Silvia Oliveira
terça-feira, 21 de maio de 2013

Curitiba | Post-índice

O Matraqueando é o blog brasileiro com o conteúdo mais completo sobre Curitiba, incluindo vários textos em inglês sobre a cidade. (Recomende para o seu amigo gringo!) Este post-índice será atualizado sempre que eu publicar novos artigos sobre a capital do Paraná . Preços e horários podem sofrer alterações. Restaurantes fecham e hotéis mudam de dono. Para evitar aborrecimentos, informe-se antes de ir.

Introdução

Curitiba: faça da cidade seu melhor destino de inverno

Como ir do aeroporto de Curitiba ao centro da cidade

Como ir da rodoviária de Curitiba ao centro da cidade

Linha Turismo Curitiba: como aproveitar o city tour oficial da cidade

23 motivos para você conhecer e se apaixonar por Curitiba

Cinco atrações grátis e estreladas em Curitiba

Para entender Curitiba

Aeroporto de Curitiba ganha a primeira lanchonete popular do Brasil

Curitiba em fotos

Onde ficar

Guia de Hospedagem em Curitiba: opções para as classes alta, média e muquirana

Passeios

Museu Oscar Niemeyer completa 10 anos como a atração mais visitada de Curitiba

MAC | Museu de Arte Contemporânea do Paraná: visita prática no centro de Curitiba

Jardim Botânico de Curitiba

Memorial Ucraniano

Ópera de Arame

Universidade Livre do Meio Ambiente

Feirinha do Largo da Ordem

Paço da Liberdade: o edifício do centro cultural é o único tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional em Curitiba

Mercado Municipal de Curitiba

As cerejeiras de Curitiba

Onde comer

Café tortas e bolos: onde desopilar em Curitiba

Café do Paço: música, arte e aroma

Comidinhas: bolinho de aipim com carne de sol

Comer bem e barato em Curitiba: Restaurante Fonk

Quintana Restaurante e Café: gastronomia responsável e estrelada que cabe no seu bolso

Restaurante SENAC, em Curitiba: opção chiquetê a preços módicos

Restaurante Zea Maïs: o melhor contemporâneo

Almoço no fofo Jacobina Bar

Feirinha da Ucrânia

Os menininhos do Beto Batata

Bar do Alemão: um domingo na Alemanha

Momento extravagância: restaurante Durski

Onde comprar

Curitiba ganha primeiro mercado de orgânicos do Brasil

Presentinhos e souvenires é na Feirinha do Largo da Ordem

Rua Teffé: primeira rua temática de calçados do Paraná

Bate e volta desde Curitiba

Cidades Históricas, Serra do Mar e Estrada da Graciosa: quando ir?

Estrada da Graciosa

Passeio de trem pela Serra do Mar

Antonina

Morretes

Ilha do Mel

Lapa

Curitiba In English

Curitiba: your best winter destination (by Sílvia Oliveira)

The “ecological” Curitiba  (by Sílvia Oliveira)

A train ride through the Serra do Mar (by Sílvia Oliveira)

Largo da Ordem Street Market (by Sílvia Oliveira)

The Ukrainian Memorial (by Sílvia Oliveira)

How do you get from Curitiba’s Airport to the city centre? (by Sílvia Oliveira)

Estrada da Graciosa, Paraná – in English (by Sílvia Oliveira)

The Wire Opera House: Curitiba’s Most Original Theatre (by Sílvia Oliveira)

Ilha do Mel: paradise is just down the road (by Sílvia Oliveira)

Rua Teffé (Teffé Street): Curitiba’s First Footwear Theme Street (by Sílvia Oliveira)

Fotos: Raul Mattar e Sílvia Oliveira

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Restaurante Caçarola, Aracaju: onde você come a Véia Fogosa, a Moça Virgem ou o Negão Gostoso

Ficou curioso? Ainda tem o Camarão de Cueca e a Galinha de Mulher Parida. O cardápio supercriativo do Caçarola fez a fama do restaurante na capital sergipana. Ambiente simples, decoração singela, comida boa, preços justíssimos. Fica no terraço do Mercado Municipal Antônio Franco (que vai ganhar post detalhado) e oferece uma bela vista do Rio Sergipe.

Por ter pouco tempo (pegaríamos o voo de volta a Curitiba logo após o almoço), fomos de self-service, um buffet recheado com pratos tipicamente nordestinos. Adorável. Mas, sem dúvida, em outra oportunidade ficaremos nos pratos à la carte que deram notoriedade ao local. O Camarão de Cueca, por exemplo, é o mais pedido. Acompanha arroz, vinagrete e pirão. Porção média a R$ 45 (duas pessoas comem bem) e a grande, sai por R$ 67.

No buffet por quilo este prato custou R$ 8,90.

Aliás, quando conheci o Caçarola achei que ia abafar na dica de lugar bom, bonito e barato para comer em Aracaju. Mas só depois vi que o blog Miss Check-In, da querida Anna (que mora na cidade), já havia destrinchado o restaurante com fotos lindíssimas (e saborosíssimas) de quase todos os pratos oferecidos pela casa, incluindo o Véia Fogosa (sorvete de tapioca com calda de doce de caju, R$ 5). Corre para conferir.

Moça Virgem: uma das sobremesas mais pedidas.

O único porém é que durante a semana o restaurante se concentra no buffet a quilo e oferece poucas opções à la carte. Já aos sábados, só à la carte. Ah, para você que ficou assanhado, a Moça Virgem é um pacato sorvete de tapioca com calda de banana flambada (provei, comi tudo e quase pedi outro!) e o Negão Gostoso, um inocente pudim de chocolate, ambos R$ 5 cada.

A chef e dona do restaurante Meg Lavigne é a responsável pelos nomes divertidos dos pratos, que podem ser acompanhados por deliciosos sucos regionais. A jarra (jarra!) do suco de seriguela, por exemplo, custa módicos R$ 5. Para nenhum muquirana-gourmet botar defeito!

Vista do Rio Sergipe

SERVIÇO

Restaurante Caçarola (Mercado Municipal Antônio Franco)
Local: Rua José do Prado Franco, s/n.
Tel.: (79) 8831-9535
Atendimento: segunda a sábado, 11h às 16. Não abre aos domingos.
Dica: a corrida de táxi da praia de Atalaia até aqui sai em torno de R$ 25. Mas é possível chegar de ônibus, várias linhas param praticamente em frente ao restaurante/mercado municipal.

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Minha viagem ao Sergipe faz parte da Expedição Brasil Express II, projeto do Matraqueando que leva recortes do nosso país até você.

Fotos: Sílvia Oliveira 

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terça-feira, 07 de maio de 2013

Risoto de Pinhão: um prato com a cara do frio brasileiro

Aprendi esta receita com minha prima Adriana que, aliás, é craque em risotos! O pinhão é uma espécie de “castanha” típica do sul do país. Mas aparece também em regiões serranas de outras partes do Brasil justamente porque ele adora um friozinho.

Muita gente pensa que é um fruto, mas trata-se de uma semente de pinheiros, entre eles, a Araucária — símbolo do Paraná! (Olha, isso foi o que entendi lá na Wikipédia, se tiver algo errado, avise-me!)

Preparei este prato especialmente para o concurso do blog  Casos e Coisas da Bonfa que reuniu mais de 40 receitas de risotos, uma mais suculenta do que a outra. (Corre lá e faça uma Matraca feliz:  vote em nóis! A enquete está do lado direito do blog! Meu risoto é o de número 28. É bem rapidinho!) Rá!

Para vocês eu deixo aqui a receitinha!

INGREDIENTES

2 xícaras de arroz arbóreo
300 g de pinhão picado
2 colheres de margarina (ou manteiga)
2 colheres de creme de ricota (parece um cream cheese)
25 g (meio pacote) de queijo parmesão ralado (grosso)
1 cebola pequena
1  tablete de caldo de legumes
800 ml (4 copos) copos de água
1/2 xícara de vinho branco seco (pode ser de marca baratinha)
sal a gosto

MODO DE PREPARO

Cozinhe o pinhão numa panela de pressão por 40 minutos (após começar a chiar) em fogo baixo. Dica: para descascar o pinhão mais facilmente ele tem que estar quente. Aperte a base mais gordinha do pinhão com o cabo de uma faca para o pinhão sair.

Numa frigideira funda (ou panela de borda alta) derreta a margarina e doure a cebola picadinha. Em seguida acrescente o arroz e frite ligeiramente. Coloque o vinho e mexa até evaporar. Acrescente uma porção dos pinhões (deixe o resto para colocar só no final)e refogue mais um pouco. Acrescente pouco a pouco o caldo de legumes dissolvido na água quente. Vá mexendo em fogo médio até a água evaporar.

Antes de colocar todo o caldo de legumes, salpique o queijo ralado, acrescente o creme de ricota e o restante de pinhão. Acerte o sal. Vá mexendo até o arroz ficar cremoso e al dente. Prontinho!

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Fotos: Sílvia Oliveira

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segunda-feira, 06 de maio de 2013

Entrevista do casal Matraco para a ÓTV Curitiba: dicas de fotos jacus

Estou devendo este vídeo faz tempo aqui. Em janeiro saiu uma entrevista nossa (Raul e eu) na ÓTV Curitiba, (canal fechado da RPC, afiliada da Rede Globo no Paraná). O convite veio de uma das produtoras do canal, a jornalista Leidinara Batista (que também é blogueira e escreve o ótimo Férias NOW!)

A ideia era dar dicas de fotos de viagem e como evitar as fotos jacu. Ou seja, a pessoa trabalha o ano inteiro carpindo um blog sério e é lembrada por causa da sua… jacuzice! Pois bem, a história rendeu tanto que  acabamos propondo uma blogagem coletiva com o tema. Mais de 80 blogs saíram do armário e revelaram algum momento jaguara durante as férias. Veja a lista dos participantes aqui.

A entrevista foi feita pela divertida Dani Ortiz para o programa Revista Curitiba (que vai ao ar  de segunda a sexta, às 22h35).  A gente acabou não dando dica de nada, mas riu bastante. Clique aqui para ver nossa participação. Nós entramos aos 7m55s do Bloco 1.

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Pelo reconhecimento ao nosso trabalho já fomos notícia em rádio, TV, revistas, livros e jornais. Veja aqui tudo o que já saiu sobre o Matraca News na mídia!

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Imagens: reprodução do vídeo.

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quinta-feira, 02 de maio de 2013

Pela atenção, muito obrigado!

Momento tenso. Você dentro daquela geringonça. Começam os procedimentos de segurança. Cheque de portas. Despressurização da cabine. Assentos flutuantes. Desligue os equipamentos eletrônicos. Não fume. Respire baixo.

— Atenção senhores passageiros sentados na fileira junto às saídas de emergência. 

Como assim, emergência? (Na dúvida, eu sempre faço o nome do pai.)

— Portas em automático.

DESLIGUE OS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS. (Pra você que não ouviu direito.)

— Tripulação, decolagem autorizada!

15 minutos depois ele aparece. Galã. Pai de todos. Psicólogo do viajante. Eis o comandante do avião.  Voz quase sempre sorumbática e misteriosa. Aquele que acalma, orienta, designa.

— Senhores passageiros, muito boa tarde! Aqui quem fala é o Comandante Gerson Medeiros!

Véééi, ele existe mesmo. Essa coisa de piloto automático é lenda de controlador de tráfego aéreo, só pode!

— Nosso tempo de voo até Salvador será de duas horas e 10 minutos.

O cara é certeiro, preciso. É cumpadi, amigo de fé, irmão camarada. O comandante e aquele tipo de gente que se o barco afunda, vai junto com você. Sem escolha. Fala com a maior propriedade que estamos a 30 mil pés, seja lá o que isso signifique. A gente acredita. É o que importa.

E ainda: se sua viagem tiver uma rota interessante, o comandante provavelmente será seu melhor guia turístico.

— À sua direita temos a cidade de Belo Horizonte, uma das sedes da Copa das Confederações.

Moço, pode conversar, olhar pros lados, mas não tira a mão do guidão, tá.

— Aceita o cardápio, senhora? (Interrupção grosseira)

Primeiro, querida, senhora é a sua avó. Segunda, amada, eu sou do tempo da Varig e do Comandante Rolim. Tem que comprar o lanche??? Terceiro, santa, (a compostura indo para as cucuias), o meu tete a tete é com o Comandante. Vaza!

— Tripulação, pouso autorizado!

Recolho-me à minha insignificância, saio do transe, pego o manual de instruções no bolsão à frente. Como é mesmo que se faz em caso de pouso na água?

— Bem-vindos a  Salvador. São  17h10m, horário local. Por medidas de segurança queiram permanecer sentados até que os sinais luminosos de atar cintos sejam apagados. 

Comandante, volta! Já está todo mundo em pé.

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Foto: Roger Kyrbi | Stock.Xchng

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quarta-feira, 01 de maio de 2013

Igreja e Convento de São Francisco, em Salvador: a obra máxima do barroco na Bahia

Museu ou igreja? Dependendo, tô passando reto. Quando você vai algumas vezes para a Europa – e visita toooodos os museus do caminho – ou quando passa por Ouro Preto – e conhece toooodas as igrejas da cidade – seus critérios (e prioridades) talvez mudem um pouco no quesito arte sacra ou picassiana. (Sendo você uma pessoa normal como eu, obviamente). Tratando-se de templos católicos ou de centros culturais, minha ideia, há tempos, é buscar o inusitado, o diferente e por que não, o original.

A Igreja e Convento de São Francisco da capital baiana não chega a ser, assim,  inusitada  (lembrando que esta referência é para quem conhece seus pares em Minas Gerais, por exemplo). Mas este complexo é o maior e principal representante da arte barroca do estado. A fachada não é tão impactante, mas o interior da construção faz jus à sua importância artística, arquitetônica e histórica de Salvador.

A obra foi erguida entre os séculos 17 e 18. Ganhou título de Patrimônio Nacional e está no centro histórico da cidade, considerado Patrimônio da Humanidade. O convento foi eleito, ainda, uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo (veja as outras seis aqui). Pena que minha maquininha-tômática-mequetrefe não consegue captar a beleza interna da construção.

Todo o complexo passa por restauração. É visível a deterioração de paredes e painéis. Tanto na capela quanto no claustro você poderá observar pinturas em mais de 50 mil azulejos, retratando a vida de São Francisco e cenas do cotidiano pagão. Ouro? Rapaiiiz, inacreditável a quantidade de ouro que os caras investiam em igrejas do tipo. A visita não é guiada e por mais que eu tenha lido sobre o local, fiquei boiando ao olhar para teto, altar e santos. A impressão que dá é que tudo ali, cada detalhe, tem uma história para contar.

Tentativa de tirar foto do teto da igreja.

O teto, aliás, é uma homenagem à Imaculada Conceição e a pintura faz aquele célebre jogo de contraste e profundidade de deixar qualquer um boquiaberto e com torcicolo. Perguntei à senhora que recebia os ingressos para entrar no templo por que não havia visitas guiadas. Ela me respondeu que é difícil encontrar alguém que realmente entenda a complexidade da igreja. Oi?

Eu fiz minha visita em 40 minutos. Mas para os aficionados do gênero, um dia seria pouco para decifrar uma das principais atrações arquitetônicas e artísticas do Brasil.

SERVIÇO

Igreja e Convento de São Francisco
Local: Largo do Cruzeiro de São Francisco, Pelourinho | Salvador –BA
Tel.: (79) 3322-6430
Funcionamento: segunda, 8h30 às 17h30, terça, 9h às 14h30; quarta a sábado, 9h às 17h30 e domingo, 13h às 17h30.
Ingresso: R$ 5 (gratuito nos horários de missa, segunda – 7h; terça – 7h, 8h, 16h e 18h; quarta a sexta, 7h; sábado – 7h30 e domingo, 8h. Mas, atenção, nestes horários você não pode entrar na capela e claustros)

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Fotos: Sílvia Oliveira

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Restaurante Maria Flor, Aracaju: comida excelente, ótimo custo/benefício e, importante, espaço kids!

Passamos duas vezes em frente ao restaurante Maria Flor e nada de entrar. De fora dava para ver a decoração, sofisticada e criativa. Parecia ser um lugar caro, daqueles que você não deixa menos de R$ 200 pilas por casal. E para ajudar na impressão “vou gastar os tubos”, o restaurante está localizado na praia mais famosa e turística da cidade, a Atalaia.

Não havia indicação do Maria Flor nos guias tradicionais (o restaurante foi inaugurado há pouco mais de um ano), mas ao entrar no site encontrei o cardápio, com preço e tudo. Surpresa. Carne de Sol de Filé Mignon por R$ 49 (para duas pessoas) ??? Crepes a partir de R$ 17??? Carré de Cordeiro por R$ 39??? Risoto ao Funghi por R$ 34??? Tapioca a partir de R$ 7??? Pensei, só pode ser pegadinha. Mas não era.

O ambiente é arejado (item fundamental, estamos numa das capitais mais quentes do nordeste) e muito bem decorado. Mistura a cultura sertaneja com ícones orientais. Ficou ótimo, por mais incompatível que pareça. Tivemos um atendimento sensacional, até o figurino dos garçons é bem pensado.

Sem contar que o espaço kids — com monitor — fez a alegria da Mariana (e dos pais da Mariana) que pode assistir desenho e brincar enquanto esperávamos pelo jantar.

Pelo que entendi a proposta do Maria Flor é investir na comida regional com um “quê” de alta gastronomia. Mas também oferece pratos da cozinha mediterrânea, pizzas, risotos e uma “carta” de tapiocas. A casa conta, ainda, com adega e uma mesa de antepastos cobrada por quilo.

Nós pedimos um caldinho de feijoada (R$ 9) para a Mariana, uma Moqueca de Camarão (R$ 54 para duas pessoas, mas a filhota também beliscou) e de sobremesa dividimos uma Tapioca de Cartola (R$ 12,50) — com banana, queijo coalho e canela. A jarra de suco sai por R$ 8; o refrigerante, R$ 4; a cerveja Long Neck, R$ 5 e o cafezinho espresso, R$ 3,50.

Divertido:  a entrada dos banheiros masculino e feminino do restaurante.

Interessante saber: a porção de moqueca não é exagerada, mas suficiente. Nós rapamos a cumbuca e se tivesse mais, comeríamos. Caso você chegue com muita fome, é possível pedir uma porção de arroz branco (R$ 5) à parte, por exemplo. Nós conhecemos outros restaurantes bacanas na capital sergipana (ainda vou falar deles aqui), mas o único que deixou gostinho de “quero voltar”, foi o Maria Flor. ;)

SERVIÇO

Restaurante Maria Flor
Local: Av. Santos Dumont, 569 | Orla de Atalaia (em frente ao Hotel Celi) | Aracaju – SE
Tel.: (79) 3243-2590
Funcionamento: terça a quinta, a partir das 18h; sexta a domingo, a partir das 12h.

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Fotos: Raul Mattar

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Minha viagem a Aracaju faz parte da Expedição Brasil Express II, projeto do Matraqueando que leva recortes do nosso país até você.

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MATRAQUEANDO - Viagens e Comidinhas | Por Sílvia Oliveira | Jornalista & Blogueira | Curitiba, BR

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