatro pessoas em um só apartamento.) Em janeiro, esse valor dobra. Mas ainda é um negócio da china tratando-se de balneários inflacionados como este.

A previsão é de sol. Deve chuviscar um dia ou outro. Apesar de todos os problemas que a região enfrenta por causa das enchentes e deslizamentos, na área de Bombinhas está tudo normalizado. Mesmo assim, por garantia, estamos levando vários galões de água e algo de mantimento, no melhor estilo farofation vip! A Mariana – que acabou de completar seis meses – vai conhecer o mar… com o pai dela. Eu vou ficar comendo seqüência de camarão na beira da praia e queimando as calorias no calçadão.

Sigam-me os bons! A gente vai proseando…

Nova tripulante a bordo

Depois de passar nove meses no hotel mais confortável do mundo (com comida, roupa lavada, área de lazer, spa – e ainda por cima de graça!) nasceu no último dia 28 de maio a mais nova matraquinha: MARIANA OLIVEIRA MATTAR.

Minha pequena já passou pela primeira sala de embarque, também chamada de centro cirúrgico do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. De lá saiu rosadinha pronta para colocar uma mochilinha nas costas e…

Relôôôôôuu! Tá bom. Vou esperar pelo menos dois meses para colocar a pitica na estrada. Bem-vinda a bordo, minha filha!

Foto: O primeiro hotel cinco estrelas da Mariana. (Raul ´Babão` Mattar)
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