Silvia Oliveira
sábado, 06 de outubro de 2012

Meu blog, minha vida. Um oferecimento: Seminário Viajosfera!

Da esquerda para a direita: Eu, Nick, Marcie (atrás), Adri, Manu, Riq, Majô, Meilin e Sylvia. (Foto: Marco Ferraz)

Por mais que eu tivesse imaginado não poderia cogitar, nem no meu mais remoto devaneio, o que seria, de fato, o Seminário Viajosfera. O  evento, organizado pelo Viaje na Viagem — reuniu quase 200 blogueiros num sábado ensolarado, no Rio de Janeiro. Era o dia em que aquele universo chamado Timeline ia virar gente de carne e osso. Eu estava ansiosa. Curiosa. Inquieta. Sei que ninguém vai acreditar, mas eu sou tímida. Daquelas que não sabem onde enfiam as mãos em público.Rá!

Encontro com o superblogueiro Gabriel Britto. Foto carinhosamente cedida pela Marcie.

O convite para ser uma das palestrantes do 1º Seminário Internacional de Blogs de Viagem chegou em fevereiro deste ano. Era para participar do debate com blogueiros que criaram produtos para o consumidor final. Eu ainda não era presidente da ABBV,  tampouco havia inaugurado a Lojinha Matraqueando. A ideia era expor sobre minha experiência com os Guias Personalizados que, hoje — veja só — nem faço mais!

Entre o convite feito pela Elisa Araújo — sócia do blog Viaje na Viagem —  e a realização do Seminário em si, o Matraqueando passou por um turbilhão: ajudamos a fundar a primeira associação de blogs de viagem da América Latina (da qual me orgulho muuuuito de ser a primeira presidenta eleita), demos entrevista no programa Encontro com Fátima Bernardes, fomos citados na Revista Viagem e Turismo como um dos 10 melhores blogs do Brasil e, não menos importante, lancei — finalmente — a Lojinha Matraqueando com cinco guias de viagem.

Foto carinhosamente surrupiada do Instagram do Tiago dos Reis.

Ao entrar no auditório Parati do Hotel Pestana Atlântica, onde foi realizado o seminário e onde todos os palestrantes de fora da cidade ficaram hospedados, as arrobas (@) do Twitter ganharam vozes e os avatares do Facebook passaram a fazer parte do meu mundo real. Não vi mais nada. Eram muitas pessoas, muitos abraços, muitas perguntas.

Com Diego Paiva, amigo de muitos tuítes. Foto carinhosamente enviada pelo próprio.

Tenho a impressão de que perdi a consciência, tamanha a emoção de conhecer e rever tanta gente importantíssima na minha história recente e na história do Matraca News.

Foto: Marco Ferraz | Divulgação Seminário Viajosfera

Também não consigo descrever como foi a minha palestra. Sei que deixei de falar muita coisa, me enrolei no meio do caminho e, pelos tuítes, percebi que fui atrapalhada como sempre. Rá rá!

É isso. Foi um dia que marcou o resto da minha biografia. Sentadinha ali, na platéia, passou na minha memória o dia em que, pela primeira vez, o Ricardo Freire deu uma notinha no Viaje na Viagem sobre o Matraqueando, há 4 anos. Fiquei três dias sem dormir de tão feliz e emocionada. Um tempo depois, o brogue foi mencionado no livro dele, “100 dicas para Viajar Melhor”. Uma semana sem pregar o olho. :mrgreen:

Falando dos Guias Matraqueando. Foto carinhosamente surrupiada do Instangram do Riq Freire.

Sei que fiz meu trabalho durante esses anos todos, fomos mencionados em muitos meios de comunicação, construí projetos — mas foi o Viaje na Viagem que ajudou a consolidar a nossa história. Estar ali, no seminário, como ouvinte já seria um luxo. Fazer parte daquele time, então, só me ajudou a concretizar um sonho… e não quero escrever muito mais (lágrima escorrendo!), ando numa pieguice sem fim nos últimos tempos. Obrigada! Obrigada, Riq. Obrigada Elisa. Obrigada Equipe VnV. Obrigada, Matraquetes!

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Matraqueando no 1º Seminário Internacional de Blogs de Viagem

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sábado, 29 de setembro de 2012

Matraqueando no 1º Seminário Internacional de Blogs de Viagem | Rio de Janeiro

Começa daqui a pouco, às 8h30, o maior evento realizado no Brasil  para blogueiros de viagem. O 1 º Seminário Viajosfera – organizado pelo Viaje na Viagem do turista profissional Ricardo Freire – reúne um timaço de palestrantes e debatedores (veja todos os participantes aqui), o que me deixa mais honrada ainda por fazer parte do elenco.

Estamos reunidos hoje no Hotel Pestana Atlântica, no Rio de Janeiro, onde acontece o evento. Sou uma das debatedores do tema  ” Como ganhar dinheiro com blog de viagem – A experiência de quem criou produtos para o consumidor final.” Vamos mostrar como tem sido trabalhar com os Guias Matraqueando.

Gostaria de ter feito um post mais detalhadinho sobre esse momento absolutamente histórico para a “categoria”, mas fica aqui o aviso: nem precisa ser blogueiro de viagem (pode ser de qualquer nicho) para acompanhar o encontro nas hashtags #seminárioviajosefra e #matraqueando. Os temas do seminário (veja programação aqui) são relevantes para toda a blogosfera! :-)

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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Novidade: agora você pode comentar no Matraqueando usando seu login do Facebook

Mais uma para facilitar sua vida aqui no brogue e promover maior integração entre os Matraquetes. Instalamos um sistema no site que permite que você comente nos nossos posts usando seu login do Facebook.

Quando você clicar em “Comente”, lá embaixo -  no rodapé dos comentários – aparecerá o espaço para você deixar sua opinião ou pergunta usando os mesmos dados que você utiliza para entrar no Facebook.

Melhor ainda: caso você já esteja dentro do Facebook, ao acessar os comentários do Matraqueando pelo mesmo navegador (Internet Explorer, Mozilla, Chrome, etc) você estará automaticamente conectado – não precisa preencher novamente nome e e-mail – e é só interagir com a gente! Yeah! :-D

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

São Luís do Maranhão: a dor e a delícia de ser o que é!

Não busque em São Luís do Maranhão o que você não pode encontrar em… São Luís do Maranhão. A cidade Patrimônio da Humanidade não tem a cara de Ouro Preto nem o charme de Tiradentes. Não tem as praias de Maceió nem a gastronomia de Salvador.

Entenda, o que São Luís tem é importância e reconhecimento. Já se a cidade sabe dar valor a isso… é outro conto. O Centro Histórico reúne mais de 3 mil imóveis tombados pelo patrimônio histórico estadual. Boa parte entrou na lista da UNESCO pelo conjunto arquitetônico português.

Se Caetano tivesse se inspirado numa cidade para compor Dom de Iludir, a escolhida teria sido a capital do Maranhão, porque só ela sabe a dor e a delícia de ser o que é. Sobrados em ruínas ou becos suspeitos — qualquer canto rende uma imagem, força uma lembrança ou deixa uma cicatriz.

Mesmo com alguma revitalização, o centro histórico sofre com o descaso, a sujeira e a pouca preservação. Mas eu não vim atrás de uma réplica de uma cidade histórica mineira.

Eu buscava a São Luís do Bumba Meu Boi, do Tambor de Crioula, dos azulejos descascados, da arte do Nhozinho, do guaraná cor de rosa, dos cofos de palha, do arroz de cuxá e da torta de camarão. E ela está lá, exatamente como eu gostaria de encontrar.

Claro que no meu primeiro dia na cidade eu desconjurei até a 15ª geração da Família Sarney. Fica aquele sentimento de indignação. Por que não há uma política pública eficiente para dar pelo menos uma mão de tinta nesse amontoado de casarões e solares? Depois, não que venha a conformidade, mas você se acalma com um bem maior, o próprio maranhense.

Então, faça assim, quando vier para cá não busque o que você não pode encontrar. Tente achar a capital do Maranhão para se surpreender. Aproveite e traga seu bom humor de presente. São Luís merece, completou 400 anos este mês.

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O Camarão da Luzia, em Canto de Atins | Maranhão

Fotos: Sílvia Oliveira

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Minha viagem ao Maranhão faz parte da Expedição Brasil Express II, projeto do Matraqueando que leva recortes do nosso país até você.

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Camarão da Luzia, em Canto de Atins | Maranhão

Quando comecei a organizar a Expedição Brasil Express II já sabia o que queria fazer no Maranhão: comer o camarão da Luzia. Mas para chegar ao restaurante-cabana não é exatamente, assim, um simples bate-e-volta. Você chega à capital São Luís e pega um ônibus para Barreirinhas, 4 horas de viagem. Tá perto? Nãnô. De Barreirinhas – porta de entrada para os Lençóis Maranhenses – você toma um barco do tipo voadeira, mais 1h e 15 minutos, até o povoado de Atins. Já chegou? Nãnô. Dali, mais uma hora de caminhada sob sol e dunas até o Canto de Atins, onde estão a Luzia e o camarão da Luzia.

Como o máximo de ecoturismo que faço é dar uma volta – reclamando – no Parque Barigui em Curitiba tratei de contratar um passeio que me levou de Barreirinhas ao Canto de Atins de Toyota – uma hora e meia sacolejando duna acima, duna abaixo, mas fiquei na porta da Luzia. Acabei me livrando da voadeira e da caminhada Jesus-me-chama, trecho tradicional entre os turistas que procuram pela iguaria de Atins.

Esperei sete anos por este dia. Era setembro de 2005 quando li a crônica Enquadra e pendura, Luzia! – do Ricardo Freire na revista Época. Foi um ode ao camarão da Luzia, um grito para que o mundo conhecesse o impronunciável sabor daquele crustáceo, no meio do nada sem divulgação alguma. A receita, aliás, até hoje é um dos maiores segredos da cozinheira. Já deu até bafafá. A cunhada – casada com Antônio, irmão da Luzia, era ajudante dela. Depois de um perrengue familiar abriu o próprio restaurante e passou a oferecer o mesmo camarão. Mas a Luzia é cuca fresca. “Gosto muito do meu irmão, isso basta”, diz.

Estava ansiosa. Medo da minha – alta – expectativa. De achar que aquilo tudo não era aquilo tudo. Assim que desço da Toyota e entro no simplório restaurante dou de cara com a crônica do Riq Freire, devidamente enquadrada e pendurada. A primeira coisa que fiz foi reler o texto enquanto todo mundo se amontoava em cima da Luzia para fazer os pedidos. Veio um nó na garganta. A lembrança de quando comentei, na época, com meu namorado (hoje marido): “vou comer esse camarão, só preciso arranjar um helicópetro para me deixar lá”! Rá rá.

Mas como você pode ver minha evolução espiritual mochilística vai de vento em dunas. Cheguei até aqui e não foi com nenhuma máquina de teletransporte. No cardápio, o camarão da Luzia é chamado de grelhado. A porção custa R$ 25 por pessoa e acompanha arroz, feijão de corda, farofa e salada de tomate. Fui a única do meu grupo que pediu uma porção a mais e só não pedi a terceira… porque, errrr, porque eu sou uma mulher phyna que come pouco!

Os camarões frescos são marinados na receita secreta (só sei que leva urucum) e levados à grelha de ferro. Uma curiosidade é a forma como o camarão é cortado, aberto, fica parecendo um peixe de tão grande. Quando há muitos turistas, o camarão é servido fechado, mas o sabor é o mesmo. Vem com casca (finíssima e crocante) e tudo, só que não é, nem de longe, qualquer camarão com casca que você já comeu. É o Camarão da Luzia, muito prazer!

SERVIÇO

Restaurante da Luzia

Local: Canto de Atins, s/n | Maranhão

Tel.: (98) 8709-7661 e (98) 9132-3187

- Como chegar saindo de Barreirinhas

1) Barco de linha | São 4 horas de viagem pelo Rio Preguiças até Atins. R$ 12 por pessoa.  De Atins é possível chegar ao Canto de Atins a pé (1h de caminhada), a cavalo (40 minutos) ou de toyota (20 minutos).

2) Voadeira |  1h30 de viagem pelo Rio Preguiças até Atins. R$ 300 a R$ 400 por barco, com capacidade de 4 a 12 pessoas. De Atins é possível chegar ao Canto de Atins a pé (1h de caminhada), a cavalo (40 minutos) ou de toyota (20 minutos).

3) Toyota | 1h30 de viagem pelas dunas dentro do Parque dos Lençóis Maranhenses. Deixa na porta do restaurante. R$ 50 a R$ 100, dependendo das paradas no caminho.  Eu paguei o tour de R$ 100 que incluía uma parada na Lagoa Verde.

- Como chegar saindo de Caburé

Atins está a 15 minutos de voadeira de Caburé, praia incluída no passeio pelo Rio Preguiças.

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Raposa: dos bilros às Fronhas Maranhenses

Fotos: Sílvia Oliveira

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Minha viagem ao Maranhão faz parte da Expedição Brasil Express II, projeto do Matraqueando que leva recortes do nosso país até você.

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segunda-feira, 03 de setembro de 2012

1ª Pesquisa ABBV: queremos saber sua opinião!

Atenção: o que vem por aí é inédito na história do blog. Você vai encontrar abaixo a primeira pesquisa de opinião com o leitor do Matraqueando. E a coisa vem em alto nível. A ABBV – Associação Brasileira de Blogs de Viagem – em parceria com a empresa Idealis Pesquisa e Comunicação   elaborou um questionário para mapear o perfil dos leitores de blogs de viagem no Brasil e conhecer como esses blogs influenciam na decisão do viajante.

Uma pesquisa feita pelo Ministério do Turismo em 2009, por exemplo, revela que 30% dos brasileiros que viajam regularmente usam a Internet para buscar informações na hora de planejar uma viagem. Sendo que agências de viagem, revistas, guias turísticos, jornais e televisão – somados – respresentam apenas 18,4%.

Clique aqui para participar agora da Pesquisa ABBV!

Por isso, Matraquetes, gostaria de pedir sua colaboração. Assim que puder, por favor, responda ao nosso questionário. É super rápido, não demora nem 5 minutinhos! Ao deixar sua opinião, a ABBV juntamente com seus blogs associados, reunirão a primeira e mais completa pesquisa com o leitor de blogs de viagem do Brasil. Quem sai ganhando, já a curto prazo, é você!

A pesquisa fica disponível de 03 a 10 de setembro. Momento telemarketing: Sua opinião é muito importante para nós. Rá! Quando tivermos o resultado ele será publicado aqui mesmo. Com estes dados em mãos todas as decisões e ações dentro do blog ficam mais precisas e direcionadas ao que o leitor deseja e busca.  Sensacional, não?

O que você está esperando? Responda agora mesmo à nossa pesquisa! De antemão – e já como agradecimento – dou um MatracAbraço em cada um de vocês que colaborar! :-)

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sábado, 01 de setembro de 2012

Raposa: dos bilros às Fronhas Maranhenses

Pouca gente já ouviu falar de Raposa, uma cidadezinha – na verdade uma pequena vila de pescadores – a 30 quilômetros de São Luís. Quase todo mundo que vem para a capital fica focado no centro histórico, em Alcântara e nos Lençóis Maranhenses, um dos principais atrativos turísticos do estado. Embora quase todas as agências de turismo daqui ofereçam um city tour para o vilarejo, Raposa só entra na rota do viajante depois que ele já ticou todas as outras opções da região.

A bem da verdade não estou aqui para convencer você a visitar o povoado. Pode não ser o que você busca numa viagem ao Maranhão. Mas como ignorar um lugar com a maior colônia de pesca do estado juntamente com um emocionante e simplório Corredor de Rendeiras de Bilro, uma dos artesanatos mais intrigantes que já vi? A técnica foi importada do Ceará. De lá vieram os pescadores e com eles, as esposas rendeiras. Hoje, a tradição é passada de mãe para filha.

O material é sempre o mesmo: uma almofada cilíndrica, fios, bilros de madeira, cartões furados com o desenho da peça e um movimento cadenciado das mãos da rendeira. Espinhos de mandacaru seguram a linha enquanto a obra vai sendo criada. O que muda é a criatividade de cada uma dessas mulheres.

A Rua Principal do município de Raposa é conhecida como Corredor das Rendeiras. O trecho não chega a um quilômetro. Dá para percorrer o “corredor” a pé tranquilamente, entrar nas casinhas, conversar com as rendeiras e ver a habilidade das mãos ágeis na hora de fazer o bilro. Pano de prato, jogo americano, roupas, toalhinha de bandeja, almofadas, cortinas e tudo o que você puder imaginar de gracioso nasce desses fios coloridos.

Quase todas as portas das palafitas – um tipo de habitação típica de regiões alagadiças – se transformaram em lojinhas de artesanato. As palafitas formam uma espécie de conjunto urbanístico único em Raposa. São construções que ficam sobre estacas de madeira para evitar que as casas sejam arrastadas ou inundadas pelos rios ou pela maré.

No meio do caminho você encontra uma vendinha com aquela água gelada de que você vai precisar depois de torrar debaixo do sol e calor assombrosos que fazem por aqui. Do lado de fora, a oferta de frutas fresquinhas e no meio delas, a mais fotogênica de todas: um minicaju.

Se não bastasse essa belezura a cidade também é porta de entrada das Fronhas Maranhenses, uma miniatura dos Lençóis Maranhenses, daí o nome. São dunas entremeadas pela água da maré. Um passeio náutico leva você até lá em horários que dependem da vazão do mar, aliás uma das maiores vazões do mundo. As Fronhas ficam do outro lado da margem, na Ilha de Carimã. A zona do cais e os barcos coloridos formam outro cenário que vai caber direitinho na sua máquina fotográfica.

Como chegar a Raposa:

- De ônibus: a Viação Litoral faz o trajeto São Luís-Raposa. Você deve pegar o ônibus no Mercado Central. Apesar de ser perto, a viagem dura 1h40 em ônibus de linha, pinga-pinga, sem ar condicionado. Passagem R$ 2,10.

- De táxi: foi minha opção. Contratei o motorista Richelle que me levou, ficou me esperando e me trouxe de volta. Ele conhece muito bem a história do local, me passou diversas informações interessantes da região e ainda teve uma paciência de jó para esperar meu bate papo com as rendeiras e meu sobe e desce do carro para as fotos. O telefone de contato dele é (98) 8856-8869. O e-mail é richelletx@hotmail.com. O ponto do Richelle fica ao lado do Hotel Soft Inn, na Ponta D’Areia. A corrida, preço fechado, ficou por R$ 80.

- Com excursão: quase todas as agências de São Luís oferecem o tour até Raposa, incluindo o passeio náutico às Fronhas Maranhenses e uma parada no município de São José de Ribamar. O valor do pacote varia de R$ 90 a R$ 120.

Fotos: Sílvia Oliveira

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Minha viagem ao Maranhão faz parte da Expedição Brasil Express II, projeto do Matraqueando que leva recortes do nosso país até você.

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MATRAQUEANDO - Viagens e Comidinhas | Por Sílvia Oliveira | Jornalista & Blogueira | Curitiba, BR

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