Silvia Oliveira

Santiago do Chile

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

70 dicas de programas grátis no Chile

Publiquei essa série no Twitter há uns dois anos. Foi um sucesso. Todo mundo me pedia — e pede até hoje — para enviar o material por e-mail. É que os tuítes acabam se perdendo no bolsão da web e ninguém consegue mais encontrar as dicas.

Para não desperdiçar um serviço que me deu muuuito trabalho, resolvi colocar a série  aqui. As dicas estão exatamente como foram redatadas no Twitter – com uma ou outra atualização. Aproveitem! =)

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1ª dica | Iglesia de San Francisco, de 1586, no centro de Santiago. É a construção mais antiga da capital.

2ª dica | Passeio pelo Mercado Central, em Santiago. Para quem é fã de frutos do mar e mariscos que só aparecem por lá!

3ª dica | Parque de las Esculturas, às margens do Rio Mapocho, em Santiago. 30 obras de artistas chilenos.

4ª dica | Museo Chileno de Arte Precolombino, em Santiago. Visitas guiadas grátis de ter/sex, às 17h. No domingo, entrada livre.

5ª dica | Passear pelo bairro Paris-Londres, o mais charmoso da capital chilena. Ruas de pedras com mansões do século 19.

6ª dica | Passear pelo Parque Metropolitano, em Santiago. Aqui fica o Museu de História Natural – fechado, no momento – com entrada grátis aos domingos.

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7ª dica | Passar o tempo no Muelle Vergara, o píer de Viña del Mar. Tem uma linda vista e é ponto de encontro.

8ª dica  | Casa Diego Rivera, em Puerto Montt. Obras de artistas chilenos e estrangeiros.

9ª dica | Conferir o agito da Playa Rosa, em Puerto Varas. Está à beira do Lago Llanquihue.

10ª dica | Centro Cultural Palacio La Moneda, com lojas de artesanato e uma filial do Torres, o café mais antigo de Santiago.

11ª dica | Iglesia Santo Domingo, em La Serena, norte do país. Estilo italiano renascentista, com torre de sinos.

12ª dica | Ruínas de Huanchaca, em Antofagasta. Antiga refinaria. É a contrução mais antiga da cidade.

13 ª dica | Observar, à noite, o céu sempre limpo e estreladíssimo de San Pedro de Atacama, desde qualquer ponto da cidade.

14ª dica | Beijar o pé da estátua do índio que fica na Plaza de Armas, em Punta Arenas. Dizem que dá sorte e felicidade! =)

15ª dica | Descansar na praia de Anakena, a mais conhecida de Rapa Nui, Ilha de Páscoa. Por ali há sete moais escavados!

16ª dica | Centro Cultural El Austral, em Valdivia. Museu com móveis do séc 19. Ao lado, está a fortaleza Torreón Los Canelos.

17ª dica | Feira livre, no bairro Rahue, em Osorno. Barraquinhas e comidinhas legais! seg/sáb 7h-19h e dom/feriados 9h-15h.

18ª dica | Reconhecer a arquitetura dos anos 20 caminhando pelo Paseo Ahumada e Paseo Huérfanos, os calçadões de Santiago.

19ª dica | O que mais tem no Chile é “Plaza de Armas”. Não perca a de Santiago, marco zero da cidade. A fofa catedral está aqui.

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20ª dica | Ir ao hermoso Barrio Concha y Toro (não confundir com a vinícola), em Santiago. Paralelepípedos e casarios coloniais.

21ª dica | Visitar o fofo Museu de Artes Visuales, em Santiago. 1500 obras de artistas contemporâneos chilenos. Grátis domingo.

22ª dica | Tirar uma foto em frente aos coloridos murais, no alto do Cerro Bellavista, em Valparaíso.

23ª dica | Aos domingos circular pela praia de Pelluco, em Puerto Montt. Balneário famoso entre os moradores da cidade.

24ª dica | Subir o Cerro Calvario, em Puerto Varas. Maravilhosa vista da cidade, com Lago Llanquihue e Vulcão Osorno de fundo.

25ª dica | Parque Vicente Pérez Rosales, em Petrohué, 1º parque nacional do Chile. Trilhas, bosques, aves e esportes radicais.

26ª dica | Passear pelo Centro Histórico de Antofagasta. Na Plaza Colón está a Torre del Reloj, imitação do Big Ben.

27ª dica | O Museu Regional da cidade de Iquique conta a importância da extração do salitre para a região. Free!

28ª dica | Praias de Arica, norte do país: El Laucho, Las Machas, La Lisera, Chinchorro e Playa Brava. Calor e águas claras.

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29ª dica | Bater perna pela avenida O’Higgins, a principal de Pucón. Burburinho e restaurantinhos legais.

30ª dica | Nas estações de metrô em Santiago há várias exposições permanentes. O projeto é chamado de Metrô Arte. ¡Disfrútalo!

31ª dica | Praia de Reñaca, em Viña del Mar. Uma alternativa mais tranquila às lotadíssimas praias urbanas da cidade.

32ª dica | Plaza Brasil, no bairro Concha y Toro, em Santiago. Abriga 22 esculturas da artista Federica Matta.

33ª dica | Visitar a Plaza Sotomayor, em Valparaíso. Abriga o charmoso prédio da Alfândega.

34ª dica | Circular pela Plaza Principal, em Puerto Octay. Tem uma igrejinha de madeira de 1911 e um antigo convento.

35ª dica | Igrejinha de San Pedro de Atacama (1641). O teto é feito de barro e palha e a parede tem quase 1 metro de largura.

36ª dica | Visitar o Pueblito de Melipulli, um povoado na Av. Costanera, Puerto Montt. Tem feira de artesanato. Diário 10h-20h.

37ª dica | Parque Florestal, em Santiago. Onde Pablo Neruda e Matilde Urrutia (La Chascona) se conheceram. Metrô: Baquedano.

38ª dica | Feria de Antiguedad La Merced, em Valparaíso. Cacarecos e coisinhas vintage.  Serve como um passeio antropológico. Todos sábádo e domingo 10h-20h.

39ª dica | Apreciar as charmosinhas casas típicas de madeira que foram declaradas Monumento Nacional, em Osorno.

40ª dica | Praia de Mejillones, uma pequena vila de pescadores, a 60 km de Antofagasta. Cheia de pelicanos e lobos-marinhos.

41ª dica | Pegar o antigo bondinho (gratuito!) que percorre em 30 minutos a fofa Calle Baquedano, o calçadão de Iquique.

42ª dica | Iglesia de San Marco, em Arica. Estilo gótico, projetada pelo francês Gustavo Eiffel. Sim, o mesmo da torre de Paris.

43ª dica | Deleitar-se com o vai e vem da Calle Caracoles, na nunca imaginada San Pedro de Atacama. Comece pela Plaza de Armas.

44ª dica | Feria de Artesanías, em Punta Arenas. Plaza de Armas, todos os dias 11h-20h. Contente-se com o imã de geladeira!

45ª dica | Percorrer as 16 igrejas declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em Chiloé.

46ª dica | Passear pela chiquérrima Av. Isidora Goyenechea, em Santiago. Pelo menos serve para apurar o gosto! =)

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47ª dica | Observatorio Interamericano Cerro Tololo, em Vicuña, 60 km de La Serena. Reserve com antecedência.

48ª dica | Passeio descompromissado pela Plaza Prat, em Iquique. Fica em frente ao monumental Teatro Municipal.

49ª dica | Vila de Toconao, a 40 km de San Pedro de Atacama. Porque o fim do mundo tá um pouquinho pra frente de San Pedro…

50ª dica | Momento mão-de-vaca-muquirana: aproveitar as degustações gratuitas de chocolate na Ruta del Chocolate, em Valdivia.

51ª dica | Praia Cavancha, em Iquique – a preferida da “galera”. Cheia de palmeiras e grande faixa de areia.

52ª dica | El Morro de Arica, a cidade da “eterna primavera”. O morro é cartão-postal da cidade. Dá para subir a pé ou de carro.

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53ª dica | Mercado artesanal – ao lado da Iglesia Santa Cruz, também grátis – na Ilha de Páscoa. “Artesanía” típica rapa nui.

54ª dica | Catedral de Valdívia. Antes, 15 diferentes igrejas ocupraram o mesmo local – destruídas por incêndios ou tsunamis.

55ª dica | Boulervard del Parque Arauco, Santiago. Área de lazer ao ar livre que fica pinhocada de gente aos domingos!

56ª dica | Museo Histórico Nacional, Santiago. Mostra o país desde o período pre-colombiano até o golpe de 73. Gratuito domingo.

57ª dica | Museo de La Merced, em Santiago. Enorme coleção com objetos referentes à Ilha de Páscoa. Gratuito aos domingos.

58ª dica | Museo Nacional de Historia Natural, em Santiago. Não perca o enorme esqueleto de baleia na entrada. Gratis domingo. (Atualização: acho que o museu está fechado, no momento. Não consegui confirmar.)

59ª dica | Passeio Plaza de Armas, onde está a Iglesia San Vicente Ferrer, monumento histórico, em Ovalle, 90 km de La Serena.

60ª dica | Casa Incaica, do lado da Plaza de Armas, em San Pedro de Atacama. De 1540, é a construção mais antiga da cidade.

61ª dica | Museo Casa Colorada, em Santiago. Construção colonial. Mostra a evolução histórica da capital. Gratuito aos domingos.

62ª dica | Feria Persa Biobío, uma espécie de mercado de pulgas. Passeio de sáb. e dom. (10h-19h) em Santiago. Metrô: Franklin.

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63ª dica | Museo Arqueológico, em Viña del Mar. O museu é pago, mas sua maior atração, um moai original, está do lado de fora.

64ª dica | Feira Artesanal em San Pedro de Atacama. Fica ao lado da Plaza de Armas. Oportunidade para conhecer a arte indígena.

65ª dica | Pinacoteca de la Universidad de Concepción, conhecida como Casa del Arte. Entrada e visita guiada gratuitas.

66ª dica | Apreciar a inusitada cidadezinha de Caulín, Ilha de Chiloé. Show de flamingos e cisnes de pescoço negro.

67ª dica | Tirar fotos do Vulcão Villarrica (ou de você com ele ao fundo), em Pucón. É o clássico dos clássicos na região.

68ª dica | Mercado Fluvial, em Valdivia. Leões-marinhos aparecem para abocanhar restos de peixes descartados pelos feirantes.

69ª dica |  Mirador de Rahue, em Osorno. Vista panorâmica da cidade com rio e vulcões ao fundo. O passeio é melhor se fizer sol.

70ª dica |  Museo de la Solidaridad Salvador Allende, em Santiago. Grátis aos domingos.

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Veja o post-índice com todos os nossos relatos sobre o Chile.

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Fotos: Raul Mattar | Todos os direitos reservados.

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Chile: dicas e informações essenciais

Aqui estão as dicas e as informações essencias para você planejar sua viagem ao Chile. Leia tudim. Caso tenha voltado de lá há pouco tempo e queira acrescentar algo, fique à vontade na caixa de comentários.

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INFORMAÇÕES ESSENCIAIS

DDI: (56)
Informações turísticas do país: www.visit-chile.org
Informações turísticas da capital: www.santiago.cl
Embaixada do Brasil em Santiago: Alonso Ovalle, 1665; tel.: (56-2) 876-3400
Fuso horário local: -1h
Para ligar a cobrar para o Brasil: Via Embratel, 800-360-220. Via Telefônica, válido somente para São Paulo, 800-211-515.
Melhor época para viajar: No verão o céu fica azulíssimo e fica mais fácil visualizar a cordilheira. Nessa época, a temperatura varia de 20ºC a 32ºC. Já de maio a agosto chove mais e as temperaturas despencam, ficando entre 5ºC e 10 ºC. A temporada de esqui vai de junho a setembro, podendo, raramente,  chegar a outubro.
Transporte na capital: Santiago tem quase seis milhões de habitantes. Como toda cidade grande que se preze o trânsito pode ser caótico em boa parte do dia. Evite alugar carro. Muitas das atrações turísticas estão na área central e podem ser visitadas a pé. O metrô funciona bem e leva aos pontos de interesse mais distantes.

COMO CHEGAR

Existem voos diretos de São Paulo pela TAM (4002.5700) e Lan (0800.7610.056). A GOL (4003.7000). A Aerolíneas Argentinas (0800.707.3313) e a Pluna (11 3711.9158) voam para Santiago com escalas em Buenos Aires (Gol e Aerolíneas) e Montevidéu (Pluna). Empresas aéreas regionais para voar dentro do Chile: PAL Airlines e Sky Airline.

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COMO SE LOCOMOVER EM SANTIAGO DO CHILE

No aeroporto é possível contratar uma van na empresa Transfer Vip por 5.500 pesos (US$ 11,00) por pessoa. Essa tarifa é para hotéis centrais. Se você for ficar na Providência (um bairro mais executivo), por exemplo, a passagem sobe para seis mil pesos. Consulte o tarifário no site. A van deixa na porta do hotel. Funciona 24h.

Há duas empresas de ônibus operando o trajeto aeroporto-centro. A  TurBus  funciona das 5h30 às 0h. A passagem de ida custa 1700 pesos (US$ 3,50) ou 2900 pesos (US$ 5,80) – ida e volta. Pontos de paradas: Moneda Esquina San Martín, Metrô Estación Los Héroes, Metrô Estación Universidad de Santiago, Metrô Estación Las Rejas, Metrô Estación Pajaritos. Já o ônibus Centropuerto funciona das 6h às 23h30. A linha passa pelo centro e para em algumas estações de metrô, como a Estación Los Héroes, Estación Central, Estación Universidad de Santiago, Metrô Estación Las Rejas, Metrô Estación Pajaritos. A passagem custa 1.400 pesos (US$ 3,00) ou 2.500 pesos (US$ 5,00) se comprar ida e volta.

Os pontos de táxis oficiais estão ao lado dos balcões onde ficam as empresas de transfer. Funcionam todos os dias do ano, 24 horas. De táxi até o centro custa 13 mil pesos (US$ 26,00), preço tabelado. Mas do centro para o aeroporto, pegando qualquer táxi na rua, este valor pode variar – dependendo do horário. Site: Táxi Oficial | Tel. +56 (02) 601 9880.

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Aeroporto Comodoro Arturo Merino Benítez

Av. Américo Vespúcio, s/nº
Telefone: +56 (02) 690 1900
Site: www.aeropuertosantiago.cl  | Distância do centro de Santiago: 13 km aproximadamente.

DOCUMENTOS

Não é necessário visto nem passaporte. É possível viajar com a carteira de identidade atualizada. Não valem carteira de motorista nem a funcional. Mas é muito recomendado viajar com seu passaporte já que é o único documento que os hotéis aceitam para dar a isenção do IVA, imposto de 19% embutido nas diárias.

QUANTO TEMPO

Em Santiago, quatro dias inteiros sem contar os de chegada e saída. Caso suba para o Atacama ou vá aos Lagos Andinos, ao sul, conte —  pelo menos — mais cinco dias para cada região.

IDIOMA

O espanhol é o idioma oficial do Chile. Trata-se de um país aberto ao turismo, portanto os prestadores de serviços sempre falam um pouquinho do português (ou pelo menos tentam!).

SEGURANÇA

Batedor de carteira tem em qualquer lugar do mundo. E turistas são alvos fáceis, porque geralmente estão distraídos, embasbacados com as novidades de cada lugar. Regra nº 01: não saia com muito dinheiro vivo. Leve apenas o que pretende gastar no dia. Regra nº 2: coloque as notas maiores e todos os documentos importantes – passaporte e cartões de crédito – em um money port, aquelas pochetes/bolsinhas que são feitas para usar debaixo da roupa.

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SAÚDE

Uma viagem ao Chile – que não leve a grandes altitudes, caso do Deserto do Atacama – não exige muito do viajante. Embora existam focos de dengue na capital, não chega ser nada alarmante. Recomendo levar um kit-saúde com protetor solar e labial (venta muito), chapéu, óculos de sol, analgésicos, antitérmicos e antiácidos. Não é necessário tomar nenhuma vacina especial para entrar no Chile.

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DINHEIRO

O ideal é que você faça uma pesquisa em diversas casas de câmbio e compre pesos no melhor preço aqui no Brasil.  Algumas casas de câmbio do Paseo Ahumada, em Santiago, têm cotação melhor para trocar Real por Pesos. É muito recomendável levar um cartão de crédito internacional.

O TravelMoney, da Visa, é uma opção interessante – talvez  a melhor – para não ter que carregar muito dinheiro vivo. Você pode adquirir um em qualquer casa de câmbio e carregá-lo com uma determinada quantia de dinheiro – dólares americanos, euros ou libras. Ele funciona como um cartão de débito pré-pago. Você poderá pagar contas ou sacar dinheiro nos caixas eletrônicos associados à rede Visa, que estão por todos os lados no Chile. (Atualização: o cartão de débito pré pago passou a cobrar IOF de 6,38%)

Para débito, não há taxa alguma. É bem prático: você carrega em dólar, mas saca na moeda local. Caso o dinheiro do cartão acabe durante a viagem é possível recarregá-lo nos postos autorizados – geralmente, casas de câmbio. Para saques, é cobrada uma taxa de US$ 2,50 por retirada.

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COMPRAS

Quem viaja de avião pode voltar com até US$ 500,00 de mercadorias e mais US$ 500,00 de compras no free-shop do aeroporto.

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INFORMAÇÕES TURÍSTICAS EM SANTIAGO

A Oficina de Turismo de Santiago fica na Plaza de Armas. Metrô: Plaza de Armas. Abre de seg/sex, 9h às 18h e sáb/dom, 10h às 16h. Oferece tours gratuitos – Santiago Paso a Paso – às segundas, quartas e sextas. Saídas às 12h, em frente da oficina de turismo. Não é necessário reservar.

DICA DE CÂMBIO

Para fazer a conversão do peso chileno para o real – com valores aproximados – é tirar três zeros do valor em peso e multiplicar por três. Exemplo: se a garrafa de vinho custa 5.000 pesos, use só o número 5 e multiplique por 4:  são 2o reais! Para chegar ao valor em dólares é só multiplicar por 2.

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Leia também

Santiago e Atacama: post-índice (o que fazer, onde ficar, onde comer)

Fotos: Raul Mattar | Todos os direitos reservados.

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Disclaimer | Pagamos todas as nossas contas de viagem. Não aceitamos convites nem cortesias. Este post contém links para programas de afiliados, parceiros comerciais do blog, inseridos espontaneamente pela autora. O Matraqueando não faz post patrocinado. Por questão de transparência, comunicamos que se você optar por comprar por meio destes links nós recebemos uma pequena comissão. Assim, você ajuda  a manter o blog com dicas fresquinhas e gratuitas, além de não pagar nada mais por isso. Desde já agradeço a preferência! 😉
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quinta-feira, 07 de outubro de 2010

Chile: Santiago e Atacama | Post-índice

Aqui você encontra nossa série completa sobre Santiago do Chile e Deserto do Atacama. ¡Disfrútalo!

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INTRODUÇÃO
Chile, para começar… (introdução)
Da janelinha do avião, a Cordilheira dos Andes
Viagem ao Chile: dicas e informações essenciais

SANTIAGO

Em Santiago do Chile, como ir do aeroporto ao centro
Santiago: bairro a bairro – 1º dia
Santiago: bairro a bairro – 2º dia
Santiago: bairro a bairro – 3º dia

Como ir por conta à vinícola Concha y Toro
Metrô Arte em Santiago do Chile
Hospedagem em Santiago do Chile
Galeria de imagem: Mercado Central de Santiago
Galeria de imagem: Museo de Arte Precolombino

– E-book | O Barato de Santiago  —> baixe agora mesmo o seu!

ATACAMA
Como chegar a San Pedro do Atacama, no Chile
San Pedro de Atacama
Atacama: 1º dia | Valle de la Luna e Valle de la Muerte
Atacama: 2º dia | Salar de Tara
Atacama: 3º dia| Manhã: Tour Arqueológico
Atacama: 3º dia | Tarde: Lagunas Cejar e Tebinquiche
Atacama: 4º dia | Lagunas Altiplânicas
Atacama: 5º dia | Gêiseres El Tatio
Hospedagem em San Pedro de Atacama
Onde comer em San Pedro de Atacama
Manual de sobrevivência: o que levar ao Atacama
No Atacama fique atento ao solmáforo

Foto: Raul Mattar

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Hospedagem em Santiago do Chile


Nosso apart-hotel está localizado no bairro mais charmoso de Santiago do Chile.

Agora que você conhece um pouco de cada bairro da cidade fica mais fácil decidir onde se hospedar. Eu optei pelo centro, precisamente no chamado bairro Paris-Londres – o quarteirão mais charmoso da capital. Fiquei no Apart Hotel Vegas (não confundir com o Hotel Vegas, do mesmo grupo, que é bem mais antigo e fica a uma quadra dali).


Esquecemos de tirar foto do nosso quarto de casal, mais bonitinho. Essa é a do duplo.

O Apart Hotel Vegas foi inaugurado há pouco mais de um ano. Novíssimo – apesar da decoração simplérrima — com cozinha equipada, quarto, sala e banheiro com uma ducha maravilhosa! Nós optamos por apart-hotel (tanto em Santiago quanto no Atacama) porque, a princípio — todo mundo tem direito a surtar uma vez na vida! — eu ia levar a Mariana.

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Sala conjugada com a cozinha toda equipada. O sofá vira cama.

Quando a gente decidiu que a pequena ia ficar com a Vovó Maguéla, acabou deixando a escolha assim mesmo, embora o apart-hotel de San Pedro de Atacama tenha acabado com todas as minhas economias. (Mas eu não abri mão de ter um mínimo conforto por lá, afinal eu ia prum deserto!)

Em Santiago, foi um achado. A diária para casal saiu por US$ 54,00. Mas hoje está US$ 61,00. Mesmo assim, excelente preço dado o custo-benefício. Detalhe: a reserva tem que ser para, no mínimo, três noites. E a partir de sete dias os valores caem progressivamente. (Veja o tarifário aqui.)


Banheiros sem amenities sofisticados, mas novinhos. Com ducha perfeita.

Fiz todas as reservas, por e-mail, em agosto (para viajar em novembro). Passei um número de cartão de crédito, mas nada foi debitado. Você paga no check-in (que deve ser feito até às 21h, um inconveniente) e assina um contrato como se estivesse alugando um apartamento.

O horário restrito se dá porque você faz todo o pagamento no hotel (não no apart) e uma pessoa encarregada leva você até o apart-hotel, que está a uns 100 metros – num prédio bem próximo. E depois das nove da noite não tem esse tal de encarregado disponível para fazer o “microtraslado”.


Café da manhã preparado pelo maridão: não está incluído no preço.

Por conta disso, eu que cheguei na madrugada de sábado, passei a primeira noite no Ají Hostel, no bairro da Providência. Cheguei às 3h da manhã e saí correndo às 7h. Apesar de ter ficado em quarto com banheiro privado e café da manhã (US$ 46,00 a diária) o hostel estava muito mal-cuidado e envelhecido, ainda que as fotos do albergue no site deles digam exatamente ao contrário.

No mais, já instalada no MEU apartamento em Santiago, acordei todos os dias com o café da manhã a postos (minha filha, não dou nem empresto o Raul), um desayuno sem firula, mas demoraaaaaado. Ô tranquilidade, nem parecia que a gente tinha meia cidade para esbugalhar!

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Outras opções de hospedagem em Santiago do Chile

Hospedagem Muquirana
Andes Hostel
Considerado um dos melhores da cidade. (Só soube disso quando estava lá!) Novo, com seis quartos duplos – três dele com banheiro privativo e nove dormitórios. Está em frente ao Metrô Bellas Artes, não muito longe do centro. A diária por pessoa no quarto coletivo sai por US$ 18,00. Quarto duplo, com banheiro, está US$ 58,00. Cozinha para o hóspede. Café da manhã incluído.(Compensa se você estiver sozinho. No duplo, vale mais a pena o MEU apart).

Hospedagem Classe Média
Neruda Express
Está no bairro El Golf, com boa oferta gastronômica na região. Os quartos são razoavelmente amplos, com telefone, wi-fi, tv a cabo e frigobar. A diária no quarto duplo sai a US$ 108,00. Tarifa exclusiva para compras pela Internet.

Momento extravagância
The Ritz-Carlton
Só pelo nome você já deve imaginar. O hotel mais luxuoso de Santiago faz parte de uma das redes mais chiques do mundo. Quartos gigantes, camas gigantes, banheiros gigantes. Mármore, cristais, tapetes, cortinas de linho. Tem um ótimo spa. Diárias a partir de US$ 415,00. Ah, como a diária é beeem acessível, o café da manhã é cobrado a parte.

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Fotos: Raul Mattar

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Galeria de imagem: Museo de Arte Precolombino


Um dos maiores legados artísticos dos povos pré-colombianos da América.


Da esquerda para a direita: estátua “El Guardián” (Mesoamércia) e “Chemamull” (Andes del Sur).


Na recepção, o “Chamán”: valor histórico sem precedentes.

O Museo de Arte Precolombino funciona de terça a domingo, das 10h às18h. A entrada custa 3 mil pesos (US$ 6,00). Grátis todos os domingos. Metrô: Plaza de Armas. Para ver o que nós já falamos do museu, clique aqui.

Fotos: Raul Mattar

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Galeria de imagem: Mercado Central de Santiago


O Mercado Central de Santiago foi declarado monumento histórico nacional em 1984.


Ao lado de muito marisco exótico tem até algumas espécies bem conhecidas da gente.


Os típicos ostiones (na conchinha) ao lado do tradicional salmão.


Estes são os picorocos: aí dentro tem um bicho. Vivo.


Caranguejo: tão comum que só falta dar em árvore.


Lembra ou não lembra nossa coleção de conchinha da praia?


Donde Augusto: um dos restaurantes do local, onde os garçons disputam o turista no tapa.


Nem só de frutos do mar vive o Mercado Central. Cada um com seu tacacá.


Apesar de ser ponto turístico, só encontrei chilenos. Todo mundo comprando.


Óóóóóh! Tem frutinhas também!

O Mercado Central funciona todos os dias das 7h às 15h. Metrô: Puente Cal y Canto. Para ver o que nós já falamos dele, clique aqui.

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Fotos: Raul Mattar

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Metrô Arte em Santiago do Chile


Estação Baquedano: obra “Declaración de Amor” representa a poesia, a justiça e a abundância do povo.

Nas suas idas e vindas, subindo e descendo do metrô em Santiago você poderá desfrutar de várias exposições permanentes nas mais diversas estações. O projeto é chamado de Metrô Arte – uma atração a parte entre os bairros visitados.


Estação La Moneda: 14 telas gigantes refletem a paisagem e o espírito chileno.

A iniciativa, levada a cabo por empresas e governo municipal, mostra a relevância cultural do artista chileno. Já são 24 estações com trabalhos de gente grande como Mario Toral, Rodolfo Opazo, Eliana Simonetti, Guillermo Muñoz, Sammy Benmayor, Ramón Vergara, entre outros afamados no país.

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Estação Plaza de Armas: exposição conta a história da fotografia no país.

A rede do metrô é extensa, cobre quase toda a cidade – mas ainda não chegou ao aeroporto nem aos principais shoppings da capital. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 06h às 23h. Sábados das 6h30 às 22h30 e aos domingos e feriados das 08h às 22h30. O preço do ticket unitário (não há passes de descontos) varia de 380 a 460 pesos (entre US$ 0,80 e 1,50 aproximadamente), dependendo do horário.

Para calcular o tempo de viagem entre uma estação e outra, clique aqui.

Fotos: Sílvia Oliveira

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quarta-feira, 09 de dezembro de 2009

Santiago do Chile: bairro a bairro – 3º dia

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Largas avenidas com a cordilheira ao fundo: paisagem frequente. 

Muita gente dá a cidade de Santiago por vista em apenas dois dias. Se há um terceiro dia disponível, geralmente o turista parte para Viña del Mar ou Valparaíso, no litoral, a uma hora capital. Também tive essa dúvida. Vou ou não vou para a praia. Preferi ficar por aqui para tentar esmiuçar melhor o destino da moda para os brasileiros.


Colegiais: uniforme comportado. 

Olha, acho que me arrependi. Na verdade, esse terceiro dia, já era o meu quarto! (Lembra que no primeiro eu dei umas voltinhas e voltei ao hotel para dormir?) Bem feito para mim. Se tivesse feito a lição de casa, teria sobrado hoje para Valparaíso, por exemplo. Não tendo alternativa segui minha saga por outros bairros de Santiago.

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BAIRRO PROVIDÊNCIA


Providência: o bairro executivo da cidade. 

Acabei chegando aqui em busca do Sernatur, o centro de informações turísticas nacional. Queria tirar algumas dúvida sobre o Deserto do Atacama, para onde íamos no dia seguinte.

A estação do metrô Manuel Montt está quase em frente ao Sernatur. (Na Plaza de Armas tem um escritório de informações turísticas, mas é específico do município de Santiago).

O bairro é empresarial, com prédios altos, comércio e restaurantes. Sem charme, na minha opinião. Há quem recomende hospedagem aqui. Não estaria de todo mal, mas eu ainda prefiro o centro.

Depois de caminhar pelas largas avenidas da região conheça o Parque de Las Esculturas. Está às margens do Rio Mapocho. Tem 30 esculturas de artistas chilenos. Entrada grátis. Funciona todos os dias das 10h às 14 e das 15h às 20h. Fica entre as pontes Pedro de Valdivia e Nueva de Lyon.

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BAIRRO LASTARRIA


Lastarria: ponto de encontro dos artistas descolados. 

Fica ao lado do bairro Bellavista, que a gente já visitou. Se der tempo é melhor emendar o Lastarria lá no segundo dia. Mas eu não consegui dar conta. Por aqui vale circular para conhecer uma nova geração de designers, suas lojinhas criativas e o Museo de Artes Visuales, o Mavi .

É minúsculo e uma deliciosa supresa. Abriga ainda o simpático Museo Arqueológico de Santiago. São quase 1500 obras – vídeos, esculturas, pinturas e fotografias – de artistas chilenos. Entrada a 1000 pesos (US$ 2,00), grátis aos domingos. Metrô: Bellas Artes ou Universidad Católica.

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Mote con Huesillos: bebida chilena tão popular quanto nosso caldo de cana. 

Já estou quase indo embora da cidade e não havia experimentado ainda o Mote com Huesillos, o caldo de cana chileno (nada similar na aparência ou gosto), mas tão popular quanto.

Em cada esquina há um carrinho vendendo a bebida: um suco caramelado com pedaços de pêssego em conserva e cheio de bolinhas de trigo desidratadas – os huesillos.

Toma-se primeiro o suco e com a colher que vem junto, você saca el mote… e come os trocinhos também. Um copo de 200 ml custa em média 400 pesos (US$ 1,00). Comer em Santiago não é tão caro, mas nem de  longe espere as pechinchas de Buenos Aires.

+ Viagens e passeios de um dia saindo de Santiago

BARRIO BRASIL

Não fui. Dava para ter ido, tranquilo. Mas não fui. Antes do entardecer voltamos ao hotel. Eu estava morta de cansaço (o Raul nem se fala, coitado!) e não queria me esgotar, afinal, no dia seguinte começava outra parte da viagem – que ia exigir bastante do nosso ritmo.

O detalhe é que quando você está muito esgotada já não consegue raciocinar direito. Acredito que este bairro – histórico – ia ser uma das minhas melhores lembranças de Santiago. O que eu li por aí: está cheio de mansões, com fachadas que vão do neoclássico à art dèco.

Ruas de paralelepípedos e um casario antigo iluminado por arandelas de luz amarela. No quarteirão Concha y Toro, aqui no Barrio Brasil, viveu o irmão de Don Melchor, o fundador da famosa vinícola. Para passear sem rumo. Metrô: La República.

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BAIRRO LAS CONDES | Para compras e vitrines

Não visitei nenhum shopping. Mas os principais são o Parque Arauco , o maior da cidade e o Mall Alto Las Condes,  tão grande quanto, mas – dizem – frequentado pelos mais endinheirados. Nenhum dos dois é servido pelo metrô e ficam beeem longe do centro. Fiquei com preguiça de ir. Para lojas de grifes carérrimas siga para o bairro Vitacura e marque presença nas avenidas Alonso de Córdova e Nueva Costanera.

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terça-feira, 08 de dezembro de 2009

Santiago do Chile: bairro a bairro – 2º dia

Já ambientado, você pode começar seu segundo dia na capital do Chile pela visita à vinícola Concha y Toro, uma das mais famosas e conhecidas do país e a apenas 1h30 de Santiago. Reserve o primeiro horário. A gente contou aqui todos os detalhes do passeio (ótimo!) e deu dicas de como você pode ir por conta, sem necessariamente ter que contratar uma das caras excursões que levam os turistas até lá.

BAIRRO BELLAVISTA


No Patio BellaVista você encontra simpáticos restaurantes. 

Na volta da vinícola, aproveite para almoçar em algum dos restaurantes do Pátio Bellavista, um shopping a céu aberto que reúne boa comida, lojas, cultura e entretenimento. Experimente a comida peruana do restaurante Barandiaran  ou prove algum quitute colombiano no La Casa en El Aire.

Típico do Chile mesmo, só nos arredores do bairro onde você poderá, em algum restaurantinho mal-encarado provar o Lomo a lo pobre (nosso bife a cavalo, é… nem tão típico assim) ou uma reconfortante Cazuela – uma sopa cheia de sustância. Metrô Baquedano.

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CERRO SAN CRISTÓBAL


Vista do Cerro San Cristóbal: linda de qualquer ângulo

O San Cristóbal é o mais famoso parque da cidade. Faz parte de um enorme conjunto de montanhas. Está a quase 900 metros de altura e de lá você verá a Santiago das fotos de revista, emoldurada por montanhas nevadas – a Cordilheira dos Andes.

Na verdade, como fui perto do verão nem estavam tão nevadas assim. Mas é a melhor vista da capital do Chile. Uma enorme estátua da Vírgen Inmaculada Concepción está no ponto mais alto do cerro e pode ser vista de vários pontos da cidade.

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Funicular: passeio divertido para ter a mais bela visão da cidade 

Para chegar ao topo é necessário pegar o funicular (um trenzinho parecido com o Trem do Corcovado, no Rio). Lá em cima há lanchonete, banheiros – pagos – e bastante espaço para você se sentar, relaxar e tirar boas fotos.

O passeio seria completo se o teleférico não estivesse em manutenção por tempo indeterminado. Humpf! Ida e volta de funicular: 1600 pesos (US$ 3,20). Funciona na 2ª feira das 13h às 20h30, de 3ª a 6ª das 10h30 às 20h30 e no domingo das 10h às 21h. Metrô: Baquedano. (O cerro está a quatro quadras do metrô).

LA CHASCONA | A casa de Pablo Neruda

Eu já tinha visitado o Museo Precolombino quando cheguei para o tour guiado na La Chascona, a casa onde viveu o maior poeta chileno – o prêmio Nobel de Literatura, Pablo Neruda. Depois do mergulho histórico num bem montado museu, pensei que nada mais pudesse me surpreender, culturalmente falando. Mas a casa de Neruda estarrece. Não é permitido tirar fotos, infelizmente.

Algumas imagens poderiam descrever melhor a aura mágica do universo nerudiano. Ambientes coloridos se contrapõem com móveis rústicos. O guia nos leva por todos os cômodos. Há uma miscelânea de objetos decorativos – garrafas, lâmpadas, quadros, bonecas de pano – que ajudam a compor a mente criativa do poeta. Ali, ele viveu uma história de amor com sua terceira mulher, Matilde Urrutia.

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O apelido La Chascona (algo como “descabelada”) era para Matilde e assim ficou conhecida a casa. Tudo é original, mas pouca coisa restou. Após o golpe de 1973, a casa foi invadida por militares que destruíram quase tudo.

Neruda, amigo de Salvador Allende, morreu de câncer – e muito provavelmente de desgosto – 12 dias após o golpe. Tour em espanhol: 2500 pesos (US$ 5,00). Tour em inlgês ou francês: 3500 pesos (US$ 7,00). Não é obrigatório, mas é bom reservar. Mande um e-mail para tiendalachascona@fundacionneruda.org solicitando um horário. Funciona de 3ª a domingo, das 10h às 18h. Metrô: Baquedano. (Está a uma quadra ao pé do Cerro San Cristóbal)

SE DER TEMPO… (ou deixe para o 3º dia)

Museo Nacional de Bellas Artes

Por aqui também está o Museo Nacional de Bellas Artes, um lindo edifício, com salão neoclássico. Abriga obras de artistas de várias partes do mundo (inclusive chilenos) do século 12 ao 20. Não é permitido tirar fotos, nem entrar com bolsas ou mochila. Há um guarda-volumes disponível. Entrada a 600 pesos (US$ 1,20). Aos domingos é grátis. Funciona de 3ª a domingo, das 10h às 18h50. Metrô: Bellas Artes.

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terça-feira, 08 de dezembro de 2009

Santiago do Chile: bairro a bairro – 1º dia


Chile atual: história e modernidade se confundem. 

Quando cheguei a Santiago, me senti asfixiada. Acho que estava tão focada no Atacama que levei um baque ao começar a circular pela cidade. Tinha reservado quatro dias inteiros para a capital. Mas no primeiro saí para caminhar sem rumo… e três horas depois voltei ao hotel para dormir!

Vinha de uma enorme sobrecarga de trabalho. Meu corpo pediu arrego. E eu dei. Melhor decisão, impossível. No dia seguinte saímos bem mais dispostos a desvendar tudo, bairro a bairro, como deve ser numa cidade de quase 6 milhões de habitantes.

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CENTRO

Vi um monte de gente recomendando hospedagem no bairro Providência, mais empresarial e, de certa forma, tranquilo. Para mim, a melhor opção em Santiago do Chile é ficar no centro. Daqui é possível fazer muita coisa a pé, está quase tudo a 15 minutos de caminhada. 

PLAZA DE ARMAS


Comece pela Plaza de Armas, o marco zero. A alma santiaguina circula por esta região. Ainda que seja, talvez, o lugar mais turístico da cidade, a impressão que se tem é de estar entre eles, ser um deles. É um vai e vem de executivos, estudantes, vendedores ambulantes e artistas alternativos.

Na praça, alguns prédios coloniais como o Correio Central, a Prefeitura e o  Museo Histórico Nacional (entrada a 600 pessos – US$ 1,50 e grátis aos domingos). Imponente mesmo é a Catedral, fazendo pose ao lado da modernidade. Assisti a uma missa aqui no domingo, às 10h. Foi emocionante. Metrô: Plaza de Armas.

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PASEO AHUMADA E PASEO ESTADO


A feirinha de domingo é uma delícia para um passeio sem compromisso.

O Paseo Ahumada é um calçadão comercial, onde você vai encontrar de tudo, desde casas de câmbio, supermercados, os tradicionais cafés com piernas (garçonetes usam microvestidos) e grandes lojas de departamentos como a Falabela – o El Corte Inglés deles.

No domingo, o Paseo Estado (uma rua paralela ao Paseo Ahumada)   tem uma feirinha que começa lá pelas 11h da manhã e vai até às 20h. Vai ser o melhor (e mais barato) lugar para comprar souvenirs e artesanato típico. Metrô: Universidad de Chile ou Plaza de Armas. 

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MUSEO DE ARTE PRECOLOMBINO


Museo de Arte Precolombino: a melhor aula de história sobre o tema. 

É um dos maiores legados artísticos de todos os povos pré-colombianos da América. A ambientação é perfeita, com mapas explicativos e sinalização adequada. São várias esculturas, vasos, obras de artes, utensílios domésticos e materiais em cobre e cerâmicas de 3000 a.C.

O museu abriga, ainda, múmias mais antigas que as egípcias. Uma aula de história como eu não via há séculos. Absolutamente imperdível. Entrada a 3 mil pesos (US$ 6,00). Grátis aos domingos, sem fila. Metrô Plaza de Armas.

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PALÁCIO LA MONEDA


Palácio La Moneda: a casa da atual presidente é um marco histórico no país. 

Para mim, é a principal atração turística – do ponto de vista histórico – do Chile. Foi cenário para o golpe militar liderado por Augusto Pinochet, em 1973. O prédio foi bombardeado. Depois de um discurso antológico, Salvador Allende (o então presidente, humilhado e constrangido) se matou.

Atualmente é o palácio do governo e residência de Michele Bachelet, a atual. Dia sim, dia não, sempre às 10h há troca de guarda. É possível visitar os lindos pátios internos. Entrada grátis. No subsolo está o Centro Cultural Palácio La Moneda, com exposição de arte e uma loja da Fundación de Artesanías de Chile. Metrô: La Moneda.

QUARTEIRÃO PARIS-LONDRES


O pequeno quarteirão “Paris-Londres”: oásis colonial no centro moderno. 

A região é formada pelo encontro de tão somente duas ruas: a Paris com a Londres.Um pequeno quarteirão, o mais charmoso da cidade.Todo de paralelepípedo, com edifícios e casarões coloniais, rodeados por alguns bares e restaurantes.

Aqui está a Igreja de São Francisco, a construção mais antiga da capital, de 1586. Do lado tem o Museo de San Francisco, bem bonitinho – mas não obrigatório. No sábado, fim da tarde, é possível ver hermosas noivas aproveitando aquele cenário insólito em uma das maiores metrópoles da América Latina. Metrô: Universidad de Chile.

MERCADO CENTRAL


Mercado Central: os mariscos mais exóticos do mundo. 

Não é um lugar dos mais charmosos, mas, sim, um passeio curioso. Se você não suporta cheiro de peixe, nem vá. Mas se quiser conhecer alguns dos mariscos que só aparecem na região do Chile, não perca!

Drible os chatos dos garçons arrebanhando turistas e observe aquele monte de bicho (vivo!) que vai para sua panela, sem fazer cara do nojo. (Juro, me comportei direitinho!) Funciona todos os dias das 7h às 15h. Metrô Puente Cal y Canto.

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segunda-feira, 07 de dezembro de 2009

Chile, para começar…

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Nem precisa de passaporte para ir até lá. Uma viagem rápida. No lugar do oceano, você cruza a Cordilheira dos Andes. Ir ao Chile é desembarcar num país conservador – só em 2004 autorizou a lei do divórcio –  mas que cresce sem parar.

E não foi só. Elegeu Michelle Bachelet (divorciada!) e declaradamente agnóstica (num país católico) para presidente da república. A quarta mulher a subir ao poder pelo voto direto na América Latina.

chile 01 copy

O país é uma tripa, estreito (tem largura máxima de 175 quilômetros) e quase 4300 quilômetros de comprimento. Isso rendeu ao Chile paisagens insólitas, passando pelo deserto mais seco do mundo no norte a geleiras e fiordes no sul.

Banhado pelo gelado Pacífico, tem uma variedade incrível de frutos do mar – alguns não existem em nenhum outro lugar do mundo. De exóticos a saborosos, cada um tem o seu. Sem falar nas empanadas, fritas ou assadas. Para fazer de qualquer momento mão-de-vaca-muquirana um banquete!

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chile 05

Da pior ditadura aos vinhos célebres, o Chile também teve seu 11 de setembro. O ano era 1973. O general Pinochet chefiou o golpe militar que levou o então presidente socialista, Salvador Allende, a fazer seu último discurso de dentro do Palácio La Moneda. “Esta será, seguramente, la última oportunidad en que me pueda dirigir a ustedes. (…) Mis palabras no tienen amargura, sino decepción, y serán ellas el castigo moral para los que han traicionado el juramento que hicieron. (…) Éstas son mis últimas palabras, teniendo la certeza de que el sacrificio no será en vano. Tengo la certeza de que, por lo menos, habrá una sanción moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición.”

Em seguida, Salvador Allende  se suicidou!

Foram 17 anos de ditadura. Pinochet chegou a ser preso. Respondeu por crimes de genocídio, tortura e terrorismo. Foi condenado, depois absolvido. Morreu em 2006 aos 91 anos, sem nunca pagar pelas barbaridades que cometeu.

chile 02 copy

Nesse meio tempo, o Chile renasceu. Cultura, arte, política e economia passaram por diversas transformações que revelam um país adorável, surpreendente, inesgotável.

A luta contra a violência doméstica – um problema crônico – está por todas as ruas, nas estações de metrô e na televisão. Resultado da força e da influência feminina de Bachelet.

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Nem saberia dizer quantas viagens eu teria que fazer à terra do poeta Pablo Neruda para dar conta de conhecer todo o universo que inspirou da cantora Violeta Parra à escritora Gabriela Mistral.

Do formidável romancista Roberto Bolaño à best-seller Isabel Allende que, ao contrário do que imaginam, é apenas filha de um primo do presidente falecido.

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Fotos: Sílvia Oliveira (menos a última que é do Raul Mattar)

Leia também:

SANTIAGO

ATACAMA

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segunda-feira, 07 de dezembro de 2009

Da janelinha do avião, a Cordilheira dos Andes

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A primeira providência que você deve tomar quando for ao Chile é escolher o lado do avião onde vai se sentar, quer dizer, ocupar assento. (Sentar é um termo muito sofisticado na companhia laranjinha).

santiago cordilheira copy

Na ida escolha o lado esquerdo. Na volta, o direito. Esquerdo de quem está sentado, olhando para o bico do avião. A Cordilheira dos Andes é a maior cadeia de montanhas do mundo em comprimento. São 8 mil quilômetros ao longo da América do Sul. Vai da Venezuela à Patagônia.

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A paisagem se repete durante mais de uma hora de voo. Mas nunca parece a mesma coisa. Ou a gente acha que não. Você torra um cartão de dois giga clicando a mescla de nuvens e picos nevados. De repente… mais nuvens e picos nevados. Um processo que hipnotiza.

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A altitude média da cordilheira é de 4 mil metros, sendo que o Pico do Aconcágua é o ponto culminante com 6900 metros, o mais alto do continente americano.

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santiago cordilheira 06 copy

Não se preocupe, você não vai se sentir jacu ao fotografar pela janelinha do avião. Todo mundo faz isso. E quem estiver do lado errado é capaz de pedir uma licencinha para você… pra ver melhor!

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quinta-feira, 03 de dezembro de 2009

Chile: como ir por conta à vinícola Concha y Toro

cocnha sombra

*Post atualizado em fevereiro de 2016

Não tenho um bom senso suficientemente aguçado para saber se este é – ou não – um passeio pega-turista. Mas já saí do Brasil com ele na pauta. E não me arrependi nem um pouco. Amei, para ser pouco exagerada.

Mesmo não conhecendo nada de vinhos, para mim era quase uma obrigação visitar alguma vinícola decente no Chile. Mais do que isso: me interesso pela história, acho interessante os processos de produção e acredito que deve ser bem bacana saber apreciar um bom vinho. (Até tento, mas ainda não alcancei esse grau do Nirvana).

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Optamos pela vinícola Concha y Toro, no Valle del Maipo – nos arredores de Santiago. Não é a maior, mas uma das mais antigas e conhecidas do país. Os brasileiros adoram passear por lá. O Valle del Maipo é uma região modelo para toda a produção de vinho no Chile.

Há muitas outras vinícolas por ali que, numa viagem específica para isso, você faz a festa sem se afastar mais do que duas horas da capital. Foi aqui a redescoberta da uva Carmenère, considerada extinta nos parrerais franceses.

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Concha flores

Na Concha y Toro – localizada na cidadezinha de Pirque, a 30 quilômetros de Santiago – existem dois tours guiados: um que custa 7 mil pesos (US$ 14,00), dura 50 minutos e inclui a degustação de dois vinhos. O outro custa 16 mil pesos (US$ 32,00), dura 1h10 e inclui a degustação de quatro vinhos, mais mesa de queijos e frutos secos.

Ambos fazem o mesmo recorrido pela vinícola. A diferença está mesmo na quantidade de “copas” que vamos entornar no final. O tour pode ser em espanhol ou inglês. Você escolhe.

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O lugar é lindo, frondoso, cheio de flores. Para chegar ao casarão onde viveu o fundador, Don Melchor, há um túnel de folhagens que se entrelaçam formando uma suave sombra pelo caminho. Em seguida, o grupo conhece um dos vinhedos. Aprende sobre cepas, tipos de colheitas e importância das uvas.

Fundamental: tudo numa linguagem de humanos. Não saiu nenhum devaneio do tipo “esse vinho lembra a brisa suave do amanhecer em Paris no século 19”. Deve ter sido algo bem mastigadinho, pedagógico. Porque até eu, com todas minhas limitações, entendi tudo. Melhor, aprendi muito.

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A próxima parada era a mais esperada — pelo menos para mim: as bodegas onde estão armazenados os vinhos que chegam à sua mesa. Na parte dos barris antigos é onde você vai conhecer a historieta da bebida mais célebre da Concha y Toro e um dos vinhos chilenos mais conhecidos no mundo, o Casillero del Diablo.

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O guia apaga as luzes e uma voz começa a contar a lenda: para proteger a produção — que estava sendo surrupiada por algum empregado — Don Melchor inventou que o diabo vivia ali.

O povo, supersticioso, amarelou e os furtos acabaram. Quando termina o “show”, o guia nos leva a um cantinho com luzes vermelhas, o verdadeiro Casillero del Diablo: tem até o tal coisa ruim projetado na parede. Mas eu não tirei foto, não. Mêda!

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Por último conhecemos as bodegas atuais, cheias de tonéis de carvalho – vindos de várias partes do mundo. Cada um custa entre US$ 400 e US$ 1000 e pode ser usado inúmeras vezes, desde que seja abastecido pelo mesmo tipo de vinho. Dica importante: leve um agasalho para entrar aqui.

A temperatura média é de 12º. Uma exigência para manter a qualidade dos vinhos. Quase morri congelada. Lá fora estavam uns 28º e eu… com roupa de verão! Teve até um senhor que se retirou do tour porque considerou frio demais para ele. (Não fique com dó do véinho, ele voltou no final para bebericar.)

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Nesta etapa recebemos mais um monte de informações sobre formas de armazenagem dos vinhos e, enfim, a degustação. Claro que eu não tenho a menor possibilidade de descrever a dita cuja.

Apenas dei uma bicadinha, e para meu paladar estava amargo e seco demais. (Sim, eu sou uma daquelas — excomungadas da confraria dos enochatos — que gosta de sangria ou, no máximo, um vinho docinho.) Ah, a taça grafada com o nome da vinícola é brinde, você leva para a casa.

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Concluído o passeio oficial você pode ficar à vontade por ali. Tem um restaurante (Wine Bar) bem bonito com pratos que variam entre US$ 12 e US$ 25. Também é possível beliscar algo, comer queijos e azeitonas. Tudo, por supuesto, regado por algum vinho da Concha y Toro.

Não é preciso fazer nenhum tour para comer aqui. Na saída, como não poderia deixar de ser, há uma lojinha. A Tienda de Vinos (Wine Shop) é maravilhosa. Bonita para quem não entende nada. Completa para quem entende tudo. Aqui você encontrará todas as marcas Premium e Ultrapremium da Concha y Toro por preços bem menos proibitivos que no Brasil.

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Para os aficionados, essa parada será a mais importante. Na loja, encontram-se todas as cepas e formas de cada marca. Há uma enorme oferta de literatura vitivinícola e especializada em gastronomia. Um sommelier acompanha os compradores.

Sem falar nos acessórios, desde um elaborado saca-rolhas até termômetros digitais que verificam precisamente a temperatura do vinho. Foi tão bom e tão gostoso esse passeio que saí daqui achando ” já ganhei a viagem”. E estávamos apenas no primeiro dia!

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SERVIÇO

VINÍCOLA CONCHA Y TORO 

LOCAL | Av. Virginia Subercaseaux, nº 210 – Pirque | Santiago. Veja no Google Maps.

COMO CHEGAR | É possível contratar excursões que custam entre US$ 60,00 e US$ 90,00 por pessoa. Nós fomos por conta. Pegue o metrô e desça na estação Las Mercedes (Linha azul). Do centro até à estação Las Mercedes é quase 1h15m de viagem. Na saída da estação você pode pegar um táxi por uns 3 mil pesos (US$ 6,00) ou pegar o metrôbus nº 73, 80, 81 (somente estes deixam na porta da vinícola). A passagem do ônibus custa 450 pesos (US$ 0,90). Do metrô até à vinícola de táxi são cinco minutos, uns 4 mil pesos. De ônibus, em 15 minutos você está lá. Se você prefere a comodidade da excursão até à Concha y Toro, compre a sua aqui com desconto!

HORÁRIOS | Aberto todos os dias, das 10h às 17h. Importante: a vinícola não abre no dia 1º d ejaneiro, sexta-feira santa, 1º de maio, 18 e 19 de setembro e 25 de dezembro. Nos dias 24 e 31 de dezembro só funciona até às 14h.

VALORES ATUALIZADOS EM FEVEREIRO DE 2016 | O  Tour Guiado Tradicional – nós fizemos esse – sai por 12 mil pesos (US$ 19) e inclui degustação de dois vinhos. O Tour Guiado Marques de Casa Concha custa 22 mil pesos (US$ 38) e inclui degustação de quatro vinhos, mais mesa de queijos e frutos secos.

RESERVA | Obrigatório reservar com pelo menos 24 horas de antecedência. Veja formulário no site. Para reservas no mesmo dia ligue para (+56-2) 24765269, 24765334 ou 24765680.

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Fotos: Raul Mattar

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Café da manhã em Santiago do Chile

O bom de ficar em apart-hotel (diárias a US$ 54,00 — aguardem informações a respeito) é poder fazer a festa no supermercado. O Raul e eu adoramos fuçar nas gôndolas para encontrar alguma coisa diferente.

O bom mesmo é poder preparar um delicioso café da manhã. Simples, mas do jeito que a gente gosta.

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Fotos: Raul Mattar

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Matraqueando - Blog de viagem | Por Sílvia Oliveira

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