Cartagena: o que fazer na cidade colonial mais preservada da Colômbia

Publicado por: Silvia Oliveira Cartagena, Colômbia

Onze quilômetros de muralhas abrigam o mais colorido Patrimônio Histórico da Humanidade. Cartagena é o orgulho da Colômbia turística. O casario colonial tem quase 500 anos e o conjunto de fortificações da cidade é o mais completo da América do Sul.

Como se não bastassem as credenciais de apresentação, Cartagena das Índias reúne centro histórico com ruas de pedras, igrejas centenárias, um castelo, um vulcão próximo, o festival de cinema mais famoso do país e ainda serviu de inspiração para alguns dos mais célebres livros do escritor Gabriel García Márquez, o Nobel de Literatura colombiano.

Por um triz eu não incluo a cidade no meu roteiro. Havia comprado uma passagem baratíssima para Bogotá e só depois me dei conta de que Cartagena — que teve uma posição importantíssima na expansão do Império Espanhol nas Américas — estava a mais de mil quilômetros da capital.

A viagem, que até então ia sair barateza, começava a ganhar um corpo orçamentário diferente daquele que eu havia planejado inicialmente. Teríamos que investir na passagem de avião interna de ida e volta a Cartagena. Conta multiplicada pelos três.

Cheguei a cogitar a passar uma semana somente em Bogotá, mas não foi preciso mais do que dois cliques de pesquisa no Google para ficar vidrada no universo cartagenero. É certo que o país de Fernando Botero tem ainda destinos importantes como Medellín, Cáli, San Andrés e Barranquilla.

Mas Cartagena está para a Colômbia como Sevilha está para a Espanha. São lugares que confirmam nossas expectativas em relação ao modelo turístico vendido no país.

O município, que já foi sede de governo e moradia dos vice-reis espanhóis, hoje acolhe as afamadas Palenqueras, mulheres com vestidos e turbantes coloridos vendendo frutas frescas nos mais diversos rincões da cidade.

A gastronomia tem alto nível, mesmo quando você está disposto a gastar pouco. Peixes , frutos do mar e banana da terra são o arroz-com-feijão deles. A geladíssima limonada com coco oferece conforto inteligente no calor tórrido da cidade.

O destino vai bem para casais, famílias ou jovens . Interessa a quem busca turismo de luxo — tem hotéis cinco estrelas disputadíssimos — ou a mochileiros dispostos a ficar num hostel descoladinho no badalado centro histórico.

Pelo pouco que descrevi eu já consideraria Cartagena como um dos destinos mais completos do mundo. Mas a 5ª  maior cidade da Colômbia — aquela que já foi o principal porto comercial durante o período colonial espanhol — não se contenta com pouco.

Para os aficionados por praia a cidade reserva ainda a cereja do bolo: está à beira do mar e é porta de entrada para o circuito de ilhas do caribe colombiano.

O QUE FAZER EM CARTAGENA | MEU ROTEIRO DE 4 DIAS

É válido destacar que o meu roteiro em Cartagena não esgota todas as possibilidades da cidade. Levei em consideração meu estilo de viagem e o que estava entusiasmada em conhecer. As praias, por exemplo, não eram minha prioridade.

Sem contar que um encontro inesperado com o Papa Francisco (que estava na Colômbia durante nossa passagem pelo país) fez a gente deixar para uma próxima oportunidade alguns pontos interessantes do destino.

1º DIA | ROTEIRO CARTAGENA

Minha preferência absoluta estava no ponto nevrálgico de Cartagena, a Cidade Amuralhada. Eu poderia ter passado todos os dias da minha estada sem sair do centro histórico e ainda assim teria achado pouco tempo. A área é dividida em quatro bairros: Centro, San Diego, La Matuna e Getsemaní.

No primeiro dia fizemos apenas o reconhecimento de área. Andamos sem rumo pelas dezenas de ruelas coloridas, trombamos com igrejas gigantes, garantimos fotos com as Palenqueras e quase morremos de amor pelas inúmeras casas antigas com balcões floridos.

Apenas como referência, sugiro que você comece pela Torre do Relógio, uma construção imponente que já foi a principal porta de entrada da cidade.

A praça em frente à torre abriga a Plaza de los Coches (Praça dos Carros), onde antigamente era montado o mercado de escravos.

Ali mesmo está o Portal de los Dulces (Portal dos Doces). São dezenas de barraquinhas vendendo doces da nossa infância. Vão de cocada a suspiro e ainda passam pelo “panelitas”, doce típico à base de leite, além de amêndoas confeitadas.

A 300 metros da Torre do Relógio encontramos a Plaza Bolívar, onde fica o Palácio da Inquisição e, mais adiante, o Museu do Ouro Zenú. O primeiro reúne uma exposição histórica sobre a cidade e o período tétrico da Santa Inquisição.

Já o segundo tem uma coleção pequena de peças. Se você já tiver visitado o magistral Museo del Oro em Bogotá pode passar reto por este daqui.

A duas quadras do museu do ouro você encontra a Igreja San Pedro Claver e o Museu Naval do Caribe. Outros pontos de interesse são a Catedral (que só abre em horários de missas ou para visitas guiadas) e a Igreja de Santo Domingo que fica numa animadíssima praça de mesmo nome.

A plaza abriga a escultura La Gorda Gertrudis, uma doação do artista colombiano Fernando Botero — conhecido por retratar pessoas, animais e objetos com formas agigantadas e volumosas.

Garantimos nosso delicioso almoço no restaurante La Cocina de Cartagena, uma indicação certeira da Paula do blog Mochilinha Gaúcha.

Comemos aqui quase todos os dias. Lugar simples e aconchegante, porções grandes com acompanhamentos e pratos executivos a partir de 14 mil pesos (US$ 4,5).

Na foto à esquerda está o Filete Don Sancho (30 mil pesos ou US$ 10 – peixe salteado no espinafre, molho cítrico e acompanhado de arroz de coco e patacones).

À direita, um Chuletón de Cerdo (28 mil pesos ou US$ 9 – carne de porco em molho agridoce acompanhado de arroz e patacones, uma massinha de banana da terra).

Podexá que vou fazer um post mais detalhado sobre onde comer em Cartagena. 🙂

2º DIA | ROTEIRO CARTAGENA

Observe que os pontos de interesse servem, na realidade, para dar apenas um norte à sua peregrinação turística. É que o melhor de Cartagena está justamente no caminho que você faz de um atrativo ao outro.

É nesse meio tempo que você vai embasbacar com a preservadíssima arquitetura colonial, vai encontrar as mulheres palenqueras, vai provar as frutas frescas vendidas nas esquinas e  conhecer o colorido artesanato de rua.

Em tese, a área colonial pode ser percorrida em um dia. Mas na prática não é isso que acontece. Por conta do calor descomunal fica praticamente impossível circular a pé das 11h às 16h. O roteiro acaba ficando picadinho.

Momento Matraca divando!

Aliás, se eu tivesse que destacar um ponto problemático em Cartagena é o tempo absurdamente quente, úmido e abafado. Chega fácil a 35º C. Para quem mora em Curitiba como eu, isso é caso para solicitar remoção aérea ao seguro viagem. 🙂

O jeito é contornar esses horários de pico solar com um calmo almoço, visitas internas ou a piscina do hotel, nossa opção quase todas as tardes! 🙂

No segundo dia, dei continuidade ao passeio pelo Centro Histórico. Uma ideia é começar pelo Baluarte San Francisco Javier, um ponto da Cidade Amuralhada com um bela vista para as construções coloniais. Fica praticamente em frente ao Museu Naval.

Daqui siga para a Alcadía de Cartagena (a prefeitura fica numa praça linda e fotogênica)  e em seguida continue até à Plaza de los Coches, já na Torre do Relógio, onde começamos o roteiro do primeiro dia.

Pelo portal da torre saia em direção ao Parque del Centenario, uma área verde maravilhosa que protege do sol e alivia o calor. O parque abriga diariamente uma feirinha de artesanato típico sensacional com preços incrivelmente mais em conta do que as lojas da disputada ciudad murallada.

Foi aqui que comprei meu fofíssimo chinelo colombiano, além de um jogo americano para mesa e acessórios de cabelo para a Mariana.

Há diversas barraquinhas vendendo os tradicionais chapéu do país. É preciso ter muito foco e força de vontade para não deixar o salário do mês neste lugar!

As coloridíssimas mochilas wayúu, arte indígena de Guajira (um povoado ao Norte da Colômbia) são hipnotizantes. Custam de R$ 45 a R$ 200 e são vendidas em todas as partes, de ruas a lojas sofisticadas.

A uns 100 metros do parque (e a menos de 10 minutos da cidade murada) está o bairro Getsemaní, um dos mais autênticos de Cartagena. Desde o domínio espanhol, a área é historicamente habitada por operários e trabalhadores.

Já foi considerado violento e perigoso, mas passa por uma revitalização surpreendente. É, aliás, a região preferida para quem busca hospedagem numa região genuína e econômica da cidade.

Assim como na prima-rica-amuralhada, o casario do Getsemaní é ponto alto do passeio. A diferença é que boa parte está precisando de uma boa mão de tinta. O grafite, por sua vez, enriquece e dá o colorido típico e alternativo do lugar.

Minha mãe modelando nas portas de Cartagena. 🙂

Aproveite para percorrer a Calle Media Luna (rua com os principais bares, restaurantes e albergues), a Calle del Arsenal (uma das mais pitorescas e revitalizadas do bairro), a Iglesia de la Tercera Orden e a Iglesia de la Trinidad.

O bairro de Getsemani fica no caminho para quem vai visitar o Castelo de San Felipe e faz divisa com outro bairro diminuto de Cartagena, o La Matuna, que de tão pequeno (tem só três quadras) a gente não sabe onde começa um e termina o outro.

Depois do almoço e do descanso para fugir do sol incandescente voltamos no fim de tarde a circular por outras áreas da cidade amuralhada.

Da Plaza Trinidad em Getsmaní pegue a Calle del Guerrero (que vai mudando de nome a cada quadra, não se assuste), passe pela Plazoleta Joe Arroyo (que tem estátua em homenagem a Joe Arroyo, um dos maiores cantores de salsa da Colômbia), no bairro La Matuna até chegar ao bairro San Diego, já dentro das muralhas.

Nesta região, mais ao norte do centro histórico, você tem a fervilhante Plaza Fernandez Madrid cheia de bares e restaurantes no entorno. Por aqui ficam o Museo del Cacao, a Iglesia de San Toribio, o Claustro San Diego e a Casa de Gabriel García Márquez (vista externa somente).

Uma explicação sobre a Casa de Gabriel García Márquez. Ela fica no final da Calle Curato e tem um enorme muro laranja. Não dá para ver nada, é só uma atração psicológica do tipo “oh, então foi aqui que ele viveu”.

Mariana: de Cartagena para o mundo!

Ao lado dela, está o Hotel Makondo que tem a imagem e uma frase do escritor colombiano na fachada. O hotel NÃO é a casa do Nobel de Literatura, mas muita gente tira foto ali em frente como se fosse. Não pague esse mico. 🙂

A 500 metros da Plaza Fernandez Madrid estão Las Bóvedas, uma construção com 47 arcos e 23 abóbodas localizada entre os fortes (baluartes ) de Santa Clara e Santa Catalina.

O local já foi quartel para os espanhóis, prisão durante a independência e hoje abriga dezenas de lojas e galerias de arte.  Assim como a feirinha do Parque del Centenario, aqui também é um bom lugar para levar souvenir típico para casa.

Independentemente do roteiro, onde quer que a gente vá, sempre aparecerá algum quitute para provar em Cartagena. A loja La Paleteria é o céu na terra numa cidade que abusa do calor senegalês.

Vende sorvetes artesanais maravilhosos. Custam entre 5 e 6 mil pesos (em torno de US$ 2 cada). O local é minúsculo e sempre tem fila na porta. Aguarde a sua vez e… bem-vindo ao mundo dos viciados nissaqui!

3º DIA | ROTEIRO CARTAGENA

Com muita má vontade reservei um dia para conhecer um das praias “caribenhas” (muitas aspas aí) da região. Os passeios mais famosos levam às Islas del Rosario (Ilhas do Rosário) e à Isla Barú (Ilha Baru). A primeira opção é a mais famosa e a mais procurada pelos turistas.

Mas para chegar às Islas del Rosario você tem duas alternativas: barco turístico grande (40 mil pesos ou US$ 13 por pessoa) que leva 2,5 horas para chegar (são cinco horas só de travessia, ida e volta!) ou lancha rápida (70 mil pesos ou US$ 23 por pessoa) que leva apenas uma hora, mas deixa todo mundo enjoado e ensopado com as ondas do mar revolto. *Os valores são negociáveis.

O que uma pessoa que não é fã de praia, tem medo de água e fica enjoada até dentro de uma banheira iria fazer num lugar desses? Nem morta, santa!

Para mim, as duas opções estavam fora de cogitação. Sei lá, se este esforço todo fosse para conhecer as Maldivas, poderia repensar. Mas praia bonita por praia bonita prefiro me arriscar nas jangadas de Maceió. Rá!

Pois bem, a outra possibilidade — muito mal falada, aliás — era a Playa Blanca, na Isla Barú. A vantagem: é a única praia fora do continente que você consegue chegar de carro, coisa de 45 minutos de estrada. Isso só foi possível com a inauguração há poucos anos de uma ponte que liga o continente à ilha.

Com três crianças praieiras insistentes a tiracolo (minha filha, meu marido e minha mãe) tocamos para a Playa Blanca. A ideia era pelo menos poder dizer que havíamos colocado os pés no Mar do Caribe.

Negociamos com um táxi na rua que nos levou até lá (e esperaria por 4 horas) por 140 mil pesos colombianos (US$ 45). Mas menos de duas horas depois de chegar ao lugar viemos embora.

Muito se fala dos vendedores ambulantes que incomodam desesperadamente os turistas. Nós fomos numa segunda-feira e, incrivelmente, este não foi o maior problema. Acho que a maioria estava de folga no dia.

O horror está na praia em si. Estrutura zero, muito lixo espalhado, restaurantes precários (não tivemos coragem nem de pedir porção de peixe!), o banheiro público — pago — é politicamente inenarrável de tão podre e entrar no mar vira uma roleta russa.

Não se sabe se você será atropelado por um jet sky ou se vai ter a perna decepada por uma lancha que insiste em atracar ao lado dos banhistas.

Eu n.u.n.c.a. vi aquilo na minha vida. Não havia nada que separasse os turistas dos veículos náuticos. A minha mãe e a Mariana entraram na água e eu e o Raul ficamos na margem para tomar conta e ficar gritando “cuidado, olha a lancha”, “vai mais para lá, tá vindo um jet sky”, “sai daí que o banana boat tá chegando”!

Sendo bem objetiva: não recomendo o lugar para ninguém. Se você sabe que eu sou uma pessoa fácil de agradar, poliana por natureza, que tira sempre algo bom de qualquer experiência… então já pode imaginar o show de horror chamado Playa Blanca.

Uma opção que me parece muito boa para quem não tem problemas com barco, mar e enjoo seria visitar algumas das ilhas particulares da região. A Paula Brum do blog Mochilinha Gaúcha teve essa experiência e gostou muito. Ela conta aqui.

Já a Cyntia Campos do Fragata Surprise fugiu das excursões bate e volta às Islas do Rosario e resolveu passar 3 dias com o Caribe inteirinho para ela. Veja o relato com indicação de hotel aqui!

4º DIA | ROTEIRO CARTAGENA

Neste dia a previsão era visitar o Castelo de San Felipe e o Convento Santa Cruz de La Popa, duas atrações recomendadíssimas que ficam fora da cidade murada. Minha ideia era fazer um de manhã e o outro à tarde. (Lembra-se daquele vácuo entre 11h e 16h que a gente tem que correr para o hotel para não desmaiar na rua por conta do calor?)

Então, slow travel tem um nome: Cartagena. Mas como havíamos conseguido os ingressos para assistir à Missa Campal do Papa Francisco, não foi possível conhecer nenhum dos dois atrativos.

Ou seja, a pessoa vem para a Colômbia, tem pouco tempo, roteiro apertado, mas passa o dia acampada para assistir à última missa do Santo Padre no país. #prioridades

Para você ter uma ideia, a missa começava às 16h e ao meio-dia já estávamos montando a farofa no gigante terminal de containers do porto de Cartagena, onde foi celebrada a eucaristia.

Acampados para assistir à missa do Papa Francisco em Cartagena

Para mim, a tomada de decisão não foi difícil: poderei (e vou) voltar muitas vezes a Cartagena. Mas assistir a uma missa e ver o Papa Francisco de pertinho (o papa-móvel passou do nosso lado, veja o vídeo aqui!) não sabemos quando e SE seria possível em outra oportunidade.

Já sobre o Castillo de San Felipe a dica é caminhar pelos túneis da imponente construção. A fortaleza foi construída em 1657 para defender a cidade dos ataques dos ingleses. A partir do castelo é possível tirar ótimas fotos da baía.

Para conhecer o Convento Santa Cruz de la Popa, prédio construído em 1606 pelos padres agostinianos recoletos, a recomendação que me deram era contratar um táxi que nos levasse até lá e nos esperasse para levar de volta.

O local não é servido por transporte público e, como fica no alto de um morro, nem sempre há veículos à disposição.  A Natália Becattini do 360 Meridianos visitou o convento e contou aqui.

Se sobrar tempo você pode conhecer ainda o Vulcão Totumo na cidade de Galerazamba, a 40 quilômetros de Cartagena. Com acesso por uma escada de madeira os visitantes descem até a cratera e podem tomar um banho num mar de lama que promete uma ótima esfoliação corporal.

Várias excursões saem diariamente para lá. A Michele e o Renan do blog Mundo Sem Fim fizeram o passeio e contam a experiência e quanto custa aqui.

Só para finalizar, não poderia deixar de apresentar a você o Pan de Bono, o pão de queijo colombiano feito com farinha de mandioca. Comemos vários em Bogotá e foi nosso principal lanche da tarde em Cartagena.

Bem no coração do centro histórico você vai trombar várias vezes com a empresa La Esquina del Pan de Bono, uma casa especializada nesse fenômeno das comidinhas.

Entre e peça o seu. Custa apenas 1500 pesos, algo como US$ 0,50 (cinquenta centavos de dólar)! #emojicomzóioarregalado

As fornadas saem o dia inteiro. O local também oferece deliciosos sucos e folhados que derretem na boca.

Em breve

  • Como chegar a Cartagena
  • Qual a melhor época para visitar Cartagena
  • Onde comer em Cartagena
  • Onde se hospedar em Cartagena: Cidade Amuralhada ou Bocagrande?
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Fotos: Silvia Oliveira | As imagens em que apareço divando foram feitas pelo Raul Mattar. 😀 | Todos os direitos reservados. 



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7 comentários

  1. João Branco
    Comentário do dia 04/11/2017 às 16:31

    Silvia, seu texto é ótimo, informativo e engraçado! Adorei! E Cartagena parece linda mesmo!!!

    (Responder)

  2. Comentário do dia 05/11/2017 às 19:14

    Gargalhei lendo seu texto, maravilhoso, engraçado e cheio de cores e luzes, como Cartagena. Feliz que tenhas curtido o restaurante que elegi, ao acaso, o mais gostosinho de lá – comemorei meu aniversário naquelas simpáticas mesas, inclusive.
    Quanto as praias, são um tantinho complicadas. No Continente, com areias pretas como carvão. Nas ilhas, só mediante aventuras náuticas – algumas valeram muito, outras muito pouco. Sorte sua que foste de carro a Playa Blanca, pois fomos de lancha e tivemos que esperar a hora do retorno, o que rendeu muitas gargalhadas, pelo inusitado.

    (Responder)

  3. Celia Maria Meyer
    Comentário do dia 05/11/2017 às 20:46

    Informações maravilhosas para conhecer os destinos para viagens.

    (Responder)

  4. Comentário do dia 06/11/2017 às 07:58

    Oi, Sil. Tudo bem? 🙂

    Seu post foi selecionado para o #linkódromo, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Bóia – Natalie

    (Responder)

  5. Daniela
    Comentário do dia 08/11/2017 às 11:06

    Ansiosíssima pela continuação das dicas de hospedagem e onde comer, já que estarei indo em fevereiro.
    Parabéns pelo post, como sempre muito bem explicado de uma forma engraçada e original…quem sabe sai ” O Barato da Colômbia” rsrsrsr, seria mais um para minha coleção!!!

    (Responder)

  6. Comentário do dia 08/11/2017 às 11:26

    Texto fantástico. Parabéns!!!!

    (Responder)

  7. Comentário do dia 20/11/2017 às 08:35

    Sem dúvida, a Colômbia tem algo especial que faz com que todas as pessoas que o visitam voltem. Minha cidade favorita no país é Manizales, por suas encostas e paisagens.

    (Responder)

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