sexta-feira, 17 de julho de 2009

Europa barata: 10 dicas para economizar com dignidade

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 1. Compre um bom guia de turismo sobre a Europa. Não, lamento informar, mas esta série que você está lendo não é um guia. Pelo menos não daqueles tradicionais, cheio de mapinhas, imersão histórica e listados completos de museus e restaurantes. Você tem em mãos uma espécie de manual de sobrevivência, onde encontra – de forma prática e resumida – dicas e sugestões para otimizar sua viagem gastando pouco. Já o guia tradicional vai ajudar na visualização da viagem e na deliberação de prioridades. Saber o que é essencial ou acessório no velho continente pode fazer uma grande diferença no seu orçamento. 
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2. Planeje com antecedência. Se você é daqueles que não conseguem visualizar o que vai fazer daqui a seis meses corre o risco de pagar bem caro por uma viagem que podia custar muito menos. Hospedagem decente e econômica, por exemplo, lota rápido. Saber economizar na diária do hotel – sem precisar ficar na classe pau-de-arara – é uma das senhas da Europa a 50 euros.
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3. Viaje fora do período de férias – tanto deles como o nosso. Na baixa temporada você tem alto poder de barganha nos hotéis e possibilidade de ganhar up grade nas companhias aéreas. Além do que, vai enfrentar menos filas nos principais pontos turísticos, economizando tempo – seu bem mais precioso numa viagem.
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4. Procure um escritório de informações turísticas. Geralmente eles estão bem localizados nas grandes cidades, próximos aos principais pontos de visitação. Pegue mapas e folhetos explicativos. Munido de informação é mais fácil fazer charmosos passeios a pé. Que são grátis!
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5. Faça um bom seguro internacional de saúde. Com cobertura mínima de 30 mil euros. Além de ser exigência para entrar em muitos países europeus, nunca se sabe o que vai acontecer. Será o investimento mais barato da viagem. Sem um seguro, quatro horas internado tomando soro pode custar o dobro do que você pretende gastar em uma semana de hospedagem.
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6. Leve pouca bagagem. Ou você pretende arrastar 20 quilos escada abaixo nas estações de metrô? Quem leva muita coisa acaba pedindo arrego e só quer saber de táxi. Dependendo do trajeto, a corrida fica mais cara do que três dias de almoço.
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7. Nunca troque dinheiro nos aeroportos. Você vai perde no câmbio. As diferenças de taxa podem chegar a 10%. Se possível, já saia do Brasil com euros – a moeda corrente em todos os países visitados nesta série, menos a Inglaterra. Leve algo de trocado para as primeiras despesas e, pelo menos, um cartão de crédito internacional. O Visa Money pode ser bem interessante. É um cartão de débito pré-pago. Você compra em casas de câmbio aqui no Brasil, coloca o valor carregado com dólares americanos, euro ou libra. É uma espécie de banco particular que permite saques e compras, mas cobra uma taxinha de US$ 2,50 por cada transação efetuada.
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8. Use lavanderias automáticas. Nem pense em lavar alguma peça nos hotéis ou mesmo nos hostels. Na Europa existem lavanderias automáticas em cada esquina. Elas parecem difíceis de operar. Mas – garanto – vai ser mais simples do que entender o metrô de Londres, por exemplo.
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9. Não use o telefone do hotel nem faça ligações usando o cartão de crédito. Para ligar para a casa abra uma conta no Skype – skype.com. Em qualquer cyber café você poderá fazer ligações do computador a um telefone fixo ou celular pagando uma tarifa simbólica. E se a chamada for de computador para computador, sai de graça. Você só paga o tempo que ficar no cyber. Se preferir, por 5 euros compre cartões de telefone internacionais. Caso seu celular seja GMS, adquira um chip local.
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10. Evite compras se não quiser estourar o orçamento. Uma bugiganga aqui e um balangandã acolá no final da viagem podem custar caro. Souvenires? Existem muitas coisas que custam pouco. Sou adepta dos imãs de geladeira que representam o lugar visitado. São baratos e não pesam na mala.
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Foto: vitrine de uma cafeteria de Sevilha, na Espanha, onde sempre é possível tomar um café e comer um docinho por menos de 5 euros. (Matraca’s Image Bank)
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Agora, conte pra nós: QUAL É SUA DICA DE ECONOMIA NO VELHO CONTINENTE?
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