Silvia Oliveira

Na categoria Comidinhas

segunda-feira, 04 de maio de 2009

Papas arrugadas con mojo picón

Feriadão de pura preguiça e comilança. Não viajamos e tirei esses dias de folga para cuidar da casa, receber algumas visitas e preparar comidinhas deliciosas. Apostei nas papas arrugadas, uma tapa española, típica das Ilhas Canárias. Vivi em Las Palmas, capital de Gran Canaria – onde conclui meu mestrado em Turismo. Foi uma época de restrições. Estudante, sem bolsa de estudo, contando todos os mirréis que apareciam. Mas papa arrugada nunca faltava. Petisco mais fácil (e barato!) de fazer não conheço. 

Os mojos canarios são famosos em toda Espanha. São molhos picantes cheios de especiarias. O mojo picón é feito à base de pimenta vermelha, páprica e cominho. Pode ser servido com carne ou com as famosas batatinhas. Já o mojo verde – com salsinha e coentro – fica uma delícia acompanhando peixes. As papas arrugadas são pequenas batatas cozidas em sal grosso até ficarem totalmente enrugadas. São servidas com mojo picón que, ao contrário da salsa, é um molho mais líquido e – neste caso – bem ardido.

INGREDIENTES:

Papas arrugadas

1 kg de batatas pequenas (é mais fácil encontrar em mercados municipais)
100 g de sal grosso
1 limão
água

Mojo picón

1 tomate maduro
2 colheres de massa de tomate
4 dentes de alho
1 colher de café rasa de páprica doce
1 colher de café de cominho
3 pimentinhas malaguetas
10 colheres de sopa de azeite
3 colheres de sopa de vinagre
quanto bastar de água
sal grosso a gosto

MODO DE PREPARAR

Lave bem as batatas e despeje-as numa panela grande com o limão cortado e o sal grosso. Cubra de água e tampe a panela. Deixe cozinhar até as batatas ficarem macias. Escorra a água e devolva as batatinhas à panela. Elas ficarão mais sequinhas e enrugadas. Para o molho, frite todos os ingrendientes no azeite, acrescente meio copo de água e deixe levantar fervura, mexendo sempre. Deixe o molho esfriar, mas sirva-o com as papas calientes.

DICA DA MATRACA
Algumas receita originais dispensam a pimentinha e acrescentam pimentão vermelho com outras especiarias picantes.

Fotos: Raul Mattar – comedor incondicional de papa arrugada.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Paella Valenciana

Para ajudar na ressaquinha do carnaval, um prato típico espanhol… levinho, levinho. (Hehe!) Bem, o certo seria publicar alguma canja diferenciada, mas vejamos pelo lado bom: ambos levam arroz como base. O detalhe, como disse no post anterior, é que tenho de desencalacrar o Matraqueando e este tema está previsto há tempos, uma vez que a paella foi feita pela minha mãe no aniversário do Raul, no mês passado.

Paella vem do latim “patella”, uma espécie de bandeja usada na Roma antiga para fazer oferendas aos deuses em rituais de fecundação da terra. O prato nasceu em Valência, costa leste da Espanha. Os camponeses saíam para trabalhar e levavam arroz, azeite e sal. Depois incorporavam à receita as carnes que caçavam como lebre e pato.  Não demorou muito para que a paella chegasse ao litoral e ganhasse novos ingredientes como os frutos do mar.



Vamos lá, esta é para 20 pessoas, um tantim adaptada, é verdade, já que na web é possível encontrar receitas de Paella Valenciana de vários tipos, ordem e espécie. A paella é um prato relativamente fácil de fazer, mas leva trocentos tipos de igredientes. Eu, matusquela na cozinha, já “se perdo” no terceiro item. Mas você, discípula(o) da Ofélia, vai se dar bem. Anote aí.

INGREDIENTES
2 kg de mexilhão
1 kg de polvo
1 kg de lula
1/2 kg de coxinha de frango (coxinha da asa, aquele pequenininha)
1/2 kg de camarão médio
1 kg de arroz parboilizado
2 cabeças de alho grande
1 pimentão amarelo
Açafrão, azeite e sal a gosto

MODO DE FAZER
Numa paellera grande, coloque o azeite, metade dos alhos e deixe dourar. Acrescente as coxinhas de frango já temperadas. Cozinhe até dourar. Coloque as lulas e novamente cozinhe até dourar. Depois acrescente o polvo e o mexilhão (pré-cozido numa panela à parte com os camarões grandes). Acrescente a agua do camarão até cobrir os ingredientes. Deixe ferver até ficar bem suculento. Coloque água fria (3 de água para uma de arroz) e o açafrão. Despeje o arroz. Espalhe o camarão médio e o pimentão cortado em rodelas. Deixe cozinhar tampado. Para decorar, ferva em água e sal os camarões grandes inteiros (ou lagostim) até ficarem avermelhados. Os mexilhões que vão decorar devem ser cozidos com casca. Coloque sal a gosto. Quando o arroz estiver macio é hora de servir. A paella deve ser degustada quente!

DICAS DA MATRACA
O arroz NUNCA deve ser mexido na paellera. Algumas receitas incluem carne de porco. O açafrão original é caríssimo, mas é fácil encontrar o tempero em pó, que sai bem mais em conta. É ele que dá a corzinha amarela ao prato. Caso sobre parte da receita é possível congelá-la.

Fotos: Matraca´s Image Bank

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Bolo de caneca



E não é que funciona mesmo? Para mim – adepta do bom, bonito e barato (nesse caso, ainda por cima rápido e charmoso) – o bolo de caneca é a receita do século. Em menos de 10 minutos está pronto. Fica parecido com aqueles bolos de padaria, que têm a massa no ponto – nem muita seca nem muito esfarelenta. Existem mil receitas perambulando pela Internet. Fiz o de cenoura. Dá para comer de colher ou desenformar e colocar num prato, enfeitado com calda. Vamos à receitinha!
Escolha uma caneca de 300 ml (para não vazar durante o cozimento)
1 ovo pequeno
5 colheres rasas (sopa) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de óleo
4 colheres (sopa) de leite
4 colheres rasas (sopa) de açúcar
2 colheres rasas (sopa) de cenoura batida no mixer
1 colher (café) de fermento em pó

Modo de preparo:

Bata o ovo na caneca com um garfo. Acrescente todos os ingredientes, deixando a farinha de trigo e o fermento por último. Misture bem até dar aquele ponto de massa de bolo. Leve ao microondas por três minutos em alta potência. Está pronto. Não coloque mais tempo no micro porque a massa continuará cozinhando sozinha.

Dicas da matraca:

Para poder desenformar é necessário untar outra caneca com margarina e farinha e transferir a massa. No de cenoura dá para fazer uma caldinha de chocolate: misture duas colheres (sopa) de leite condensado com uma colher rasa (sopa) de achocolatado. Leve ao micro por um minuto e derrame sobre a caneca. Fiz o meu sem caldinha porque estou de dieta pós parto. Rá rá! Para fazer um bolinho tradicional troque a cenoura por fubá e ponha uma pitada de erva doce.

Foto: Matraca´s Image Bank

Ingredientes:
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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Macarrão-pizza

No Dia da Pizza (comemorado todo 10 de julho no Brasil) eis que o Matraqueando traz um prato cheio de estilo. O macarrão-pizza leva tudo o que você colocaria na sua meia calabresa meia mussarela. Aprendi essa receita com a minha mãe. Pó anotar aí. Sai do óbvio e fica tudo de bom:

INGREDIENTES

1 pacote de espaguete (ou outro tipo de macarrão, se preferir)
100 g de lingüiça calabresa
100 g de mussarela cortada em cubinhos
Um punhado de azeitona picadinha
Um punhado de bacon picadinho
2 tomates picados em cubinhos
3 dentes de alho
1 cebola média
Orégano a gosto
Azeite a gosto
Sal a gosto

MODO DE PREPARO

Refogue no azeite o alho, a cebola, a calabresa e o bacon até dourarem. Depois misture o macarrão cozido. Mexa bem. Em seguida acrescente a azeitona, o tomate, o queijo e o orégano. Mexa mais um pouco e coloque numa forma refratária. Leve ao forno para gratinar por 15 minutos. Na hora de servir derrame mais um fio de azeite sobre o macarrão. Agora é só lamber os beiços e comer!

DICA DA MATRACA

Você pode substituir a calabresa por presunto ou atum. Se quiser algo bem incrementado acrescente champignon ou palmito. Para o macarrão ficar mais molhadinho misture um pouco de maionese antes de levar ao forno.

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Foto: Matraca´s Image Bank
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sábado, 29 de setembro de 2007

Nhoque da fartura

Vinte e nove de setembro. E como todo dia 29, hoje tem nhoque da fartura. Conta a lenda que há muitos e muitos anos na Itália (justamente num dia 29) um andarilho bateu à porta de um casebre pedindo comida. A família que o atendeu era bem pobre e mal tinha o que comer. Mas mesmo assim recebeu o inusitado convidado – chamado Genaro – e dividiram o único alimento que tinham: nhoque. Foram sete pedacinhos para cada um.
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Depois de saborear a deliciosa massa, o andarilho agradeceu e foi embora. Quando a matriarca foi recolher os pratos descobriu que embaixo de cada um havia notas de dinheiro. Um milagre da abundância e fartura proporcionado pela fé da família e pela gratidão daquele que hoje conhecemos como São Genaro. Após a passagem do santo por aquela vila, toda a população prosperou e a tradição de comer nhoque nos dias 29 virou um ritual: coloque dinheiro embaixo do prato e coma sete bolinhas, com um pedido para cada uma.

Para celebrar a data o Matraca na Cozinha de hoje preparou um Nhoque de Espinafre com Tomate Seco. Arrá! Quem pensa que fiquei enrolando aquela minhoquinha e depois cortando as pelotinhas, está redondamente enganado. Para facilitar a minha vida (e a sua também) eis o segredo: nos supermercados existem várias opções da massa pronta. Vejamos:

Receita de nhoque da Matraca

Compre no mercado uma embalagem de 500 gramas de massa pronta de nhoque. Como é pré cozida é só colocar na água fervente e esperar três minutos. Custa em média R$ 3,50 e rende três generosos pratos.

Para o molho (Esse eu fiz. Difíííícil, nem conto.)

200 gramas de tomate seco
1/2 cebola bem picadinha
3 colheres de sopa de azeite
Folhas de manjericão
Sal a gosto


Refogue a cebola no azeite. Acrescente as folhas de manjericão também em pedaços miúdos. Junte o tomate seco. Deixe no fogo médio por uns 3 minutos e coloque sal a gosto. Depois é só acrescentar o nhoque e mexer levemente. Está prontíssimo para servir.

Bom apetite e fé nos pedidos!

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Fotos: Raul Mattar
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segunda-feira, 04 de junho de 2007

Vivendo fora, comendo dentro

Quem pensa que minha vida aqui na Espanha é paella, jamón serrano, tapas variadas, vinhos e pescados… pode ir tirando o cavalinho da chuva! Como boa estudante de universidade pública, vou ao supermercado e faço – com muito gosto – minha comida.

 

Se você se propõe a gastar 5 euros por dia com refeições (que, convenhamos, para o padrão europeu não é nada!) assim mesmo serão 150 euros por mês. O equivalente à bagatela de quase R$ 450 reais para UMA pessoa comer. Uma pequena fortuna. (Existem alguns momentos extravagância, não nego, mas isso é conversa para outro post).
Sim, carnes são caras, verduras estão os olhos da cara e frutas, um luxo para os fins de semana. (Ok, não está tão miserável assim a coisa, banana e laranja têm todo dia na minha geladeira).
Então, meu método para não voltar ao Brasil fazendo empréstimo na Fininvest para pagar as contas da minha breve estadia aqui é ser o mais simples e “brasileira” possível. Compro arroz e feijão e de “mistura” busco algo muito importante: não ser original. Vejamos:
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SEGUNDA-FEIRA:
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Arroz, feijão, strogonoff de carne com champignon e purê de batatas. Ó só que bonito: arroz, frijoles, carne en la salsa roja con nata y champiñones y puré de papas. Valor do prato: 0,97 euros.
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TERÇA-FEIRA:
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Arroz, feijão, tortilhas de batatas e salada de atum. Vamos lá, treinando: arroz, frijoles, tortillas de papas y ensalada de atún. Esse prato fica delicioso por miseráveis 0,50!!! A tortilla de papas, tipiquíssima, eu comprei pronta por 0,99 € e é do tamanho de um prato. Então rende, no mínimo, quatro generosos pedaços!
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QUARTA-FEIRA:
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Arroz e feijão (sempre!), ovos (meu zóião não podia faltar!) e alface. Cervantes diria: arroz, frijoles, huevos estrellados y lechuguitas. Valor do prato: 0,60 euros.
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QUINTA-FEIRA:

Espaguetti a bolonesa. Ainda está para ser inventada a comida mais barata do que o macarrão! Sem falar que foi justamente em uma VIAGEM – a de Marco Polo à China – que o italiano descobriu essa pasta maravilhosa! Valor do prato: 0, 37 euros.
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SEXTA-FEIRA:
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Creme de abóbora. Compro vários destes cremes e sopas prontos. Basta acrescentar água ou leite. Então, em alguma noite provo uma rica crema de calabaza. Valor do prato: 0,70 euros. (O pacotinho custa 1,40 euros e rende dois pratos cheios!).
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SÁBADO:

No final de semana vou ficando mais madame: Mexilhões ao molho escabeche picante. Algo como Mejillones a la salsa escabeche picante. Acompanham um arroizim e um feijãozim, daqui ó! Esse delicioso fruto do mar (acho que é da mesma família das ostras. Será?) vem dentro de uma latinha muito simpática e custa módicos 0,58 €. A latinha. O que daria para duas refeições.

DOMINGO:

Frango ao curry!!! Esse prato, Pollo al Curry, é típico indiano, mas nasceu em Cianorte, das mãos da Chef Edileuza. Depois, virou a maldição do curry e minha família inteira já provou a iguaria mais de uma vez (quando vou para Londrina meu pai, Seu Pedro, fala, “cê num vai fazer o curry de novo, não, né?”) e todos os meus amigos também foram cobaias em alguma oportunidade. (Na verdade, todos, menos o Gerson Ishikawa, atual Coach Consulting do Matraqueando). Meu pai, minha mãe e o Raul já falaram tanto da minha especialidade que sempre que o convido para provar esse manjar do Taj Mahal ele dá um jeito de arrumar alguma viagem. Rá Rá Rá. (Mas em julho ele não me escapa!) Valor do prato: 0,85 euros.

Fale a verdade? Passo ou não passo bem?

Fotos: Matraca´s Image Bank. (Será que depois dessa o Ferrán Adriá me convida para um estágio no El Bulli?)

 

 

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sábado, 17 de março de 2007

Risoto de queijo com manjericão

Risoto de Queijo com Manjericão


A sugestão do risoto neste post fez o maior sucesso. Além dos matraqueadores que pediram a receita na caixa de comentários, mais pessoas me escreveram, querendo saber o segredo do prato internacional.
Há tempos queria estrear a seção Matraca na Cozinha: o momento Ofélia do Matraqueando. Gastronomia é a alma do turismo, não é possível conhecer um lugar, de fato, sem provar a comida local. A minha idéia é colocar aqui pratos típicos – do Brasil e do mundo – sempre econômicos e fáceis de fazer. Ou seja, sem perder o nosso estilo muquirana de ser. É a maneira da gente se transportar a qualquer lugar através do sentido mais exigente: o paladar.
A historinha do risoto: é um prato típico da Itália. Nasceu em Milão pelas mãos do mestre Valerio di Fiandra, responsável pela criação dos vitrais da Catedral de Milão. Um dia ele deixou cair açafrão, sem querer, dentro de uma mistura de arroz. Nascia o Risoto Alla Milanese, o mais tradicional de todos. Aqui, na estréia do Matraca na Cozinha, a receita do meu preferido – pelo sabor e pelo custo: Risoto de Queijo com Manjericão.
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Ingredientes:
- 1 tomate picado
- 50 gramas de mussarela em cubos
- 1 cebola média
- 1 1/2 xícara (chá) de caldo de legumes (na falta, uso caldo de carne)
- 2 colheres (sopa) de margarina (ligth, sempre!)
- 1 1/2 xícara (chá) de arroz arbóreo (os chefs que me desculpem, uso arroz comum mesmo)
- 1 colher (sopa) de manjericão
- sal a gosto
Modo de preparo:
Pique os tomates e a mussarela em cubos pequenos. Reserve. Pique a cebola também em pedaços pequenos (eu pico bem miudinho). Coloque em uma panela o caldo de legumes e leve ao fogo até ferver. Mantenha-o aquecido. Em outra panela, coloque a margarina e a cebola. Leve ao fogo e refogue, sem parar de mexer. Adicione o tomate e refogue-o até desmanchar (eu coloco o tomate por último, junto com o queijo, porque gosto dos pedacinhos e não desmanchando). Misture o arroz e o manjericão. Refogue, sem parar de mexer, por mais 3 minutos ou até o arroz ficar brilhante. Adicione, aos poucos – uma concha de cada vez -, o caldo de legumes, sem parar de mexer, até o arroz ficar al dente. Por último, adicione a mussarela e o sal e cozinhe, sem parar de mexer, até a mussarela derreter. Retire do fogo e sirva quente. Custo aproximado: R$ 2,00 por pessoa.
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BUONO APETITO!
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Fotos: Raul Mattar
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Páginas:12
MATRAQUEANDO - Viagens e Comidinhas | Por Sílvia Oliveira | Jornalista | Curitiba, BR

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