Silvia Oliveira
sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Zaanse Schans: como conhecer por conta uma típica vila holandesa com moinhos, queijos e tamancos

Zaanse Schans Holanda casas tipicas

Foram seis dias ensolarados na Holanda. Nem na minha mais remota ilusão esperava um presente como esse num país conhecido pelos seus arroubos climáticos. Se você tiver a mesma sorte, corra para Zaanse Schans, um vilarejo a 20 quilômetros de Amsterdam que confirma tudo o que seu imaginário espera daqui: moinhos, casinhas típicas, vaquinhas malhadas, fábrica de queijo e tamancos.

Não significa que se o tempo estiver fechado você não deva visitar esse lugar, mas um dia de sol transforma consideravelmente a experiência uma vez que o passeio é praticamente todo externo. (Lembra o nosso post do belíssimo Parque Histórico de Carambeí? Então, o local foi todo inspirado em Zaanse Schans!)

Zaanse Schans Holanda lagos

A região como você vê hoje começou a nascer no século 19, mas somente nas décadas de 60 e 70 é que o cenário foi montado com construções originais do período industrial, incluindo aí os moinhos — todos históricos.

Apesar do espaço funcionar mais ou menos como um parque temático ao ar livre, as casinhas de madeira com arquitetura nacional são autênticas.  É um clichê recorrente chamar Zaanse Schans de museu a céu aberto — como se tudo aqui fosse de enfeite — mas muitas pessoas moram e trabalham aqui.

Zaanse Schans Holanda moinhos

A pequena Zaanse Schans, para ser mais exata, é considerada um bairro da cidade de Zaandam. Chegar aqui é tão fácil quanto conhecer qualquer outra atração turística da capital.

COMO IR DE AMSTERDAM A ZAANSE SCHANS

ÔNIBUS

A linha 391 da empresa Connexxion sai da estação central (Centraal Station) de Amsterdam. Vá para os fundos da estação e subas as escadas. Há placas indicativas. Confira a plataforma exata nos painéis eletrônicos. Quando eu fui saiu da “E”. A viagem dura 45 minutos e custa € 5. Crianças até 11 anos pagam € 1.

A passagem pode ser comprada diretamente com o motorista. O ônibus para em frente à entrada principal da vilinha. A volta é no mesmo ponto, porque dali ele segue para Amsterdam numa linha circular.

Zaanse Schans Holanda rodoviaria

O cartão I Amsterdam Card não dá direito a essa viagem, uma vez que ele cobre somente o transporte operado pela GVB (e os ônibus são da Connexxion). No entanto, existe um tíquete chamado Amsterdam & Region Travel Ticket que dá direito a viagens ilimitadas por 24 horas de ônibus, metrô e bonde para Zaanse Schans, Haarlem, Volendam e Keukenhof.

O passe custa € 13,50. Se você adquirir junto com seu I Amsterdam Card sai por € 10. Importante: o Amsterdam & Region Travel Ticket não é válido nos trens. Veja o mapa da rota. Mais informações sobre a linha 391 aqui: www.bus391.nl

Zaanse Schans perto de amsterdam Holanda

TREM

Muita gente prefere o trem porque ele, supostamente, é mais rápido. De fato, o comboio, que também sai da estação central (Centraal Station), em 18 minutos chega a Koog-Zaandijk, a parada mais próxima de Zaanse Schans. O detalhe é que daqui é preciso andar mais 20 minutos para chegar à atração.

Para mim, o ônibus — embora pouca coisa mais caro — foi mais prático, para na porta e ainda leva quase o mesmo tempo final. A passagem de trem custa € 3,10. Veja os horários e preços atualizados no site da NS, a empresa ferroviária holandesa.

Zaanse Schans Holanda casinhas tipicas

CARRO

Se você estiver motorizado nada que o Google Maps ou o aplicativo Waze não possa fazer por você. Coloque no navegador o endereço Schansend 7 (Zaandam) ou digite diretamente Zaanse Schans. O estacionamento custa € 9 a diária.

O QUE FAZER EM ZAANSE SCHANS

A entrada em Zaanse Schans é gratuita. Como eu fui de ônibus desci praticamente em frente ao centro de informações do Zaans Museum. Aqui você pode adquirir um mapinha do lugar em vários idiomas.

Zaanse Schans Holanda entrada

Algumas das casinhas da rota são, na verdade, pequenos museus temáticos (alguns cobram para entrar) ou lojinhas que fabricam queijo, estanho, chocolate, pães e até os tradicionais tamancos holandeses.

Zaanse Schans Holanda o que fazer

Não dá exatamente para dizer comece por aqui ou vá por ali. São várias ruazinhas e cada uma leva você a um determinado lugar. O melhor de Zaanse Schans, aliás, são as paisagens fofíssimas que a gente encontra pelo caminho — cada revorteio, um flash! 😀

Moinhos

São 11 moinhos históricos com um significado especial (entre tantos espalhados pela região). Seis estão abertos à visitação por € 4 cada (criança paga € 2). Quem tiver o I Amsterdam Card tem direito a subir em um deles gratuitamente.

O De Kat, por exemplo, foi construído em 1664 e até hoje produz tintas e pigmentos de alta qualidade que são fornecidos para os artistas e restauradores de todo o mundo.

Zaanse Schans Holanda silvia oliveira

Já o De Huisman há mais de 200 anos é especializado em temperos frescos. Além de poder observar a moagem, no interior do moinho é possível encontrar uma loja deliciosamente aromática com painéis informativos e degustação de especiarias, incluindo a tradicional mostarda Zaanse Schans, que também está à venda no local.

Zaanse Schans Holanda musico

O De Zoeker estava praticamente em ruínas quando foi totalmente restaurado. Já produziu tinta e cacau e hoje trabalha com óleo. Logo na entrada fica esse simpático músico tocando canções tradicionais holandesas. Eu havia visto uma foto dele no site oficial de Zaanse Schans e nem imaginava que pudesse encontrá-lo ali. Digamos que o senhorzinho faz parte da atração.

O moinho Het Jonge Schaap tem intensa produção de serraria e uma característica pra lá de especial: é o único com acessibilidade para pessoas com dificuldades de locomoção.

Museus

Zaanse Schans Holanda museus

Além do imponente e moderninho Zaans Museum (que conta toda a história da pequena vila), seis dessas casinhas típicas abrigam pequenos museus, alguns com respectivas lojinhas. Temos o museu do pão, dos moinhos, dos relógios e até uma casa que retrata como vivia uma antiga família de comerciantes do século 19.

Zaanse Schans Holanda museus albert heijin

O Albert Heijin Museum, por exemplo, mostra com mobiliário original e produtos antigos como era a velha mercearia que acabou se transformando numa instituição na Holanda.

Lojas e fábricas

Zaanse Schans Holanda queijaria

A queijaria Catharina Hoeve, réplica de uma tradicional fábrica de queijo, recepciona os visitantes com funcionários em trajes típicos — além de oferecer diversas degustações gratuitas. A equipe está disponível para tirar todas as dúvidas sobre as diferenças entre os vários tipos e formatos de queijo. Uma variedade imensa está à venda. Entrada gratuita.

Zaanse Schans Holanda goudaZaanse Schans Holanda degustacao

Outra atração disputada é a fábrica de tamancos, os famosíssimos sapatos típicos holandeses. Todos os dias, em vários horários, há demonstração de como é feito um dos maiores ícones do país.

Um pedaço de madeira aliado à habilidade do artesão e em poucos minutos um tamanquinho aparece na sua frente. O local tem uma loja enorme cheia de souvenires e, obviamente, muuuitos tamancos de todas as cores e tamanhos. Entrada gratuita.

Zaanse Schans Holanda oficina de tamancos

Dentro de uma dessas casinhas sai um cheiro inebriante de cacau. É a CocoaLab, fábrica de chocolate, onde pude acompanhar a demonstração de como era feita essa delícia com método e utensílios do século 18.

Zaanse Schans Holanda cacau

Zaanse Schans também abriga uma fábrica de licor e uma das últimas casas de fundição de estanho da Holanda.

Zaanse Schans Holanda tamancos

Gente, cêis viro a grandeza disso? Zaanse Schans é muito amor, um passeio completo e redondo por toda a memória e identidade do país sem qualquer esforço ou investimento absurdo. (Eu ainda espero ter tempo de estudar as mentes intrincadas que dizem “nóóóssa, mas é muito turístico!”) Ah, vá! E cê veio fazer o que mesmo aqui na Europa, bein?

Zaanse Schans Holanda souvenirs

Passeio de barco

Não fui por preguiça. Como no dia anterior eu já havia feito um cruzeiro pelos canais de Amsterdam, me dei por satisfeita. Mas como não se trata de um passeio caro (€ 6 adulto e € 3 criança), talvez seja bacaninha dar uma voltinha pelo rio Zaan e ver toda a região por outro ângulo.

Zaanse Schans Holanda turismo

A empresa Rederij De Schans opera o tour. Os barcos saem do cais ao lado do moinho De Huisman e o passeio dura em torno de 45 minutos. De abril a setembro há saídas de terça a domingo, do meio-dia às 15h. Em julho e agosto, sai diariamente das 11h às 16h. Veja os horários e preços atualizados aqui.

Zaanse Schans Holanda casas

ONDE COMER EM ZAANSE SCHANS

Visitei Zaanse Schans de manhã depois de ter me empanturrado neste café da manhã sensacional do hostel onde eu estava hospedada. Fui ter fome lá pelas duas da tarde, quando eu já estava voltando para Amsterdam. Não comi nada aqui, a não ser um sorvete (são vários quiosquinhos espalhados pelo “parque”).

Zaanse Schans Holanda localizacao

Mas depois me arrependi mortalmente de não ter, pelo menos, provado a típica panqueca holandesa no restaurante De Kraai. Os preços estavam entre € 9,50 e € 12. O local oferece ainda sanduíches (a partir de € 8), saladas, bolo de morango por € 3,75, sopas (a partir de € 4,25), stroopwafel por € 1 e café espresso por € 2,50. Eles também vendem a tradicional mostarda produzida aqui por € 2,95 o potinho.

Zaanse Schans Holanda restaurante

Quem quiser arriscar um menu mais sofisticado tem como opção o  restaurante De Hoop op d’Swarte Walvis. Tem um ambiente interno sofisticado e mesinhas ao ar livre com vista para o Rio Zaan.

Zaanse Schans Holanda como chegar

Se a ideia é só tomar um cafezinho sem compromisso aposte no Café do Museu Zaans, com bela vista para o horizonte de moinhos e wi-fi grátis!

CURIOSIDADES

– Zaanse Schans faz parte da ERIH – European Route of Industrial Heritage (Rota Europeia do Patrimônio Industrial) , uma rede com mais de 80 atrações distribuídas em 13 países do continente, que eu nem sabia que existia. A rota é constituída pelos chamados pontos de ancoragem, lugares historicamente importantes para a Revolução Industrial. Zaanse Schans é um deles.

Zaanse Schans Holanda detalhe

– O pintor impressionista francês, Claude Monet, viveu seis meses em Zaandam, município onde está localizada a pequena Zaanse Schans. O ano era 1871. Desse período deixou 25 pinturas da região, entre elas Moinho de vento em Zaandam.

– O czar Pedro I da Rússia — conhecido como Pedro, o Grande — também viveu durante um tempo em Zaandam no final do século 17, estudando construção naval. A casa onde ele ficou hospedado se transformou em museu, a Czar Peter House, uma das mais antigas casas de madeira da Holanda. Entrada € 3. Gratuito para quem possuir o I Amsterdam Card.

Zaanse Schans Holanda janela

DICAS DA MATRACA

– O passeio pode ser feito em meio dia. Eu fiquei cinco horas em Zaanse Schans, mas naquele ritmo anota-tudo-pro-brogui. Somando quase duas horas entre ida e volta, meu dia ficou todo comprometido aqui. Com crianças não acho que se faça em menos tempo. Mas se você estiver acompanhado somente de adultos, acredito que possa conhecer tudo tranquilamente em três horas, sem parada para almoço.

Zaanse Schans Holanda paisagem

– Surpreendentemente, algumas lojinhas e museus não aceitam cartão. Leve dinheiro trocado. Vi uma senhorinha tentando comprar algo de pequeno valor e pagando com nota de € 50 e o caixa se recusou a receber.

Zaanse Schans Holanda passeio turistico

– De uma maneira geral, as atrações funcionam das 9h às 17h. Mas varia bastante. Dependendo do mês, alguns museus e lojas abrem mais cedo e fecham mais tarde. Às segundas, alguns moinhos e o restaurante principal fecham. Veja os horários atualizados aqui.

Zaanse Schans Holanda Matraqueando

– Aproveite: Zaanse Schans é o local perfeito para tirar muitas fotos jacus naqueles tamancões espalhados pelas ruazinhas e garantir uma coleção de selfie no melhor estilo a cara da riqueza!

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Fotos: Sílvia Oliveira | Todos os direitos reservados.

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quinta-feira, 04 de agosto de 2016

ClinkNOORD Hostel: novíssimo e com o melhor preço de Amsterdam

ClinkNOORD Hostel Amsterdam building

Dos quatro destinos visitados na minha última viagem à Europa (Portugal, Holanda, República Theca e Alemanha), a cidade de Amsterdam foi a que quebrou meu limitado orçamento. Mesmo ficando em hostel (também chamado de albergue da juventude no Brasil), a hospedagem aqui foi a mais cara de todas.

Se você lembrar que eu paguei € 9 (nove!) a diária para ficar neste hostel bacanérrimo em Lisboa, vai entender por que a capital holandesa está entre as mais caras do continente. Hotéis de categoria média em Amsterdam estão em torno de € 80/90 a diária para casal. Se quiser um espaço decente para chamar de seu pense em pagar a partir de € 100 a diária para duas pessoas.

ClinkNOORD Hostel Amsterdam vista

Vista do canal a partir do meu quarto

Eis que coloco minha fórmula de pesquisa no Booking.com (procuro o menor preço com a melhor avaliação) e encontro o ClinkNOORD Hostel, inaugurado há pouco mais de um ano. A localização, que havia me deixado intrigada a princípio, foi das melhores surpresas nessa hospedagem. Sem contar o precinho camarada, levando em conta todas as outras opções que eu tinha em mãos.

Reserva | Pelo Booking.com — onde faço minhas reservas de hospedagem há anos. O sistema não cobra taxa alguma e tem cancelamento grátis para a maioria dos quartos, inclusive este.

ClinkNOORD Hostel Amsterdam recepcao

Quarto | Fiquei no quarto coletivo feminino com banheiro privativo. Você dorme no mesmo quarto com outras pessoas, mas tem um banheiro completo dentro do próprio dormitório, o que minimiza aquela sensação fim de carreira do “banheiro no corredor”. 😀 Tem um guarda-volumes pequeno. Coube a minha bagagem porque viajo somente com uma mala de mão. Mas mochilas grandes ou malas maiores ficam para fora. Leve seu cadeado. Há tomadas e entradas USB na cabeceira da cama e cada uma tem sua luz individual. Toalhas são alugadas por € 3 (preço para toda a estadia). Veja mais fotos dos quartos aqui.

Wi-fi | Gratuito. Pegou bem em todas as áreas do hostel.

ClinkNOORD Hostel Amsterdam ferry

Ferry grátis que faz a travessia 24 horas por dia

Localização | Fica do outro lado da baía de Amsterdam, a 10 minutos da estação central (Centraal Station). Isso me intrigava. Já havia lido que não era bacana se hospedar “do outro lado” pela dificuldade de transporte para lá. Mas a boa nota dada pelos hóspedes no Booking demonstrava que todos tinham uma boa experiência com a localização. Pois bem, quem falou sobre essa “dificuldade” provavelmente nunca esteve aqui.

É facílimo chegar ao hostel a partir da Centraal Station (onde você desembarca vindo do aeroporto de trem, por exemplo). Da estação central você tem que pegar um ferry grátis (que funciona 24 horas por dia e sai a todo instante). A travessia dura TRÊS MINUTOS. Eu cronometrei várias vezes. Ao desembarcar do outro lado da baía você anda mais QUATRO MINUTOS e chega ao ClinkNOORD.

Resumo da ópera: você está a menos de 10 minutos da principal estação de trem de Amsterdam, conectada à rede de metrô e à estação dos ônibus que partem para cidades turísticas vizinhas como Zaanse Schans e Volendam. O ponto dos principais bondes que levam a outras regiões da cidade como a Museumplein (a praça onde estão os grandes museus) fica em frente à estação.

ClinkNOORD Hostel Amsterdam cafe da manha

Check-in | Das 14h30 às 24h. Pagamento na entrada. Aceita cartões Visa e Máster.

Check-out | Das 4h às 10h. Caso você não devolva a chave eletrônica do quarto serão cobrados € 2 no cartão apresentado no check-in.

Atendimento | Solícito e simpático.

ClinkNOORD Hostel Amsterdam sala

Vantagens | Preço, infraestrutura e localização. Tem amplas áreas de convivência, biblioteca, bar que vende drinks, pizzas, sopas e snacks, além de oferecer cozinha equipada para os hóspedes. Alguns quartos têm acesso para hóspedes com mobilidade reduzida. Café da manhã é pago à parte. Por € 5,90 você tem, na verdade, quase um brunch: arroz, feijão, salada, salsicha, ovos cozidos, muitas frutas, cereais, bolos, pães, geleias, frios e bebidas quentes e frias.

ClinkNOORD Hostel Amsterdam area comum

Desvantagens | Nenhuma. Foi 100% sucesso. Mas é bom destacar que a região, à noite, é bem calma (para mim, que já sou tiazinha e odeio barulho, foi a melhor coisa da vida), com poucos restaurantes e quase nada de comércio no entorno. Para mais agito noturno procure outra opção.

Preço | Os quartos coletivos mistos (homem e mulher tudo junto e misturado) saem a partir de € 28 a diária por pessoa. Se você estiver com um grupo de amigos talvez seja uma boa. Eu viajava sozinha e fiquei no dormitório feminino por € 34 a diária. Café da manhã (completíssimo!) à parte por € 5,90. Faça sua reserva aqui. 

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Valle Nevado: como é (e quanto custa) o bate e volta à estação de esqui mais badalada da América do Sul

Valle Nevado 2016

Se existe algo que não me atrai como turista é frio, neve, esqui e tudo o que seja relacionado a baixas temperaturas. Eu moro em Curitiba, então só saio daqui para o calor. Mas desta vez não consegui fugir. Marido e filha (lobotomizada pela saga Frozen) armaram um complô familiar e lá fomos nós para o Valle Nevado, no Chile.

Valle Nevado Santiago Chile esquis e bastoes

Sou obrigada a confessar que mesmo com muita informação em sites, blogs e guias (este post do Ricardo Freire foi bem didático), antes de chegar ao local eu não entendia direito como funcionava a bagaça ou exatamente como me locomover dentro do complexo. Pelas fotos e textos não é exatamente fácil para uma Matraca de Humanas entender para que lado fica o quê. Rá!

Minha maior preocupação era decifrar o que seria uma boa experiência de neve (levando em conta nosso orçamento e custo-benefício) numa estação de esqui… para quem nunca esquiou na vida. Assim, vamos ao passo a passo direcionado a você que está indo pela primeira vez ao Valle Nevado.

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Porto Lounge Hostel: hospedagem boutique boa e barata no Norte de Portugal

Porto paisagem

Para você não dizer que só indico (e fico em) pulgueiro, na minha primeira vez no Porto me hospedei num hotel da rede Eurostars, um quatro estrelas com preço fantástico (veja meu review aqui). Dessa vez, com nosso amigo Euro chamando Jesus de Genésio, testei duas hospedagens —ambas supereconômicas.

Logo que cheguei aqui fiquei no Sport Hostel, um albergue que cobra € 11 a diária em quarto coletivo sem café da manhã.  Mas apesar da nota 8,6 no Booking.com e da excelente localização (fica na rua Santa Catarina, a poucos passos do metrô Bolhão) a hospedagem tem móveis velhos e quarto e banheiros com paredes (muito!) mofadas. Fuééén!

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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Passport Lisbon: hostel com o melhor custo-benefício de Lisboa

Passporte Lisbon Hostel praca luis de camoes

Praça Luís de Camões: vista a partir da sacada do hostel

Importante: se hospedagem subi-na-vida for essencial nas suas viagens este post não é para você. (Talvez este aqui te interesse mais!) Acabei de chegar do #MatracaNaZoropa 2016. Foram 24 dias muquiranas muuuito felizes. Rá! Já tem um monte de fotos e dicas na nossa Fanpage, Instagram e Twitter. Corre lá!

Com o euro no patamar em que está, a minha primeira providência mão de vaca do planejamento foi gastar o menos possível com hotel porque, para mim, interessava mais investir em comida e passeios.

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sábado, 30 de abril de 2016

Gramado: dicas para uma viagem econômica

Parque-de-Lavandas-Gramado

Caro e barato são termos subjetivos e podem ter significados distintos para mim e para você. Tem gente, por exemplo, que não abre mão de um hotel classudo, mas não se importa em comer numa espelunca legal.

Há os que precisam de prato enfeitado com espuma de abacate e sommelier ao lado dando dica de vinho, mas não estão nem aí se a hospedagem é padrão pelourinho.

Outros buscam a melhor cerveja, o lugar mais romântico, a atração mais divertida, a loja mais atraente e alguns já ficam bem satisfeitos se o restaurante tiver um módico fraldário família.

O detalhe é: como fazer uma viagem econômica para Gramado sem perder a dignidade? Se você andou pesquisando por aí, já deve ter percebido que a cidade está trabalhando em “euros”. E isso não é só força de expressão, não.

Para organizar uma viagem redondinha e sem gastar os tubos escrevi o completíssimo e interativo e-book O Barato de Gramado e Canela, cheio de sugestões certeiras — inclui hotéis e restaurantes — com dicas de economia inteligente (algumas delas estão aqui).

As atrações são descritas detalhadamente (o que ajuda a decidir o que fazer e visitar) e todos os atrativos têm links para o Google Maps. Mais informações aqui!

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Matraqueando - Blog de viagem | Por Sílvia Oliveira

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