Silvia Oliveira

Na categoria Matraqueando

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Dicas legais: nova página no cabeçalho do blog

A partir de agora você pode contar com mais um link permanente no cabeçalho do Matraqueando: o Dicas Legais. É uma espécie de “fez-se a luz”! Nessa página vão ficar reunidos os posts que podem ajudar no seu planejamento, dar sugestões e orientar como viajar mais e melhor. Muitos artigos ainda vão ser incluídos na listinha. Lembrando que não existe um receita pronta para o sucesso das suas férias. Leve sempre em consideração seu estilo, perfil e disposição!

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Qual é a viagem certa para você?

Não existe. Leu bem: não há uma viagem certa para um determinado perfil de viajante. O que existem são pessoas  mais – ou menos – adequadas para determinadas viagens. Quem faz o passeio é o turista. Não o contrário. Não basta perguntar se você prefere praia ou montanha, vinho ou cerveja. O que estabelece o índice de sucesso das suas férias são suas expectativas, grau de tolerância, experiências anteriores e capacidade de adaptação.

Ninguém pode decretar se o Alasca é um bom passeio para levar seu bebê de dois meses. Nem mesmo se é o destino mais sensato para ir com seu namorado(a). Muito menos temos como descobrir se você deve ir, de fato, acompanhado. Viajar sozinho, aliás, é bem mais fácil do que parece. Somos donos do nosso próprio itinerário. Fazemos e desfazemos roteiros a nosso bel-prazer, sem avisar ninguém – com risco zero de desagradar o outro.

Já viajar em dupla ou grupo requer um certo espírito de equipe. Se você pensa que está preparado para enfrentar o mal-humor matinal do seu parceiro saiba: todas as nossas características – que vão do comportamento banal ao transtorno obsessivo – costumam se agigantar fora de casa. É a Síndrome do Momento-Patrão, à qual somos submetidos sempre que taxistas, garçons e camareiras passam a ser nossos pseudo-funcionários.

Identificar um roteiro infalível – e ainda por cima com o companheiro ideal – é quase como acertar aqueles seis numerozinhos da megaloteria nacional. Ou seja, algo raro, mas não impossível de acontecer. É que depois de encontrar a viagem certa, você – todo eufórico – avança duas casas e começa a procurar a… cama certa. A busca pelo hotel, albergue ou pousada que mais se adapta ao seu orçamento – e aos seus critérios de chatice – seguramente vai revelar uma etapa constrangedora do seu sonho: não existe hospedagem perfeita. Simples. É que invariavelmente queremos pagar por uma cama fora de casa menos do que vale o nosso próprio colchão. Mas não abrimos mão das benesses que ele nos traz.

Certo, você é um tremendo pé-quente e já encontrou a viagem e a cama inquestionáveis. O próximo passo é chegar ao ponto turístico certo. Seguramente você é um viajante que não gosta de clichês e, portanto, vai querer visitar lugares com poucos turistas. Afinal, turista são sempre os outros, nunca você! O detalhe – lamento informar – que só pelo fato de ter feito sua malinha, reservado seu hotel e se deslocado da sua casa já faz com que se transforme num deles, involuntariamente. Querer fugir dessa condição converte, na hora, seu status: de agoniado “turista”  você passar a ser  um bem resolvido “babaca”.

Por tudo isso – e outras variáveis –  é dificil achar a viagem certa. Se tudo sair dentro da mais perfeita lógica você não vai ter nenhuma história para contar, requisito necessário para o passeio ser fechado em alta resolução. Isso não significa se embrenhar em rotas incompatíveis com sua realidade, muito menos deixar de planejar muito bem suas férias. Cabe a você compreender que viagens são seres incompletos que só se satisfazem quando você efetivamente faz parte dela! E isso independe se ela está certa ou errada.

Foto: David Ruiz

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sexta-feira, 01 de julho de 2011

Coluna social do Matraqueando: festa lilás para o aniversário de 3 anos da Princesa Mariana


Como podem ver, a holding Sílvia Oliveira – Eventos Criativos (ou Matraca’s Party Designer)  não para de crescer. Nosso último – e trabalhosíssimo evento – foi o aniversário de três anos da Matraquinha. Tudo começou quando eu decidi que a festinha ia ser com o tema da abelhinha. Num súbito rompante de rebeldia precoce, a minha “nenê” tascou: eu quero uma festa da Barrrbie – assim, com o “r” bem norte-americano.

Foi um choque. Eu nunca nem sequer havia comprado Barbies para a Mariana. E ela também não tinha nada (roupas ou acessórios) da famosa boneca. Além do que, não sou fã daquelas festas cheias de painéis e balões, muito menos com esses personagens tradicionais, quando não, cafonas! Para mim, esse tipo de decoração polui um pouco o visual – além de atrapalhar o fundo das fotos na hora do Parabéns! (Ai, sou chatíssima, eu sei!)

Para não dar o braço a torcer, fiz a tal festa da abelhinha na escolinha dela aqui em Curitiba. Já a festa da Barrrbie (que na verdade foi transformada em um delicado encontro cheio de princesas) foi na casa da minha mãe, em Londrina. Penei um monte para tentar montar o “projeto” da festa. Mas o primeiro passo foi definir as cores. A Mariana só falava em “rosa” e eu só pensava em “lilás”.

Como eu ainda tenho algum domínio sobre a minha filha de três anos decidi que ia ser lilás, com alguns toques de rosa (para agradar à pequena) e violeta. Modéstia às favas, achei a escolha acertadíssima, porque o resultado final ficou exatamente como imaginei. Concentrei meu trabalho na montagem das mesas dos convidados e na mesa de doces. Mandei fazer bases de sousplat em MDF no Pradela Móveis & Design (de Curitiba) e pedi para o Ateliê Julia Maria (de Londrina) confeccionar capas para os suportes de pratos nos tons lilás puro e lilás com delicadas florzinhas brancas. A ideia de fazer os guardanapos em forma de laço – bem apropriado para uma festa infantil – também veio do ateliê e eu aprovei na hora.

Já minha mãe – juntamente com suas 262 irmãs – vestiram, no melhor estilo Victor Valentim, mais de 20 bonecas Barbies, com um modelo de vestido mais deslumbrante do que o outro. Elas criaram, costuraram e colocaram as bonecas em ação.  Elaboraram pequenas jóias (brincos e colares) e fizeram penteados especiais. Não satisfeitas com a produção, minhas tias também vestiram mais umas 30 bonequinhas, uma espécie de microbarbie, para a felicidade absoluta da aniversariante que estava radiante! Na verdade, quando minha mãe me falou que ia vestir algumas bonecas eu fiquei contrariada, não sabia se aquilo ia dar certo, se ficaria bonito ou trash. Mas quando vi o resultado, quase caí dura. Ficou simplesmente lindo! Até a Mariana ganhou uma Barbie-Sósia, uma das bonecas estava com uma roupa (feita pela vovó também)  igualzinha a da aniversariante.

Um mês antes do evento preparei os convites (que levavam um delicado vestidinho lilás feito em sracpbook e decorado com strass) e já comecei a confeccionar os itens que iam compor a mesa de doces. Tudo, incluindo o cardápio que ficou sobre as mesas, seguia a linha do convite – além de manter o monograma com a letra “M” que também acompanhou vários elementos na decoração das guloseimas. Uma das coisas que eu mais queria fazer eram as garrafinhas de água decoradas. Apostei num tom violeta para contrastar. São super fáceis de montar e achei que ficou bem bacana.

Utilizando técnicas e ferramentas de scrapbook produzi algumas latinhas que levavam balinhas dentro. Preste atenção no detalhe do strass colado na latinha. Fofo!!! Aproveitando a mesma linha de cores e papéis aproveitei para embalar deliciosas barras de chocolate que havia recém trazido de Gramado. Sem contar que – sei que você não vai acreditar – TODOS os doces especiais também foram feitos por mim. POR MIM! Pronto, falei mais alto para você não pensar que estava tendo alucinações ao ler este blog!

De Brigadeiro de Copinho a Cupcakes, passando por delicados Petit Verres de Chocolate Noir a Cestinhas de Chocolate com Physalis, a mamãe Silvinha (como carinhosamente sou chamada pela Mariana) quase teve um siricotico de tanta correria… mas deu conta do recado. Até meu pai botou a mão na massa e cuidou das bebidas e tratou de providenciar na última hora  o bolo – o BOLO! – que eu havia esquecido de encomendar! Claro que jurei por tudo e por todos que nuuuunca mais ia fazer uma festa na vida… até começar a pensar na próxima. Hohohoho!

O  clã da Família Oliveira.

Já as comidinhas do evento foram inseridas num regado café colonial. Um cardápio simples, sem muita complicação. Até queria ter enfeitado mais a mesa dos salgados, mas sem chance. Às duas da tarde (a festa já estava praticamente começando) eu ainda estava tostando – no sentido mais literal da palavra – algumas receitas de cupcake. Mas as minhas queridas garçonetes Margareth e Rose deram conta do recado e montaram uma charmosa mesa com frios, pães, geléias, café, sucos e todos os etcs que convém a esse tipo de menu. A festa, apesar de todos os detalhes, foi um encontro familiar. Reunimos pessoas queridas, minhas amigas que conheci há 20 anos na universidade (e até hoje fazem parte da minha vida) e até um casal de amigos curitibano percorreu 400 km para prestigiar a herdeira.

O clã da Família Mattar veio especialmente de Maringá.

Os arranjos de flores também foram montados por nós, quer dizer, pela minha mãe – para ser mais exata. Comprei estes baldinhos de alumínio na loja Tok e Stok. As flores – que mesclavam vários tons de lilás, rosa e branco – nós adquirimos em maços fechados na Floricultura Shangri-lá de Londrina. Fica quase três vezes mais barato você comprar o ramalhete e montar do que pedir para a floricultura fazer este trabalho.

Família Matraca, ativar!

Mas o tranchã mesmo da festa foi a lembrancinha oficial, um sachê em forma de vestidinho que vinha pendurado num micro cabide. Um fascínio! Também produção e execução do Ateliê Julia Maria – com apoio e finalização das 262 irmãs da minha mãe, claro! Além disso, tivemos todas aquelas atividades inerentes a um evento com este público: cama elástica, bolha de sabão, pintura, massinha e outra mesa (além da oficial) com quitutes disponíveis para a molecada como gelatina, pipoca, marshmalow e docinhos tradicionais. A Mariana, em êxtase com sua “Festa de Barbie”, realizou o sonho dela… e eu, com certeza, também alcancei o meu! Rá!

Leia também:

Coluna social do Matraqueando: aniversário do Raul

Coluna social do Matraqueando: festa indiana, aniversário da Matraca I

Fotos: Raul Mattar, Alessandro Pradela e Matraca’s Image Bank

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Meu primeiro voo pela Webjet

Voar pela Webjet nunca esteve nos meus planos, embora seja uma das companhias mais econômicas do Brasil. Apesar de ter recebido este ano o título da aérea brasileira mais pontual e com menos cancelamentos, ainda me assustava a quantidade de reclamações que eu via/lia nas redes sociais, principalmente, no que se refere ao atendimento ao passageiro.

Mas uma dica da Sylvia Lemos no Twitter me fez correr ao site da empresa: todo e qualquer destino estava com 50% de desconto. Fucei e até que encontrei Curitiba–Porto Alegre por R$ 30 (mais taxas). Trinta reais!!! Claro que meu cérebro não resistiu. Pensei logo numa viagenzinha pela Serra Gaúcha.

A Webjet talvez seja a única companhia aérea verdadeiramente low-cost do Brasil: apresenta tarifas baixas, mas cobra R$ 5 por marcação de assento (R$ 10 se for assento com mais espaço para as pernas) e não oferece lanche a bordo. Nem água, que, aliás, custa R$ 3. O lanche com sanduíche, bebida e chocolate fica em torno de R$ 18. Sem contar que é super rigorosa com o excesso de bagagem.

Por dentro, praticamente não há espaço para as pernas. É bem apertadinho. Cheguei a tirar fotos internas, inclusive do cardápio, mas esqueci minha maquininha tômatica dentro do avião… e nunca mais a encontrei! Ou seja, minha super e querida máquina desapareceu! E então começou nossa história com a Webjet!

Bem, só fui me dar conta de que havia deixado a câmera  no banco do avião já no caminho para Bento Gonçalves. Entrei em contato com o 0300 da empresa, que me passou o número do achados e perdidos da Webjet em Porto Alegre. Durante toda a viagem, tentei ligar váááárias vezes no tal número, mas nunca ninguém respondeu – confirmando a péssima fama da empresa em relação ao atendimento de seus clientes.

Já de volta a Porto Alegre, fui diretamente ao guichê da Webjet. Ninguém sabia de nada, ninguém nada viu. Ao todo, cheguei a falar com cinco atendentes –  nunca me deram um retorno, embora todos me pedissem, sempre, meus telefones e e-mail. É certo, o esquecimento da máquina foi meu. Mas mais certo ainda é que alguém ficou com ela - pode ter sido um passageiro, um comissário, o pessoal da limpeza, não sei. O que importa é que, até agora, ficou por isso mesmo! Não obtive nenhum feedback, nem para dizer “ó, desculpaê, sua máquina foi pro beleléu mesmo!”.

Se eu voaria de novo com a Webjet? Sim, com uma boa promoção e um voo curto, voaria, sim. Nossos voos saíram dentro do horário, sem nenhum atraso.  É possível também fazer o check-in pela internet (menos infantil) ou pelos totens no aeroporto, o que agiliza o embarque. O detalhe definitivo: lamentavelmente por causa desse perrengue fica aquela sensação inequívoca de atendimento e confiança… zero!

Foto: Raul Mattar

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sábado, 14 de maio de 2011

Poncovô agora?

Basicamente? Vou terminar uma viagem que começou lááá em 2009. Cinco dias de descanso. Família toda. Comida, chá da tarde e guloseimas. Parques, castelinho e até Papai Noel. Incluído um templo budista. Vai fazer frio, é certo!

Já estou há alguns dias sem postar nada por conta do excesso de trabalho na última semana. Afinal, tinha que deixar tudo certinho na Oliveira’s Holding para ter meus sagrados dias de ócio sem – muita – azucrinação.  Bão, muito menos sei se conseguirei publicar algum material enquanto estiver na estrada. Por isso, você pode acompanhar parte da nova saga da Família Matraca através do meu Twitter. Inté! :-D

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

O dia em que a GOL indenizou uma mala destruída em menos de 24 horas

Blogueiro - eu incluída –  é ótimo para descer a lenha quando algum serviço ou produto não funciona. Pois tenho que reconhecer que minha última experiência com a companhia aérea GOL foi sensacional.

Fui passar o fim de semana passado em São Paulo. O objetivo era comer, descansar, visitar o Museu Catavento e fazer compricthas muambentas no Brás e 25 de Março. (Sim, eu sou a única pessoa do mundo que vai a São Paulo para “descansar”).

Desembarcamos na capital paulista no sábado e regressamos na segunda-feira à noite. Nós e minha mala destruída. Sem grandes delongas o funcionário da GOL preencheu a ocorrência, me deu um voucher no valor de R$ 300 e indicou a loja parceira. Na terça, à tarde, já estava com minha mala novinha em mãos. Escolhi um modelo um pouco mais caro que R$ 300 e paguei a diferença.

Caso a mala destruída custasse mais de R$ 300 eu deveria apresentar três orçamentos e talvez o reembolso demorasse um pouco mais. Mas como não era o caso, peguei a autorização e fui substituir minha mala, já que viajo agora à noite novamente. Também achei o valor do voucher bastante razoável. Com esse valor era possível comprar excelentes malas – de marcas muito boas -  e ainda sobrava para acrescentar uma nécessaire.

Fotos: Matraca’s Image Bank

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terça-feira, 19 de abril de 2011

Revista Melhores Roteiros: primeira edição traz matéria da Matraca sobre Santiago do Chile

E tamu que tamu! A primeira edição da revista Melhores Roteiros (Editora Alto Astral) sobre Argentina, Uruguai e Chile traz uma bela matéria nossa sobre Santiago do Chile. São seis páginas, incluindo um mapa da cidade, com dicas para aproveitar a capital chilena por inteira.

O convite para fazer parte da equipe de colaboradores partiu da editora Hérica Rodrigues, responsável pela organização da revista. O lançamento traz ainda informações completas sobre Buenos Aires, Bariloche, Mar del Plata, Ilha de Páscoa, Região dos Lagos, Punta del Este, Colonia del Sacramento, entre outros destinos que compõem os três países mais procurados pelos brasileiros nos últimos anos.

A revista custa R$ 12,90 e pode ser adquirida nas bancas.

Fotos: Matraca’s Image Bank

Leia tudo o que já saiu do Matraqueando na Mídia

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MATRAQUEANDO - Viagens e Comidinhas | Por Sílvia Oliveira | Jornalista | Curitiba, BR

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