sexta-feira, 06 de janeiro de 2017

10 coisas que aprendi viajando | #matraqueando10 anos

10-coisas-que-aprendi-viajando

1. Todo mundo pensa que você é rico.
Hellooou! Prioridades, migo. O livre arbítrio existe para que a gente decida o que fazer com o próprio dinheiro. Eu invisto em experiências. Mas não se prenda por mim. Fique à vontade para gastar com roupa, tecnologia ou tratamento de beleza.

2. Não generalize pessoas e lugares .
Não existe maior declaração de amor à humanidade do que fazer turismo sem preconceito. Estereótipos são assim mesmo. Trata-se de uma imagem mental muito simplificada e ignorante que a gente faz sobre um determinado grupo de pessoas. É a maneira fácil que encontramos para rotular os outros baseados numa visão etnocêntrica e individualista.

3. Não existe uma viagem certa.
Não há uma viagem certa para um determinado perfil de viajante. O que existem são pessoas mais – ou menos – adequadas para determinadas viagens. Quem faz o passeio é o turista. Viagens são seres incompletos que só se satisfazem quando você efetivamente faz parte dela! E isso acontece independentemente se ela está certa ou errada.

4. Viajantes e turistas são a mesma pessoa.
O viajante mais chato é aquele que não se acha turista. Este tipo de cidadão quase sempre se julga superior na ordem celestial dos mochileiros. Não existe up grade. Quem tira férias em Santa Catarina ou viaja para desbravar o Irã em período de conflito está na mesma categoria. São turistas com representações e expectativas diferentes. Entenda, não há nada de errado em ser turista. Feio é não ter educação.

5. Não existe lugar na sua casa para o berimbau comprado na Bahia.
Nem para a máscara de Veneza, nem para o Galinho de Barcelos de Lisboa. Muitas vezes, nem as estatuetinhas que imitam os monumentos escapam do lixo.

6. Viajar leve faz muita diferença.
Mala é um ser vivo mimado com genoma muito próprio. É um desafeto autoritário e dominador que, invariavelmente, causa sofrimento. Imponha respeito. Sua mala não pode ser mais empoderada do que você. Pessoas que desbravam o mundo com malinha de mão não são mais aventureiras, empreendedoras ou ousadas. Elas apenas querem tomar conta da viagem. E não o contrário.

7. Foto jacu é essencial.
Sabe aquele retrato jaguara que você faz durante a viagem achando que está arrasando na avenida? Vai desde aquela pose ao lado dos Gladiadores no Coliseu até aquele momento em cima do jegue no Ceará. A foto jacu faz parte do sistema operacional interno do turista. O que seriam das lembranças de viagem sem essas peças histriônicas no nosso scrapbook? São elas que contam um pouco sobre o quanto fomos felizes e desprendidos naquele dia e naquele lugar.

8. O título de viajado é melhor do que o de doutor.
Ser viajada nos inclui naquele seleto grupo de pessoas que todo mundo acha que pode opinar sobre história, política, religião, museus, astronomia, moda, horóscopo e até antropologia!

9. Viajar 100% mão de vaca muquirana é deprimente.
Gastar menos não significa ter que expiar todos os pecados durantes as férias. É bem provável que você não escape da classe-chicoteia do avião. Mas defina um momento de extravagância que pode ser desde um jantar estrelado, um sobrevoo de helicóptero ou até passar uma noite da sua viagem em um hotel de sonho. Mais do que isso, o que vai definir o valor da sua extravagância é a experiência que você leva dela!

10. Nada melhor do que voltar para casa.
Partir é bom porque tenho sempre para onde voltar.

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