-  Atualizado 17/03/2015

França a 50 euros por dia – Parte 1

Publicado por: Silvia Oliveira França

Vista do Sena, o rio que corta Paris. (Foto: Diana Dima)
Não saberia dizer quando a história começou, mas até hoje qualquer coisa com pedigreefrancês tem pinta de ser chique, moderna, elegante, última moda e bem frequentada.Para entrar no clube dos que têm bom gosto, sabem tudo de vinho, apreciam boa gastronomia, contemplam arte e filme-cabeça é fundamental ter no currículo uma viagem à França. Não que um passeio pelos arrondissementsde Paris vá trazer tudo isso a você.Mas há séculos o país dita moda e impõe debates que vão da segregação racial à união civil de pessoas do mesmo sexo. A França é politizada – a revolta estudantil de 1968 é referência até hoje – e apesar da avalanche de turistas (recebe em torno de 73 milhões de pessoas por ano) mantém intacta sua identidade. A Revolução Francesa colocou fim à monarquia, mas nem Jean-Marie Le Pen – o ultraconservador político que faz José Sarney se sentir o último dos comunistas – mitiga o sopro sedutor que impõe vossa alteza, os franceses.COTIDIANO RURAL, S’IL VOUS PLAÎT

 

Interprete seu destino.

Não procure a França para depois falar mal dela. Concordo, existe uma certa resistência dos nativos em falar inglês. Aproveite você, então, para arriscar um Bonjour Madame ou Bonjour Monsieur.

Torre Eiffel, em Paris. (Foto: Guillaume Jautzy)

Esqueça essa papagaiada de que francês não toma banho. Os melhores perfumes vêm de lá, mas não para disfarçar qualquer cheirinho diferenciado e, sim, porque eles – quase sempre – são muito bons no que fazem. E c’est fini.

Em tempo: a França não se resume a Paris. Mas todo mundo (ou quase) só quer saber dela. De fato, a cidade introduz a riqueza cultural que você vai encontrar aonde vá pelo país.

Por mais que já tenha sido esquadrinhada pelos guias, ressaltada pelos artistas e exaltada pelos amantes, a capital francesa consegue sempre se reinventar. Seja nos cafés, nos bistrôs ou nos tradicionais monumentos. Motivo para a gente sempre voltar.

Mas você só vai conseguir decifrar o cotidiano do país quando considerar os castelos do Vale do Loire, se embrenhar nos campos de lavanda da Provence, ou degustar os vinhos da Borgonha. Sem falar dos vilarejos simples (e cinematográficos) nas regiões da Bretanha e Normandia, no norte do país.

No seu momento extravagância, consagre-se nos 300 quilômetros de praia da Riviera Francesa. Saint-Tropez, Cannes e Nice esperam você no mais cálido clima mediterrâneo. Não tente se ludibriar, a França é isso mesmo: uma sinopse de boa parte da Europa. Incluindo gente simples e comida regional… caseira.

O BARATO DA FRANÇA

PARIS – Você já deve estar cansado de ler por aí que o mais bonito e divertido de Paris – caminhar pela cidade – é gratuito. Então comece com uma voltinha pelas margens do Sena, o mitológico rio que corta a cidade. Perto dele está a Catedral de Notre-Dame, um enorme templo da Idade Média, onde Napoleão foi coroado em 1804. Entrada gratuita. Para subir nas torres invista 7,50 euros (ou 4,80 para estudantes), mas no primeiro domingo do mês o acesso é gratuito. Outro roteiro de charme de graça é a Champs-Elysées, a avenida com o metro quadrado mais caro da Europa. Cheia de bistrôs, lojas legais e restaurantinhos inteligentes, a super-rua tem o Arco do Triunfo(gratuito no primeiro domingo do mês) numa ponta e o Obelisco da Place de La Concorde na outra. Para um momento despojado opte pelo Quatier Latin, o bairro dos intelectuais, boêmios e estudantes. Por aqui está o Jardim de Luxemburgo, o parque ideal para seu pic-nic francês. Coma sossegadamente uma baguete com queijo por aqui. Talvez você tenha a sorte de se sentar debaixo das mesmas árvores que inspiraram os escritores Baudelaire e Victor Hugo. Entrada gratuita. Em Montmartre, o bairro dos cafés simpáticos, você conhecerá a linda Basílica de Sacré-Coeuer, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, com entrada grátis. Aos pés da construção uma vista sublime da cidade. Mas a melhor visão de Paris, só o cartão-postal mais famoso do mundo poderá conceder. A Torre Eiffel, do alto dos seus 320 metros de altura e de algumas horas na fila para entrar, é o marco da capital francesa. De elevador até o 1º andar são 4,80 euros. Para o 2º, o ingresso custa 7,80 e para chegar ao topo são 12 euros. Subindo a pé o investimento é menor, 4 euros. Mas são 360 degraus até o 1º andar ou 700 até o 2º. No entanto, as melhores vistas (e fotos) da torre são a partir do Champ de Mars e do Trocadéro, que fica na margem oposta do Rio Sena. Dedique uma tarde (para começar) ao Louvre, o museu mais importante do mundo. Entrada a 9 euros. Nas quartas e sextas custa 6 euros a partir das 18h e no primeiro domingo do mês é gratuito. Site da cidade:
www.parisinfo.com


Château de Chambord, um dos maiores castelos do Vale do Loire. (Foto: Celine Gros)

VALE DO LOIRE – Bastava ser burguês para ter o direito de construir um castelo no Vallée de la Loire. A moda foi incentivada no século 18 e resultou em uma das regiões mais inspiradoras da França. A cidade de Tours (onde nasceu Balzac) deve ser sua base para conhecer os principais castelos e mansões medievais do vale. Em todas as construções paga-se para entrar. Vale muito a pena conhecer o interior de todas elas. Mas é do lado de fora – sempre grátis – que você leva as melhores impressões deste momento faraó dos franceses. O Château d’Amboise (entrada a 9 euros) está a 20 minutos de Tours. Já o Château de Blois, na cidade de mesmo nome, (a 40 minutos de Tours) está a beira do rio Loire. Entrada a 6,50. Um dos maiores castelos da região, o Château de Chambord (9,50 euros), a 16 quilômetros de Blois produz um lindo espetáculo noturno – com luz e som – durante o verão: o Les Nocturnes Musical acontece todas as noites às 22h (no verão, reforço) e custa 10 euros. O Chenonceau (25 minutos de Tours) revive os saraus freqüentados por Voltaire, Rousseau e Montesquieu. Site da região: http://www.loirevalleytourism.com e site de Tours: www.ligeris.com

PROVENCEÉ a roça francesa. Um lugar onde nunca foi tão apurado sujar as botas no meio do campo. O ambiente rural da Provence – rodeada por vilarejos medievais, vinhos de primeira e campos de lavanda – favorece uma viagem sem pressa, de preferência com carro para sair sem rumo. Perder-se entre casinhas de pedra, estradas agrestes e feiras de queijos vai ser seu melhor programa – grátis – por aqui. Para apreciar (e fotografar!) os mais bonitos campos de lavanda vá a Abadia de Senánque, próxima à vila de Gordes, uma cidadezinha fofa ali perto. Admire e agradeça por fazer uma viagem tão luxuosa, gastando tão pouco – evidentemente optando por hospedagens modestas e comida fora do circuito turismo-pega-trouxa. O estilo provençal é justamente não ter que bater ponto em cartão postal. Mas se você não abre mão de um museuzinho corra para Aix-en-Provence, terra natal de Paul Cézanne.  O ateliê do artista está à sua disposição. Site da região: www.visitprovence.com

NORMANDIA – A região é marcada e reconhecida pelo Dia D, a batalha que pôs fim a Segunda Guerra Mundial. Mas aqui encontra-se (na divisa com a Bretanha) o expressivo e improvável Mont St-Michel, uma espécie de monumento-ilha, cuja visitação depende da boa vontade da maré. A 10 quilômetros do monte está a cidadela de Pontorson (distante 3h30 de Paris por trem). Não leve muita tralha porque não existem lockers no local. A vista por fora é faustosa e gratuita. Mas já que você chegou até aqui pague os 8,50 euros para entrar. São quatro museus internos e o ticket combinado (para conhecer todos eles) sai por 18 euros. Site: www.ot-montsaintmichel.com

ESTRASBURGO – Está no nordeste da França, na região da Alsácia e tem muito da cultura alemã. O Strasbourg Pass custa11,90 euros por três dias. Dá direito à entrada gratuita em um museu (qualquer um que você escolher, mas recomendo o reputado Museu de Arte Moderna), na torre e no relógio da catedral (outra Notre-Dame), um passeio de barco (pelo Rio Reno), à diária de uma bicicleta e a descontos nas entradas de várias atrações. É um bom negócio. Site da cidade: www.ot-strasbourg.fr

NICE – Sua estréia na Riviera Francesa deve começar por Nice, a capital da região. Já aviso, é difícil passar uma temporada por aqui a 50 euros por dia. A fama da Côte d’Azur é justamente de ser cara e voltada para o turismo de massa. Mas com algum esforço (eles também têm supermercado) você pode se sentir um príncipe gastando bem menos do que a maioria. Além da praia, grátis e sempre à sua ordem, no primeiro e no terceiro domingo de cada mês os museus são gratuitos. A 113 quilômetros de Nice você desvenda Saint-Tropez, sim, aquela da Brigitte Bardot. Por incrível que pareça até hoje a cidade tem pouco mais de cinco mil habitantes, mas é lotada de hotéis chiques (que chegam a cobrar 10 euros por uma cafezinho!) e iates de modelos, atores e endinheirados de todo o mundo. Faça um bate-volta desde Nice e molhe os pés na Praia de Pampellone, a mais descolada do balneário. Site da cidade: www.nicetourism.com

PARA FUGIR DO ÓBVIO

Não ignore a região de Champagne – onde são produzidos os Moët & Chandon e Veuve Clicquot da vida. Mas se puder percorra a Rota dos Vinhos da Alsácia. A província domina a produção de vinho branco no mundo. Entre as cidades de Marlenheim a Thann são 170 quilômetros de pequenos povoados cheio de vinícolas com a plaquinha dégustation gratuite.

SEM MARCAR TOUCA

Para desfrutar do sistema  Vèlib, que aluga bicicletas em Paris, (meia hora é gratuita) é necessário ter um cartão de crédito com CHIP. Toda operação é realizada em totens computadorizados, estilo self-service. Mas não aceita cartão com tarjeta magnética nem dinheiro. Caso tenha interesse em usar o Vèlib solicite com antecedência ao seu banco um cartão compatível.

Não perca: no + 15 da França outros passeios por Paris e dicas para percorrer a região vinícola de Bordeaux, Versalhes e visitar os mercados ao ar livre da Provence.

E ainda: hospedagem e alimentação econômicas, momento extravagância e informações essenciais.

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Europa a 50 euros por dia: manual do usuário

 



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19 comentários

  1. Sirlene
    Comentário do dia 11/8/2009 às 19:34

    Continuo sonhando!

    (Responder)

  2. Camila
    Comentário do dia 11/8/2009 às 20:42

    Sílvia, essa sua "série especial" dá vontade de fazer as malas e correr pro aeroporto! Estou adorando!!!!!

    Beijos!

    (Responder)

  3. SÍLVIA OLIVEIRA
    Comentário do dia 12/8/2009 às 01:15

    E eu, então? Tenho um siricotico a cada post publicado! hahahah!

    (Responder)

  4. Julia
    Comentário do dia 12/8/2009 às 01:49

    Dica: os melhores bares e cafés de Paris estão em em Montmartre na rue des Abbesses, fica no 18 arronsdissemant. Abraço! Julia

    (Responder)

  5. Dri - EveryWhere
    Comentário do dia 12/8/2009 às 18:03

    Oi Silvia!
    Entao, voltei pra dar as dicas do "cruzeiro" no no Rio Reno na Alemanha.
    Nos fizemos a versao bate-volta, saindo de Frankfurt (trem) ao raiar do dia e indo direto pra Bingen. A cidade eh minuscula, e a estacao de trem fica bem no centrinho, e o porto a apenas alguns quarteiroes de distancia.

    O passeio que nos fizemos nao foi extamente um cruzeiro, apenas pegamos um dos feries que fazem servico de passageiro pelo Rio, com servicos regulares, parando em varios portos ao longo do trajeto, e pelo que me lembro foi bem barato (coisa de 10 Euros, com direito a ir parando onde quiser).
    Nao fizemos reserva nem nada (eh uma cosia meio Balsa Rio-Niteroi de luxo) jah que o servico eh bem regular.
    Andamos ateh o porto e compramos a passagem (apenas de ida) com a empresa Köln-Düsseldorfer (K-D) Line.
    Soh tem que ficar de olho nas datas pois os barcos nao cruzam o Reno durante o inverno, entao acho que soh ficam abertos entre Abril e Outubro (acho).

    No fim do dia, jantamos em Koblenz e pegamos o trem de volta pra Frankfurt.

    Foi um dia looongo, mas valeu a pena! O ideal seria passar pelo menos 1 noite em algumas das cidadezinhas na beira do Rio, mas nosso tempo era curto, entao curtimos como deu…

    Espero ter ajudado! Qualquer coisa, me avisa!

    Bjs
    Dri Miller

    (Responder)

  6. SÍLVIA OLIVEIRA
    Comentário do dia 13/8/2009 às 11:58

    Dri, fenomenal sua explicação! Muito obrigada! Bjs!

    (Responder)

  7. Joaninha Bacana
    Comentário do dia 17/8/2009 às 06:34

    Adorei a dica para visitar o ateliê do Paul Cézanne em Aix-En-Provence!
    Quanto a França, a Normandia continua sendo uma das minhas regioes favoritas 🙂
    Beijos, Angie

    (Responder)

  8. Vanir
    Comentário do dia 16/3/2010 às 22:37

    Oi, Silvia,
    Vi o anúncio de seu blog no caderno Viagem do Estadão e hoje decidi conhecê-lo….Parabéns….Adorei o conteúdo….Principalmente sobre a França, para onde vou em setembro….Gostaria de fazer o percurso das cidades descritas no seu blog de trem, em 21 dias?….Ah, já conheço alguma coisa de Paris….Muito obrigada pela ajuda….
    Abraços….Vanir

    (Responder)

  9. Andrea Carvalho
    Comentário do dia 06/6/2010 às 17:47

    A-D-O-R-E-I!!! 😉
    Estava a procura de dicas como essa,em breve estarei em Paris e queria conhecer de quebra as regiões francesa de quebra.

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Legal, volte aqui para contar como foi!

    (Responder)

  10. Betina
    Comentário do dia 13/1/2011 às 19:12

    Olá. Adorei o blog, as dicas são muito boas.

    Já que vi que vc entende do assunto rs voce sabe algum jeito barato de de ir de Paris até o Vale de Loire, e de Paris até Nice?

    abs,
    Betina

    (Responder)

  11. Marcelo Pereira
    Comentário do dia 11/9/2011 às 14:20

    Suas dicas estão demais !!!!! Estou planejando meu 1o mochilão pela Europa em outubro/2011, planejamento esse de quase 4 anos juntando din din.. rsrsrs. Sou auxiliar de escritório e trabalho numa Adm. de Condomínios no Rio e já estou com o pé na Europa para realização de um gde sonho de vida. Seria possível copiar suas dicas da França e Espanha ?? O acesso é bloqueado, se pudesse me passar cópias ficarei super grato. Um forte abraço !!!

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Oi Marcelo! Tente copiar do nosso feed! Por uma questão de proteção ao direito autoral, a cópia está limitada aqui no blog!Abs!

    (Responder)

  12. Marina Nakai Witt
    Comentário do dia 15/6/2012 às 13:34

    Gosto muito do seu site e acho que ele tem dicas incríveis. Gostaria de saber se você pode me dizer qual é a forma mais fácil e barata de chegar de Paris a Provence. Vou fazer essa viagem em agosto, mas não consigo encontrar nenhum site que me diga o tipo de transporte que eu devo usar e onde eu possos adquirir passagens. Se vocÊ puder me ajudar, eu agradeceria muito!

    Um beijo.

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Oi, Marina!
    Para chegar a Aix-en-Provence – cidade base para conhecer a Provence – você pode ir de trem, pelo TGV (o trem rápido francês.) http://www.tgv.com. Neste site você pode fazer reservas, ver preços e horários. A passagem custa de € 40 (2ª classe) a € 150 (primeira classe) e a viagem dura 3h30. Da estação de trem há um ônibus que leva ao centrinho da cidade por € 4. Ou você pode pegar um avião de Paris a Marseille. De Marseille sai um ônibus por € 8 a Aix-en-Provence. O trajeto do aeroporto dura 30 minutos e sai ônibus o dia inteiro para Aix-en-Provence. Abraço!

    (Responder)

  13. Silvana
    Comentário do dia 19/7/2012 às 17:06

    Oi Silvia, voce consideraria a região de Grenelle/Crambonne, um bom lugar para se hospedar? e como faço para chegar a partir de ORLY. Obrigada

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Não saberia dizer sobre Grenelle/Crambonne. Em ORLu pegue o Orly Bus que deixa na Place Denfert-Rochereau. http://www.ratp.fr/en/ratp/r_28017/orlybus/

    (Responder)

  14. Bianca
    Comentário do dia 10/8/2012 às 23:31

    Oi Silvia! Suas dicas são incríveis! Mas veja, eu irei a Israel e na volta passarei por Paris, mas só ficarei umas 12 horas por lá. Quero pelo menos nesse tempo conhecer a torre. Sabe de algum restaurante legal e barato perto da torre? Irei com meu marido e um bebê de 1 ano de idade.

    (Responder)

    Resposta de Bianca

    Silvia, fiz uma confusão. Não almoçaremos em Paris, pois nosso voo chega 12:10h no aeroporto. Então, onde podemos fazer um lanche perto da Torre e também quanto tempo leva do aeroporto até a Torre de trem? O próximo voo será as 23h.

    (Responder)

    Resposta de Bianca

    Silvia, aguardo sua resposta.

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Uns 45 minutos até a Torre. Não saberia indicar um local específico para comer por ali, são tantas as opções…

    Resposta de Silvia Oliveira

    Para lanches não sei, mas para comer bem e barato tente o Higuma, uma cantina japonesa sem muito charme. O sedutor aqui são os preços: por € 13 você garante entrada, bebida e uma tigela enorme de sopa, arroz ou macarrão atolados até o topo com carne, frutos do mar ou salada. Das 11h30 às 22h, todos os dias. Rue Sainte-Anne, 32 Bis. Metrô: Pyra-mides.

  15. Rossana
    Comentário do dia 30/9/2012 às 12:18

    Silvia, descobri você somente hoje através da sua entrevista à Folha de Londrina.
    Cheguei da minha primeira viagem a Paris na quinta e voltei apaixonada!!!
    Sempre desejei conhecer a França mas não Paris. Dizia que gostaria de ir ao Louvre e pronto.
    Para minha surpresa Paris me conquistou e não vejo a hora de voltar e poder ver tudo o que não consegui ver. Saí com a sensação de não ter visto nada….
    Suas orientações são perfeitas!
    Não tivemos nenhum problema com os franceses. Falamos em inglês mas sempre com um bonjour , um s’il vous plaît e mercy, que é o mínimo de educação que se pode ter em qualquer lugar. Princípios básicos de educação que nós brasileiros estamos acostumados a burlar realmente não passarão despercebidos por lá. Cutucar alguém para chamar a atenção, chamar um garçom ou alguém que te atende de “psiu”, “ei”, não esperar a sua vez para pedir informação, enfim, temos que ligar o desconfiômetro para não receber uma resposta à altura da nossa falta de educação!

    (Responder)

  16. SOL
    Comentário do dia 27/3/2013 às 17:57

    Olá,estou programando ir até Paris em agosto/setembro, passar uns 2 dias por lá. Quais seriam os passeios mais interessantes, já que o tempo é tão curto, incluindo o Louvre, claro. Meio de transporte mais acessível e hospedagem também? Tem hostel ou BB por lá que seja legal? É nossa primeira viagem ao exterior, e estamos tentando fazer um circuto econômico-Itália-Paris (10 dias). Obrigada

    (Responder)

  17. SOL
    Comentário do dia 27/3/2013 às 18:01

    Oi Silvia, a hospedagem seria para casal (eu e meu marido), e estamos ansiosos por esta experiência, mas confesso a você que estou perdida nessa programação, pois a grana é curta, mas gostaria de aproveitar tudo que pudessse. obrigada novamente

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Olá, Sol! Tudo o que eu sei sobre primeira vez em Paris está neste post: http://www.matraqueando.com.br/serie-europa-barata-paris-pela-primeira-vez

    Talvez você se interesse também pelo nosso guia O Barato de Paris. 🙂

    Abs!

    (Responder)

  18. Allysson Oliveira
    Comentário do dia 20/8/2013 às 23:52

    Olá Sílvia,

    pela quarta vez estou planejando minha viagem a Europa com suas dicas do Matraqueando, e como será a segunda para a França de novo estou fazendo meu roteiro com a Carolina do Paris Em Foco, que aliás ficaram nossos amigos.

    Dessa vez estarei com minha esposa e depois de uns dias em Paris quero percorrer a Normandia, com ênfase nas cidades e ruínas da II Guerra (Caen, Bayeux, Colleville-Sur-Mer, Arromanches, etc).

    Vou no ano que vem, mas estou planejando e montando o roteiro com bastante antecedência. Como das outras vezes que suas dicas foram preciosas em viagens a Espanha e ao Marrocos gostaria de pedir novamente sua ajuda.

    Minha dúvida principal é qual a melhor forma de montar um roteiro Paris/Normandia/Paris… serão 20 dias na França, chegando e saindo de Paris.

    Quero incluir o Mont Saint-Michel.

    É viável fazer um bate volta no mesmo dia de Calais/Dover/Calais de barco? Quero cruzar a Mancha pela água.

    Estando em Calais, ou em Paris, vale a pena visitar Brugges?

    Como algumas cidades da Normandia são muito próximas, dá pra fazer mais de uma por dia, né? Nesse caso onde aconselharia os pernoites? Em que cidades seriam melhor para pernoitar?

    Você acha que uma esticada até Pamplona ficaria muito cara e difícil de fazer em 1 ou 2 dias? Queria incluir a região da fronteira Espanha e França por causa de Ernest Hemingway… Bayonne, San Sebastian, etc…

    Terei 19 dias para fazer isso.

    Que conselhos me daria?

    Obrigado e mais uma vez parabéns pelo site continua sensacional.

    Abraços

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Virge, Allysson! Não tenho muita experiência nessa região. Mas vou te indicar alguns blogs (que com certeza você já conhece, mas lá eles terão mais aporte do que eu):

    http://www.viajenaviagem.com (http://www.viajenaviagem.com/2009/09/uma-escapada-ao-mont-st-michel/)
    http://www.conexaoparis.com (http://www.conexaoparis.com.br/2008/03/31/como-ir-de-paris-ao-mont-saint-michel/)
    http://www.bailandesa.nl (http://www.bailandesa.nl/blog/5970/mont-saint-michel/)

    Coloquei os links para chegar ao Monte Saint Michel, mas pode perguntar sobre a Normandia em geral que acho que poderão ajudar!

    Abs! 😉

    (Responder)

    Resposta de Allysson Oliveira

    Obrigado… muito gentil de sua parte… como de costume…

    Só uma coisinha, já abusando de sua boa vontade… kkkkk… você acha que seria muito caro e difícil esticar da França/Normandia até a fronteira franco-espanhola do país Basco, por excemplo Pamplona?

    Valeu menina…

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Oi, Allysson! Não sei o quanto é “caro” para você, mas não é uma distância absurda (é longe, mas quem vive num país continental como nós… lá tudo é “perto”) e a região é bem servida por trem e voos. Então, acredito que o “investimento” possa valer a pena! De Rouen a Pamplona são quase 1000 km, mas isso é menos do que Curitiba a RJ. Resta saber se o investimento em transporte neste trecho faz subir muito seu orçamento diário. 😉

  19. nayara
    Comentário do dia 02/10/2015 às 20:57

    Adoro o blog e já viajei outras vezes com suas dicas.
    Mas fiquei um pouco decepcionada com o ebook de Paris. Senti muita falta de fotos… Os lugares podiam estar também num mapa para facilitar e, claro, com fotos. Inclusive alguns lugares aqui no blog estavam melhor comentados que lá…
    De toda forma, suas dicas sempre são excelentes! Mas fica o feedback para aprimorar!
    bjão

    (Responder)

    Resposta de Silvia Oliveira

    Oi, Nayara! Obrigada pela dica. O e-book vem com menos fotos para não ficar um arquivo muito pesado. O objetivo dele é dar dicas de lugares baratos para comer, ficar e visitar e não ser exatamente um fotolivro! Mas para a próxima edição todos os lugares e atrativos virão com um link para o mapa google, todo interativo, como já acontece com o guia O Barato de Gramado! Bjs e obrigada por matraquear com a gente! 😉

    (Responder)

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